Saúde Caixa: Contraf-CUT cobra repasse de informações definido em ACT

Na última sexta-feira, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviou ofício à Caixa Econômica Federal pedindo informações sobre os dados primários do Saúde Caixa. O repasse de informações faz parte do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico do Saúde Caixa, celebrado no final de 2023, estando previsto na cláusula 3ª do aditivo ao Acordo. A Contra-CUT também pediu informações sobre a previsão do início das atividades das Gerências Regionais de Pessoas (Gipes) e das Representações Regionais de Pessoas (Repes), assim como a instalação dos comitês regionais de credenciamentos e descredenciamentos. A coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, explicou que a recriação das estruturas regionais, como foi definido nas negociações, está sendo cobrado desde janeiro. “Agora, com o término do primeiro trimestre do ano, estamos incluindo a cobrança dos dados trimestrais, conforme previsto no nosso acordo coletivo”, afirmou Fabiana. *Fonte: Contraf-CUT
Após mobilização de trabalhadores, governo revoga CGPAR 42

O governo revogou a resolução 42 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR 42). O novo texto atende a maioria das demandas dos trabalhadores e retira do texto original o limite de 50% imposto às empresas no custeio dos planos de saúde dos empregados. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) participaram das negociações. As duas entidades integraram a comissão entre representantes dos trabalhadores das estatais e a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), do Ministério da Gestão e da Inovação (MGI), criada para debater alternativas para edição do novo texto que substituiria a CGPAR 42. “Estivemos engajados durante mais de três meses em negociações e mobilizações na revogação dessa resolução e na construção de um novo texto que atendesse os anseios dos bancários dos bancos públicos. Mas, desde antes da mesa de negociações, já estávamos trabalhando no Congresso Nacional com a nossa base parlamentar em projetos de lei contra essa resolução editada pelo governo Bolsonaro e que tanto prejudicava a classe trabalhadora”, afirmou Jeferson Meira, o Jefão, secretário de Relações do Trabalho da Contraf-CUT. Com a publicação da resolução substituta, a CGPAR 52, a participação da empresa estatal federal no custeio de planos de saúde poderá ser de 70% da despesa total. O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, aponta ainda outro importante avanço para os trabalhadores: a livre negociação entre os sindicatos e as estatais para determinar benefícios e direitos nos acordos coletivos, reconhecendo a autonomia gerencial das empresas estatais, observando a exposição de riscos das empresas. “Foi muito importante revogar essa medida que tanto prejudicou os trabalhadores, e é muito satisfatório poder retomar o diálogo com o governo eleito pela classe trabalhadora, mas a luta não para aí. Vamos analisar todos os pontos da medida com muita cautela e, se necessário, voltaremos a conversar com o governo”, ressaltou o presidente da Fenae. Takemoto alertou também para outra batalha, a retirada do teto de 6,5% da folha de pagamentos, que impõe o estatuto da Caixa, na limitação do custeio do Saúde Caixa. Ele também questionou a CPC 33, que estabelece que instituições financeiras devem constituir uma provisão atuarial dos chamados “benefícios pós-emprego”, como planos de saúde e previdência complementar. De acordo com as entidades, a nova resolução não supera todos os problemas da CGPAR 42. Continuam em vigor algumas restrições que impedem que sejam incorporadas a acordos futuros a concessão de licença prêmio e abono assiduidade, gozo de férias superior a 30 dias e a incorporação de gratificações de cargos em comissão e funções gratificadas. Uma nova vedação também foi introduzida para que sejam concedidos adicionais por tempo de serviço aos trabalhadores das empresas. Esses direitos poderão ser mantidos apenas para as empresas que já tinham acordos coletivos em que eles fossem previstos. *Fonte: Contraf-CUT e Fenae
‘Chapa 1 – Previ para os Associados’ está eleita com 51,77% dos votos

Com apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, além de outras entidades sindicais, a “Chapa 1 – Previ para os Associados” venceu as eleições com 51,77% dos votos, definindo os ocupantes para Conselho Diretor, Conselho Fiscal e Diretoria de Seguridade. Reeleito, o diretor de Seguridade da Previ, Wagner Nascimento, agradeceu a todos que participaram da votação. “Agradecemos todas as associadas e todos os associados que participaram desta eleição, independentemente do voto. Nós vamos continuar atuando pelos interesses das trabalhadoras e trabalhadores do Banco do Brasil, da ativa e aposentados, progredindo na gestão e na segurança da Previ. Nossa gestão continuará buscando a proximidade e olhar dos associados e associadas, olhar que trouxe a Previ em segurança nesses seus 120 anos”, declarou. Para a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, o resultado do pleito mostra que os associados da Previ votaram pela continuidade da gestão que vem sendo feita nos últimos anos. “O modelo de gestão da Previ é referência para outras entidades do sistema de previdência complementar fechado, por causa da paridade na gestão, ou seja, parte dos diretores e conselheiros são indicados pelo patrocinador e a outra parte pelos associados e associadas. É esta paridade que mantém a Previ segura, porque os representados têm voz nas decisões administrativas, para garantir os seus interesses dentro da entidade”, ressaltou a coordenadora. Veja os dados da votação: 54.512 votos para Chapa 1 (51,77%)38,679 votos para Chapa 2 (36,73%)4.847 brancos (4,6%)7.268 nulos (6,9%) *Fonte: Contraf-CUT
Trabalhadores do BB querem fim de distorções causadas pelo Performa

Em reunião na última quarta-feira (24) com representantes do Banco do Brasil, a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB) reivindicou soluções para as distorções provocadas pelo Performa. Além de problemas no encarreiramento dos trabalhadores desde 2020, o programa ainda acarretou acúmulo de funções. “Nós destacamos que, desde 2020, as distorções provocadas pelo Performa, que trouxe perdas significativas salariais no processo de encarreiramento de todos os demais funcionários, não foram solucionadas. Também pedimos celeridade para que o banco resolva a situação dos caixas, supervisores de atendimentos e gerentes de serviço”, ressaltou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes. A reunião foi solicitada devido à repercussão negativa do pedido de aumento salarial para o Conselho Diretor do Banco, aprovado pelo Conselho de Administração. O pedido vai passar pelas Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária dos acionistas do banco, nesta sexta-feira (26). Durante a reunião também foram cobradas pautas antigas como revisão de funções, cargos e salários, resolução de questões de previdência de incorporados e revisão do teto da PLR. Os integrantes da CEBB também reivindicaram uma resposta rápida para as pautas discutidas na reunião, tendo em vista a proximidade do congresso dos funcionários, que acontece no início de junho e irá definir a minuta de reivindicações para o acordo coletivo específico com o BB, que será renovado neste ano. *Fonte: Contraf-CUT
Votação na Previ vai até as 17h59 desta sexta (26)

Quem ainda não votou nas eleições da Previ, deve se apressar. A votação termina nesta sexta-feira, às 17h59. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, além de outras entidades sindicais, associativas e de aposentados estão apoiando a “Chapa 1 – Previ para os Associados”. De acordo com a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, a gestão atual da Previ, que montou a Chapa 1, comprovou a capacidade de gestão da entidade. “Nós pedimos o voto na Chapa 1, porque a gestão atual vem mostrando um trabalho transparente e eficiente, comprovados pelos números. Portanto, essa eleição é fundamental para manter e garantir a segurança e o equilíbrio da Previ”, afirmou Fernanda. Vale lembrar que estão aptos a votar os participantes e assistidos, maiores de 18 anos, inscritos nos planos de benefícios da Previ até o dia 31 de janeiro deste ano. É possível votar através das seguintes plataformas: site da Previ, aplicativo (app) da Previ no celular, terminais de autoatendimento (TAA) ou SISBB (este, exclusivo para funcionários da ativa). Para votar no site da entidade, acesse: https://votacao.previ.com.br/votacaoweb/ *Fonte: Contraf-CUT
Sindicato tem programação especial para o Dia do Trabalhador

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense preparou uma programação especial para comemorar o Dia do Trabalhador, nesta quarta-feira, 1º de maio. A festa será na sede campestre, onde os trabalhadores bancários poderão desfrutar de um dia inteiro de lazer. A programação começa às 9h, com muitas brincadeiras para a criançada, com direito a monitores. Às 9h30 tem futebol, onde os bancários poderão mostrar sua habilidade fazendo a bola rolar à vontade no gramado. Já por volta de 12h30, será hora de abastecer as energias com um delicioso churrasco e bebidas a preço de custo, na churrasqueira principal da sede. Para fechar o dia, nada como uma boa música! A cantora Lorena Costa ficará encarregada de embalar a tarde dos trabalhadores. A sede campestre fica na Estrada Governador Chagas Freitas, 3.780, Colônia Santo Antônio, em Barra Mansa.
Pesquisa aponta fechamento de quase 4,2 mil postos de trabalho bancário

Nos últimos doze meses foram fechados 4.171 postos de trabalho bancário, segundo a Pesquisa do Emprego Bancário (PEB elaborada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A pesquisa é referente ao primeiro bimestre de 2024 e baseada nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged). Nos dois primeiros meses de 2024, os dados mostram uma abertura de 1.074 postos de trabalho. Mas segundo o economista do Dieese, Gustavo Cavarzan, esse resultado deve-se à convocação de aprovados no concurso do Baco do Brasil. “Basta ver que a ampliação de vagas no período está associada, particularmente, à criação de vagas de ‘escriturário’. Se desconsiderarmos esta movimentação extraordinária, o saldo seria de 543 postos de trabalho a menos neste período”, explicou o economista. Walcir Previtale, secretário de Assuntos Socioeconômicos da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), falou sobre o risco da análise de aumento pontual dos postos de trabalho bancário. “A redução de postos de trabalho nos bancos já é uma constante. Em 2023, houve um pequeno aumento apenas no mês de outubro. Em todos os demais, houve redução. Então, apesar da recuperação econômica em andamento no país, e dos repetidos aumentos nos lucros dos bancos, é um erro achar que está havendo crescimento de postos de trabalho bancário”, ressaltou Previtale. Entretanto, a realidade no ramo financeiro é diferente. Mesmo com o setor bancário puxando o número de vagas para baixo, nos últimos 12 meses, foram criados 20,5 mil postos de trabalho no ramo financeiro, uma média de criação de 1,7 mil postos/mês. O destaque ficou para as cooperativas de crédito e os securitários, que juntos criaram 16,3 mil postos de trabalho no período. Segundo matéria divulgada pela Contraf-CUT, o saldo no primeiro bimestre de 2024, excluindo a categoria bancária, foi de 4.764 postos de trabalho, quase seis vezes mais do que no mesmo período de 2023, novamente com destaque para o crédito cooperativo (+1.949 vagas), que desta vez é acompanhado pelos planos de saúde (+1.062 vagas). *Fonte: Contraf-CUT
Sul Fluminense marca presença em Seminário Jurídico da Contraf-CUT

O presidente do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, Júlio Cunha, está participando do 4º Seminário Jurídico Nacional, promovido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). O objetivo do evento é aprofundar a discussão sobre questões de interesse das categorias bancárias e financiárias. O encontro reúne representantes de sindicatos e 11 federações integrantes do Comando Nacional dos Bancários. A presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, ressaltou que o evento é importante porque debate os desafios e a organização do ramo financeiro. Além disso, como a campanha já começou, as entidades sindicais precisam estar alinhadas para avançar em conquistas para a categoria. “Um importante seminário para refletirmos sobre a atual legislação frente aos avanços tecnológicos e diversas formas de contratações que resultam em aumento da precarização no ramo financeiro”, afirmou Adriana. O diretor de Bancos Privados da Federação, Fabiano da Silva, ressaltou o caráter esclarecedor do seminário. “Temas relevantes como Teletrabalho, Pejotização bancária e a Perspectiva da Campanha Salarial foram debatidos. Ficou muito evidente que esse ano teremos uma Campanha Salarial difícil, mas estamos otimistas”, observou Fabiano. Além de Júlio Cunha, marcam presença no evento os presidentes dos sindicatos dos Bancários de Petrópolis, Sávio Barcellos, e Teresópolis, Claudio Mello. *Fonte: Federa-RJ
Loterias da Caixa: Contraf-CUT e Fenae entram com mandado de segurança contra transferência

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) estão trabalhando, de forma legal, para reverter a decisão do Conselho de Administração da Caixa de transferir a operação das loterias para uma subsidiária. As entidades entraram, em segunda instância, com um mandado de segurança contra a decisão do juiz da 9ª Vara do Trabalho de Brasília, que negou o pedido de tutela de urgência para anular a decisão do Conselho, feito pelas entidades na última semana. O pedido foi feito porque as entidades entendem que a migração pode acarretar danos irreparáveis à sociedade e prejuízos aos trabalhadores afetados pela mudança. Caso seja deferido, os efeitos da decisão do Conselho de Administração ficarão suspensos até a conclusão dos trâmites do mandado de segurança e a Caixa não poderá dar andamento à transferência até o final do processo. As entidades têm ainda se mobilizado em outras frentes. A Fenae já pediu a realização de uma audiência pública para discutir o assunto. Além disso, as entidades encaminharam um ofício ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em que manifestaram posicionamento contrário à ação. As trabalhadoras e os trabalhadores da Caixa também têm se engajado em protestos para tentar barrar essa decisão que afeta não apenas a instituição, mas toda a sociedade brasileira. *Fonte: Contraf-CUT com informações da Fenae
Funcef: eleições do primeiro turno terminam nesta sexta-feira (19)

O primeiro turno das eleições na Funcef termina nesta sexta-feira (19). A votação é para eleger os ocupantes da diretoria de Administração e Controladoria, do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal. Podem votar todos os participantes dos planos de previdência da entidade, tanto os ativos quanto os assistidos maiores de 18 anos. Basta acessar o site (https://www.funcef.com.br/) e, no canto direito superior da tela, clicar em “Autoatendimento”; digitar seu CPF e senha. No menu, clique na opção “Eleições”. Também é possível votar pelo aplicativo da Funcef em seu celular. O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) apoiam a eleição de Leonardo Quadros para diretor de Administração e Controladoria com o número 12; Maria Gaia (titular) e Amanda leite (suplente) para Conselho Deliberativo (número 31); e Wagner Ferreira (titular) e Mizaki Mitiue (suplente) para o Conselho Fiscal, com o número 21. Confira as propostas: *Fonte: Contraf-CUT