Bancários do Sul Fluminense rejeitam proposta da Caixa

Reunidos em assembleia, nesta segunda-feira (21), empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal, em sua maioria, decidiram rejeitar pela terceira vez a proposta do banco para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Na base do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, a votação teve o seguinte resultado: Rejeitaram: 68,58% Aprovaram: 35,49% Abstenção: 0,93% Com este resultado, a greve está mantida, já que não houve adesão à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria e ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico dos empregados da Caixa. O Comando Nacional do Bancários vai se reunir para decidir quais serão os próximos passos a serem tomados. *Fonte: Contraf-CUT
Negociações com o Santander prosseguem nesta terça-feira (22)

Parte do processo de construção do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico do Santander, a negociação com o banco será retomada nesta terça-feira (22). A reunião vai tratar das reivindicações dos funcionários do banco na Campanha Nacional 2026 e contará com a participação da Contraf-CUT e do movimento sindical dos bancários. O início está previsto para 10h no Sindicato dos Bancários de São Paulo. A pauta terá questões relativas à remuneração, condições de trabalho, emprego, saúde e demais direitos. Segundo Ana Marta Lima, representante dos trabalhadores nas negociações, é importante que o banco avance nas respostas às demandas dos trabalhadores. *Fonte: Contraf-CUT
BB: movimento sindical cobra isonomia no pagamento da PLR e abono dos dias de mobilização

Na última sexta-feira (18), a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviou ofício ao Banco do Brasil. O documento reforça o pedido de tratamento isonômico para as funcionárias e os funcionários do BB das bases sindicais que assinaram o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) após 11 de setembro. A Contraf-CUT pede que sejam garantidos a esses trabalhadores os mesmos direitos previstos no acordo, principalmente em relação à PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e ao abono do dia 20 de agosto e de todos os dias de mobilização e greve. De acordo com a Contraf-CUT, o ACT é resultado de uma negociação nacional e não pode haver diferenciação de direitos em razão da data em que cada entidade sindical concluiu os procedimentos de aprovação e assinatura do acordo. A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, ressaltou que o processo de negociação foi nacional e o acordo também é nacional. “Por isso, quem assinou o ACT após 11 de setembro não pode ser prejudicado com relação ao pagamento da PLR e ao abono do dia 20 de agosto e de todos os dias de greve”, argumentou a coordenadora. O pedido da Contraf-CUT busca assegurar que a conclusão da negociação em diferentes datas pelas entidades sindicais não gere tratamento distinto entre trabalhadores abrangidos pelo mesmo ACT. A Contraf-CUT destacou que a mobilização das funcionárias e dos funcionários foi parte fundamental do processo de negociação e que os direitos previstos no acordo devem ser aplicados de forma isonômica em todo o país. *Fonte: Contraf-CUT
Confira a proposta da Caixa para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT)

Em assembleia, na próxima segunda-feira, 21 de setembro, bancárias e bancários da Caixa Econômica Federal vão avaliar a nova proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do banco. De acordo com matéria publicada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a orientação é que cada trabalhador e trabalhadora conheça o conjunto da proposta, consulte seu sindicato e participe da assembleia de sua base. A negociação, que durou mais de dois meses, envolveu mobilização e greve até que o texto ficasse bem diferente das primeiras propostas da Caixa. Todos os direitos dos ACTs específicos, da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e os avanços negociados durante a Campanha Nacional de 2026 foram mantidos. Principais pontos da proposta: 1 – Saúde Caixa permanece no ACT e o acordo continua único – proposta afasta a possibilidade discutida anteriormente de separar o plano de saúde do restante do acordo e mantém as cláusulas sociais e de condições de trabalho já negociadas. 2 – Caixa aumenta de 6,5% para 9% da folha o limite de sua participação no Saúde Caixa – Hoje, a contribuição da empresa está limitada estatutariamente a 6,5% da folha de pagamento e dos proventos, mesmo quando a proporção de 70% permitiria maior participação.Pela nova proposta, o teto sobe para 9% a partir de 2027, e o compromisso deverá constar em cláusula do ACT. A reivindicação de retorno ao 70/30 não foi atendida integralmente neste momento. Mas elevar o teto de 6,5% para 9% remove parte importante da barreira que vinha impedindo o aumento da participação da empresa e cria melhores condições para continuar buscando essa proporção nas negociações futuras. 3 – Derrotada a cobrança por faixa etária – A proposta preserva o pacto intergeracional e o caráter solidário do Saúde Caixa, no qual jovens, pessoas de meia-idade e idosos permanecem dentro de uma mesma lógica coletiva de financiamento. 4 – Não haverá reajuste das mensalidades do Saúde Caixa em 2026 – o déficit projetado para 2026 não será repassado aos beneficiários por meio de aumento das mensalidades neste ano. 5 – Saúde Caixa terá negociação permanente e acompanhamento mais próximo dos usuários – A Caixa se comprometeu a estabelecer calendário de reuniões mensais sobre o Saúde Caixa, para discutir sustentabilidade, receitas, despesas, gestão e demais temas do plano. 6 – R$ 236 milhões para prevenção e novas fontes de financiamento – A Caixa anunciou R$ 236 milhões para ações de prevenção em saúde a partir de 2027. Independente do teto de custeio do Saúde Caixa. Faz parte da política de gestão de pessoas do banco. 7 – Situação dos empregados pós-2018 entra formalmente na discussão – Outra reivindicação é o direito ao Saúde Caixa após a aposentadoria para empregados admitidos depois de agosto de 2018.A proposta não resolve imediatamente essa questão, mas inclui o tema no novo modelo de gestão e nas discussões sobre o futuro do plano. 8 – Promoção por Mérito: Alcance.Caixa deixa de ser trava para os deltas – A Caixa retirou o Alcance.Caixa dos critérios para obtenção dos deltas e concordou que os deltas relativos aos anos-base de 2026 e 2027 sejam pagos, respectivamente, em janeiro de 2027 e janeiro de 2028. 9 – Super Caixa terá mudanças imediatas já no segundo semestre – A habilitação passará a garantir 50% da premiação, contra os atuais 25%. O NS será considerado individualmente para os empregados, reduzindo a possibilidade de toda a unidade ser prejudicada pelo resultado de uma única pessoa. O CSAT deixa de ser aplicado individualmente aos demais empregados e permanece vinculado ao gestor-chefe. 10 – Figital e Genesys não terão penalização em 2026 – A Caixa confirmou na fase final da negociação que nem Figital nem Genesys terão penalização em 2026. O modelo para 2027 deverá ser discutido com as representações dos empregados. 11 – Carreira, PFG, PCS, PSI, TI e trabalho remoto continuam em negociação – Outro ganho do processo foi constituir espaços específicos para discutir questões estruturais de carreira. Está prevista participação das entidades nas discussões de PFG, PCS, Processos Seletivos Internos e remuneração variável. 12 – Prêmio de R$ 3 mil e pagamentos previstos para 30 de setembro – A proposta mantém um prêmio extraordinário de R$ 3 mil por empregado, relacionado à superação do Índice de Eficiência Operacional (IEO) de 2026, indicador que já foi atingido em junho. 13 – Direito à desconexão, férias, PCDs e licença-saúde – O conjunto negociado traz ainda direitos com efeito direto na vida cotidiana dos empregados. 14 – Mais direitos relacionados à saúde, diversidade e ausências – A negociação também consolidou compromissos de diversidade e equidade nos processos seletivos, Censo da Diversidade, políticas de igualdade de gênero e ações de acessibilidade. 15 – Aumento real e direitos da CCT também valem para os empregados da Caixa – Além do ACT específico, empregadas e empregados da Caixa estão abrangidos pelas conquistas da CCT nacional.A negociação garantiu reposição integral do INPC mais 0,6% de aumento real em 2026 e 2027, inclusive sobre salários e demais cláusulas econômicas. VA, VR, auxílio-creche/babá e PLR também terão reajuste com aumento real. *Fonte: Contraf-CUT
Bradesco: pagamento da 13ª cesta alimentação será dia 28 de outubro

Bancárias e dos bancários do Bradesco vão receber o pagamento da 13ª cesta alimentação no dia 28 de outubro. A antecipação foi anunciada pelo banco e atende à reivindicação do movimento sindical durante as negociações. “Essa antecipação é resultado da nossa atuação junto ao banco e atende a uma demanda das bancárias e dos bancários. É importante que todos fiquem atentos também ao prazo para quem deseja flexibilizar o valor para o vale-refeição”, ressalta Erica de Oliveira, representante do movimento sindical nas negociações com o Bradesco. A solicitação para flexibilizar o crédito da 13ª cesta alimentação para o vale-refeição (VR) deve ser feita pelo SAF até o dia 25 de setembro. *Fonte: Contraf-CUT
Caixa: Sindicato realiza assembleia nesta segunda-feira (21)

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense convoca os trabalhadores bancários da Caixa Econômica Federal, de sua base territorial, para a assembleia geral extraordinária que será realizada nesta segunda-feira, 21 de setembro. Haverá plenária presencial das 10h às 11h, no auditório da sede do Sindicato, na Rua Rio Branco, nº 107, sala 301, Centro de Barra Mansa. Em seguida será realizada votação de forma remota/virtual das 11h às 18h, pela plataforma bancarios.votabem.com.br Pauta: Deliberação sobre a proposta apresentada pela Caixa Econômica Federal para renovação dos seus Acordos Coletivos de Trabalho Aditivos, sendo que, as propostas incluem desconto a ser feito no salário e PLR dos empregados em razão da contratação a ser realizada (contribuição negocial). Lembrando que a base territorial do Sindicato inclui os municípios de Barra Mansa, Volta Redonda, Rio Claro, Porto Real, Quatis, Mendes, Engenheiro Paulo de Frontin, Paracambi, Resende, Itatiaia, Pinheiral, Barra do Piraí, Vassouras, Piraí, Valença e Rio das Flores.
Assembleia Geral Extraordinária
Nova proposta da Caixa será submetida às assembleias na próxima segunda (21)

Em reunião que se estendeu pela madrugada desta quinta-feira (17), a Caixa Econômica Federal apresentou uma nova proposta para o Saúde Caixa. A proposta amplia o limite da participação do banco de 6,5% para 9% da folha de pagamento para o custeio do plano, a partir de 2027; mantém o pacto intergeracional; e o Saúde Caixa no ACT. O texto também mantém o modelo solidário, sem cobrança diferenciada por faixa etária. Além disso, para 2026, não haverá reajuste nas mensalidades e a Caixa assumirá o déficit do plano. A partir de 2027, a contribuição do titular será de 3,7% da remuneração base e a de dependente direto, de R$ 560. Para dependente indireto filho de 21 a 24 anos, a mensalidade será de R$ 660. Para filhos de 24 a 27 anos e pais/mães remanescentes, a mensalidade será de R$ 900. O limite do grupo familiar (titular e dependentes diretos) será de 9%. Em relação à proposta anterior, a atual reduz de R$ 150 para R$ 120 a cobrança de consulta em pronto atendimento e mantém a isenção de coparticipação na telemedicina. Confira o resumo da proposta: *Fonte: Contraf-CUT
Santander vai depositar valor da PLR até 30 de setembro

A antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) referente ao exercício de 2026 para os funcionários do Santander será depositada até o próximo dia 30 de setembro. Já o pagamento da segunda parcela deverá acontecer até 1º de março do próximo ano, após a consolidação do lucro anual do banco. É preciso destacar que os valores divulgados para a antecipação não consideram o desconto do Imposto de Renda. O cálculo do imposto depende de outros valores de PLR recebidos pelo trabalhador, como a parcela final referente ao exercício de 2025, paga em março de 2026, além de programas próprios de remuneração. A antecipação da PLR é uma conquista do movimento sindical, prevista na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2026/2028 da categoria bancária. A regra para o pagamento da PLR dos bancários está definida na CCT 2026/2028, que estabelece critérios, fórmula de cálculo, beneficiários e datas de pagamento.Na antecipação de 2026, a Regra Básica corresponde a 54% do salário, acrescido de R$ 2.217,26, além da Parcela Adicional, que representa a distribuição linear de 2,2% do lucro líquido, limitada ao teto de R$ 3.837,03. Lembrando que os valores já incorporam o reajuste de 4,60% conquistado na Campanha Nacional Unificada dos Bancários 2026. O valor final recebido por cada funcionário depende do salário e dos resultados do banco, conforme as regras estabelecidas na Convenção Coletiva. *Fonte: Contraf-CUT
Banco do Brasil paga PLR nesta quarta-feira (16)

Os trabalhadores do Banco do Brasil vão receber o adiantamento da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) nesta quarta-feira (16). A medida é resultado da assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) entre o Comando Nacional dos Bancos e a direção do Banco do Brasil, ocorrida na última sexta-feira (11), após um ciclo de negociação marcado por diálogo, mobilização e participação da categoria. O ACT aprovou pontos como o compromisso de crédito da PLR em até 72 horas após a assinatura do ACT, que será efetuado na próxima quarta-feira (16), além do abono da paralisação realizada no dia 20 de agosto. Também fazem parte do acordo o reconhecimento financeiro de R$ 3 mil para o público definido na Campanha de Adimplência 2026, avanços no Plano de Carreira e Remuneração (PCR), ampliação da licença-paternidade para 35 dias, melhorias para pessoas com deficiência, ações afirmativas e outras cláusulas sociais. *Fonte: Bancários do Rio/Contraf-CUT