
Na última sexta-feira (18), a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviou ofício ao Banco do Brasil.
O documento reforça o pedido de tratamento isonômico para as funcionárias e os funcionários do BB das bases sindicais que assinaram o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) após 11 de setembro.
A Contraf-CUT pede que sejam garantidos a esses trabalhadores os mesmos direitos previstos no acordo, principalmente em relação à PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e ao abono do dia 20 de agosto e de todos os dias de mobilização e greve.
De acordo com a Contraf-CUT, o ACT é resultado de uma negociação nacional e não pode haver diferenciação de direitos em razão da data em que cada entidade sindical concluiu os procedimentos de aprovação e assinatura do acordo.
A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, ressaltou que o processo de negociação foi nacional e o acordo também é nacional.
“Por isso, quem assinou o ACT após 11 de setembro não pode ser prejudicado com relação ao pagamento da PLR e ao abono do dia 20 de agosto e de todos os dias de greve”, argumentou a coordenadora.
O pedido da Contraf-CUT busca assegurar que a conclusão da negociação em diferentes datas pelas entidades sindicais não gere tratamento distinto entre trabalhadores abrangidos pelo mesmo ACT.
A Contraf-CUT destacou que a mobilização das funcionárias e dos funcionários foi parte fundamental do processo de negociação e que os direitos previstos no acordo devem ser aplicados de forma isonômica em todo o país.
*Fonte: Contraf-CUT


