Fundação Banco do Brasil é sinônimo de transparência para o terceiro setor no Brasil

A Fundação Banco do Brasil tem sido apontada constantemente como referência no que diz respeito à governança e à transparência no terceiro setor no Brasil, sendo reconhecida, por exemplo, pelo selo ‘ONG Transparente’, emitido pelo Instituto Doar, e pelo Prêmio Aberje regional Minas Gerais e Centro-Oeste na categoria Ética, Integridade e Compliance, no ano de 2019.O motivo disso, explica Humberto de Almeida Maciel, diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília, é a forte estrutura de governança reforçada com a atuação e cumprimento pelos funcionários da promoção das boas práticas de governança, que asseguram efetividade na gestão do investimento socioambiental pela Fundação, na medida em que contempla as etapas de planejamento, modelagem, prospecção, seleções públicas, análise, formalização, acompanhamento da implementação, monitoramento da execução, liberação de recursos financeiros, avaliação da efetividade e encerramento dos projetos, assegurando as exigências legais de prevenção e combate a desvios na aplicação dos recursos nos projetos.O Programa de Integridade da Fundação BB foi instituído de forma a sistematizar, em único documento, todos os mecanismos para promover boas práticas de governança, assim como evitar riscos, fraudes e corrupção na própria atuação e nos projetos realizados com parceiros. Fonte: Contraf-CUT

Negociações sobre o Saúde Caixa serão retomadas na sexta-feira (3)

A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal vai se reunir com o banco na sexta-feira (3), a partir das 10h30, para retomar as negociações sobre o modelo de custeio e gestão do Saúde Caixa, a ser implementado a partir de 2022.Na última reunião, a Caixa se manteve intransigente com relação à aplicação da Resolução 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), que prevê a paridade nas contribuições assistenciais e administrativas do Saúde Caixa, alterando o modelo atual de 70% dos custos financiados pela empresa e 30% pelos empregados.“A Caixa tem conhecimento que não temos acordo com relação à paridade. Nossa posição é e sempre foi pela manutenção do atual modelo de custeio, que estabelece que 70% dos custos sejam de responsabilidade do controlador (a Caixa) e 30% dos participantes (os empregados)”, disse a coordenadora da CEE/Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, que também é secretária de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).ImposiçãoA reunião foi interrompida porque a Caixa insistiu em manter a aplicação da CGPAR 23, argumentando que “a resolução continua vigente como diretriz do controlador”. A coordenadora da CEE explicou que a negociação não avançaria se a Caixa insistisse na imposição e não levasse em consideração a projeção de custeio no modelo atual. “A decisão de aplicar a CGPAR 23 cabe ao presidente da Caixa (Pedro Guimarães), uma vez que existe uma portaria do Governo Federal que permite que as empresas deixem de cumprir a resolução. Mas, a Caixa e ele não consideraram essa possibilidade. É uma imposição de Pedro Guimarães”, afirmou.“Imposição não é negociação. Existe a possibilidade de que os efeitos da CGPAR 23 sejam sustados, mas independentemente do resultado da votação no Senado, não vamos considerar a CGPAR 23 sob nenhum aspecto. Além de não ser lei, não está prevista em nosso Acordo Coletivo”, completou Fabiana, ao lembrar da tramitação do PDL 342/2021, que está na ordem do dia para votação nesta quarta-feira (1º/9) no Senado.Uma empresa de assessoria atuarial contratada pela representação dos empregados fez novas simulações sobre o modelo de custeio do Saúde Caixa, considerando o cenário da vacinação.Acompanhe nos sites e redes sociais da Contraf-CUT e da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) o desfecho das negociações de sexta-feira. Fonte: Contraf- CUT

Banco do Brasil divulga valores de PLR que serão pagos nesta terça (31)

O Banco do Brasil divulgou no início da noite desta segunda-feira (30) a tabela com valores da Participação nos Lucros e/ou Resultados referente ao primeiro semestre de 2021. Os valores totais por cargo são de R$ 7.672,68 para escriturários e R$ 8.307,49 para caixa executivo. Pelas regras definidas no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) dos funcionários do Banco do Brasil, o pagamento da PLR só ocorre 10 dias após o pagamento aos acionistas, ou juros sobre capital próprio, aos acionistas – incluindo o governo, que detém 50% das ações do BB; investidores estrangeiros com 21,5%; investidores nacionais com 28,1%; e ações em tesouraria, com 0,4%. Mas, atendendo solicitação da Contraf-CUT, o pagamento será realizado nesta terça-feira (31), no mesmo dia em que será efetuado o pagamento da complementação dos Juros sobre Capital Próprio (JCP) aos acionistas. “O pagamento antecipado da PLR é uma grande ajuda para os funcionários, que pode fazer uso do recurso que lhe pertence de forma antecipada. Mas, é também o reconhecimento do trabalho que eles desempenham para que o banco obtenha os bons resultados que vem obtendo, mesmo em meio a uma pandemia que está deixando toda a economia em frangalhos”, ressaltou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. Regras da PLR do BB A PLR do banco é composta pelo módulo Fenaban e pelo módulo BB. Pelo módulo Fenaban, o funcionário recebe 45% do salário paradigma definido no acordo, acrescido de parcela fixa a ser definida pelo banco, para cada semestre. O módulo BB constitui-se de uma parcela composta pela divisão entre os funcionários de 4% do lucro líquido verificado no semestre, mais uma parcela que varia conforme cumprimento do Acordo de Trabalho (ATB) ou Conexão. Em linhas gerais, não é possível simular previamente a PLR do Banco do Brasil 2021 porque este cálculo depende de diversas variáveis que somente o banco tem as informações, como separar e distribuir o montante para os acionistas; calcular o salário paradigma e a quantidade de salários e o módulo bônus para enfim, fazer o pagamento da PLR. Veja abaixo a tabela dos valores que serão pagos aos escriturários e aos caixas.

POR FORA BOA VIOLA… Itaú: funcionários afirmam que realidade no banco é muito diferente da publicidade

    Desde que o Itaú lançou o projeto “Itaú 2030” e o novo programa de remuneração Gera, a vida dos trabalhados tornou-se um inferno. O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região não para de receber denúncias e reclamações. Além do programa Gera não possuir regras claras, como falta de transparência nos critérios para remuneração, um dos maiores problemas é o acúmulo de funções e sobrecarga de trabalho dos Agentes de Negócios Caixa. “As metas estão surreais. Tá puxado demais. Eles estão nos fazendo de escravos. Está cada dia mais difícil sobreviver nesse lugar”, denuncia uma trabalhadora. “Estou vivendo sufocada. Tenho uma filha de dois anos. Não durmo, não consigo comer. Meu corpo dói inteiro. E não posso me afastar, isso pioraria minha situação”, desabafa outra colega. “Acúmulo de funções… Um abuso, e recebendo menos”, afirma outro. Em diversas ocasiões o Sindicato cobrou do banco a suspensão das metas durante a pandemia por estarem prejudicando os trabalhadores. “Já sou atendente, vendedor, telemarketing e agora caixa”, desabafa um funcionário. “Depois das mudanças, colocaram a gente para aprender (já tive diferença de caixa), temos apenas um caixa na agência e eu [como] agente de negócios, [sendo] que estou aprendendo agora. Tem uma pessoa pra ensinar e atender, além das metas de vendas. Se eu ficar 100% aprendendo no caixa, impacta no Trilhas e, automaticamente, impacta na remuneração. Temos que trocar o pneu com o carro andando”, relata outro Agente de Negócios. “O Itaú não está dando treinamento suficiente para que os Agentes de Negócios Caixa desenvolvam a função com qualidade. Já cobramos do banco esclarecimentos, tanto com relação ao treinamento bem como a remuneração dos Agentes de Negócios”, afirma o dirigente sindical e bancário do Itaú Sérgio Francisco. Para piorar, Itaú promove demissões As demissões também não param, tanto nas agências, como nos departamentos. A reforma da Previdência aprovada em 2019 aumentou o tempo de contribuição para poder se aposentar. Os bancários que antes poderiam estar na estabilidade pré-aposentadoria, com as novas regras, precisam trabalhar por mais anos. Mas muitos estão sendo demitidos ou “colocados à disposição”. “É muito triste isso, após 32 anos de banco, próximo à aposentadoria, ser colocado à disposição, além de demitir por baixa performance, agora estão descartando os mais velhos”, relata um trabalhador. O Sindicato reforça a necessidade de o banco desenvolver um centro de realocação para que os trabalhadores tenham a oportunidade de continuar no banco. “É desumano trabalhadores que se dedicaram a vida toda para o banco, contribuindo com a lucratividade, sendo descartados como um sapato velho”, protesta Sergio Francisco. Trabalhadores que adoeceram escanteados Outro problema grave no banco envolve trabalhadores com algum tipo problema de saúde. O Sindicato recebeu vários relatos apontando descaso do banco com esses empregados, que, em muitos casos, ficaram doentes por causa da rotina massacrante no banco: o trabalhador se afasta para se tratar e, no retorno ao trabalho, é isolado, fica sem função, sem participação em reuniões, até que são desligados por baixa performance, como é prática do banco na maioria dos desligamentos. “As publicidades do Itaú passam a imagem de que o banco é uma empresa ‘legal’ para se trabalhar, onde se pode ser ‘quem você é’, mas os depoimentos que recebemos diariamente comprovam que a realidade é muito diferente da do comercial. Os trabalhadores estão sendo massacrados e ficando doentes por causa das metas abusivas, e sendo descartados como nada, depois de anos de dedicação à instituição. Tudo em nome de uma lucratividade obscena que atingiu R$ 18,9 bilhões em 2020, em meio a um cenário de crise sanitária e social. Cobramos do banco responsabilidade social e respeito com a saúde e a vida dos trabalhadores.” Fonte: SP Bancários

Banco do Brasil sempre financiando e apoiando os entes públicos

Resoluções aprovadas pelos delegados 32º Congresso Nacional funcionários do Banco do Brasil enaltece um dos papéis do banco As delegadas e os delegados do 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado no dia 8 de agosto, aprovaram o plano de atuação em defesa do banco e de seus direitos. Entre os pontos está o incentivo à atuação do banco como agente de financiamento e apoio a entes públicos. “Dotado de um corpo funcional altamente qualificado, o Banco Brasil tem um enorme potencial para estabelecer parcerias com o setor público em todo o país, oferecendo serviços financeiros, orientação de gestão e contratação para governos estaduais e municipais e empresas públicas”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. “O BB também pode montar operações de crédito para obras e serviços públicos em áreas como saneamento, mobilidade urbana, habitação, saúde e parcerias público-privadas”, completou. Fonte: Contraf-CUT

Caixa lucra às custas de prejuízo dos participantes da Funcef

Mudança no regulamento do REG/REPLAN, devido à CGPAR 25, contribuiu com o aumento do lucro da Caixa em cerca de R$ 1 bi em 2020, mas gerou prejuízo aos participantes do plano de previdência dos empregados A alteração do regulamento do plano REG/REPLAN Não Saldado da Fundação dos Economiários Federais (Funcef), para atender às determinações da resolução 25 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), criou um efeito contábil que aumentou o lucro da Caixa Econômica Federal em cerca R$ 1 bilhão em 2020. Mas, a mudança gerou prejuízos aos empregados participantes do plano. “Trata-se de uma reversão das provisões atuariais do plano, que foi reconhecida como resultado de serviço passado e registrado no balanço, criando um efeito contábil que aumentou o lucro do banco”, explicou a secretária de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fabiana Uehara Proscholdt, que é coordenadora da Comissão Executiva (CEE) da Caixa. “Traduzindo, às custas de direitos dos participantes previstos em regulamento do REG/REPLAN, a administração de Pedro Guimarães divulgou um lucro do banco de quase R$ 1 bilhão a mais”, completou. Eventos não recorrentes No balanço, este lucro é registrado como “evento não recorrente”. Ou seja, não foi resultado da operação do banco. “Para dizer que o banco está tendo melhor desempenho em sua gestão, este artifício tem sido comum na gestão Pedro Guimarães. Mas, a verdade é que se tratam de artifícios que mostram o resultado contábil e esconde a perda de ativos que garantiria o resultado permanente. No futuro, o banco não terá este patrimônio à sua disposição”, explicou a economista Vivian Machado, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Quando se alterou o estatuto do banco, incluindo um teto para o custeio do Saúde Caixa em 6,5% da folha de pagamentos, também houve um efeito contábil que aumentou o resultado do banco em R$ 5,2 bilhões. Em 2020, na reforma estatutária, a administração de Pedro Guimarães manteve este limitador. O mesmo ocorreu com a venda de ações do IRB, Petrobras, Banco Pan, carteiras de títulos e, recentemente, com o IPO da Seguridade. “O que nos parece é que a gestão Pedro Guimarães utiliza estes artifícios contábeis para ‘aumentar’ o luro do banco e permitir a devolução dos chamados IHCDs (Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida) ao Tesouro Nacional. Ou seja, rifam ativos e investimentos da empresa e atacam direitos dos empregados para atender aos anseios privatistas do ministro da Economia, Paulo Guedes, que é quem controla a política econômica do governo Bolsonaro”, criticou a dirigente da Contraf-CUT. “Com isso, descapitalizam a Caixa e tiram dela o poder de financiar a construção da casa própria, o esporte, a cultura, enfim, de atender às necessidades da população e do país”, concluiu. Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil financia obras de infraestrutura por todo o país

Delegados do 32º CNFBB pedem o reforço da concessão de créditos para o setor Em parceria principalmente com o BNDES e com a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil já participou e ofereceu soluções de financiamento para projetos importantes espalhados pelo país que demandam crédito de longo prazo. Para os delegados do 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado no dia 8 de agosto, o Banco deve reforçar a concessão de crédito para obras de infraestrutura. “Além de ajudar no desenvolvimento os Brasil, essas grandes são geradoras de empregos”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. De acordo com o Fukunaga, o banco tem de aproveitar sua experiência na montagem de solução para os mais diferentes empreendimentos. “O BB pode influir positivamente para inovar e melhorar o padrão de contratação de obras e concessões.” Fonte: Contraf-CUT

Financiar o setor produtivo também é papel do Banco do Brasil

Essa é uma das resoluções aprovadas pelas delegadas e pelos delegados do 32º CNFBB As resoluções aprovadas pelas delegadas e pelos delegados do 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado no dia 8 de agosto, também aborda o financiamento para o setor produtivo. Para os trabalhadores do banco é necessário que essa prestação de serviço seja feita, especialmente, para pequenas, médias e microempresas, como explica o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. “As grandes empresas têm acesso a diversos mecanismos para o financiamento de suas operações e de sua expansão e normalmente têm capacidade de negociar taxas de juros menores. Já as pequenas, médias e microempresas têm muita dificuldade de acesso ao crédito e a serviços financeiros e pagam taxas mais caras. Muitas, inclusive, encontram-se endividadas em função da conjuntura econômica. Esta situação afeta profundamente o mercado de trabalho, pois são elas que geram a maioria dos empregos.” O segmento de pequenas, médias e micro empresas geram 54% dos empregos no país. De acordo com Fukunaga, o banco pode dar liquidez e adotar linhas de crédito em condições adequadas para as pequenas, médias e microempresas. “Isso seria cumprir o papel de um banco público, com responsabilidade social e que é fundamental para a retomada e a sustentação da economia”, completou. Fonte: Contraf-CUT

Caixa é autorizada a contratar novos empregados

Medida reflete reivindicação do movimento sindical, mas é insuficiente para atender demanda Uma portaria do Ministério da Economia, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (19), autoriza a Caixa Econômica Federal a aumentar seu quadro de pessoal até o limite de 87.544 empregados. Com isso, a Caixa poderá contratar cerca de 3.300 novos empregados. “É uma importante conquista que vínhamos reivindicando nas negociações com o banco e nas audiências públicas que realizamos”, afirmou a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, que também é secretária de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). “Mas, não resolve o problema dos empregados, que estão sobrecarregados e adoecendo por causa do excesso de trabalho. Tampouco é suficiente para garantir o atendimento digno que a população merece”, completou. Um levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostra que, em cinco anos (de 2015 a 2020), houve uma redução de 14.866 postos de trabalho na Caixa. “O quadro de pessoal vem sofrendo uma grande redução ao longo dos anos, ao mesmo tempo que há o aumento do número de clientes. Isso gera sobrecarga de trabalho e adoecimento dos empregados e prejudica o atendimento aos clientes e usuários. Por isso, entendemos que a atual medida é bem vinda, mas insuficiente. É preciso que haja um número maior de contratações”, reivindicou o presidente da Federação Nacional das Associações de Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto. Luta dos concursados A dirigente da Contraf-CUT também observou que a portaria não define que as novas contratações sejam de empregados concursados. “O artigo segundo da portaria diz que, dentro do limite estipulado, também podem ser incluídos pessoas contratadas em cargos comissionados e em caráter temporário. E, além disso, o artigo terceiro, diz que compete à empresa gerenciar o seu quadro de pessoal, incluindo contratações e desligamentos. Isso deixa aberta a possibilidade de contratações que não levem em conta a contratação de funcionários concursados em caráter efetivo. Isso desvirtua completamente nossa reivindicação. Por isso, vamos lutar para que sejam contratados os concursados que estão esperando na fila de contratações”, ressaltou Fabiana. Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil tem de ser financiador da agropecuária em toda a sua extensão

O Brasil se tornou um dos maiores produtores de alimentos do mundo com a participação decisiva do banco O Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo. Um dos grandes responsáveis é o Banco do Brasil. Por isso, uma das resoluções aprovadas no 32º Congresso Nacional funcionários do Banco do Brasil, realizado no dia 8 de agosto, define como fundamental o papel do BB como apoiador de toda a cadeia produtiva deste segmento. “Desde o agronegócio, buscando, se possível, aumentar o valor deste segmento para a economia brasileira, até as demais formas de produção, incentivando e financiando a expansão da agricultura familiar e os estabelecimentos de pequeno e médio porte, fornecendo crédito e assistência técnica, incentivando, inclusive, as atividades agrícolas sustentáveis e voltadas para a produção orgânica”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. Os funcionários acreditam que o banco deve avaliar o apoio às cooperativas, com financiamento da produção, do processamento e da comercialização. “O papel das cooperativas é cada vez mais importante. Por mais que um produtor consiga comprar x toneladas de fertilizantes, se a cooperativa comprar 10x, ele vai ter condições melhores. A cooperativa tem o lado solidário também, em que o grande ajuda o pequeno produtor. O Brasil tem um desafio global fantástico para que se torne o campeão mundial da segurança alimentar, mas só pode falar isso se tiver uma política pública adequada e uma estrutura cooperativista sólida, que permita a competitividade de maneira clara, com o apoio do Banco do Brasil”, explicou Fukunaga. Para fazer esse papel da melhora maneira possível, o banco também deve buscar sempre a estrutura adequada de atendimento, crédito e assistência de acordo com o porte e tipo de produção. “Este é o papel de um banco público. Atender toda a população, da melhor maneira possível. Para isso, é preciso conhecer as regionalidades e suas necessidades especiais. Então, é fundamental que o Banco do Brasil tenha agências em todas as regiões do país”, disse o coordenador da CEBB. Fonte: Contraf-CUT