Federa-RJ promove seminário sobre desmandos do Bradesco

Será realizado, nesta quarta-feira (22), pelos dirigentes da Federa-RJ, um seminário para cobrar soluções e elaborar propostas para atuação do movimento sindical na atuação do Bradesco. O banco mantém sua política de fechamento de agências, demissões de funcionários e desrespeito aos clientes. Entre os temas em pauta estão tecnologia, digitalização do setor bancário, saúde dos (as) funcionários (as) e a situação financeira do banco. Estão confirmadas as presenças de Júlio Cunha, presidente do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense e presidente em exercício da Federa-RJ, já que a presidenta Adriana Nalesso está de férias; Fabiano Júnior, secretário de Bancos Privados da Federa-RJ; Vinícius Assumpção, vice-presidente da Contraf-CUT; Magaly Fagundes, coordenadora nacional da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco; Millena Alves, técnica do Dieese; além de Leuver Ludolff, diretor do Bancários Rio e integrante da COE, e Geraldo Ferraz, diretor de Bancos Privados do Bancários Rio. O seminário será realizado no auditório do Sindicato dos Bancários do Rio, das 9h às 13h. O endereço é Avenida Presidente Vargas, 502 –  21º andar, no Centro do Rio.

Federa-RJ realiza palestra sobre violência contra a mulher em Teresópolis

A Federa-RJ realiza palestra sobre o Programa de Combate à Violência contra a mulher, o “Basta”, nesta quinta-feira (23), no Sindicato dos Bancários de Teresópolis, às 18h30. “O objetivo deste encontro é mostrar que as vítimas não estão sozinhas”, afirma Adriana Nalesso, presidenta da Federa-RJ, que participará do encontro, ao lado de Paula Rodrigues, diretora da Secretaria de Mulheres da Federação, e da advogada Julia Alexim, responsável pelo “Basta”. O “Basta” é uma iniciativa criada para atender a categoria bancária através de canais de atendimento jurídico a mulheres em situação de violência doméstica e familiar. A violência contra a mulher alcança índices alarmantes no Brasil. Somente em 2022, 2.423 mulheres foram vítimas de violência; a cada quatro horas, uma mulher é vítima de agressão; 495 mulheres foram assassinadas (feminicídio). O endereço do Sindicato dos Bancários de Teresópolis é Travessa Ranulfo Féo, 36, Edifício Túlio Spector, cobertura 5 e 6.  

Desenrola: bancos realizam mutirão nesta quarta-feira (22)

Com o objetivo de atender o Programa Desenrola, os bancos vão participar, nesta quarta-feira (22), do “Dia D – Mutirão Desenrola”. O horário de atendimento será diferenciado em parte de suas agências, de acordo com as suas políticas internas. O programa entrou em uma nova fase nesta segunda-feira (20)  e a ação visa fomentar as negociações de débitos e ampliar o alcance do programa. O mutirão é uma parceria entre organizações da sociedade civil, bancos e outros credores. A Faixa 1 do programa tem o objetivo de promover a renegociação a devedores com renda de até dois salários mínimos ou inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com dívidas de até R$ 20 mil, que poderão ser refinanciadas até 30 de dezembro. Depois de 30 de dezembro, os descontos vão continuar, porém, a dívida deverá ser quitada à vista. Fazem parte da Faixa 1 as dívidas bancárias, como cartão de crédito, e as contas atrasadas de outros setores, como energia, água e comércio varejista. Os interessados em acessar a plataforma de renegociação (www.desenrola.gov.br), devem ser cadastrados no Portal Gov.br, com conta nível prata ou ouro. É importante lembrar que os dados cadastrais precisam estar atualizados. Feito isso, é necessário escolher uma instituição financeira ou empresa inscrita no programa para fazer a renegociação.   *Foto: Marcello Casal /Agência Brasil/Arquivo

Lucro líquido do BNDES foi de R$ 2,9 bilhões no terceiro trimestre

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou seu balanço do terceiro trimestre. Os dados apontam que foram desembolsados R$ 34,8 bilhões, alcançando índice de crescimento 18,4% em relação ao mesmo período de 2022. De janeiro a setembro, o banco teve aumento em todas as fases de operação na comparação com o ano passado, as consultas registraram alta de 94%, alcançando R$ 199,2 bilhões, as contratações chegaram a R$ 94,2 bilhões, com aumento de 43% e os desembolsos atingiram R$ 75,4 bilhões, com crescimento de 20%. De acordo com o documento, todos os setores econômicos do banco registraram crescimento. Já em relação às exportações, o desembolso alcançou R$ 7,2 bilhões, alta de 243% em comparação a 2022. As cooperativas responderam por 28% dos desembolsos indiretos. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, ressaltou que “o aumento das consultas é importante porque aponta para o investimento futuro, o que é um sinal de confiança nos fundamentos da economia brasileira”. Segundo ele, o apoio às micro, pequenas e médias empresas também foi fortalecido. O balanço mostra que o lucro líquido do banco foi de R$ 2,9 bilhões, no terceiro trimestre deste ano. No mesmo período de 2022, o valor foi R$ 2,4 bilhões. A alta foi de 21%. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o lucro líquido recorrente foi de R$ 6,6 bilhões. No terceiro trimestre de 2023, o lucro contábil chegou a R$ 4,9 bilhões, acumulando R$ 14,4 bilhões nos nove primeiros meses do ano. Segundo o banco, o lucro de R$ 14,4 bilhões foi impactado por receitas de R$ 7 bilhões de dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP), da Petrobras e reversão de provisões de crédito. Ainda, de acordo com o balanço, os ativos totais do Sistema BNDES somaram R$ 719,3 bilhões em 30 de setembro deste ano, um aumento de R$ 35,5 bilhões (5,2%) em relação a dezembro de 2022, destacando o acréscimo de R$ 15,7 bilhões na carteira de crédito expandida e o aumento de R$ 8,9 bilhões na carteira de participações societárias. Para a carteira de crédito expandida, que abrange financiamentos, debêntures e outros ativos de crédito, o crescimento foi de R$ 15,7 bilhões, chegando R$ 495,2 bilhões em 30 de setembro deste ano, representando, assim, 68,9% dos ativos totais. Já o índice de inadimplência (mais e 90 dias) se manteve em 0,01%, em 30 de setembro de 2023, mesmo percentual de 30 de junho e inferior aos 0,13% em 31 de dezembro do ano passado. A taxa ficou abaixo da inadimplência do Sistema Financeiro Nacional que é de 3,49% no geral e 1,33% para grandes empresas. Segundo o documento divulgado pelo BNDES, o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) foi responsável por 57% das fontes de recurso do banco e o Tesouro Nacional por 6,6%. O FAT tem o saldo atual de R$ 391,5 bilhões. O valor remanescente devido pelo BNDES ao Tesouro Nacional chegou a R$ 45,1 bilhões em 30 de setembro passado, uma redução de 0,9%. Os pagamentos ordinários de R$ 1,2 bilhão foram atenuados por apropriação de juros e correção monetária de R$ 0,7 bilhão, não tendo havido antecipações de recursos em 2023. *Foto: Rafa Neddemeyer/Agência Brasil 

Trabalhadores e Santander se reúnem para discutir Programa de metas

Representantes dos trabalhadores participaram de uma reunião com o Santander no Grupo de Trabalho de Saúde para debater temas relacionados ao Programa de metas do banco. Entre as pautas do encontro estava a cláusula 87 da Convenção Coletiva de Trabalho , cujo texto prevê o debate sobre as formas de acompanhamento das metas estipuladas para cada trabalhador e suas cobranças. No encontro também foram abordados o programa de incentivos aos funcionários da rede de agências no Brasil e o programa Mais Certo, em que o banco estabelece as metas semestrais para cada segmento de especialistas. Também foram apresentadas as atribuições das metas por ESN (especialista de serviço do negócio), como se dá o acompanhamento para que cada funcionário atinja as metas e um comitê de metas por segmento de clientes. De acordo com a área de incentivos, o Santander é o único banco que paga variável ao especialista de negócio do serviço, isto é, aos primeiros cargos que ingressam nas redes de agências. Eles também afirmaram que existe um canal de contestação. Através dele, o funcionário pode abrir um chamado, caso ocorra alguma alteração na produção, que não seja computada no sistema. Mudança Recentemente, houve alterações no programa de incentivo do Santander e o banco passou a pagar por resultado. Assim, na medida em que os trabalhadores entregam suas metas, são qualificados por produtividade e conduta no atendimento dos clientes. A avaliação é feita após as vendas dos produtos financeiros. Ainda durante a reunião, o Santander apresentou a área de incentivos às métricas e de que maneira é feito o acompanhamento das metas, estabelecidas semestralmente, porém, monitoradas e cobradas mensalmente pelos trabalhadores. Os representantes dos trabalhadores apresentaram diversas denúncias dos funcionários apontando que, muitas vezes ocorre alteração das métricas antes do fechamento do mês. O banco afirmou que essas alterações acontecem quando há algum erro sistêmico, mas eles seguem a meta semestral. O Santander tem ainda o Índice Certo, que são as metas diárias cobradas além do estabelecido, com os aceleradores incentivando com remuneração quem bater além da meta mensal. Para Wanessa de Queiroz, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, “essa cobrança deve ser de acordo com as metas divulgadas semestralmente, para que também haja um incentivo e condições de trabalho adequadas aos funcionários. E as cobranças de área, de acordo com o índice certo, não reflitam em algo exagerado que seja prejudicial à saúde dos trabalhadores”. Os representantes dos trabalhadores vão continuar acompanhando também a forma como o banco faz a avaliação de qualidade e a aplicação das normas de conduta. Durante a reunião, também houve reivindicação em relação ao treinamento dos funcionários da rede, no sentido de esclarecer uma venda responsável dos produtos financeiros, tanto visando um bom atendimento ao cliente como também para que não haja penalizações, carta de orientações ou advertências aos trabalhadores. A coordenadora afirmou que os trabalhadores esperam que o banco marque uma nova data para que as discussões e negociações avancem. “A gente precisa avançar nesse debate levando todas as reivindicações e tendo como incentivo o programa de pagamento da variável, frisando que o Santander faz o pagamento tanto da variável semestral como também da PLR, sem subtrair nenhuma das conquistas importantes, além das clausula na convenção coletiva de trabalho e do Acordo Coletivo de Trabalho, ambos com validade até 31 de agosto de 2024”, afirmou Wanessa de Queiroz.

Saúde Caixa: Comando e CEE voltam a se reunir nesta quinta-feira (16)

O Comando Nacional dos Bancários e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa voltam a se reunir, nesta quinta-feira (16), para uma nova rodada de negociações sobre o acordo específico referente ao Saúde Caixa, o plano de saúde das empregadas e empregados do banco. A retomada das negociações só foi possível graças à solicitação do Comando Nacional ao banco, e após a mobilização dos funcionários, que promoveram manifestações por todo o país, nos dias 17 e 30 de outubro passado. A Caixa se comprometeu a apresentar simulações de possíveis formas de custeio na reunião desta quinta. Como explicou a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa e do GT Saúde Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, o plano de saúde enfrenta um cenário de déficit de mais de R$ 1 bilhão, considerando os custos do ano corrente e as projeções para 2024. “O objetivo das negociações, retomadas graças à articulação dos funcionários, é encontrar uma solução para que nós não sejamos obrigados a arcar com o pagamento de 4,5 parcelas extraordinárias no próximo ano. Portanto, para conquistarmos a melhor proposta possível para todos e todas, sem deixar de viabilizar a sustentabilidade e perenidade do Saúde Caixa”, concluiu a coordenadora.   *Foto de Marcelo Camargo/Agência Brasil

Bancárias e bancários pedem acolhimento para trabalhadores adoecidos

Em reunião com a Comissão de Negociações da Federação Nacional dos Bancos (CN Fenaban), o Coletivo Nacional de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) pediu tratamento humanizado para bancárias e bancários adoecidos, que precisam buscar atendimento e afastamento pelo INSS. Mauro Salles, secretário de Saúde da Contraf-CUT, ressaltou que as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho não podem ser esquecidas. “Pedimos que os bancos acolham esses bancários, levando em consideração o espírito das cláusulas acordadas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), ou seja, que não haja perda salarial e nem endividamento desses trabalhadores, por motivos de saúde, afirmou Salles, lembrando que as antecipações e complementações efetuadas pelos bancos, conforme cláusulas de nossa convenção, devem ocorrer somente após o trabalhador receber do INSS o benefício. O Coletivo disse ainda que há registros de trabalhadores que tiveram descontos na folha de pagamento, mesmo depois de recorrer ao INSS e garantir o benefício judicialmente. Segundo Salles, existem casos de bancários que ficaram sem recurso nenhum, porque descontos foram realizados de uma única vez, num determinado mês. “Isso resultou na falta de dinheiro para remédios e para sua própria subsistência, agravando o problema de saúde por conta de todo o transtorno financeiro”, disse Mauro Sales. Canal específico Também foi solicitada pelo Coletivo, que os bancos criem um canal de acolhimento, especialmente para atender sobre bancários adoecidos. Além disso, foi pedida proteção para trabalhadores que denunciam assédio no trabalho. “Questionamos os encaminhamentos adotados por bancos, em várias situações, em que denunciantes vítimas de assédio foram expostos por terem denunciado”, ressaltou Salles. Os representantes dos bancos afirmaram que as demandas vão ser debatidas entre as empresas. Eles disseram que há casos em que não receberam as informações da situação dos trabalhadores.

Lucro da Caixa alcança R$ 7,8 bilhões nos nove primeiros meses de 2023

A Caixa Econômica Federal divulgou seu balanço do terceiro trimestre, apontando que o lucro líquido do banco foi de R$ 7,8 bilhões, nos nove primeiros meses do ano. O valor é 2,1% maior que o obtido no mesmo período de 2022. O banco obteve, só no terceiro trimestre, lucro de R$ 3,2 bilhões, registrando um aumento de 25,5% em relação ao trimestre anterior. Esse resultado, segundo a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, mostra que a Caixa retomou seu papel de financiadora do crescimento econômico do país. De acordo com os dados apresentados no balanço, a instituição registrou um crescimento de 14,6% da carteira imobiliária, chegando a R$ 707,9 bilhões, elevando a participação do banco para 68,8% do mercado imobiliário. Há um ano, o índice era de 65,7%. O volume de contratos de crédito habitacional também teve crescimento, alcançando R$ 136,9 bilhões, um índice de 10,3% maior do que o do terceiro trimestre de 2022. Fabiana ressaltou que os dados mostram crescimento, principalmente no segmento, em que o banco sempre foi líder no mercado. “Mas esse compromisso com o crescimento econômico e desenvolvimento econômico e social do país pode ser observado com outros resultados, como nas operações de financiamento de saneamento e infraestrutura e manutenção do emprego”, ressaltou a coordenadora, fazendo referência ao saldo das operações de saneamento e infraestrutura, cujo crescimento foi de 6%, no período, chegando ao total de R$ 100,1 bilhões. Na questão de emprego, a redução foi de 168 postos de trabalho em um ano. Porém, houve uma reversão da tendência neste terceiro trimestre, com um incremento de 580 novos postos, fato que deve ser valorizado, segundo Fabiana. “Temos que valorizar essa reversão, mas ainda é muito pouco quando vemos o quadro de sobrecarga enfrentado pelos colegas, com o consequente adoecimento. Ainda mais quando vemos que houve o aumento de 1,4 milhão de novos clientes em um ano”, disse coordenadora. A coordenadora também ressaltou a importância da manutenção da política de investimentos e melhoria da gestão de pessoas. Segundo ela, estes resultados são da gestão Rita Serrano. “É importante que o Carlos Vieira mantenha a preocupação com o desenvolvimento econômico e social do país e com as empregadas e empregados, com ampliação do quadro de pessoal, gestão humanizada no trato com os trabalhadores, sem cobrança abusiva de metas nem assédio e, resolva um dos maiores entraves que temos para ser resolvido ainda neste ano, que é a renovação do ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) do Saúde Caixa, com a manutenção dos princípios e modelo de custeio, sem o teto de 6,5% da folha de pagamentos para o custeio da Caixa com a saúde dos seus empregados”, concluiu Fabiana.

Agências bancárias não abrem nesta quarta (15), mas quinta-feira (16) o expediente será normal

As agências bancárias vão permanecer fechadas nesta quarta-feira (15), feriado nacional do Dia da Proclamação da República. Na quinta-feira (16) e sexta-feira (17), o expediente voltará ao normal. Durante o feriado, os serviços de autoatendimento ficarão disponíveis para os clientes, assim como os canais digitais e remotos dos bancos (internet e mobile banking). A informação é da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). As contas de consumo (água, energia elétrica e telefone) e os carnês com vencimento no dia 15 poderão ser pagos, sem qualquer acréscimo, no primeiro dia útil depois do feriado. Consciência negra Na segunda-feira (20), Dia da Consciência Negra, também não haverá expediente bancário, nos estados e municípios onde a data é considerada feriado. No dia 21 (terça-feira), o expediente voltará ao normal.   *Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Comissão de Aposentados tem reunião na sede da Contraf-CUT

A Comissão Nacional de Aposentadas e Aposentados da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) está reunida desde a última segunda-feira (13), na sede da entidade, em São Paulo. O encontro, que é realizado pela primeira vez, termina nesta terça-feira (14). Fernanda Carisio e Roberto von der Osten, dois ex-presidentes da entidade, também integram a comissão. Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT, disse que o Brasil está envelhecendo e ressaltou que é muito importante ter políticas públicas próprias para atender os idosos. “A gente precisa pensar para fora. Por isso, é muito bom ver tanta gente com tamanha experiência. Dá a certeza que o debate será de alto nível e que vamos construir muita coisa boa com esse coletivo”, ressaltou a dirigente. Elias Hennemann Jordão, secretário de Políticas Sociais da Contraf-CUT, afirmou que essa primeira reunião é um marco na história da Confederação. “A gente tem muito a evoluir e a trajetória de todos que estão aqui vai ajudar muito neste processo de avanço”, disse. Logo após a cerimônia de abertura da reunião, foi feita uma análise de conjuntura pelo supervisor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) de São Paulo, Fernando Lima. Na sequência, os participantes puderam apresentar suas experiências de atuação nas diversas áreas do país. Ainda na segunda-feira, à tarde, foram criados grupos para a elaboração de propostas de planejamento da comissão. O último dia do encontro foi reservado para a sistematização das propostas e finalização do plano de atuação.