Congressos de bancos públicos têm abertura solene em conjunto

A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira, destacou a importância da defesa da soberania nacional, durante a abertura dos congressos nacionais dos bancos privados, nesta quinta-feira (21). “Este é um momento de reafirmar essa unidade, que não é só dos bancários e das bancárias, é de toda a classe trabalhadora. Por isso, abrimos o nosso congresso reafirmando nosso compromisso inegociável com o povo brasileiro, na defesa dos bancos públicos, das empresas públicas, na defesa da Democracia, na defesa de nossa soberania”, ressaltou a dirigente. Juvandia falou também sobre a importância da participação da categoria bancária na reeleição de Lula em 2026, e enfatizou a necessidade de a categoria bancária continuar fortalecendo as pautas pela reforma tributária, para que os super ricos, com renda superior a R$ 50 mil por mês, paguem mais impostos, tirando a sobrecarga da população. O presidente da Federação Nacional das Associações de Pessoal da Caixa Econômica Federal, Sérgio Takemoto, falou sobre a importância de manter a unidade da categoria. Segundo ele, graças à unidade foi possível manter a Caixa pública. “Vamos precisar dessa união hoje também para defender a Caixa, nossos direitos, nossa previdência e nosso plano de saúde”, afirmou Takemoto. A resistência aos ataques ao Banco do Brasil marcou a abordagem da coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes. “Quando atacam o Banco do Brasil, não estão atacando apenas a gestão, mas o governo e a população, pois o BB é uma ferramenta de fomento social”, ressaltou Fernanda. *Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil oferece apoio a bancárias vítimas de violência doméstica

O Banco do Brasil apresentou à Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), o Protocolo de Atendimento para casos de Violência Doméstica e Familiar. Além da Cartilha de Prevenção à Violência Doméstica, o documento estabelece um canal específico na Gepes Atendimento, pelo telefone 4003-5291, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, que conta com uma equipe capacitada para orientar bancárias sobre medidas externas e internas de proteção. O canal oferece acolhimento e suporte para romper o ciclo de violência, além de medidas previstas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), como transferência de local de trabalho, alternância de horários e mudança do regime presencial para teletrabalho ou vice-versa. Através do canal, as vítimas poderão ser encaminhadas para acompanhamento psicológico e médico da Cassi, além de auxílio deslocamento para idas a delegacias ou serviços públicos especializados. *Fonte: Contraf-CUT

Cassi: negociação sobre custeio ainda está sem acordo

Representantes das entidades que compõem a mesa de negociação e membros da Comissão de Empresa se reuniram para debater a pauta sobre o custeio do plano de associados da Cassi. O encontro ocorreu na última sexta-feira (15) pela manhã. Já na parte da tarde, a mesa de negociação foi instalada na sede da Cassi com representantes do Banco do Brasil e da assessoria da direção da caixa de assistência. O representante do banco reafirmou o objetivo de construir um modelo de custeio perene e informou que um grupo interno está avaliando alternativas. Também foi apresentada uma proposta de custeio híbrido, que mantém a solidariedade com base na remuneração. Porém, prevendo antecipação de contribuição, a partir de estimativas de gastos calculadas conforme tabela de custos definida pela ANS. Para Fernanda Lopes, coordenadora Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), o modelo precisa preservar a justiça e a solidariedade. “Defendemos a construção de um modelo que garanta sustentabilidade para a Cassi, mas não aceitaremos soluções que quebrem o princípio da solidariedade ou que onerem excessivamente os trabalhadores”, afirmou Fernanda. De acordo com a coordenadora, a proporção 70%/30% entre Banco e funcionários é essencial para manter o equilíbrio e assegurar o acesso à saúde de qualidade. “Também exigimos que haja cobertura para os egressos dos bancos incorporados e uma solução definitiva para os admitidos após 2018, que hoje estão sem perspectiva de assistência no pós-laboral”, concluiu Fernanda. No próximo dia 28 de agosto, a partir das 14h30, haverá mais uma rodada de negociações. *Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil realiza congresso nacional dos funcionários dias 21 e 22 de agosto

O Banco do Brasil realiza, nos dias 21 e 22 de agosto, seu 35º Congresso Nacional dos Funcionários. O evento acontecerá no Holiday Inn Parque Anhembi, em São Paulo. Durante o encontro, bancárias e bancários de todo o país vão debater temas fundamentais como o papel do Banco do Brasil no desenvolvimento nacional, os planos de saúde e previdência dos funcionários, e os desafios da categoria frente ao cenário político e econômico atual. O tema do encontro será “Futuro justo, sustentável, inclusivo e democrático. BB fortalecendo o Brasil! Sempre!” O objetivo do evento, que será realizado de forma presencial, é construir propostas e fortalecer a organização dos trabalhadores, especialmente em um momento decisivo para a manutenção e ampliação dos direitos da categoria. “O Banco do Brasil é um patrimônio do povo brasileiro, e esse congresso é uma oportunidade de reafirmarmos nosso compromisso com um banco público forte, a serviço da sociedade, afirmou a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes. A coordenadora acrescentou que também será o momento de discutir temas urgentes, como o custeio da CASSI, a gestão da PREVI e a valorização dos trabalhadores do BB. A abertura do evento será em conjunto com os encontros nacionais dos trabalhadores da Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e Banco da Amazônia, para reforçar a unidade da classe trabalhadora do sistema financeiro público. *Fonte: Contraf-CUT

Justiça dá 15 dias para Banco do Brasil cumprir decisão sobre incorporação de gratificações

Uma decisão judicial determina que o Banco do Brasil mantenha ou restabeleça o pagamento das gratificações/comissões aos empregados que as receberam por 10 anos ou mais, considerando-as incorporadas aos salários. Entretanto, o banco vem descumprindo a determinação, estabelecida por meio de tutela antecipada confirmada em sentença de primeiro grau. A ação foi movida pelo movimento sindical em defesa dos trabalhadores afetados pela reestruturação promovida pela instituição em 2016, que suprimiu comissões e gratificações de funcionários que as recebiam há mais de 10 anos. A medida inclui ainda os reflexos nas verbas trabalhistas como o Repouso Semanal Remunerado (RSR), férias acrescidas de 1/3, 13º salário, horas extras, anuênios, PLR, FGTS e contribuições para a PREVI. A multa em caso de descumprimento é de R$ 1.000,00 por dia, por empregado. O prazo concedido pela Justiça expirou no início de julho deste ano, mas o banco não efetuou o pagamento nem implementou os valores nos contracheques dos funcionários até a data limite de 20 de julho. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e as Federações – autoras da Ação Civil Pública – ingressaram com cumprimento provisório de sentença, no qual foi determinada a comprovação do cumprimento da tutela antecipada no prazo de 15 dias. O banco teve ciência da decisão no dia 1º de agosto de 2025 e, como a contagem é feita em dias úteis, o período se encerra em 25/08/2025. A Contraf-CUT disponibilizou um formulário online para facilitar a verificação de quem tem direito à incorporação prevista na tutela. *Fonte: Contraf-CUT

BB: trabalhadores de bancos incorporados terão direito à Cassi e à Previ

A Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e a direção do banco se reuniram, nesta quarta-feira (30), para debater sobre a incorporação de trabalhadores oriundos de bancos incorporados aos planos de previdência da Previ e ao plano de saúde da Cassi. A reivindicação é que trabalhadores egressos do Banco Nossa Caixa (BNC), Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e Banco do Estado do Piauí (BEP) tenham os mesmos direitos dos demais funcionários do Banco do Brasil. Os representantes do banco apresentaram a possibilidade de migração dos planos de previdência Previ BEP, Economus e Fusesc para a Previ, mantendo os direitos e características atuais.  Entre as principais reivindicações do movimento sindical está a inclusão dos funcionários oriundos de bancos incorporados na parcela 2B da tabela PIP. Por enquanto, a única alternativa prevista é que aqueles que migrarem para o Previ Futuro possam pontuar na nova tabela, tornando-se aptos a contribuir para a 2B – a parcela em que o banco contribui na mesma proporção do participante. Porém, a efetivação da migração para a Previ dependerá de ajustes técnicos e atuariais, que terão acompanhamento da Comissão de Empresa. Em relação ao pós-laboral, a luta segue na mesa de custeio da Cassi. O estatuto vigente estabelece que os novos participantes do plano de associados só poderão permanecer na Cassi após a aposentadoria como autopatrocinados. A CEBB reafirma que a luta por isonomia plena permanece como uma bandeira central para o conjunto das trabalhadoras e trabalhadores do Banco do Brasil. A proposta dos trabalhadores para instalação de uma mesa permanente de acompanhamento mensal, com participação da Previ e da Cassi, para monitorar a implementação das mudanças foi aceita pelo banco. *Fonte: Contraf-CUT

Dirigentes eleitos da Previ promovem live na próxima quarta-feira (30)

Na próxima quarta-feira (30) será realizada uma live com os dirigentes eleitos da Previ. Eles vão apresentar e debater com os associados o desempenho do Plano 1 e do Previ Futuro, além das conquistas recentes dos participantes. O evento terá início às 19h e será transmitido ao vivo pelos canais Associados Previ no YouTube e Facebook. A aprovação final da nova Tabela PIP em todas as instâncias é um dos destaques da pauta. O objetivo da live, segundo os organizadores, é ampliar o diálogo com os participantes, promovendo mais transparência, aproximação e prestação de contas por parte dos representantes eleitos. Clique aqui para acompanhar a transmissão. *Fonte: Contraf-CUT

Isonomia no BB: documento cobra direitos iguais para todos os trabalhadores

Documento público, divulgado pelos conselheiros eleitos do Instituto Economus, cobra avanços no processo de isonomia de direitos entre trabalhadores oriundos de bancos incorporados pelo Banco do Brasil e os empregados do banco público, da ativa e aposentados. Desde a incorporação do Banco Nossa Caixa pelo BB que a discussão se arrasta. Com a conquista da Campanha Nacional dos Bancários 2024, o debate ganhou novo impulso, já que ela estabelece prazo de 31 de julho para que o Banco do Brasil apresente uma proposta concreta sobre questões ligadas à previdência e saúde dos bancários incorporados. “Nos somamos aos conselheiros eleitos do Economus nessa luta que já dura mais de uma década. É inaceitável que ainda existam trabalhadores com direitos distintos dentro de uma mesma empresa pública”, ressaltou Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresas das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB). *Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil: nova Tabela PIP é aprovada

Vitória do movimento sindical, o novo regulamento do plano Previ Futuro, com uma mudança estruturante para os associados da Previ: a nova Tabela PIP (Pontuação Individual do Participante), foi aprovado pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). Há anos o movimento sindical bancário vem reivindicando melhorias na fórmula de cálculo da PIP para ampliar o acesso à Contribuição Adicional com contrapartida do Banco do Brasil. A nova tabela possibilitará contribuição com valores maiores desde o ingresso no plano. Isso vai ampliar o saldo de conta dos associados, resultando em uma reserva previdenciária mais robusta no longo prazo. Ao todo, 63 mil participantes do Previ Futuro serão beneficiados com a nova sistemática, aumentando significativamente sua capacidade de poupança previdenciária. *Fonte: Contraf-CUT

Aumento de contribuição à Cassi é rejeitada por funcionários do BB

A Comissão de Negociação dos Funcionários do Banco do Brasil rejeitou a proposta do banco para alterar a forma de custeio do plano de saúde. A coordenadora da Comissão, Fernanda Lopes, afirmou que houve consenso entre todas as entidades representadas sobre o caráter excessivamente oneroso da proposta. O Banco do Brasil apontou a necessidade de manter a proporção de contribuição entre banco e funcionários próxima dos atuais 52% e 48%, propondo um novo patamar de 53% para o banco e 47% para os associados. Para alcançar esse equilíbrio, o banco sugeriu aumentar a contribuição mensal dos funcionários de 4% para 5,5%, além de aumentar o percentual de contribuição sobre o primeiro dependente para 3%, tanto para funcionários da ativa quanto para aposentados. Os da ativa, no momento, contribuem com 1% e os aposentados com 2%. O fim dos limites por grupo familiar e por dependente também foi proposto. Segundo a Comissão, é preciso encontrar alternativas que não se baseiam apenas em percentuais sobre a remuneração dos trabalhadores, já que os salários não acompanham a inflação médica. Uma nova rodada de negociação está marcada para o dia 13 de agosto. Até lá, os representantes do banco ficaram de estudar outras possibilidades. *Fonte: Contraf-CUT