Caixa: programa Acolhe completa cinco anos e CEE pede avanços

Criado para prestar atendimento e acolhimento às empregadas em situação de violência doméstica e familiar, por meio de uma equipe multidisciplinar, o programa Acolhe da Caixa Econômica Federal, está completando cinco anos. A data foi comemorada na última quarta-feira (27) com cerimônia que contou com a presença de representantes das entidades sindicais, empregados, gestores do banco e especialistas que contribuíram para a implementação da iniciativa. Durante o evento, a representante das mulheres da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa e integrante da Comissão Nacional de Diversidade da Caixa, Tatiana Oliveira, explicou que o movimento sindical acompanha o cumprimento do programa desde a a sua criação. Tatiana ressaltou que é necessário avançar para garantir uma política mais ampla de proteção às vítimas. A garantia de preservação da função e da remuneração das trabalhadoras que precisam ser transferidas de local de trabalho por razões de segurança é uma das principais reivindicações da representação de empregados. *Fonte: Contraf-CUT *Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Cassi: proposta do banco recebe críticas da comissão de negociação

Na manhã da última quarta-feira (27), representantes das entidades reuniram-se na sede da ANABB, em Brasília, para analisar a situação econômica e financeira da Cassi. À tarde, houve encontro com os representantes do Banco do Brasil. Os participantes concordaram que a Cassi precisa de medidas imediatas para fortalecer seu caixa e recompor suas reservas garantidoras, que atingiram o patamar mínimo neste mês de maio de 2026. A proposta apresentada pelo Banco do Brasil, na reunião da tarde, contempla mudanças no modelo de custeio, dentro da linha defendida pelas entidades, com a adoção de um modelo híbrido. A proposta preserva o percentual de contribuição dos associados sobre a folha de pagamento e cria uma nova fonte de financiamento para a Cassi, utilizando como referência a tabela de custos assistenciais já existente na Caixa de Assistência, prevendo participação da patrocinadora e contribuição adicional dos associados. Entretanto, não foi apresentada uma solução adequada para os funcionários admitidos depois de 2018, egressos dos bancos incorporados, o que fragiliza ainda mais a situação dos associados auto patrocinados. A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, criticou a postura do banco. “Não é passível de defesa pelo movimento sindical qualquer proposta que deixe de fora os colegas pós-2018 e os funcionários oriundos dos bancos incorporados. Não aceitaremos uma solução que aprofunde desigualdades dentro da própria Cassi”, ressaltou Fernanda. *Fonte: Contraf-CUT