Itaú: encontro nacional dos bancários é nesta quinta-feira (9)

O Encontro Nacional dos Funcionários do Banco Itaú-Unibanco acontece nesta quinta-feira (9), em formato híbrido. As atividades ocorrerão, a partir das 9h, na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo (rua São Bento, 413, Centro, São Paulo). Os trabalhadores debaterão emprego, remuneração, saúde, condições de trabalho, diversidade e previdência complementar. “Nosso objetivo é tirar uma estratégia para negociar com o banco nossa pauta de reivindicações específicas, fruto desse encontro”, afirmou Jair Alves, coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú. Cuidados com a covid-19 Todas as delegadas e todos os delegados que forem participar presencialmente deverão apresentar comprovação de vacinação contra a covid-19 (passaporte vacinal) no ato do credenciamento. Também deverão apresentar o comprovante de teste negativo, do tipo antígeno, contra a covid-19, realizado em até três dias antes do credenciamento. Programação Dia 9/6/2022 – quinta-feira8h às 11h – Credenciamento presencial de delegados e delegadas inscritos9h às 9h30 – Abertura solene do Encontro Nacional dos Funcionários do Itaú-Unibanco9h30 às 10h – Mesa 1 – Apresentação pelo Dieese do Balanço Trimestral do Banco e Emprego10h às 11h – Mesa 2 – Saúde e Condições de Trabalho11h10 às 12h10 – Mesa 3 – Emprego12h10 às 13h – Mesa 4 – Segurança Bancária 13h às 14h30 – Almoço 14h30 às 15h30 – Mesa 5 – Remuneração15h30 às 16h – Mesa 6 – Previdência Privada16h às 16h30 – Mesa 7 – Diversidade17h – Encerramento

Santander apresenta nova proposta para compensação de horas

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander se reuniu com o banco nesta terça-feira (7) para dar continuidade às negociações sobre a compensação de horas negativas, acumuladas no período mais intenso da pandemia. Após reivindicação dos trabalhadores na primeira reunião, o Santander apresentou nova proposta, com prazo menor para a compensação e maior anistia, levando em conta a quantidade de horas compensadas. “Quanto mais o bancário compensar, maior será a anistia no saldo final das horas”, explicou a coordenadora da COE Santander, Lucimara Malaquias. “Vamos analisar a proposta para entender e fazer cálculos para ver se, dessa maneira, com essa progressão de anistia, de fato ela é positiva para os trabalhadores”, completou. Veja vídeo com explicações dadas pela coordenadora da COE/Santander Reunião anterior Na reunião anterior, Lucimara observou que a proposta apresentada pelo banco trazia um prazo bastante extenso de compensação, o que poderia significar um aumento de jornada expressivo para estes trabalhadores durante um longo período e que tal aumento poderia causar adoecimento ou a piora das sequelas já existentes. Por isso, o movimento pediu a redução do prazo e uma anistia maior das horas pendentes. A representação sindical dos trabalhadores também propôs que o banco utilizasse as horas que o trabalhador estivesse em cursos, treinamentos, formações e outros momentos de capacitação para abater as horas negativas. Mas, o banco recusou a proposta. Próxima reunião Uma nova reunião será realizada na próxima semana para que as partes tentem concluir esse processo. “Precisamos ter cautela, mas temos que resolver isso o mais rápido possível para trazer um pouco mais de calma e segurança aos trabalhadores”, concluiu a coordenadora da COE/Santander. Acompanhe as redes sociais e sites da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e do seu sindicato para mais informações e se tiver dúvidas, procure o dirige

Encontro de funcionários(as) da Caixa define propostas e delegação para o Conecef

O Encontro das Empregadas e Empregados da Caixa Econômica Federal do Rio de Janeiro realizado no último, 04/06, escolheu as 26 delegadas e delegados do Estado do Rio que vão participar do 38º Conecef – Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal que irá acontece nos 8, 9 e 10 de junho em São Paulo. Parte deste grupo irá participar virtualmente do congresso. Entre as propostas debatidas e aprovadas que serão encaminhadas ao Conecef estão a regulamentação do teletrabalho e a ampliação e regulamentação do home office; renovação do parque tecnológico (equipamentos, internet); concurso público; equipamentos específicos para pessoas portadoras de deficiência; plano de realocação de pessoal; capacitação para atendimento interno e externo que leve em conta a diversidade; proibição de atendimento presencial e virtual simultâneo; restabelecimento do contrato do REG/Replan e a eleição de 50% de representantes das empregadas e empregados no Conselho de Administração. A presidenta da Federa.RJ, Adriana Nalesso, lembrou da importância da defesa dos bancos públicos, destacando que a Caixa exerce um papel social oferecendo, por exemplo, créditos para as pessoas de baixa renda, público que não interessa para aos bancos privados pela baixa rentabilidade. Rita Serrano, representante dos Funcionários no Conselho de Administração (CA) falou sobre a “A CAIXA e o Brasil que a gente quer”. Rita comentou o atraso que o país sofreu nesses últimos três anos, mas lembrou que os funcionários da Caixa possuem uma organização muito forte, com entidades atuantes na representação da organização dos trabalhadores. Ela afirmou o compromisso das empregadas e empregados na defesa da entidade pública “Por exigência da nossa realidade e por vocação, nós temos compromissos com a população, nós temos essa veia, no nosso DNA a questão da coisa pública”. E ressaltou “Esse governo vai acabar e cada um vai fazer a sua parte para acabar mesmo, nós vamos conseguir com todas as dificuldades chegar ao final dele com a Caixa ainda íntegra”. O Conselheiro Fiscal da Funcef (Fundo de Pensão dos Empregados da Caixa Econômica Federal), Heitor Manegale, participou da mesa “FUNCEF – Construindo hoje o nosso amanhã”. Ele destacou que a migração do REB para outros planos é uma vitória que está prestes a acontecer depois de muitos anos de luta. Isso quer dizer que as pessoas vão poder migar o crédito do REB para o novo plano sem perder o que já acumulou.

Santander impõe terceirização do setor de investimentos que reduz direitos e salários

Em reunião com a representação dos funcionários, na quarta-feira (1º), o Santander admitiu que está terceirizando seu setor de investimentos, o Quarteirão de Investimentos. Segundo o banco, os trabalhadores serão “convidados” a aderir ao processo e, caso aceitem, serão demitidos sem justa causa e recontratados pela Corretora de Valores (empresa do grupo), nesse primeiro momento, pelo regime CLT. O movimento sindical questionou, mas o banco não informou qual seria o salário, a PLR e os direitos dos bancários na corretora. Segundo a representante do Santander, haverá conversas com cada trabalhador sobre essas questões. Aqueles que não aceitarem se demitir para ser recontratados pela Corretora de Valores deverão procurar outra vaga no banco, de acordo com sua qualificação. Em até 60 dias este processo deve ser finalizado. A representação sindical dos trabalhadores orienta os funcionários do Santander a não pedir demissão. Intermediação fraudulenta de mão de obra Para o funcionário do Santander e dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região (Seeb/SP), André Camorozano, os salários, Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR) e demais direitos desses trabalhadores serão reduzidos. Mas, para ele, o banco está “vendendo” a mudança como “modernidade”. “A propaganda que o banco faz é que os trabalhadores serão ‘sócios’ da empresa e que esse novo modelo de negócio trará vantagens para eles e para os clientes. Isso é uma afronta à inteligência dos trabalhadores! Porque sabemos que o banco está fazendo isso justamente para reduzir salários e direitos”, criticou. Ao lembrar que existem 12 milhões de desempregados no Brasil, a também funcionária e dirigente do Seeb/SP, Vera Marchioni, disse que o Santander se vale dessa situação e dos ataques sofridos pela classe trabalhadora nos governos Temer e Bolsonaro para impor prejuízos a seus funcionários. “Eles continuarão fazendo as mesmas tarefas de antes, mas com remuneração menor e menos direitos. O que o Santander chama de ‘sociedade’, nós chamamos de intermediação fraudulenta de mão de obra”, observou. Mobilização e luta Vera criticou a completa falta de transparência do banco nesse processo e a ausência de qualquer negociação com o movimento sindical. “Mais uma vez o banco pratica um processo de terceirização vertical: transferindo setores inteiros para empresas do grupo, como fez com os trabalhadores de tecnologia que foram para a F1RST, do call center para a SX Negócios e do microcrédito para a Prospera”, disse. “Vamos lutar pela representação de todos os trabalhadores que o Santander está retirando da categoria bancária. Chamamos todos eles para se juntar a esta luta!” Fonte: Contraf-CUT, com Seeb/SP

38º Conecef e 33º CNFBB acontecem na próxima semana

Bancários e bancárias da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil se reúnem de quarta-feira (8) a sexta-feira (10) para debaterem sobre as questões que afetam seu dia a dia de trabalho e definirem suas pautas específicas de reivindicações, que serão negociadas com os respectivos bancos durante a Campanha Nacional da categoria. O encontro será realizado de forma híbrida, com participação no local, em São Paulo, e de forma remota, por uma plataforma eletrônica de videoconferência e de votação. No 38º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef), os debates girarão em torno de quatro eixos distintos: 1. Defesa dos bancos e empresas públicas; Defesa da Caixa 100% Pública; 2. Saúde e condições de trabalho, incluindo o plano de saúde dos empregados (Saúde Caixa); e Fundo de Previdência dos empregados (Funcef); 3. Manutenção dos direitos atuais e conquistas de novos; Mais contratações; 4. Organização sindical e defesa da democracia. “São quatro eixos de discussões que englobam não apenas as questões que estão no dia a dia dos empregados, vão além e entram em temas que estão na ordem do dia de toda a sociedade”, disse a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt. “Já é cultural no movimento sindical bancário debater e apresentar soluções para as pautas da categoria e também para pautas sociais. Trata-se de nosso perfil de sindicato cidadão”, completou. No 33° Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB), além de tratar de melhores condições de trabalho e mais dignidade para funcionários do Banco do Brasil, os temas tratarão sobre a importância do banco público para o desenvolvimento regional e para o incentivo à agricultura familiar como forma de combate à fome e redução dos custos dos alimentos, além do papel específico do Banco do Brasil na construção do Brasil que a gente quer. No último dia do encontro ainda serão debatidos temas ligados à desigualdade de gênero e de raça no trabalho, inclusive de remuneração, além do acesso ao trabalho e à renda pela juventude. “É impressionante o que este governo vem fazendo com os funcionários e com o Banco do Brasil de forma específica e com todos os bancos e demais empresas públicas de forma geral. Demonizam os funcionários e promovem uma verdadeira desestruturação das empresas para poder vendê-las a troco de bananas, sem dar o devido valor e importância ao que elas representam para o país”, disse o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. “Sem os bancos públicos praticamente não haveria investimentos na agricultura, na habitação, em infraestrutura, no desenvolvimento regional. O país estaria em uma situação ainda pior que eles conseguiram deixar”, completou. Encontros de banco privados Os funcionários do Bradesco, Itaú e Santander também realizam seus encontros nacionais na próxima semana. Além de debaterem questões gerais, que envolvem toda a categoria, também debaterão pautas específicas para contribuírem com a elaboração da minuta de reivindicações dos bancários, que será entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), após a definição da Conferência Nacional dos Bancários, que será realizada de 10 a 12 de junho, e a aprovação pelas assembleias que serão realizadas pelos sindicatos de bancários de todo o país. Cuidados com a covid-19 Todas as delegadas e todos os delegados que forem participar presencialmente deverão apresentar comprovação de vacinação contra a covid-19 (passaporte vacinal) no ato do credenciamento. Também deverão apresentar o comprovante de teste negativo, do tipo antígeno, contra a covid-19, realizado em até 3 (três) dias antes do credenciamento.

COE Santander negocia compensação de horas negativas

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander se reuniu com o banco, na quarta-feira (1), para negociar a compensação do banco do horas negativas, que foram acumuladas durante o período mais intenso da pandemia de covid-19, em especial pelos trabalhadores que possuem alguma doença que pode ser agravada em caso de contágio pelo sars-cov-2 (novo coronavírus). “O banco apresentou uma proposta com prazo bastante extenso de compensação, o que poderia significar o aumento de jornada expressivo para estes trabalhadores durante um longo período”, informou a coordenadora da COE Santander, Lucimara Malaquias. “Este aumento de jornada pode causar adoecimento ou a piora das sequelas já existentes. Por isso, fizemos uma contraproposta de um prazo menor com anistia maior das horas pendentes”, completou. Abatimento de horas de formação A representação sindical dos trabalhadores também propôs que o banco utilize as horas que o trabalhador estiver em cursos, treinamentos, formações e outros momentos de capacitação para abater as horas negativas. “Nossa proposta é que a cada hora em curso sejam abatidas duas horas do saldo de horas negativas”, disse Lucimara. O banco vai analisar a proposta do movimento sindical e trará uma resposta na próxima reunião de negociação, que será realizada na terça-feira (7), a partir das 11 horas. “Vamos lutar pela redução deste banco de horas, que foi gerado em decorrência de afastamento por uma questão de saúde pública. Os trabalhadores não podem ser responsabilizados por terem que se afastar”, disse Lucimara. Veja abaixo vídeo com as explicações de Lucimara sobre a reunião.

Decisão do STF contra ultratividade prejudica campanhas salariais dos trabalhadores

O Supremo Tribunal Federal (STF) votou contra a manutenção do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) vencidos até que os novos sejam celebrados entre patrão e empregados. O mecanismo, chamado de ultratividade, garantia que cláusulas trabalhistas continuassem valendo até que a nova negociação fosse concluída. Com a decisão, tomada na última sexta-feira (27), podem ser suspensas as conquistas de diversas categorias, relacionadas a condições de trabalho, reajustes, piso, jornada, vale-refeição, vale-alimentação, vale-transporte e plano de saúde, entre outros benefícios. “A ultratividade é uma ferramenta importante para a negociação. Sem ela, os trabalhadores ficam com a corda no pescoço e os bancos e o empresariado de uma forma geral podem jogar com a possibilidade de perda imediata de direitos para forçá-los a aceitarem acordos desfavoráveis” observou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que é coordenadora do Comando Nacional dos Bancários. “Não vamos aceitar que os bancos se utilizem deste tipo pressão na nossa campanha”, completou. Mudança de postura Antes, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) havia julgado que as conquistas em convenções ou acordos poderiam ser mantidas até que a nova negociação fosse concluída. A atual decisão do STF foi tomada no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 323, ajuizada pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen). O voto do relator Gilmar Mendes foi seguido pelos ministros Luiz Fux (presidente da Corte), Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Nunes Marques, André Mendonça e pela ministra Cármen Lúcia. Para o advogado Ricardo Carneiro, a decisão “demandará forte mobilização dos trabalhadores em torno dos seus sindicatos, pela defesa dos seus acordos e convenções coletivas, muitas delas, inclusive, históricas e de âmbito nacional, como a dos bancários”. A data base dos bancários é 1º de setembro. Os acordos que ultrapassarem essa data poderão sofrer com o fim da ultratividade. Temer + Bolsonaro Ainda que a ultratividade nunca tenha existido na prática, era comum nas proximidades da data-base os sindicatos acionarem a Justiça, enquanto não havia o julgamento do novo acordo, solicitando a manutenção dos direitos. Desde a reforma trabalhista de Michel Temer (MDB-SP), em 2017, porém, a ultratividade foi totalmente vetada. Em 2020, o Congresso Nacional incluiu na Medida Provisória 936, sobre Programa de Manutenção do Emprego e Renda, que os ACTs poderiam ser prorrogados enquanto não ocorresse novo acordo. No entanto, Jair Bolsonaro (PL) vetou esse item da MP.

Financiários aprovam minuta de reivindicações

Financiários e financiárias de todo o Brasil aprovaram a pauta de reivindicações da categoria para a Campanha Nacional 2022, em assembleias online, realizadas até a última segunda-feira (30). As prioridades dos trabalhadores foram levantadas pela Consulta Nacional, realizada até a última sexta-feira (27), pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e demais entidades de representação sindical. As respostas da consulta foram compiladas e somadas aos pontos que foram debatidos e aprovados em encontro remoto do Coletivo de Financiários, realizado por plataforma eletrônica, no dia 18 de maio, para dar encaminhamento ao início da Campanha Salarial dos Financiários. “A regulamentação do teletrabalho é uma das prioridades da campanha nesse ano, além de temas relacionados às consequências da pandemia pelo covid-19″, revelou o coordenador do Coletivo dos Financiários da Contraf-CUT, Jair Alves. “A categoria precisa estar unida para que a gente consiga manter os direitos já estabelecidos na CCT e mostrar força para buscarmos novas conquistas, como a regulamentação do teletrabalho”, afirmou o coordenador do coletivo dos financiários. Outro destaque da pauta de reivindicações é a proposta de reajuste dos salários, benefícios e demais cláusulas econômicas, com o INPC + 5% de aumento real. Com a aprovação, a minuta foi entregue à Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi) e os trabalhadores aguardam retorno do calendário para agendamento das reuniões de negociações para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) para o período de 1º de junho de 2022 a 31 de maio de 2024. “A categoria precisa estar unida para que a gente consiga manter os direitos já estabelecidos na CCT e mostrar força para buscarmos novas conquistas, como a regulamentação do teletrabalho”, completou o coordenador do coletivo dos financiários.

Encerrada primeira fase da campanha dos bancários, mas consulta pode ser respondida até 03/06

Bancários de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Centro Norte do país e Santa Catarina realizaram neste final de semana (de quinta-feira, 26, a domingo, 29) conferências locais para debater sobre questões que afetam o dia a dia de trabalho das bancárias e bancários. Os funcionários que atuam no Rio de Janeiro e representados pela Federa.RJ realizaram sua conferência entre os dias 20 e 21 de maio, em Campos dos Goytacazes. As resoluções serão somadas às das demais conferências e encontros específicos e aos resultados que serão compilados a partir da Consulta Nacional, que está sendo respondida em todo o país até a próxima sexta-feira, 3 de junho. Encontros nacionais Após as conferências, serão realizados os encontros dos trabalhadores de bancos públicos e bancos privados, que levantam pontos e reivindicações específicas de cada instituição. “Nossa campanha é construída em conjunto. Por meio da Consulta Nacional, cada bancária e cada bancário pode participar da definição das nossas prioridades e, tanto as conferências estaduais e regionais, quanto os encontros específicos de trabalhadores de bancos públicos e bancos privados são momentos fundamentais para que os resultados reflitam os reais anseios de toda a categoria”, disse a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira. Para participar da Consulta Nacional, basta clicar neste link: https://consultacn2022-bancarios.votabem.com.br/ O processo de definição das prioridades da Campanha Nacional dos Bancários se encerra com a Conferência Nacional, que será realizada nos dias 10 a 12 de junho, em São Paulo. ENCONTROS NACIONAIS DE TRABALHADORES DE BANCOS PÚBLICOS E DE BANCOS PRIVADOS 14º CNEBASA 27 e 28/05/2022   Encontro Nacional dos Funcionários do BMB 26/05/2022   28º CNFBNB 03 e 04/06/2022   Encontro Nacional dos Funcionários do Banco Bradesco 09/06/2022   Encontro Nacional dos Funcionários do Banco Santander 09/06/2022   Encontro Nacional dos Funcionários do Itaú-Unibanco 09/06/2022   38º CONECEF 08, 09 e 10/06/2022   33º CNFBB 08, 09 e 10/06/2022   BNDES A definir

Casos de covid-19 voltam a crescer e cuidados devem ser mantidos

Nos últimos dias, a covid-19 voltou a ser a principal causa de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no país. O número de casos e de internações por sua causa tem aumentado em todas as regiões, conforme o Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), sobre as SRAGs, do dia 26. Até o momento, a covid-19 já matou mais de 666 mil brasileiros. Segundo a Fiocruz, a tendência de alta é observada desde a semana de 24 a 30 de abril, um período longo que indica nova onda da pandemia. A instituição alerta que os dados mostram também que a contaminação deve continuar subindo, e por isso todos devem acentuar os cuidados para evitar a transmissão do coronavírus, antes mesmo que as autoridades editem decretos mudando as regras de prevenção. Por conta desse quadro, vários municípios voltaram a recomendar o uso de máscara em locais fechados, como escolas, comércio e locais de trabalho. Para o secretário de Saúde do Trabalhador da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Mauro Salles, “as bancárias e bancários devem ficar atentos e cumprir todos os protocolos orientados por especialistas, pois em seu trabalho estão sempre em contato com grande número de pessoas”. Mauro lembra que “essa é a melhor forma de proteger a si mesmo, a própria família e a sociedade como um todo”. Cuidados Conheça e siga as principais orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) para se defender do coronavírus: Mantenha distância de outras pessoas de pelo menos 1 metro. Evite aglomerações. Use máscara, especialmente em locais fechados. Troque o equipamento sempre que ele ficar úmido. Prefira locais abertos e ventilados. Abra uma janela se estiver em local fechado. Limpe as mãos com frequência, com sabão e água ou álcool em gel. Mantenha-se em dia com a vacina. Até o momento, todos adultos devem ter tomado a primeira dose de reforço. Cubra o nariz e a boca com o braço dobrado ou um lenço ao tossir ou espirrar. Evite tocar superfícies de locais públicos. Limpe superfícies com frequência. Fique em casa se você sentir indisposição. Procure atendimento médico se tiver febre, tosse e dificuldade para respirar. Se possível, ligue antes para a unidade de saúde e peça orientações antecipadas. Mantenha-se informado sobre a situação em sua localidade.