Copa Contraf-CUT Fifa 23: etapa Rio terá início dia 6 de maio

Uma boa oportunidade para os bancários e as bancárias que gostam de jogar um FIFA é o primeiro torneio de videogame para trabalhadores(as) do ramo financeiro sindicalizados(as) nos sindicatos filiados à Federa-RJ. O campeonato vai contar com premiação nas etapas regionais e nacionais. As inscrições podem ser realizadas clicando aqui. O objetivo do torneio é criar interatividade entre os associados do Sindicato dos Bancários, onde disputarão Torneio de FIFA 23 pelo vídeo Game Playstation 4 e 5 XBOX ONE, Series X e S. Participarão da disputa limitando 64 jogadores na modalidade fase de grupos e ou mata-mata. A modalidade de disputa poderá sofrer alterações caso haja alterações no número de competidores. As inscrições começam nesta segunda-feira (17) e vão até o próximo dia 28, através do link https://forms.gle/oZCssXqyhNcQQyQh6. O torneio acontece no dia 6 de maio. As plataformas permitidas são: Playstation 4, Playstation 5 (na antiga geração), Xbox One (na antiga geração) e Xbox Series (na antiga geração). Serão duas partidas, cada uma com seis minutos. As partidas serão disputadas em locais escolhidos pelos jogadores.  Os bancários e as bancárias que ficarem em primeiro, segundo e terceiro lugar da etapa regional vão disputar a fase nacional, com 32 equipes de todo Brasil. Os jogos serão por mata-mata, em partidas de ida e volta. O chaveamento do campeonato será definido após o final das inscrições de cada etapa regional, que tem o limite máximo de 64 participantes e poderá ser acompanhado pelos inscritos. A organização é realizada pela equipe da SMU Games, que oferece todo o suporte durante o campeonato e um painel preparado para os competidores postarem os resultados dos jogos e acompanharem a tabela de classificação. REGRAS GERAIS Os jogos deverão ser realizados no modo Amistoso. Os controles são de responsabilidade de cada jogador. Caso o controle apresente defeito o jogador deverá pausar o jogo e comunicar a Campeonato SMUGAMES. Se o competidor jogar com o controle defeituoso o resultado final será válido. Os jogadores poderão jogar com times ou seleções, e os mesmos podem ser repetidos. Utilizar “pause” somente quando a bola estiver parada ou nas mãos do goleiro. Escanteio, lateral, tiro de meta, falta são exemplos de bola parada (permitido por jogo 4 pausas apenas). Cada jogo será iniciado na hora determinada pelo torneio, com tolerância de 10 minutos. Os competidores que não estiverem no horário do jogo e fora da tolerância serão desclassificados. Os competidores terão 2 minutos para realizar as configurações de controles, táticas, formação e iniciar o jogo imediatamente. Caso o jogo seja interrompido, é de responsabilidade do jogador comunicar a SMUGAMES para que seja restabelecido. Quanto ao local do evento, todos os competidores jogarão da sua casa ou de qualquer lugar que escolherem, desde que tenham acesso à internet com velocidade acima de 20 MB. A equipe da SMUGAMES criará grupos de whatsapp relacionados aos grupos do Campeonato e através dele gerenciará o momento que os jogadores iniciarão suas partidas. Neste campeonato, o lançamento de resultados será feito somente pelo administrador. Ao finalizar o jogo, tire o print e se possível grave um pequeno vídeo com resultado do jogo e envie para o administrador do Campeonato, que prontamente postará o resultado do jogo no site. Sempre guarde um print do resultado do jogo, pois caso seu adversário diga que está incorreto ele poderá ser usado como evidência. Vale lembrar que em caso de fraudes com resultados o jogador será banido e não poderá jogar mais campeonatos. Em caso de lag ou delay durante a partida, o jogador deverá sair do jogo e avisar seu adversário via whatsapp que não tem condições de jogar daquela forma, após isso notificar a administração da SMU Games.  Ao continuar no jogo com lag ou delay você concorda com as condições do jogo e tal reclamação será desconsiderada. Em caso de goleada, os gols não serão desconsiderados por causa do lag, somente serão desconsiderados gols onde claramente o lag prejudicou a jogada, fato que deverá ser comprovado com vídeo do jogo. QUEDA DE CONEXÃO Caso ocorra a queda de conexão será considerada vitória ao jogador que se manteve na partida por 3 x 0 (a equipe da SMUGAMES entrará em contato com os participantes para avaliar o caso, e ver se   partida será refeita) Rage quit é expressamente proibido mesmo que esteja tomando a famosa goleada. Abandonar a partida ou rage quit além do jogador ser advertido, serão adicionados 3 gols além do placar que a partida já tinha. Vale lembrar que Rage Quit é diferente de queda de conexão. ADVERTÊNCIAS Caso seja identificado que o jogador iniciou a partida com elenco editado (Ex: Messi no Real Madrid, etc) e que tal fato comprove a intenção de se beneficiar, o jogador que cometeu a infração será banido do campeonato sem direito a ressarcimento do valor da inscrição. Comportamento anti-jogo (Ex: tocar a bola no campo de defesa sem reação de ataque por várias vezes) levará advertência e poderá ter o jogo anulado após análise da administração. Em caso de duas advertências o jogador será banido do campeonato sem direito a ressarcimento do valor da inscrição. A conduta de substituir um jogador inscrito por outro membro da mesma equipe ou outra pessoa que não seja ela mesma, é considerada conduta antidesportiva e passível de penalidade como eliminação do campeonato em curso, assim como o jogador que for identificado jogando com duas contas diferentes no mesmo campeonato, caracterizados como “fake”. Combinação de resultados de partidas entre jogadores do mesmo grupo que forem comprovadas acarretará em desclassificação dos jogadores envolvidos, sem direito a ressarcimento do valor da inscrição. Caso não haja evidências, a acusação será desconsiderada; Apenas saia da partida se realmente tiver a gravação do jogo; Aconselhamos a gravar todas as partidas, caso seu console não ofereça tal recurso, utilize aparelho celular. COMPORTAMENTO DO COMPETIDOR É expressamente proibido o uso de linguagem vulgar quando estiver dentro da área do torneio, assim como desafios, ironias, gestos e afins ao adversário. Tal conduta poderá gerar penalidade e consequentemente desclassificação, sem direito a ressarcimento do valor de inscrição. Uso

Juros altos fazem a produção encolher e geram desemprego

A alta taxa básica de juros (Selic), que está em 13,75% ao ano tem provocado uma crise no crédito, principalmente no setor empresarial. Com juros reais na casa de 7,5% ao ano, o gasto do governo com serviços da dívida explode: de novembro de 2020 ao mesmo mês de 2022 foi de pouco mais de R$ 300 bi para os R$ 600 bi. Esses pagamentos comprometem grande parte do orçamento público, que poderia ter outra utilização em cenário de juros menores, como em obras públicas, responsáveis por estimular a produção como um todo. Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e vice-presidenta da CUT, avaliou a questão. “Os favorecidos são apenas os bancos, que possuem quase 30% dos títulos públicos federais, e os rentistas, que especulam no mercado financeiro, sem produzir ou gerar postos de trabalho”, explicou Juvandia. A justificativa do Banco Central (BC) para manter a Selic nos estratosféricos 13,75% é que seria um recurso de controle da inflação. A presidenta da Contraf-CUT discorda. “Mas isso só funciona quando os preços sobem por causa da demanda, que não é o caso atual. No Brasil, a inflação decorre de outros fenômenos, como os elevados preços de produtos estratégicos, combustível, por exemplo, em função de fatores internacionais, como a guerra entre Rússia e Ucrânia, além de fatores climáticos que impactam nos preços dos alimentos”, afirmou. Juvandia defende a queda dos juros. “Os juros têm que cair, não dá para esperar. Temos mais de 9 milhões de desempregados, 5 milhões de subocupados e 4 milhões de desalentados. Basta! O Brasil precisa se reconstruir”, completou. Perspectivas Com os altos juros estrangulando o setor produtivo, o BC estima queda na atividade econômica do país, com o Produto Interno Bruto (PIB) em queda livre: 5% em 2021, 3% em 2022, 0,9% em 2023 e 1,5% em 2024. A presidenta da Contraf-CUT alerta que “essa política monetária produz todos os componentes para bloquear a produção, o consumo e o investimento no setor produtivo, com a consequente queda do número de empregos e da renda”. Para a dirigente, “o país está assistindo a uma postura criminosa que apenas empobrece o trabalhador brasileiro”, concluiu. *Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil: Previ fechou ano com recorde de R$ 267 bilhões em investimentos

A diretoria da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) mostrou os resultados positivos de 2022 dos planos de benefícios. O Plano 1 alcançou superávit de R$ 5,6 bilhões em 2022 e o Previ Futuro apresentou rentabilidade em todos os perfis de investimento, superior aos seus pares do mercado. A apresentação foi feita em São Paulo, na última quinta-feira (13). Segundo o relatório apresentado, em benefícios, a Previ pagou, no ano, R$ 15,3 bilhões aos mais de 100 mil associados, somente do Plano 1. “Além desse valor injetado na economia, por meio dos aposentados e pensionistas, a Previ fechou o ano com recorde de R$ 267 bilhões em investimentos, o que aponta, mais uma vez, para a importância macroeconômica dos fundos de pensão”, afirmou o presidente da Previ, João Fukunaga. Para o diretor eleito de Administração da entidade, Márcio de Souza, “esses resultados são explicados pela solidez da governança do maior fundo de pensão da América Latina”. Já o diretor eleito de Seguridade, Wagner Nascimento, ressaltou o trabalho da equipe para garantir a transparência das atividades. “A Previ é o único fundo de pensão que coloca em seu site 100% dos seus investimentos. Lógico que não colocamos a nossa estratégia de investimentos, mas o passado a gente coloca. A gente, inclusive, disponibiliza os resultados mais rápido do que algumas empresas de capital aberto”, destacou Nascimento. Segundo a diretora eleita de Planejamento da Previ, Paula Goto, a entidade está retomando este ano as apresentações presenciais, interrompidas por três anos em razão da pandemia de covid-19. Ela reforçou que esses encontros compõem o “objetivo de oferecer o melhor resultado para o associado, com transparência”. Avaliação dos associados A representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) na Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, também avaliou os resultados. “Esses resultados positivos, e acima da média em comparação aos outros fundos fechados e planos de previdência do mercado, comprovam a eficiência do modelo de governança da Previ, baseada na eleição periódica de diretores e conselheiros eleitos pelos associados e associadas da entidade”, disse. Fernanda também falou sobre a missão dos associados. “Nossa missão, como associados da Previ, é continuar de olho na governança para que essa eficiência continue e também para que a gestão atenda nossas reivindicações”, completou. Ela destacou ainda as cobranças para que os funcionários oriundos de bancos incorporados pelo BB tenham acesso igual à Previ e para a revisão da tabela de Pontuação Individual do Participante (PIP), aprovada na última renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), mas ainda sem implementação. Mais saúde para os associados Durante o encontro, Fukunaga apresentou os planos propostos pela nova gestão da Previ. Entre eles está uma parceria com a Cassi para atendimento aos associados da Previ, por meio das CliniCassi. “A gente quer mudar um pouco a forma como se olha previdência e saúde, não como algo separado, mas algo junto. Porque não adianta eu, como associado, ter recurso financeiro, mas não ter saúde para gozar desse recurso financeiro”, explicou. O presidente da Previ disse ainda que já houve um primeiro encontro com a direção da Cassi para a construção de um projeto piloto. “Inicialmente, a gente vai começar na sede da Previ, que tem cerca de 500 funcionários vindos do banco, portanto associados à Previ. Vamos cadastrar todos no Estratégia Saúde da Família, fazendo uma ação de saúde junto com a Cassi. Tanto associados da Previ quanto da Cassi poderão passar em consultas lá dentro. Nesse espaço piloto teremos também o atendimento da Previ, tirando dúvidas, para gerar uma sala de convivência. O objetivo é, com isso, valorizar nossos modelos de atendimento da Previ e da Cassi”, completou. *Fonte: Contraf-CUT

COE e Itaú se reúnem para debater diversidade, igualdade de oportunidades e saúde

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú se reuniu, de forma presencial, com representantes do banco nesta quinta-feira (13). Na pauta, questões sobre diversidade e igualdade de oportunidades, saúde e condições de trabalho. A reunião ocorreu em São Paulo, na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). O Itaú apresentou seu programa corporativo de diversidade e inclusão, em especial voltado para questões relacionadas a gênero, raça, pessoas com deficiência (PCD) e população LGBTQIA+. Os principais pontos têm sido parte permanente da pauta de negociação com o movimento sindical bancário. Segundo os representantes do banco, a empresa investe em combate à violência de gênero, com prevenção, apoio e acolhimento das vítimas, por exemplo. Também busca garantir segurança psicológica para a autodeclaração de pessoas LGBTQIA+. Eles informaram que são realizados eventos, campanhas e estímulo para que vítimas de violência ou preconceito recorram aos canais internos de atendimento. “De fato, o banco tem um programa ousado na questão de igualdade de oportunidades, melhor do que muitas empresas. No entanto, com relação à população LGBTQIA+, o respeito à identidade visual deve receber muita atenção, desde o momento do processo seletivo do candidato”, ressaltou Adilson Barros, da Executiva da Contraf-CUT. O dirigente, que também é militante LGBTQIA+, afirmou que “trata-se de um obstáculo, um item inclusive de exclusão já no processo seletivo”. “Muitas vezes, a identidade visual é fator de isolamento no ambiente de trabalho, seja entre os colegas ou mesmo de repulsa de cliente em ser atendido por um homem gay muito feminino ou uma mulher lésbica muito masculina. Isso precisa acabar, todos têm o direito de manifestar quem são, e a empresa tem que se comprometer com isso”, completou. Jair Alves, coordenador da COE Itaú, lembrou as reivindicações são antigas. “Todos os pontos tratados estão na pauta do movimento pelo menos desde 1998 e são fundamentais. O banco tem um programa estruturado no tema e o movimento está disposto a trabalhar junto com a empresa em busca de todas as condições de igualdade de oportunidades, para a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais inclusivo e respeitoso com todos”, completou. Saúde e condições de trabalho Foram destaque na pauta de saúde e condições de trabalho, a retomada do trabalho presencial do Grupo de Trabalho (GT) de Saúde e a solução do problema de atrasos nas perícias de funcionários afastados. Ficou definido que a COE irá apresentar a sua pauta sobre o tema, com as demandas atuais pós-pandemia de covid-19, na próxima reunião do GT, que está em fase de agendamento. Perícias As dificuldades no agendamento no INSS das perícias de funcionários afastados por questão de saúde serão enfrentadas em conjunto pelas duas partes. Os representantes dos trabalhadores informaram que foi entregue à Superintendência do INSS em São Paulo uma carta, elaborada pelo Coletivo Nacional de Saúde, solicitando a solução do problema. O banco anunciou que levará a questão para a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). O objetivo seria construir uma solução com as três partes: movimento, banco e Previdência Social. Atualização de dados Os funcionários afastados, que estão com a perícia travada por conflitos de dados em seus cadastros no RH do banco e no INSS, devem atualizar suas informações nos dois locais. O banco informou que está se comunicando com eles por e-mail e SMS e disponibilizando canais para a solução desse problema. A iniciativa é fundamental, pois a partir de maio esses casos passarão por medidas mais severas, inclusive com a suspensão dos pagamentos. Os representantes dos trabalhadores também se comprometeram a usar todos os canais de comunicação sindical para alertar esses trabalhadores. A coordenadora do GT de Saúde, Luciana Duarte elogiou as discussões. “A reunião foi fundamental para a retomada das negociações da pauta de saúde de forma regular, pois, desde a pandemia, a crise sanitária teve que ser o centro das discussões. O GT atualizará sua pauta, com os problemas da categoria, com atenção para a solução dos problemas hoje existentes no INSS para a realização das perícias dos trabalhadores”, concluiu. *Fonte: Contraf-CUT

Caixa: denúncias de assédio contra ex-presidente continuam sem solução

Continuam sem desfecho as denúncias de assédio moral e sexual contra o ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, mesmo depois de um ano. O caso tem desdobramentos nas esferas trabalhista e criminal. A coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, defende que os valores sejam cobrados de Pedro Guimarães, caso as denúncias sejam comprovadas. “A Caixa fez um acordo com o MPT (Ministério Público do Trabalho) para reduzir a indenização que a ela foi imputada. Mas, defendemos que os prejuízos sejam cobrados de quem cometeu a infração. Pois, se o banco tiver que pagar, quem acaba arcando com o ônus é a própria sociedade”, disse a coordenadora. O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sergio Takemoto, pede que seja feita justiça no caso de assédio sexual.  “Que a justiça seja feita e que haja punição dos culpados. Essa é a expectativa de todos os empregados”, disse. Responsabilidade da Caixa “O banco precisa garantir que as denúncias das empregadas e empregados sejam ouvidas e as investigações não sejam engavetadas. Também deve garantir o sigilo e evitar que haja retaliações contra os denunciantes. As pessoas que sofrem com o assédio não podem sofrer novamente com as perseguições”, disse a coordenadora da CEE, lembrando que a responsabilidade da Caixa deve ser administrativa. Segundo reportagem da Folha de São Paulo, em acordo com o MPT, a Caixa se comprometeu a receber e encaminhar as denúncias dos funcionários em até 30 dias; concluir as investigações internas em até seis meses; e facilitar o recebimento de denúncias. Outros processos A Caixa ainda enfrenta outros processos decorrentes da gestão do medo, implementada quando era comandada por Pedro Guimarães. No mês passado, o banco foi condenado a pagar R$ 3,5 milhões pelo episódio de 2021 em que o ex-presidente coagiu funcionários a fazerem flexões. Takemoto afirma que na nova gestão houve uma grande mudança de rumo com relação ao assédio moral. Segundo ele, a percepção é que, agora, existe um ambiente de trabalho mais saudável, mas que também cobra a participação dos empregados na formulação e acompanhamento de medidas de combate ao assédio. “Precisa haver a participação e acompanhamento pelos empregados e por suas entidades de representação na formulação e implementação das medidas e programas de combate ao assédio moral e sexual no banco”, completou Takemoto. *Com informações da Contraf-CUT

Frente Antirracismo é instalada para combater o preconceito

Na última terça-feira (11), foi instalada a Frente Parlamentar Mista Antirracismo no Congresso Nacional. Integrada por 36 senadores e 111 deputados federais, a Frente tem a função de combater o racismo no Brasil. Para o secretário de Combate ao Racismo da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Almir Aguiar, a criação da Frente mostra que as lutas antirracistas estão num momento histórico, mais favorável ao debate e à conquista de direitos, porém os movimentos sociais devem ampliar sua mobilização. “Até poucos meses atrás, víamos o Estado atacar negros, mulheres, indígenas e outras minorias, e agora, neste novo cenário político, temos que continuar nossa luta com a mesma força, para aprofundar o debate e ampliar as reivindicações por uma sociedade humana e respeitosa com todos”, destacou Almir. O secretário ressalta que o fim do racismo deve ser visto como um componente da estabilidade social.  “Sempre repetimos que enquanto houver discriminação e preconceito, não teremos democracia de fato. Banir o racismo é uma questão civilizatória, importante como o fim da miséria, das violências contra a mulher e dos crimes contra indígenas e a população LGBTQIA+. Por isso é uma luta de todos”, observou. *Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil: diferença no cálculo de benefícios, que não existe, gera ações judiciais na Previ

A Previ, Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, vem recebendo ações reivindicando aumento de benefícios para mulheres, com base em uma suposta diferença de tratamento na concessão de benefícios para homens e mulheres. Entretanto, diretores e conselheiros eleitos da entidade fazem um alerta para que os associados tenham cuidado com a “indústria dos processos”. O diretor eleito de Administração da Previ, Márcio de Souza, afirma que essa não é a realidade da Previ.  “Acontece que esses processos não têm base na realidade da Previ, uma entidade que, no cálculo e na concessão de benefícios, trata de forma igual mulheres e homens”, destacou Márcio. Segundo o diretor, a motivação por trás dessas ações é uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contra outro fundo de pensão que, em um de seus regulamentos, estabeleceu uma regra na aposentadoria proporcional, colocando as mulheres em desvantagem em relação aos homens e feriu o princípio da isonomia. Márcio ressalta que “esse problema não existe na Previ, onde todos os regulamentos dos planos de benefícios sempre previram a aplicação da proporcionalidade pelo tempo de filiação do associado, sem diferença alguma entre os sexos masculino e feminino. Portanto, não tem como essas ações judiciais prosperarem”. E adverte: “É importante dar esse alerta, para que os associados e associadas tomem muito cuidado com as aventuras jurídicas, que depois podem se voltar contra eles. Terão de devolver eventuais pagamentos indevidos e ainda arcar com as custas judiciais e honorários advocatícios.” Márcio cita como exemplo ações judiciais movidas contra a Previ pedindo a  incorporação da cesta-alimentação nos benefícios do Plano 1, nos anos 2000, envolvendo 4.700 associados e associadas. Quando o tema chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), a corte considerou indevidos os pedidos de incorporação do auxílio aos benefícios pagos pela Previ, derrubando tutelas antecipadas que permitiram o pagamento.  “Isso obrigou mais de quatro mil proponentes da ação a restituírem à Previ os valores recebidos, com juros e correção monetária que, na Justiça, são maiores do que parâmetros praticados na Previ”, afirmou o diretor, alertando que a dívida não paga pelos associados passará aos seus beneficiários, em caso de falecimento dos primeiros. Impacto bilionário  Segundo cálculos da Previ, as disputas jurídicas estimuladas contra a entidade pela chamada “indústria do processo”, somente neste tema sobre isonomia, podem causar um impacto de até R$ 17 bilhões nas reservas matemáticas do Plano 1, que contabilizam os compromissos de longo prazo da Previ com seus associados. “Não devemos esquecer que se o déficit do Plano 1 chegar a R$ 14 bilhões, pela legislação, a Previ será obrigada a fazer um plano de equacionamento, obrigando a um aumento de contribuição para todos os associados. Ou seja, será um tiro no pé”, alertou o diretor eleito de Administração, lembrando que todos pagam a conta em se tratando de planos de benefícios de caráter mutualista, como é o Plano 1. Márcio concluiu lembrando a missão da Previ: “A missão da Previ sempre foi e sempre será formar um patrimônio coletivo que é gerido com a finalidade de garantir o pagamento de benefícios até o último associado ou seu dependente vivo. Então, quando a entidade perde uma ação judicial como essa, todos nós perdemos.” *Com informações da Contraf-CUT

Movimento sindical mantém luta por juros baixos

O índice de 13,75% ao ano definido para a Selic (taxa básica de juros) pelo Banco Central dá ao Brasil o título de país com juros mais alto do mundo. O resultado é a economia travada e o risco de quebradeira. Artigo publicado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) faz uma análise do que o país está vivendo hoje. Confira o artigo na íntegra: Selic em 13,75% pode gerar quebradeira de empresas Juros altos fazem a economia travar. Em 13,75% ao ano, a taxa básica de juros (Selic), que é definida pelo Banco Central (BC), dá ao Brasil o indigesto título de país com os juros reais mais altos do mundo, da ordem de 7,5% ao ano. Nesses patamares, os juros causam danos sistemáticos à economia e podem levá-la à estagnação, o que agravaria o quadro social brasileiro, que já soma 33 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar. A necessidade de reversão dessa situação tem unido sindicatos, setor empresarial, economistas e até o mercado financeiro, num verdadeiro consenso nacional, em defesa da redução dos juros brasileiros. “Nós queremos a economia forte, gerando emprego e renda para todos os trabalhadores. Manter os juros altos é sabotagem”, declarou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira. Risco de quebradeira Os estragos alcançam toda a cadeia produtiva. Só no primeiro bimestre deste ano, por exemplo, 195 empresas pediram falência ou concordata, número 60% maior do que no mesmo período de 2022. Conforme avaliação de especialistas, em 2023 esse número deverá ser em média 50% maior do que em 2022, o que totalizaria mais de 1.200 pedidos de recuperação judicial ao longo do ano. A presidenta da Contraf-CUT lembra que esses são os efeitos nocivos de uma Selic tão alta. “Quando não há financiamento acessível para a produção, empresas começam a quebrar e o nível de emprego a cair”, observou. Na Bolsa Um conjunto de 295 empresas de capital aberto, que negociam ações na Bolsa de Valores, tiveram queda de 17% no lucro líquido em 2022. Esse grupo não inclui gigantes, como Petrobras, Brasken, Vale e CSN. Por outro lado, suas despesas financeiras, em especial para pagar juros, saltaram 50% no período. Ao mesmo tempo, enquanto suas vendas subiram 19%, os custos de produção ficaram cerca de 22% mais altos. A queda no lucro líquido foi mais acentuada nos setores essenciais para estimular a produção, como energia elétrica, siderurgia e metalurgia, alimentos processados, telecomunicações, mineração e agropecuária. Juros baixos já! O movimento sindical encampou a defesa dos juros baixos e tem organizado protestos por taxas civilizadas, que garantam o crescimento econômico, empregos e renda. Grandes atos foram promovidos, em fevereiro e março, pelas centrais CUT, Força, CTB, UGT, CSB, NCST, CSP Conlutas, Intersindical e A Pública, e pelos movimentos Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular. A Contraf-CUT, federações e sindicatos do ramo financeiro também se mobilizaram em todo o país, participaram da organização dos protestos e promoveram ações nas redes sociais, com a hashtag #JurosBaixosJá. *Fonte: Contraf-CUT

Itaú: reunião entre COE e representantes do banco debate diversidade, saúde e condições de trabalho

Durante reunião que acontece na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) nesta quinta (13), a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú vai  discutir, com representantes do banco, sobre diversidade, saúde e condições de trabalho. “Vamos nos debruçar sobre o programa de diversidade que o banco já possui para o analisarmos e avançarmos nas discussões sobre o tema”, informou o coordenador da COE, Jair Alves. Vale lembrar que as propostas sobre o tema debatidas no último encontro nacional já foram entregues ao banco. “O objetivo é criarmos um Grupo de Trabalho para debater o tema e acompanhar a execução das medidas que forem implementadas pelo banco, analisando criticamente dados discriminados que nos forem apresentados pelo banco, com a participação técnica do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e apresentando novas propostas”, completou. A COE também vai debater saúde e condições de trabalho com o banco. “Também queremos dar prosseguimento às negociações sobre estes pontos. O objetivo é retornar as negociações entre o GT de Saúde e o banco”, concluiu.

Santander inicia vacinação contra gripe na próxima segunda-feira (17)

Funcionárias e funcionários do Santander poderão se vacinar contra a gripe a partir da próxima segunda-feira (17). Essa é uma reivindicação do movimento sindical em relação à saúde dos trabalhadores. A imunização ocorrerá até o dia 31 de julho. Os familiares dos bancários do Santander também poderão ser atendidos. O custo será de R$ 80. As informações para o agendamento já estão disponíveis no Portal RH e NOW. Lançamento da campanha A campanha de vacinação será lançada na abertura da Semana Be Healthy Family Day, evento que também começa no dia 17, com uma ação das 10h às 16h no espelho d´água da Torre Santander, na capital paulista.No mesmo dia serão realizados aulões em parceria com a Gympass em nove cidades. No Rio, o evento ocorrerá no Aterro do Flamengo. Mais informações sobre todas as ações voltadas à saúde estão no “Portal Pessoas”. Os funcionários que quiserem participar dos aulões em parceria com a Gympass devem se inscrever pelo WhatsApp do Now.