GT de Saúde cobra medidas mais rigorosas contra Covid-19 do Itaú

O Grupo de Trabalho (GT) de Saúde do Itaú se reuniu com a direção do banco, na tarde desta quarta-feira (12), para entregar ofício sobre protocolos e medidas para reduzir a alta contaminação dos funcionários por Covid-19. Como medidas preventivas, o GT reivindica o fornecimento de máscaras N95, que são compatíveis com o alto índice de contágio; limitação do número de clientes dentro das agências; fim do fechamento definitivo das agências; testagem de todos os trabalhadores da agência, bancários e terceirizados. O GT cobra ainda o cumprimento do protocolo de afastamento; fechamento de agências e sanitização adequada em casos de contaminação de bancários e terceirizados; ampliação da equipe de teleconsulta; não direcionamento de trabalhadores de agências contaminadas para outras agências; adequação do protocolo ao cenário atual que contabiliza uma explosão de afastamentos; afastamento de trabalhadores contaminados pelo surto de gripe; e reavaliação do horário bancário, que voltou ao normal no início deste mês. “A sobrecarga de trabalho dos bancários que sofrem com a redução de quadro e fechamento de agências já provoca grande adoecimento. A explosão de casos de Covid-19, aliada ao surto de gripe, tem provocado um caos dentro do banco, sobrecarregando os funcionários. E, com o fechamento das agências por contaminação, as agências que estão abertas estão atendendo um número absurdo de clientes, o que diminui o distanciamento e aumenta o risco de contágio”, afirmou Luciana Duarte, coordenadora do GT. Outra reivindicação é que o Itaú não implemente o novo prazo de afastamento estabelecido pelo Ministério da Saúde, pois existem estudos que contrariam a medida, uma vez que leva ao retorno precoce do funcionário, ainda vetor da doença, ao ambiente de trabalho. “Diante da explosão nos casos de Covid-19 e da influenza entre os bancários é responsabilidade do banco o cumprimento dos protocolos para preservar a saúde dos trabalhadores”, lembrou Sergio Francisco, dirigente sindical. O banco informou que medidas estão sendo revistas e firmou o compromisso de responder a demanda. O banco comunicou ainda que revisou o programa de retorno ao trabalho e que os que estiveram afastados por mais de 180 dias serão diretamente encaminhados ao programa. Trabalhadores com período inferior de afastamento, poderão ser encaminhados, pela medicina ocupacional, ao exame de retorno. O atendendo também uma antiga reivindicação dos trabalhadores de que os atestados médicos poderão ser cadastrados diretamente no IU conecta, sem passar pelos gestores. Fonte: contraf-CUT
Caixa Econômica Federal completa 161 anos

Com um passado de histórias brilhantes, a Caixa Econômica Federal completa 161 anos nesta terça-feira (12), mas sob um futuro ameaçado. O aniversário do banco que atua como principal agente das políticas públicas do Estado é motivo de orgulho para os seus empregados e para o povo brasileiro e também resistência contra as tentativas governamentais de privatizar partes rentáveis da instituição, através da venda de suas subsidiárias, o maior desmonte da história do banco público. “A Caixa é o banco que permite a realização dos sonhos dos brasileiros. Começou com o sonho da liberdade, quando poupou dinheiro dos escravos para a compra da carta de alforria, o sonho da casa própria, da formação no ensino superior, da diminuição da desigualdade no país. São 161 anos lado a lado com toda a população brasileira, do norte ao sul do país”, disse a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) e secretária de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), Fabiana Uehara Proscholdt. “O que seria do Brasil sem a Caixa? Temos um papel importantíssimo em minimizar a desigualdade tão gritante no nosso país. E se a Caixa é esse banco tão especial, é graças a seus empregados e empregadas, que tem uma atuação ímpar, mesmo com uma direção preocupada apenas em fazer política pessoal, enfraquecer a empresa, desrespeitar seu corpo funcional e tirar direitos históricos. Mas, vamos resistir lutando pela Caixa, e pelo seu papel social e seus trabalhadores”, completou Fabiana. Fonte: Contraf-CUT
BB exige visitas presenciais mesmo diante do aumento de casos de Covid-19

Mesmo diante do aumento no índice de contaminação por Covid-19 e pela nova variante da Influenza, o Banco do Brasil está exigindo que seus gerentes PJ façam visitas presenciais para atingir as metas. “A denúncia veio do Sindicato dos Bancários do ABC, em São Paulo, somando-se a outras denúncias que estamos recebendo de várias partes do país sobre o descaso da direção do banco com a saúde e vida das trabalhadoras e dos trabalhadores”, lamenta Luciana Bagno, representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Minas Gerais (Fetrafi/MG). “Ou seja, sob o argumento de não colocar as metas em risco, os gerentes PJ estão, agora, sendo obrigados a colocar a saúde deles e a dos clientes em risco”, completa. Um trabalhador do BB denunciou o seguinte ao movimento sindical: “Nem sequer está sendo mencionada a situação que estamos passando. Sei da demanda de várias agências que estão fechando diariamente, mas há grande risco de estarmos disseminando ainda mais doenças em nossas agências e lares”. O funcionário disse ainda ter escutado de seu superior, durante uma reunião realizada nesta semana, que todos precisavam “gastar os sapatos, ir de encontro ao cliente”, para garantir as metas do período. Luciana Bagno avalia que, diante do cenário pandêmico, é preciso flexibilizar o indicador do Conexão, o programa de metas do banco. “Se o banco diz que cuida do que é valioso para as pessoas, que ele cuide da vida dos seus funcionários”, observa. Vidas em risco Unidades do BB em todo o país estão registrando o aumento de funcionários contaminados. O movimento sindical aponta que boa parte do adoecimento de bancários poderia ter sido evitada se o banco não tivesse levado adiante seu planejamento de retorno precoce ao trabalho presencial nas áreas administrativas. Outra tomada de decisão incoerente da administração do BB foi a divulgação, no dia 4 de janeiro, de um novo manual de segurança contra a Covid-19, produzido de forma unilateral e substituindo o anterior, acordado entre o BB, movimento sindical e o Ministério Público do Trabalho. “O movimento sindical acionou o MPT contra as mudanças no manual de segurança sanitária, mudanças essas feitas de forma unilateral pelo banco, que foi intimado pelo ministério a comparecer em audiência sobre esta questão nesta quarta-feira, dia 12 de janeiro”, destaca João Fukunaga, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB). “Vamos continuar usando todos os instrumentos necessários para cobrar do banco medidas que são fundamentais para assegurar a saúdo dos trabalhadores. Entendemos que o cenário mundial de pandemia é algo sem precedentes na nossa história recente, como sociedade humana de produção industrial e oferta de serviços, mas temos recursos técnicos oferecidos pela ciência, que são os protocolos de segurança, para reduzir as formas de contágio”, pondera Fukunaga. “O risco de não observarmos esses protocolos é sermos, novamente, obrigados a vivenciar os lockdowns que, aí sim, afetarão muito mais as metas em todos os setores econômicos”, ressalta o coordenador da CEBB. Fonte: Contraf-CUT
Empregados da Caixa cobram negociação de protocolos mais rigorosos

A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) cobra o agendamento de reunião para discussão de protocolos mais rigorosos para a prevenção contra a Covid-19 e contra a Influenza. Na última sexta-feira (7), foi enviado um ofício para a vice-presidenta de Estratégia e Pessoas da Caixa, Magda Lucia Dias Cardoso de Carvalho. Os representantes dos empregados também reivindicam um reforço na divulgação e aplicação dos protocolos vigentes. “O aumento do índice de contaminação pelo coronavírus, além da nova variante da influenza, é alarmante. Recebemos diversas denúncias de empregados por todo o Brasil do descaso de gestores quanto ao cumprimento dos protocolos vigentes”, afirmou Fabiana Uehara Proscholdt, coordenadora da CEE/Caixa e secretária da Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). Ela revela que, em conversas, a Caixa diz que tem reforçado as orientações sobre protocolos. “Entretanto, entendemos que essas ações ainda estão muito tímidas. É necessário um enfrentamento mais ostensivo, pois o momento exige isso. Os hospitais estão lotados e a telemedicina do Saúde Caixa está com fila de espera de mais de 14 horas. O sistema de saúde já mostra sinais de novo colapso por todo o país.” Fabiana lembra ainda que a Caixa completa 161 anos nesta quarta-feira (12). “A direção tem que respeitar os trabalhadores e uma das formas de respeitar é garantindo saúde e condições de trabalho para todos”, finalizou. Fonte: contraf-CUT
Federa-RJ solicita à Fenaban reforço nas medidas de prevenção à Covid-19

Medida tem como foco preservar a saúde dos trabalhadores, clientes e usuários dos bancos A Federa-RJ (Federação das Trabalhadoras e Trabalhadores no Ramo Financeiro do Estado do Rio de Janeiro) enviou na segunda-feira, dia10, ofício à Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) solicitando ações de reforço na prevenção à Covid-19 e suas variantes. O documento tem como base a cláusula 69, da Convenção Coletiva de Trabalho, assinada em 2021. A iniciativa, segundo dirigentes da Federa-RJ, se faz necessária em função do crescente número de contagiados registrados nas últimas 48 horas em todo o país, o que pode impactar em um novo colapso na rede pública e privada de saúde. Por isto, a solicitação requer o retorno dos trabalhadores com comorbidades ao sistema de trabalho em home office, o rodízio de funcionários, a redução do horário de atendimento e o controle de acesso às agências, entre outras medidas a fim reduzir o fluxo de cidadãos e buscar mitigar o risco de infecção. A direção do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense apóia a iniciativa da Federa-RJ. “Entendemos que os procedimentos solicitados contribuem para a manutenção da saúde dos funcionários, clientes e usuários dos serviços bancários e ainda favorece consideravelmente à redução de um novo surto epidemiológico”, declararam.
Inflação em alta: IPCA e INPC fecham 2021 acima dos 10%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado o índice oficial da inflação subiu 10,06% em 2021. O indicado é mais que o dobro do que o registrado no ano anterior (4,52%) e o maior desde 2015 (10,67%), segundo o IBGE, que divulgou os dados nesta terça-feira (11). Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) fechou com alta de 10,16%, ante 5,45% em 2020, e também com o maior resultado em seis anos. O INPC é o mais utilizado como referência para negociações salariais. Como se viu ao longo de 2021, alguns itens tiveram impacto maior sobre a inflação. Caso da gasolina, por exemplo, que aumentou 47,49% em 2021, enquanto o etanol aumentou 62,23%. Já a energia elétrica teve alta de 21,21%. O gás de botijão teve aumento médio de 36,99%. Assim, das 16 regiões áreas pesquisadas pelo IBGE, 10 terminaram 2021 com inflação de dois dígitos. Com o resultado do INPC, salário mínimo de 2022 fica novamente sem ganho real Com a divulgação do INPC de 2021, se confirmou que o salário mínimo brasileiro ficou novamente sem aumento real (acima da inflação). O valor de R$ 1.212 para este ano corresponde a um reajuste de 10,18%, praticamente o mesmo resultado do INPC anual (10,16%). O valor final do piso foi arredondado para cima. Itens diretamente ligados ao orçamento familiar, como os de alimentos, tarifas e combustíveis, foram os que mais subiram. São exatamente os que têm maior impacto na população de menor renda. O Dieese estimou que, em dezembro, o salário mínimo deveria ser de R$ 5.800,98 para custear as despesas básicas de uma família de quatro pessoas. O cálculo foi feito com base na cesta básica mais cara no mês passado, a de São Paulo, que chegou a R$ 690,51. O mínimo do Dieese corresponde a 5,27 vezes o piso oficial de 2021 (R$ 1.100). Um ano antes, essa proporção era de 5,08. Transporte por aplicativo Entre os grupos que compõem o IPCA, Transportes teve a maior variação (21,03%) e também o maior impacto no resultado geral (4,19 pontos percentuais). Depois vieram os grupos Habitação (13,05% e 2,05 pontos, respectivamente) e Alimentação de Bebidas (7,94% e 1,68 ponto). Somados, os três corresponderam a 79% do total. Em Transportes, além dos combustíveis, o IBGE apurou alta de 16,16% nos preços de automóveis novos e de 15,05% nos usados, em 2021. As passagens aéreas aumentaram 17,59% e o custo com transportes por aplicativos subiu 33,75%. No grupo Habitação, o instituto lembra que na questão das tarifas de energia o país conviveu, ao longo do ano, com as bandeiras amarela e vermelha – e depois com a bandeira chamada Escassez Hídrica, que entrou em vigor em setembro e deverá ser mantida até o próximo mês de abril. Café aumentou 50% A variação de Alimentação e Bebidas foi menor que em 2020 (de 14,09%, naquele ano, para 7,94%). O item alimentação no domicílio subiu 8,24%, com destaque para o café, com aumento de 50,24% e impacto de 0,15 ponto no índice anual. O preço médio da mandioca subiu 48,08% e o do açúcar refinado, 47,87%. Caíram preços de produtos como batata inglesa (-22,82%) e arroz (-16,88%). Já no grupo Artigos de Residência (alta de 12,07% em 2021), o IBGE cita os itens mobiliário (15,73%) e eletrodomésticos e equipamentos (13,62%), além de produtos de TV, som e informática (10,55%). Em Vestuário (10,31%), destaque para joias e bijuterias (12,76%) e roupas masculinas (12,60%). Entre as áreas, a maior alta do IPCA foi registrada na região metropolitana de Curitiba (12,73%). A menor variação foi em Belém (8,10%). Na Grande São Paulo, o índice variou 9,59%. E ficou acima dos 10% em Vitória (11,50%), Rio Branco (11,43%), Porto Alegre (10,99%), Campo Grande (10,92%), Salvador (10,78%), Fortaleza (10,63%), Recife (10,42%), Goiânia (10,31%) e Aracaju (10,14%). Fonte: contraf-CUT
Pandemia não acabou e presidente e diretor do BB continuam desrespeitando protocolos de saúde

Descaso de gestores do BB é notório, mesmo diante do crescente adoecimento de funcionários, continuam a circular sem máscaras e desrespeitando protocolos Enquanto voltam a aumentar os casos de contaminação pela variante Ômicron, da Covid-19, e, agora, pelo novo vírus da gripe (H3N2) em todo o país e entre os funcionários do Banco do Brasil, em consequência da precoce retomada ao trabalho presencial nas áreas administrativas, o presidente do BB, Fausto de Andrade Ribeiro, compartilha foto sem máscara nas dependências do banco, desta vez ao lado do diretor de operações, João Leocir Dal-Rosso Frescura. Esta não é a primeira vez que Fausto é flagrado sem máscara. Em visitas a agências de várias partes do país, o presidente do banco vem reforçando o descaso pelo manual de trabalho presencial, dispensando o uso do equipamento de segurança. “Essas imagens são sintomáticas. Como cobrar o respeito ao manual de segurança contra a Covid-19, se quem deveria ser o primeiro a fazer é a alta cúpula do banco?”, questiona o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. “Diante do quadro do aumento de funcionários adoecidos nas dependências do banco, em decisão unilateral a direção divulgou, na primeira semana do ano, um novo manual contra a Covid-19, excluindo vários protocolos de segurança que foram estabelecidos no manual anterior, acordado entre o BB, movimento sindical e o Ministério Público do Trabalho”, lembra, Fukunaga ao completar que as reivindicações dos trabalhadores, por outro lado, não são feitas sem bases técnicas. “Retirar, neste momento, o item de fechamento de unidade por contaminação de Covid-19 é, ao mesmo tempo, pregar contra o próprio funcionário e colocar a vida em último plano”, arremata. Negacionismo explícito Em setembro, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) publicou os resultados de pesquisa, encomendada ao Dieese, comprovando o papel do home office na proteção da saúde dos bancários. O trabalho apontou que, entre aqueles que ficaram em teletrabalho durante o ápice da pandemia, 77% não apresentaram diagnóstico positivo de Convid-19, contra 23% contagiados. Por outro lado, entre os que não estiveram em teletrabalho, o percentual de contaminação foi de 38%. “Ao impor um cronograma de retorno ao trabalho presencial de 100% dos funcionários das áreas administrativas, cumprido até o final de dezembro passado, o banco não apenas desconsiderou a pesquisa encomendada pela Contraf-CUT, como também os relatórios oficiais da OMS (Organização Mundial da Saúde) que afirmam que a pandemia ainda não acabou”, pondera Fukunaga. “Uma nova cepa do vírus Covid-19 está em circulação, com capacidade muito mais rápida de contágio e que tem contribuído para filas enormes no teleatendimento da Cassi e nos hospitais das redes particular e“O número de funcionários adoecidos só não é pior graças a pressão dos trabalhadores nas mesas de negociação que fez com que imunossuprimidos (indivíduos que possuem uma condição de saúde que faz com que seus corpos respondam menos a qualquer tipo de vacina), pessoas em tratamento contra o câncer e com deficiência auditiva, além das grávidas, pudessem continuar em teletrabalho”, explica ainda Getúlio Maciel, representante da Comissão de Empresa BB e dirigente sindical do Fetec-CUT/SP. Na foto mais recente sem máscara, Fausto aparece ao lado do diretor João Leocir Dal-Rosso Frescura, conhecido como Piti. Em vários casos confirmados de colegas infectados nos centros operacionais, Piti, que é o diretor de operações vinculados a esses prefixos, teria se recusado a dispensar os funcionários das dependências que necessitavam e protocolos de limpeza e quarentena, conforme estabelecido no primeiro manual de segurança, acordado junto ao MPT, após cobrança da CEBB, mas substituído pelo novo manual publicado recentemente de forma unilateral pelo banco. “Essa mudança do manual de retorno presencial, de forma unilateral, pelo BB, após a cobrança do cumprimento de seus itens, é um absurdo e mostra que, para este diretor do banco, vale tudo para se destacar, desde servir cafezinho como bom menino, até colocar em risco a vida dos funcionários do BB. Vemos, certamente, a política mortuária deste atual governo atuando na Diope”, avalia Fukunaga. BB recebe intimação O movimento sindical, por meio da Contraf, acionou o MPT contra a decisão do BB de alterar o manual de segurança sobre a Covid-19. O Banco já foi intimado pelo Ministério Público do Trabalho a comparecer em uma audiência sobre a questão no dia 12 de janeiro. Fonte: contraf-CUT
Afastamento de empregados com atestado é solicitado pela CEE/Caixa

Entidades sindicais recebem denúncias de trabalhadores atendidos no teleatendimento do Saúde Caixa, com atestado médico, direcionados para o trabalho telepresencial A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/ Caixa) enviou um ofício, na tarde de sexta-feira (7), em protesto quanto ao não afastamento de trabalhadores doentes de suas atividades laborais, bem como solicitar que seja emitida orientação nacional urgente a fim de garantir o afastamento das atividades de todo(a) empregado(a) que apresente atestado médico. “As entidades sindicais receberam denúncias que os trabalhadores atendidos no teleatendimento do Saúde Caixa, apesar de estarem de atestado médico, estão sendo direcionados para o trabalho telepresencial. Ora, independentemente da doença identificada, o trabalhador de atestado médico deve ser sumariamente afastado do trabalho, enquanto perdurar o período do atestado médico”, afirmou Fabiana Uehara Proscholdt, coordenadora da CEE/ Caixa e secretária da Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). “O atestado médico é concedido a quem estiver doente e garante a licença médica para a plena e adequada recuperação de sua saúde. Cabe destacar que os afastamentos de até 15 dias são ônus da empresa, apenas períodos superiores a 15 dias são encaminhados ao INSS”, completou. Fonte: Contraf-CUT
CEE/Caixa reivindica proteção pros empregados

Na pauta, a discussão de protocolos mais rigorosos de prevenção contra a Covid-19 e também da influenza A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) enviou um ofício, na tarde desta sexta-feira (7), para a vice-presidenta de Estratégia e Pessoas da Caixa, Magda Lucia Dias Cardoso de Carvalho, para reivindicar a marcação de uma reunião. Na pauta, a discussão de novos protocolos mais rigorosos de prevenção contra a Covid-19 e também da influenz. Além de reforçar a ampla divulgação e aplicação dos protocolos vigentes. “É alarmante o aumento do índice de contaminação pelo coronavírus, além da nova variante da influenza. Neste contexto, recebemos muitas denúncias de contaminação ou suspeita de contaminação de empregados e colaboradores por todo o Brasil, além do descaso de gestores quanto ao cumprimento dos protocolos vigentes”, afirmou Fabiana Uehara Proscholdt, coordenadora da CEE/Caixa e secretária da Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). “Todo a população está exausta de usar máscaras, higienizar as mãos, entre outros cuidados. Isso não é diferente entre os empregados e empregadas da Caixa. Entretanto, é papel do banco a fiscalização e o cumprimento dos protocolos, com vistas a promoção da saúde e de atuação de prevenção”, completou ACCE/Caixa reivindica ainda a ampliação do home office, colocação imediata de todos os empregados com suspeita e casos confirmados de Covid-19 em quarentena, aplicação de testes nos demais empregados das unidades em que houve suspeita ou confirmação de casos de infecção por Covid-19 e fornecimento de EPIs, como máscaras e álcool em gel para unidades, com urgência. “Em visitas às unidades e contatos com os colegas, recebemos relatos de que há falta de álcool em gel em diversas unidades e, que, apesar de o AD013 prever a compra de máscaras e álcool com recursos do pronto-pagamento, esta verba tem sido reduzida para valores pré-pandemia”, finalizou Fabiana.
Cassi terceiriza atendimento e deixa associados na mão

Há tempos sindicatos e entidades vêm denunciando que a atual direção da Cassi está abandonando a implantação do modelo de atenção integral à saúde Nas últimas semanas tem chovido reclamações de associados da Cassi que entram em filas de espera intermináveis para serem atendidos via telemedicina. As filas chegam a mais de 800 pessoas e têm associados aguardando até 14 horas, que entram em contato com a Cassi no final do dia para serem atendidos somente no final da madrugada. A providência máxima adotada pela Cassi, até o momento, é pedir paciência e compreensão aos associados. Haja compreensão e paciência!Este é o resultado da terceirização da telemedicina. Focada principalmente em conseguir resultados financeiros em vez de priorizar a atenção à saúde dos associados, a atual diretoria da Cassi está desmontando os serviços e unidades próprias, sucateando as CliniCassi para entregar o atendimento ao associado para uma empresa recém-instalada no Brasil.A empresa contratada pela Cassi é a Iron Telemedicina, empresa norteamericana instalada no Brasil em 2020. Seu primeiro contrato relevante foi com a Cassi. Ancorou seu crescimento na Caixa de Assistência, que hoje corresponde a quase metade dos atendimentos (43%) ofertados pela multinacional, de acordo com o site Medicina S.A, nome que parece remeter ao objetivo daquela empresa: fazer da medicina um negócio lucrativo. É estranho que uma empresa novata no mercado brasileiro é contratada, logo de cara, pelo maior plano de saúde de autogestão do país.A direção da Cassi vai substituindo este modelo pelo adotado nos Estados Unidos, conforme demonstra a contratação da Iron Medicina. O modelo americano, um dos piores do mundo, é aquele que submete a medicina ao lucro privado, mais caro, menos abrangente e que deixa sem assistência aqueles que não podem pagar. Esta lógica levou à criação do Cassi Essencial, pior que o Plano Associados, que o BB e a Cassi anunciaram que pretendem oferecer aos novos funcionários, destruindo a solidariedade entre os associados e decretando o começo do fim do Plano Associados.Chama a atenção que todas estas transformações são implantadas sem qualquer resistência dos representantes eleitos pelos associados, ligados ao Grupo Mais. Na direção atual da Cassi, predominam os interesses do banco, de sucatear a Cassi e gastar cada vez menos com a saúde dos associados. E, para isso, contam com o silêncio e anuência daqueles que deveriam representar os interesses dos associados. Fonte: contraf-CUT