Abertura da 24ª Conferência Nacional reforça luta pela democracia e defesa dos direitos dos bancários

A abertura da 24ª Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, na noite desta sexta-feira (10/06), reuniu autoridades e delegados de todo país que irão definir a minuta de reivindicações da Campanha Nacional dos Bancários 2022 e o plano de lutas da categoria até 2023. Esse ano, o tema da conferência é “Um país + justo pra gente, este é o Brasil que a gente quer”. A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira, lembrou que este ano é especial, porque a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária completa 30 anos e “a missão da 24ª Conferência Nacional do Trabalhadores do Ramo Financeiro é fazer um bom plano de lutas para sairmos vitoriosos em todas as nossas batalhas. Para acabar com a fome, o desemprego, a precarização a entrega do nosso patrimônio, a concentração de renda e as desigualdades”. As decisões serão tomadas a partir das propostas apresentadas pelas bases sindicais de todo o país, que vêm sendo debatidas pelas conferências estaduais e regionais, e nos congressos e encontros de bancários de bancos públicos e privados. Também foi feita uma Consulta Nacional, que mobilizou mais de 35 mil bancários e bancárias de todo o Brasil, para a definição das reivindicações mais importantes que estarão na pauta da categoria. O Brasil que a gente quer Juvandia lembrou também que é importante que a Conferência discuta o Brasil que a gente quer. “Os trabalhadores são atacados, não apenas por Bolsonaro, mas por todos que se uniram para dar o golpe e derrubar Dilma Rousseff. E quem pode mudar isso somos nós, precisamos acordar e entender que somos 99% e que este Brasil é de todas, de todas e todes”, disse. “E essa categoria, que consegue tantas vitórias, pode contribuir com a mudança deste país, pois a gente quer ser feliz e queremos ver o outro feliz também. Para isso temos que trabalhar todos os dias e debate o Brasil que a gente quer. Fazer nosso papel nas redes e nas ruas”. Mas, ela ressaltou que não adianta fazemos uma ótima campanha e conquistar um acordo com aumento real e garantir todos os direitos e depois Bolsonaro ser eleito e atacar a Caixa, o Banco do Brasil, o Basa, o BNB e tirar direitos das trabalhadoras e trabalhadores. “Os 30 anos de CCT nos traz uma grande responsabilidade que vai mudar este país, tirar Bolsonaro e eleger Lula Presidente para superarmos este momento tão trágico de nossa história. E que a gente aprenda o que aconteceu no Brasil e no mundo e evoluamos. Programação 24ª Conferência Nacional d@s Trabalhador@s do Ramo Financeiro 2022 – “Um país + justo pra gente. Este é o Brasil que a gente quer!” Dia 11 de junho – sábado8h às 11h – Credenciamento presencial e eletrônico de delegados e delegadas inscritos 9h – Mesa 1 – Votação do Regimento Interno 9h30 às 12h – Mesa 2 – Reconstruir o Brasil que a gente quer Convidado: Aloízio Mercadante (professor acadêmico, economista e político, fundador do Partido dos Trabalhadores (PT); foi ministro da Educação, da Ciência, Tecnologia e Inovação e da Casa Civil no governo Dilma Rousseff; foi também senador e deputado federal por São Paulo; atualmente, é presidente da Fundação Perseu Abramo) 12h às 13h30 – Almoço 12h às 14h – Prazo para substituição de delegados ou delegadas por suplentes 13h30 às 15h30 – Mesa 3 – Apresentação de dados do setor bancário 15h30 às 17h30 – Mesa 4 – Apresentação do resultado da Consulta dos Bancários 2022; Organização e mobilização para reconstruir o Brasil que a gente quer; Acordo Nacional 19h – Jantar Dia 12 de junho – domingo 9h às 9h40 – Apresentação e aprovação da arte da Campanha Nacional dos Bancários 2022 9h40 às 12h – Apresentação e aprovação das propostas recebidas das Conferências Estaduais e Regionais; aprovação das resoluções e moções; aprovação do Comando 12h – Almoço

Bancários do Santander definem estratégias para negociação com o banco

Funcionários do Banco Santander realizaram nesta quinta-feira (9) o Encontro Nacional para debater e definir a minuta de reivindicações específicas e nortear a estratégia de negociações com o banco. “Iniciamos nossos debates com uma análise de conjuntura feita pela médica e deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) e ao longo do dia analisamos as informações do balanço do Santander, que mostram que o banco pode atender todas nossas reivindicações e nos garantir uma participação justa nos resultados e nas cláusulas sociais, reconhecendo a imensa contribuição dos brasileiros no lucro do banco”, disse a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE), Lucimara Malaquias. Acordo atual e novas propostas Os delegados do Encontro debateram sobre as cláusulas do atual Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico dos funcionários do Santander, aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária. Também foram apresentadas as propostas de novos direitos a serem incluídos no ACT. “Todos nossos direitos, desde o vale-refeição até a PLR (Participação nos Lucros e/ou Resultados), são fruto de muita organização e luta dos trabalhadores e suas representações sindicais. Precisamos manter nossa união e nos mobilizarmos para garantir os direitos atuais e buscar avançar rumo a novos direitos”, ressaltou a coordenadora da COE/Santander. Centro das atenções Para Lucimara, o alerta de mobilização e união dos empregados se faz ainda mais importante com relação ao Santander. “Entre todos os bancos, o Santander tem sido o que mais tem tomado de medidas que prejudicam e tem sido o mais de difícil de negociar com os trabalhadores, seja nas demissões, cobranças de metas ou na tentativa de corte de direitos, chegando a demitir funcionários e recontratá-los por empresas do grupo para deixar de pagar direitos da categoria. É uma terceirização forçada, apenas para reduzir direitos e salários”, criticou. “Todo o Comando Nacional está atento e preocupado com esta movimentação do Santander e vai propor que a atuação de todo o movimento sindical se contraponha a elas, para evitar que outros bancos sigam o mesmo caminho”, completou. Fique ligado nos sites e nas redes sociais da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), dos sindicatos e das federações para acompanhar todo o processo organizativo da categoria e se manter mobilizado.

Caixa: saiba o que 38º Conecef aprovou para o plano de lutas e pauta de reivindicações ao banco

Bancários e bancárias da Caixa Econômica Federal realizaram de quarta-feira (8) a sexta-feira (10) o seu 38º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef), debateram sobre as questões que afetam seu dia a dia de trabalho e definiram suas pautas específicas de reivindicações, que serão negociadas com o banco durante a Campanha Nacional da categoria e a organização do movimento e das lutas a serem realizadas no próximo período. O congresso foi realizado de forma híbrida, com participação no local, em São Paulo, e de forma remota, por uma plataforma eletrônica de videoconferência e de votação. “As resoluções refletem os debates que realizamos em nosso congresso e também aqueles realizados em nossos encontros estaduais e esperamos que deem conta de colocarmos no dia a dia de nossas ações os temas que afetam o dia a dia dos empregados nas agências e departamentos da Caixa”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Clotário Cardoso. Além da abertura solene conjunta dos congressos dos bancos públicos, ocorrida na quarta-feira (8), que contou com as reflexões do engenheiro e economista Eduardo Moreira, o 38º Conecef debateu sobre a defesa das empresas e dos bancos públicas e da Caixa 100% Pública; sobre saúde, condições de trabalho e Saúde Caixa; sobre a Funcef; sobre o ACT, a CCT e contratações; e no último dia sobre democracia e a organização do movimento. “Este é um ano no qual nossa atuação é fundamental não apenas para garantir os direitos já presentes na CCT e no ACT e buscar novas conquistas para os empregados da Caixa, mas também para lutarmos pela manutenção da democracia e contra as políticas do governo que estão gerando desemprego, inflação, fome e carestia de preços de quase a totalidade da cesta básica. E as resoluções aqui tiradas são fundamentais para realizarmos esta luta”, afirmou o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemmoto. Moções Os delegados também aprovaram três moções. Uma em repúdio ao PL 4188/21 e solicitando que as lideranças partidárias se posicionem contrárias a essa proposta. A segunda em repúdio à atitude persecutória da direção da Caixa, bem como os ataques contra a livre organização dos trabalhadores e exigindo o imediato cancelamento do processo disciplinar contra Sérgio Soares, funcionário de carreira da Caixa há 32 anos, que trabalha na agência Guaianases, na Zona Leste de São Paulo, bem como a qualquer empregado que, fazendo valer sua liberdade de manifestação, se contraponha à violência por parte dos gestores e às péssimas condições de trabalho na Caixa. A terceira moção aprovada é em defesa da democracia, por Fora Bolsonaro e Lula Presidente.

Pauta específica de reivindicações do Bradesco é definida por funcionários

Teletrabalho, remuneração, segurança, saúde, previdência complementar, condições de trabalho, emprego e auxílio educação são os principais pontos da minuta específica de reivindicações definidas no Encontro Nacional dos Trabalhadores do Bradesco, realizado nesta quinta-feira (9), em formato híbrido. A parte presencial foi realizada na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), em São Paulo. O documento será entregue à direção do banco na próxima terça-feira (14). “A participação de todos os trabalhadores foi fundamental para chegarmos à conclusão deste documento. Agora, esperamos contar com a união e a mobilização dos empregados para conseguimos conquistar todas nossas reivindicações”, afirmou Magaly Fagundes, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco. Concentração de renda Em sua apresentação, Gustavo Cavarzan, técnico do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) na Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), mostrou como o desempenho dos bancos no início de 2022 deixou de ser definido pela pandemia e passou a espelhar o modelo econômico concentrador de renda do país, com aumento da pobreza, da inflação e consequente endividamento das famílias em linhas de créditos caras que se tornam receita nos balaços do bancos. “Além do modelo do país, o resultado dos bancos é construído com base em um forte processo de digitalização, reestruturação e surgimento de novos modelos de negócios”, disse. O economista ainda deixou um desafio para os delegados do encontro: debater quais as consequências desse modelo para o emprego no ramo financeiro e para a organização sindical. Segurança nas unidades de negócio O Brasil terminou 2021 com 18.302 agências bancárias. São 2.351 a menos do que o registrado no início da pandemia, segundo dados do Banco Central (BC). Motivo: a covid-19 impulsionou os pagamentos e o atendimento bancário por meios digitais. Segundo dados do BC, a rede de agências bancárias está diminuindo no Brasil desde 2017. Mas os fechamentos aceleraram na pandemia de covid-19. Foram 1.334 de março a dezembro de 2020 e mais 1.017 em 2021. A queda acumulada na pandemia foi de 11% e levou a rede de agências bancárias ao menor patamar da série histórica, iniciada em 2007. O banco que mais reduziu a rede de atendimento presencial na pandemia foi o Bradesco. A instituição fechou 1.527 agências desde março de 2020. Muitas delas, foram transformadas em Unidade de Negócios. Elias Jordão, secretário de Políticas Sociais da Contraf-CUT, explicou como tem sido realizada a transição de uma agência tradicional para unidade de negócio. “É um modelo que veio para ficar, não tem retorno, pela competitividade com os bancos digitais, pelo baixo custo operacional”, explicou. “O problema não são as unidades de negócio em si, mas sim o formato em que elas estão funcionando, sem nenhum tipo de controle ou ferramentas de segurança, como portas de seguranças ou vigilantes”, completou. Magaly lembrou também que o Encontro Nacional dos Trabalhadores do Bradesco debateu ainda a “defesa do emprego, da democracia e a reconstrução do Brasil que queremos”, finalizou.

Funcionários do BB definem reivindicações para a Campanha Nacional 2022

Os trabalhadores e trabalhadoras do Banco do Brasil aprovaram, na quinta-feira (9), durante a 33º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, as propostas de reivindicações para a Campanha Nacional 2022, a serem entregues à empresa. “O conjunto de reivindicações foi formulado com a participação das federações de todas as regiões do país. Seu conteúdo inclui desde tratamento igualitário a todos e todas as funcionárias do BB, incluindo dos bancos incorporados, até percentual de mulheres na mesma proporção da população do BB e saúde mental dos funcionários, como avaliação psíquica sempre que o trabalhador solicitar, através da Cassi”, resumiu o João Fukunaga, coordenador da CEBB. Apesar de todas as entidades locais já terem tido contato com o material, durante a mesa que fechou o terceiro dia do encontro, as 11 páginas que compõem o documento foram relidas. “Esse processo foi importante para corroborar a nossa missão de democratizar ao máximo os processos sindicais”, completou Fukunaga.

Santander: bancários definem reivindicações específicas e plano de atuação para o próximo período

Bancários do Santander de todo o país debateram, nesta quinta (09), a minuta de reivindicações específicas e nortear a estratégia de negociações com o banco. A discussão aconteceu durante o Encontro Nacional dos funcionários do banco e contou com a participação da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ). “Iniciamos nossos debates com uma análise de conjuntura feita pela médica e deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) e ao longo do dia analisamos as informações do balanço do Santander, que mostram que o banco pode atender todas nossas reivindicações e nos garantir uma participação justa nos resultados e nas cláusulas sociais, reconhecendo a imensa contribuição dos brasileiros no lucro do banco”, disse a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE), Lucimara Malaquias. Foram debatidas, durante o encontro, as cláusulas do atual Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico dos funcionários do Santander, aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária. Também foram apresentadas as propostas de novos direitos a serem incluídos no ACT. “Todos nossos direitos, desde o vale-refeição até a PLR (Participação nos Lucros e/ou Resultados), são fruto de muita organização e luta dos trabalhadores e suas representações sindicais. Precisamos manter nossa união e nos mobilizarmos para garantir os direitos atuais e buscar avançar rumo a novos direitos”, ressaltou a coordenadora da COE/Santander. Lucimara lembrou que o alerta de mobilização e união dos empregados se faz ainda mais importante com relação ao Santander, já que a instituição não se mostra favorável ao diálogo com os trabalhadores. “Entre todos os bancos, o Santander tem sido o que mais tem tomado de medidas que prejudicam e tem sido o mais de difícil de negociar com os trabalhadores, seja nas demissões, cobranças de metas ou na tentativa de corte de direitos, chegando a demitir funcionários e recontratá-los por empresas do grupo para deixar de pagar direitos da categoria. É uma terceirização forçada, apenas para reduzir direitos e salários”, criticou. A coordenadora lembrou que “todo o Comando Nacional está atento e preocupado com esta movimentação do Santander e vai propor que a atuação de todo o movimento sindical se contraponha a elas, para evitar que outros bancos sigam o mesmo caminho”, concluiu.

Presidente do Bradesco elogia exército em ano eleitoral

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) solicitou uma audiência com o Bradesco, para obter explicações sobre o vídeo em que seu diretor-presidente, Octavio de Lazari Junior, elogia o Exército Brasileiro. Na mensagem, que veio a público no último sábado (4), o executivo conta que no quartel se apresentava como “soldado 939 Lazari”, que aprendeu que “missão dada é missão cumprida” e que “o soldado Lazari continua de prontidão”. O pronunciamento faz referências ao banco como “um dos maiores do mundo”, com “90 mil funcionários”, e o vídeo traz a logomarca do Bradesco na abertura e no encerramento, o que lhe dá características de peça institucional. O CEO diz ainda que no Exército reforçou valores e que “esses princípios foram fundamentais para que eu pudesse construir minha carreira”. O pronunciamento de Octavio de Lazari Junior causou estranheza e indignação ao movimento sindical, pois o presidente capitão do Exército Jair Bolsonaro ataca insistentemente o sistema eleitoral, o Poder Judiciário, a imprensa, as entidades sindicais, as universidades e os movimentos sociais. A fala de Lazari, portanto, pode ser entendida como um apoio do Bradesco a esses ataques à democracia. Na audiência com o Bradesco, a Contraf-CUT debaterá em especial se o CEO falou em nome da entidade e qual o posicionamento do banco sobre a democracia, pois essas informações interessam a seus mais de 90 mil trabalhadores e a seus clientes, bem como a toda a sociedade brasileira, pois uma instituição financeira é uma concessão pública. Trata-se de uma regra fundamental do estado de direito, e democracia exige o pleno respeito às regras. Durante a ditadura militar, de 1964 a 1985, quando a Constituição em vigor foi rasgada, os sindicatos – inclusive vários da categoria bancária – sofreram intervenções, muitos de seus dirigentes foram perseguidos, presos, torturados e até mortos por forças da repressão. Os direitos trabalhistas não eram respeitados e muitas conquistas foram retiradas. Hoje, o que se vê do governo Bolsonaro é um esforço para que o país volte a essa página infeliz da história, com o desmantelamento do patrimônio nacional, a venda de bancos e empresas públicas, a desvalorização dos acordos trabalhistas, altos índices de inflação e desemprego. O movimento sindical, portanto, defende incondicionalmente a democracia, por se tratar de um valor fundamental e inegociável, pois somente com ele a classe trabalhadora pode se mobilizar para defender os seus direitos.

Conferência Nacional dos Bancários define pauta dos bancários neste fim de semana

A 24ª Conferência Nacional d@s Trabalhador@s do Ramo Financeiro, com o tema “Um país + justo pra gente, este é o Brasil que a gente quer”, que acontece entre sexta-feira (10) e domingo (12), vai definir a minuta de reivindicações da Campanha Nacional dos bancários e o plano de lutas da categoria até 2023. As decisões serão tomadas a partir das propostas apresentadas pelas bases sindicais de todo o país, que vêm sendo debatidas pelas conferências estaduais e regionais, e nos congressos e encontros de bancários de bancos públicos e privados. Também foi feita uma Consulta Nacional, que mobilizou mais de 35 mil bancários e bancárias de todo o Brasil, para a definição das reivindicações mais importantes que estarão na pauta da categoria. O evento será realizado de forma híbrida, com participação no local, em São Paulo, e de forma remota, por uma plataforma eletrônica de videoconferência e de votação. Para a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, a conferência é um momento estratégico. “Vamos definir a pauta de reivindicações da Campanha Nacional e o plano de lutas da categoria, neste que é um ano estratégico não apenas para nós, mas para todo o país”, disse. “Esperamos conseguir sintetizar os anseios de toda a categoria, que foram levantados em um processo, longo e consistente, com conferências em cada região do país, encontros dos trabalhadores de cada instituição financeira e a Consulta Nacional”, completou. Durante as atividades que acontecem no sábado (11), o economista, ex-senador e ex-ministro da Educação e da Casa Civil, Aloízio Mercadante, contribuirá com reflexões, na segunda mesa de debates, sobre o tema “Reconstruir o Brasil que a gente quer”, a partir das 9h30 (veja abaixo a programação completa). Leia também:>>>>> 38º Conecef definirá reivindicações dos empregados da Caixa>>>>> 33º Congresso Nacional dos funcionários do BB acontece dias 8 e 10 de junho>>>>> Funcionários do Santander realizam Encontro Nacional nesta 5ª feira>>>>> Bancários do Bradesco realizam encontro nacional nesta quinta-feira (9)>>>>> Bancários do Itaú realizam encontro nacional nesta quinta-feira (9) Início das negociações Depois que a Conferência Nacional definir a pauta de reivindicações, sindicatos da categoria realizarão assembleias em todo o país para aprová-la. Em seguida, a minuta será entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para o início das negociações da Campanha Nacional dos Bancários. O objetivo é negociar a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria e os Acordos Coletivos de Trabalho (ACTs) específicos dos bancos públicos, uma vez que os mesmos têm vigência até o dia 31 de agosto. A data-base da categoria é 1º de setembro. Cuidados com a covid-19 Todas as delegadas e todos os delegados que participarem presencialmente deverão apresentar comprovação de vacinação contra a covid-19 (passaporte vacinal) no ato do credenciamento. Também deverão apresentar o comprovante de teste negativo, do tipo antígeno, contra a covid-19, realizado em até três dias antes do credenciamento. Programação 24ª Conferência Nacional d@s Trabalhador@s do Ramo Financeiro 2022“Um país + justo pra gente. Este é o Brasil que a gente quer!”10, 11 e 12 de junho de 2022Holiday Inn, Parque Anhembi Dia 9 de junho – quinta-feira14h às 19h – Credenciamento presencial dos delegados e delegados Dia 10 de junho – sexta-feira9h às 19h – Credenciamento presencial e eletrônico de delegados e delegadas inscritos17h – Abertura solene da 24ª Conferência Nacional dos Bancários Dia 11 de junho – sábado8h às 11h – Credenciamento presencial e eletrônico de delegados e delegadas inscritos9h – Mesa 1 – Votação do Regimento Interno9h30 às 12h – Mesa 2 – Reconstruir o Brasil que a gente querConvidado: Aloízio Mercadante (professor acadêmico, economista e político, fundador do Partido dos Trabalhadores (PT); foi ministro da Educação, da Ciência, Tecnologia e Inovação e da Casa Civil no governo Dilma Rousseff; foi também senador e deputado federal por São Paulo; atualmente, é presidente da Fundação Perseu Abramo) 12h às 13h30 – Almoço12h às 14h – Prazo para substituição de delegados ou delegadas por suplentes13h30 às 15h30 – Mesa 3 – Apresentação de dados do setor bancário15h30 às 17h30 – Mesa 4 – Apresentação do resultado da Consulta dos Bancários 2022; Organização e mobilização para reconstruir o Brasil que a gente quer; Acordo Nacional 19h – Jantar Dia 12 de junho – domingo9h às 9h40 – Apresentação e aprovação da arte da Campanha Nacional dos Bancários 20229h40 às 12h – Apresentação e aprovação das propostas recebidas das Conferências Estaduais e Regionais; aprovação das resoluções e moções; aprovação do Comando 12h – Almoço

33º Congresso Nacional dos funcionários do BB acontece de 8 a 10 de junho

O 33° Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil “BB público sim, BB mais social sempre!” será realizado nessa quarta, quinta e sexta-feira (08, 09 e 10), em formato híbrido. Presencialmente, o evento acontece no Holiday Inn Parque Anhembi, em São Paulo. O evento abrigará mesas de debate sobre melhores condições de trabalho no banco e sobre o papel da instituição no desenvolvimento econômico e social, no combate à fome e na reconstrução do país. “A proposta do 33º Congresso é reforçar a importância do BB e dos demais bancos públicos para o Brasil”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. Cuidados com a covid-19 Todas as delegadas e todos os delegados que forem participar presencialmente deverão apresentar comprovação de vacinação contra a covid-19 (passaporte vacinal) no ato do credenciamento. Também deverão apresentar o comprovante de teste negativo, do tipo antígeno, contra a covid-19, realizado em até três dias antes do credenciamento. Programação 9 de junho de 2022 – quinta-feira9h às 9h50 – Aprovação do Regimento Interno do 33º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil e falas dos representantes das centrais/correntes, por apresentação de vídeo com duração máxima de 3 (três) minutos10h às 11h30 – Mesa 1: Melhores condições de trabalho, mais dignidade no Banco do Brasil11h35 às 13h – Mesa 2: Desenvolvimento econômico regional com banco público 13h às 14h – Almoço 14h às 15h30 – Mesa 3: A fome se combate com agricultura familiar15h35 às 18h – Mesa 4: O papel do Banco do Brasil na reconstrução do Brasil que a gente quer 10 de junho de 2022 – sexta-feira09h/10h30 – Encontro sobre Desigualdade de Gênero e Raça no Trabalho e Renda10h35/12h – Encontro sobre Juventude: acesso ao trabalho e renda

Encontro nacional dos bancários do Bradesco acontece na quinta (09)

Os bancários do Bradesco realizam seu encontro nacional, nesta quinta-feira (9), em formato híbrido. A parte presencial será realizada na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), em São Paulo. Os debates do dia serão convergidos na minuta específica dos trabalhadores, entregue ao Bradesco posteriormente.  “Nós precisamos discutir a fundo a dura realidade que estamos enfrentando. Vamos debater a importância da mobilização num ano eleitoral e de campanha salarial”, afirmou Magaly Fagundes, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco. Cuidados com a covid-19 Todas as delegadas e todos os delegados que forem participar presencialmente deverão apresentar comprovação de vacinação contra a covid-19 (passaporte vacinal) no ato do credenciamento. Também deverão apresentar o comprovante de teste negativo, do tipo antígeno, contra a covid-19, realizado em até três dias antes do credenciamento. Programação 9h às 10h30 – AberturaComposição: um representante por federação, coordenação da COE e representação da Contraf-CUT10h30 às 11h30 – Análise de conjuntura – Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT)11h30 às 12h30 – Apresentação do DieeseConvidado: Gustavo Cavarzan – Técnico do Dieese 13h às 14h – Almoço 14h – Unidade de negócio – Elias Jordão (secretário de Políticas Sociais da Contraf-CUT) e Jefferson Martins de Oliveira (assessor jurídico da Contraf-CUT)15h – Apresentação da minuta de reivindicações dos (as) funcionários (as) do Banco Bradesco S.A.Composição: Coordenação da COE Bradesco16h – Apresentação das federações do levantamento das principais demandas dos(as) trabalhadores (as):– Emprego– Saúde/teletrabalho– Segurança17h – Discussão das estratégias, organização da COE Bradesco e encerramento18h – Encerramento