
Nesta quarta-feira (12) foi realizada a quarta rodada de negociação específica entre a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander e a direção do banco, pela Campanha Nacional dos Bancários 2026.
As cláusulas econômicas e sindicais do acordo coletivo marcaram os debates. A representação dos trabalhadores reivindica a criação de um auxílio mobilidade/combustível, por meio de cartão para custear despesas com transporte, combustível e estacionamento. Mas o Santander não aceitou a proposta.
Outra reivindicação dos trabalhadores foi o banco assumir o custeio integral das certificações e atualizações da Anbima, além de apoio financeiro para cursos de atualização, extensão, congressos e seminários e a criação de uma bolsa de férias.
O banco disse que realiza o pagamento aos bancários de cargos elegíveis que obtêm aprovação nas provas.
Quanto às mudanças nas regras da Anbima, o Santander respondeu que vai avaliar eventuais alterações após a oficialização das novas normas. As outras reivindicações de qualificação foram negadas pelo Santander.
A COE também reivindica que dirigentes sindicais liberados tenham acesso aos canais internos do banco, além do fornecimento periódico de informações funcionais e da negociação prévia em processos de reorganização ou reestruturação que possam afetar coletivamente os empregados.
Além disso, a representação dos trabalhadores está reivindicando a manutenção e o aprimoramento das regras para acesso das entidades sindicais aos locais de trabalho e aos empregados, inclusive aqueles que atuam em teletrabalho.
COE e representantes do banco voltam à mesa de negociação no dia 19 de agosto para debater sobre o Programa Próprio de Remuneração Santander (PPRS).
*Fonte: Contraf-CUT


