Banco do Brasil: substituições temporárias voltam após pressão do movimento sindical

Em reunião realizada no final da tarde desta quarta-feira (29), o Banco do Brasil informou que voltará a autorizar as substituições temporárias. A decisão é resultado da pressão do movimento sindical e da mobilização realizada por trabalhadores em todo o país no dia 22 de outubro durante o Dia Nacional de Luta. Com a mobilização e o diálogo conduzido pela Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), o banco reverteu a orientação e confirmou a retomada das substituições já em novembro. Além disso, o BB negou qualquer orientação para impedir que os funcionários tirem férias. Durante a reunião, também foram levantadas as pautas da manutenção da jornada de trabalho de 6 horas, da volta da ajuda de custo de deslocamento para as PSOs e da retomada do debate de custeio da Cassi. *Fonte: Contraf-CUT

Prazo para adesão ao acordo entre a Cassi e a Contraf-CUT está terminando

O acordo firmado entre a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) e a Contraf-CUT já foi homologado pela Justiça e o prazo para adesão está chegando ao fim. O processo que discutia a cobrança de contribuições pessoais em reclamatórias e acordos trabalhistas, judiciais e extrajudiciais foi encerrado. Os associados que possuem valores pendentes têm oportunidade de regularizar a situação e aproveitar as condições especiais definidas no entendimento entre as partes. Confira os benefícios: Isenção de juros e multa para pagamento à vista ou da primeira parcela até 20 de novembro de 2025, desde que o acordo seja formalizado até 31 de outubro de 2025;Desconto de 5% para pagamentos à vista formalizados até 31 de outubro; Possibilidade de pagamento em até 72 parcelas mensais, respeitado o valor mínimo por parcela e assegurando o abatimento proporcional da contribuição mensal da Cassi; Possibilidade de extensão do prazo acima de 72 meses, caso a parcela supere 7,5% do salário do associado. Os associados devem procurar a Cassi para verificar se têm valores pendentes e formalizar a adesão dentro do prazo. *Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil debate reivindicações com representantes de funcionários

Está marcada para esta quarta-feira (29), uma reunião entre o Banco do Brasil e a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEEBB). O encontro, convocado pelo próprio BB, será às 17h e os representantes da CEEBB vão reforçar as pautas defendidas durante o Dia Nacional de Luta, realizado em 19 de outubro, quando trabalhadores em todo o país cobraram do BB mais respeito e valorização. O cumprimento do papel do BB como banco público, a redução das metas abusivas, a retomada das substituições que foram cortadas unilateralmente nos meses de novembro e dezembro e o respeito à jornada legal de seis horas fazem parte da pauta da reunião. O encontro será acompanhado pela Contraf-CUT. *Fonte: Contraf-CUT

Comitiva sindical chinesa visita a Contraf-CUT

Na tarde desta segunda-feira (27), uma comitiva da Federação de Sindicatos de Toda a China (ACFTU), da região de Xangai, visitou a sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). O objetivo do encontro foi estreitar e reforçar laços de cooperação internacional e o intercâmbio acadêmico entre Brasil e China. Durante o encontro, a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, apresentou as as características do sistema bancário no país e do movimento sindical bancário. Juvandia ressaltou que a luta que permitiu com que a classe trabalhadora no setor conquistasse uma única convenção coletiva para todo o país começou em meados da década de 1980. A dirigente falou ainda sobre o papel dos bancos públicos para o desenvolvimento do país e a luta do governo Lula para baixar o spread bancário. Juvandia ressaltou que o sistema financeiro brasileiro é um dos que cobram as maiores taxas de juros do mundo, além de falar sobre o PIX. O secretário adjunto do grupo de liderança do partido e vice-presidente do Conselho Sindical Municipal de Xangai (SMTUC), Jijun Hou, falou sobre o WeChat Pay, aplicativo de mídia social chinesa, que não está atrelado a uma empresa estrangeira. “Semelhante ao PIX, nós temos o WeChat Pay, por onde os usuários fazem transações, que é muito popular na China, utilizado a partir do aplicativo WeChat”, explicou o secretário chinês. Também mereceu destaque pelos representantes dos dois países o impacto da Inteligência Artificial sobre o futuro dos empregados. *Fonte: Contraf-CUT

COE repudia declarações do presidente do Itaú sobre demissões de setembro

As declarações feitas pelo presidente do Itaú, Milton Maluhy Filho, durante o evento GAN Summit 2025, foram rebatidas pela coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE), Valeska Pincovai. O executivo disse que parte dos mais de mil trabalhadores demitidos em setembro teriam feito “um péssimo trabalho”. Maluhy Filho também alegou que muitos trabalhadores “admitiram ter outros empregos” e “pediram desculpas” pela suposta má conduta. Valeska ressaltou que o discurso do presidente do banco seria uma tentativa de justificar a ação arbitrária do banco, que demitiu mais de 1.100 pessoas da noite pro dia. Segundo Valeska, esses mesmos trabalhadores tinham sido reconhecidos como destaques e até promovidos. A coordenadora lembrou, ainda, que o próprio Itaú, em audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho, fez proposta de pagamento de verbas financeiras aos desligados, o que contradiz a narrativa de desvio de conduta. “Se o banco tinha provas concretas de má-fé ou duplo vínculo, por que propor compensação financeira?”, indagou a coordenadora. Valeska fez um alerta para o ambiente de medo e pressão, que resultou após das demissões. “Quem ficou dentro do Itaú vive sob vigilância constante, sem saber quais critérios estão sendo usados para medir o desempenho. É um cenário de insegurança total”, disse. *Fonte: Contraf-CUT

Seminário da Federa-RJ debate fortalecimento da ação sindical

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense esteve presente, nos dias 22 e 23 passados, na Seminário de Formação da Federa-RJ, realizado no auditório do Seeb Niterói, pela Federa-RJ. O evento contou ainda com delegações dos sindicatos de Campos, Rio de Janeiro, Petrópolis e Teresópolis. O objetivo foi debater e organizar a atuação para 2026, visando fortalecer a ação sindical e preparar a categoria para futuros desafios. Logo na abertura do encontro, a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, apresentou uma análise de conjuntura sobre o cenário político e econômico nacional. Já a presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, ressaltou a importância do encontro para fortalecer a organização sindical. “O planejamento conjunto é o que garante que atuemos com unidade, estratégia e eficiência diante dos desafios que virão”, afirmou Adriana. Os debates destacaram a importância de uma atuação sindical integrada, com pautas conjuntas e diálogo permanente com a categoria. *Fonte: Federa-RJ

Dia Nacional de Luta mobiliza trabalhadores do Banco do Brasil

Trabalhadoras e trabalhadores do Banco do Brasil realizaram o Dia Nacional de Luta em defesa do banco público e dos direitos da categoria. O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense também marcou presença na mobilização convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro e pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB). O objetivo foi denunciar o aumento das metas, a sobrecarga de trabalho e a falta de contratações. O movimento reforçou a necessidade de valorização dos trabalhadores. A presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, ressaltou que a defesa do Banco do Brasil como banco público e dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras é uma bandeira que une toda a categoria. “As mobilizações mostram a força da organização sindical e o compromisso dos bancários e das bancárias com a sociedade brasileira”, disse Adriana. *Fonte: Federa-RJ

Contraf-CUT publica reportagem especial sobre Fintechs

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) está publicando uma série de reportagens sobre as Fintechs, em parceria com o Jornal GGN, com o objetivo de analisar por dentro do Sistema Financeiro Nacional. O texto escrito por Tatiane Correia, do Jornal GGN, mostra que “a regulação do sistema financeiro existe, em teoria, para proteger a economia e a sociedade de atividades ilícitas e riscos sistêmicos”. A reportagem aponta que duas resoluções elaboradas durante a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central blindaram instituições financeiras de processos criminais e do risco sistêmico. De acordo com a matéria, uma mudança na legislação cambial, pedida pelo BC, teve o efeito prático de anistiar cinco instituições: Master, Genial, Travelex, Santander e Haitong. Todos estavam sob investigação da Polícia Federal, na chamada Operação Colossus, que apurava um esquema bilionário de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Com a nova lei, a responsabilidade foi transferida para o cliente e a base legal para a acusação foi eliminada. Ainda segundo a reportagem, “os benefícios a bancos específicos não se limitaram à anistia cambial. Em outubro de 2023, o Banco Central editou outra norma que permitiu ao Banco Master não contabilizar o risco de bilhões em ativos de alta periculosidade, como precatórios e direitos creditórios”. Mesmo sendo técnico, o mecanismo contábil foi eficaz. O Índice de Basileia exige que os bancos tenham capital próprio para cobrir os riscos de seus ativos. A nova norma do Banco Central aumentou o fator de risco para precatórios. Porém, criou uma “data de corte”: 30 de junho de 2023. Ativos de risco adquiridos antes dessa data não precisaram ter seu risco recalculado. A brecha foi uma tábua de salvação para o Master. As alterações técnicas na regulação tiveram impactos profundos, levantando sérias questões sobre a imparcialidade e os verdadeiros beneficiários dessas políticas. *Fonte: Contraf-CUT

3ª Copa Contraf-CUT está com inscrições abertas

Estão abertas até 17 de novembro as inscrições para a 3ª Copa Contraf-CUT de Futebol Virtual (EA FC 25). A competição será realizada no dia 22 de novembro, a partir das 10h. As inscrições devem ser feitas nos sindicatos de base. A taxa de inscrição é de R$ 50 por participante. A competição terá 64 participantes e será disputada nas plataformasPlayStation 5, Xbox Series X/S e computadores (PC), com transmissão ao vivo das semifinais e da final nos canais oficiais da Contraf-CUT. As federações e sindicatos da base da Contraf-CUT podem indicar os competidores — bancários e bancárias sindicalizados ou seus dependentes diretos (filhos e cônjuges). A premiação será através de vouchers em dinheiro para os quatro primeiros colocados, sendo R$ 3 mil para o primeiro lugar, R$ 1.500para o segundo colocado, e R$ 500 para o terceiro e para o quarto. *Fonte: Contraf-CUT

Fukunaga deixa a Previ, após após conquistar superávit

João Luiz Fukunaga vai deixar a presidência da Previ para assumir a Diretoria de Relações Governamentais e ASG da EloPar, holding especializada em soluções de pagamento e fidelização. Fukunaga apresentou, na última sexta-feira (17), sua carta de renúncia ao Conselho Deliberativo da Previ, que aceitou o pedido. Para ocupar o cargo, o Banco do Brasil indicou Márcio Chiumento, atual diretor de Participações, para a presidência. A gestão de Fukunaga foi responsável por uma ampla agenda de modernização, com foco em fortalecer a governança, valorizar a diversidade e aproximar os associados. Entre os destaques está o Plano 1, que voltou ao superávit em agosto de 2025, após um déficit de R$ 17,6 bilhões registrado em 2024. *Fonte: Contraf-CUT