Empregados da Caixa vão apontar falhas do plano de saúde

Por iniciativa da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), , os empregados da Caixa serão chamados a apontar os problemas do Saúde Caixa. A medida também conta com apoio de outras entidades de representação sindical e associativas dos trabalhadores. As cobranças por melhorias na rede de atendimento e a queda do teto de gastos do banco são cobranças antigas, segundo Rafeal de Castro, diretor da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa. O chamado será feiro para que empregadas e empregados acessem a Central Saúde Caixa e registrem suas próprias reclamações, as quais o banco terá que responder. Além da melhoria na rede de atendimento, o teto de custeio da Caixa com a saúde de seus empregados, estabelecido no estatuto da Caixa em até 6,5% da folha de pagamentos, impede que o banco arque com os 70% dos custos do plano de saúde, conforme definido no Acordo Coletivo específico. Os empregados têm arcado com quase 50% dos custos do plano. Segundo orientação da Contraf-CUT, os sindicatos, todo dia 20 de cada mês (quando os empregados recebem seus holerites e veem o valor descontado pelo plano de saúde), a começar no dia 20 de fevereiro, devem realizar atividades nas unidades da Caixa explicando o objetivo da iniciativa e da importância de cada uma e cada um efetuar suas reclamações diretamente no site da Central Saúde Caixa. Outra orientação da Contraf-CUT é para que os sindicatos peçam o protocolo da reclamação feita pelo empregado para que a entidade cobre ao banco a partir da reclamação do próprio empregado. *Fonte: Contraf-CUT
Relatório atuarial do Saúde Caixa aponta aumento de de 22,86% nas mensalidades

Em reunião, no início deste ano, com dirigentes de entidades ligadas aos empregados, a Caixa apresentou informações sobre o Saúde Caixa, inclusive, o resultado financeiro no exercício de 2024. O relatório apresentado apontou um déficit de quase R$ 17 milhões. As receitas ficaram em R$ 3,57 bi e as despesas somaram R$ 3,58 bi. Este déficit significa 0,5% do total das receitas e despesas do plano no exercício e a reserva técnica teve saldo positivo em cerca de R$ 110 milhões. O resultado não impõe necessidade de conribuições adicionais para cobrir o déficit. Entretanto, o relatório atuarial contratado pela Caixa para o plano aponta um aumento nas mensalidades de 22,86% já em 2025.O relatório aponta a adoção de cobrança das mensalidades por faixas etárias como alternativa para o custeio do plano. Porém, segundo o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, essa alternativa nem pode ser considerada. “A adoção da cobrança por faixa etária representaria o fim do pacto intergeracional, princípio fundamental do Saúde Caixa. Isso inviabilizaria o plano para muitos empregados, em especial os aposentados, cujos custos ficariam insustentáveis”, ressaltou Takemoto. Para o diretor de Saúde e Previdência da Fenae, Leonardo Quadros, o financiamento do plano deve ser feito com o aumento da participação da Caixa no custeio, retirando ou ampliando o teto de 6,5% da folha. Segundo Quadros, não cabe mais aplicar novos reajustes para os usuários, o equilíbrio do plano precisa ser alcançado com o aumento da participação da Caixa e com melhorias na gestão. Rafael de Castro, diretor da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, disse que foi apresentada uma proposta de retorno dos Comitês de Credenciamento e Descredenciamento, que deve ser debatida na próxima reunião do GT Saúde Caixa. “Entendemos que sua implementação cumprirá um papel fundamental para a qualificação da rede”, observou Rafael. Segundo Rafael, a luta pela alteração do estatuto do banco para retirar o teto de 6,5% para o custeio do plano continua. Além disso, serão apresentadas propostas de melhoria, embasados no trabalho elaborado com os dados que a Caixa precisa passar para construir um modelo sustentável, viável e perene para o Saúde Caixa. *Fonte: Contraf-CUT
Caixa credita Delta ainda em janeiro

A Caixa Econômica Federal credita, nesse mês de janeiro, o valor do Delta (escala de referência de carreira no banco) na conta dos empregados elegíveis à promoção por mérito. A medida significa um aumento médio de 2,31% no salário-base a partir deste mês. A distribuição linear foi uma conquista da negociação entre a representação dos trabalhadores com o banco. Com isso, serão injetados, aproximadamente, R$ 360 milhões na economia do país até o final do ano. O coordenador do Grupo de Trabalho (GT) sobre Promoção por Mérito, João Paulo Pierozan, observou que além do aumento nos salários mensais, outro avanço conquistado nas negociações foi antecipar o início do pagamento do delta, que até o ano passado era creditado em abril. Critérios Os critérios a serem cumpridos em 2025 para o recebimento do primeiro e do segundo delta já foram definidos. Confira: 1° Delta• Certificação Agir Certo Caixa;• Certificação Cultura Digital;• Participação em uma ação do Programa Qualidade de Vida*• Um curso de iniciativa pessoal na Universidade Caixa ou Plataforma Coursera. 2° Delta Até 20% dos promovidos com 1 delta com:• Lotação em unidade com nota final anual no Resultado.Caixa maior que 100, considerando o local onde o empregado esteve lotado por maior tempo, ou a unidade em que ele estiver lotado em 31 de dezembro, o que for mais benéfico para o empregado.• Participação em pelo menos duas ações do Programa Qualidade de Vida. Quem fica de fora? Impedimentos previstos no RH 176:• Ter menos de 180 dias de efetivo exercício;• Ter sofrido penalidade de suspensão;• Ter sofrido censura ética;• Ter sofrido advertência, tendo recebido outra nos últimos 5 anos;• Estar com o contrato de trabalho suspenso;• Estar com o contrato de trabalho extinto;• Ter faltas não justificadas. Segundo Pierozan, é preciso lembrar que as empregadas e empregados que estão na referência de carreira 248, não recebem novos valores de delta, pois já atingiram o teto da carreira. *Fonte: Contraf-CUT
Caixa: CEE cobra mesa de negociação para questões de caixas e tesoureiros

Nesta terça-feira (21), a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal teve uma reunião sobre vários assuntos de interesse dos funcionários do banco. A negociação sobre questões específicas de caixas e tesoureiros fez parte da pauta do encontro. O assunto está pendente desde a Campanha Nacional dos Bancários de 2024. A questão deveria ter sido solucionada em até 50 dias após a assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico dos empregados. Entretanto, as negociações estão emperradas porque o banco insiste em uma proposta de redação que não deixa claro que o acordo deve apenas prevenir litígios futuros. Desse jeito, dá abertura para o banco usar o acordo em disputas já em andamento, o que não condiz com o que foi negociado durante a Campanha Nacional. “Queremos a retomada da mesa de negociações, mas a partir de uma proposta que leve em conta o que foi negociado, sem ataques a direitos, com novas nomeações e o fim da função por minuto”, disse o coordenador da CEE, Rafael de Castro. Segundo Rafael, diante dos avanços tecnológicos, é importante discutir o futuro da Caixa e do emprego bancário no banco, levando em conta que o perfil de cliente da Caixa sofre com a falta de acesso à tecnologia e, em alguns casos, com a inabilidade para realizar tarefas pelo smartphone. “A enorme quantidade de golpes financeiros sofridos pelo brasileiro é uma prova disso. Por isso, ainda é preciso que haja agências físicas da Caixa e empregados para atender a população de forma adequada, com respeito e dignidade”, explicou o coordenador. *Fonte: Contraf-CUT
Edital de credenciamento para o Saúde Caixa já está aberto

O edital 2025 para credenciamento de novos profissionais de saúde, clínicas e hospitais interessados em atender empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal, que sejam usuários do Saúde Caixa, já está aberto. Rafael de Castro, coordenador da Comissão Executiva do Empregados (CEE) da Caixa, explica que a ampliação da rede é uma das demandas da entidade para aumentar a capilaridade e melhorar o atendimento aos usuários. “Por isso, orientamos que todas as entidades e empregados contribuam com a divulgação da abertura do edital, principalmente para os profissionais, clínicas e hospitais onde gostariam de ser atendidos”, afirmou Rafael. Também podem se credenciar, além de hospitais, profissionais e clínicas de 15 especialidades: cardiologia, cirurgia geral, clínica médica, coloproctologia/proctologia, fisioterapia, gastroenterologia, ginecologia e obstetrícia, odontologia geral, oftalmologia, ortopedia e traumatologia, patologia clínica/medicina laboratorial, pediatria, psiquiatria, radiologia e diagnóstico por imagem e urologia. O coordenador da representação dos empregados no GT Saúde Caixa, Leonardo Quadros, reforçou a importância da divulgação, mas ressaltou que existe a reivindicação para que a Caixa acabe com este formato de credenciamento, que não permite a ampliação da rede na mesma velocidade das necessidades dos usuários. “Neste formato, quando há o descredenciamento em um local, não há a possibilidade de novos credenciamentos, pois o edital não está aberto. Com isso, os usuários ficam sem o atendimento, ou precisam se deslocar por longas distâncias para serem atendidos”, explicou. A Contraf-CUT também já apresentou diversas solicitações para que sejam reativados os comitês regionais de credenciamento e descredenciamento do Saúde Caixa. Para fazer indicações e obter informações, as entidades, empregadas e empregados devem acessar a Central Saúde Caixa. *Fonte: Contraf-CUT *Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Novo acordo específico sobre CCV já está valendo na Caixa

Já está em vigência o novo Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico sobre as Comissões de Conciliação Voluntária (CCV) na Caixa Econômica Federal. O banco comunicou a renovação à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), através de um ofício, na noite da última quarta-feira (22). No documento, a Caixa informa que o acordo foi “aprimorado e ampliado com foco em promover agilidade e conformidade ao processo conciliatório” e que “em atendimento ao compromisso firmado no Acordo Coletivo de Trabalho, a CCV poderá atender a partir de então as reivindicações sobre o tema da incorporação, além dos demais temas já atendidos.” Além da gratificação de função, poderá haver incorporação da gratificação de Porte de Unidade, do Complemento Temporário Variável de Ajuste de Mercado (CTVA), do Complemento Temporário de Cessão (CTC) e Adicional Pessoal Provisório de Adequação (APPA). Poderão realizar a CCV sobre incorporação e parcelas acessórias empregadas e empregados ativos que atendam aos seguintes requisitos:a) Admitidos até 10/11/2017;b) Dispensados da Função Gratificada ou Cargo em Comissão pelos motivos que gerariam incorporação;c) Possuam ou façam jus ao adicional de incorporação da gratificação;d) Sem ação judicial sobre o tema. Os sindicatos que já possuem adesão para instalação da CCV não precisam refazê-la. A comissão estará apta ao funcionamento enquanto houver renovação do ACT específico. Os sindicatos que não possuem e queiram fazer a adesão devem entrar em contato com a Comissão Nacional de Relações Trabalhistas (Ceret) da Caixa, por meio do e-mail ceret13@caixa.gov.br para se informar como fazer para assinar os Termos de Adesão para conciliação com empregados e ex-empregados. Os empregados de entidades que não têm adesão não poderão fazer os acordos por meio de CCV. *Fonte: Contraf-CUT
Funcef: aniversariantes de janeiro já podem fazer prova de vida

Aposentados ou pensionistas da Funcef, que fazem aniversário em janeiro, têm até o próximo dia 31 para fazer a prova de vida. O procedimento deve ser feito também por quem recebe benefícios por meio do convênio INSS/Caixa/Funcef. Vale lembrar que a realização do procedimento garante o recebimento do benefício. O processo pode ser feito de maneira rápida pelo aplicativo da Fundação. Os pensionistas devem ficar atentos à data de nascimento do titular do plano. Confira: – No aplicativo, é só clicar em prova de vida e seguir as instruções, apresentadas em vídeo explicativo no local. Clique em prova de vida, iniciar e siga os passos.– O procedimento é feito com biometria facial. Faça uma foto nítida. A imagem não pode estar embaçada ou tremida. Ao fazer a foto, não use óculos, máscara, chapéu ou boné.– O passo seguinte é fazer uma foto da frente e do verso do documento de identificação (RG ou CNH) válido. Se usar a carteira de motorista será necessário retirá-la do plástico. Feito isto, é só finalizar o processo. Informe-se nos canais de atendimento: – Fale Conosco, no site da Funcef;– Atendimento virtual no aplicativo da Funcef, de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h, exceto feriados;– Central de Relacionamento – 0800 706 9000 – se segunda a sexta-feira, das 10h às 16h, exceto feriado;– Whatsapp (61) 2193- 1050, se segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, exceto feriados. *Fonte: Fenae
Contraf-CUT e Fenae pedem agilidade em pautas a serem aprovadas pela Sest

Na última quarta-feira (8), representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) estiveram reunidos com a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest). O encontro aconteceu no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e teve o objetivo de discutir o andamento de temas que precisam da aprovação da Sest para serem implementados. Entre eles, a retirada do teto de 6,5% no custeio do Saúde Caixa, a proposta de redução do equacionamento do REG/Replan Saldado, além da incorporação do REB ao Novo Plano. “A sustentabilidade do Saúde Caixa é essencial para garantir que todos os empregados, ativos e aposentados, tenham acesso a um plano de saúde viável”, afirmou Eliana Brasil, coordenadora da Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa). Segundo Eliana, o teto de 6,5% é insustentável e precisa ser revisto para que seja possível aplicar plenamente o modelo de custeio 70/30, como previsto no Acordo Coletivo. O diretor de Saúde e Previdência da Fenae, Leonardo Quadros, lembrou que o Acordo Coletivo Específico sobre o plano de Saúde prevê o modelo de custeio na proporção de 70% pela Caixa e 30% pelos empregados. Mas ressaltou que o limitador imposto pelo estatuto da empresa impede a aplicação plena dessa proporção. Já o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, defendeu a necessidade de agilidade no processo de redução do equacionamento do REG/Replan Saldado, que já foi aprovado por todas as instâncias da Funcef e da Caixa. Takemoto explicou que a medida vai permitir uma redução de 43% nas contribuições extraordinárias, que atualmente consomem, em média, 20% dos benefícios dos participantes do plano. O representante da Sest se comprometeu a agilizar os processos e fornecer uma resposta sobre os temas já na próxima semana. *Fonte: Contraf-CUT/Fenae
Caixa completa 164 anos neste domingo (12)

Criada em 1861, a Caixa Econômica Federal completa 164 anos no próximo domingo, dia 12 de janeiro. Rafael de Castro, diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, falou sobre o banco. “A importância da Caixa é enorme para nosso país. É o único banco de atendimento ao público controlado pelo Governo Federal que atua em todo o território nacional. Seu papel de fomento ao desenvolvimento e de controle da economia é essencial”, ressaltou. O banco é responsável pelo pagamento do FGTS, do Bolsa Família, do Seguro Desemprego, do abono salarial, além de fazer a gestão das Loterias, do Minha Casa, Minha Vida, e de muitos outros programas de benefícios sociais do Governo Federal. “E somos nós, empregadas e empregados da Caixa, que atendemos toda essa população. Fomos nós, que durante a pandemia de covid, nas enchentes do Rio Grande do Sul, e em tantos outros momentos de tragédia, e também em momentos de alegria, estivemos e sempre estaremos lado a lado com a população. Somos nós que fazemos com que a Caixa seja chamada de ‘o banco do povo brasileiro’. E temos muito orgulho disso”, afirmou Eliana Brasil, secretária de Formação da Contraf-CUT e empregada da Caixa. A Caixa divulgou o balanço dos nove primeiros meses de 2024 em novembro passado. De janeiro a setembro de 2024, o banco pagou R$ 310,5 bilhões em benefícios sociais. Foram atendidas 22,3 milhões de famílias pelo Programa Bolsa Família, com R$ 121,8 bi pagos no período. Outros R$ 115 bi foram pagos com benefícios do INSS, R$ 40,1 bi de Seguro Desemprego, R$ 24,5 bi de Abono Salarial e R$ 9,1 bi de outros benefícios. Além disso, em julho de 2024, a Caixa era a responsável por 70% dos financiamentos imobiliários do país. Segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), mesmo realizando essa enormidade de atendimentos sociais, que os bancos privados não realizam por considera-los pouco rentáveis, a Caixa foi o banco, entre os cinco maiores (Caixa, BB, Itaú, Bradesco e Santander), com o segundo maior crescimento do lucro (+21,6%), na comparação com o mesmo período do ano anterior. Rafael explicou que a Caixa passou por pelo menos cinco anos de sucateamento e mudança de perfil. “A venda dos segmentos mais lucrativos para a iniciativa privada prejudicou a captação de recursos que contribuíam muito para o acúmulo de capital para empréstimo. Com a falta de capital, a Caixa perdeu terreno para a concorrência”, completou. Do final de 2014 a setembro de 2024, houve uma redução de 18% do quadro de pessoal da Caixa, uma queda de 101.500 empregos no final de 2014 para 83.640 em setembro de 2024. Uma redução de 17.860 postos de trabalho. “Não é da noite para o dia que a gente consegue mudar algumas coisas, mas precisamos ser ágeis na correção dos rumos para que no aniversário da Caixa do ano que vem, a gente possa comemorar o retorno de milhões de clientes que evadiram do banco, seja por essa falta de recursos, seja pelo atraso tecnológico. Que a Caixa enxergue que investir em qualidade de atendimento e na valorização de seus empregados é transformar a empresa em um ambiente saudável, que as pessoas querem estar para fazer negócio”, concluiu o coordenador da CEE/Caixa. *Fonte: Contraf-CUT *Foto de Marcelo Camargo/Agência Brasil
Com adequação aprovada, nova meta atuarial começa a ser praticada em janeiro na Funcef

As novas metas atuariais dos planos de benefícios, aprovadas pelo Conselho Deliberativo da Funcef, começam a ser praticadas em janeiro. No Novo Plano, REB e Reg/Replan Não Saldado, a meta passa de 4,5% para 4,85%. Já no Reg/Replan Saldado, a meta será 4,75%. O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, observou que a aprovação representa um avanço necessário para garantir o equilíbrio dos planos de benefícios e a sustentabilidade financeira no longo prazo. Leonardo Quadros, diretor de Saúde e Previdência da Fenae, ressaltou que a decisão marca o fim de uma sequência de pedidos de vistas que vinham adiando a definição sobre o tema. “Vale destacar que todos os participantes serão beneficiados pela medida. Quem está no Reg/Replan Saldado deverá ter o déficit não equacionado do plano praticamente zerado após o ajuste de precificação. E os participantes do REB e do Novo Plano que pretendem requerer o benefício a partir de janeiro terão um benefício maior”, informou Quadros. *Fonte: Contraf-CUT *Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil