Contraf-CUT solicita reunião com novo presidente da Cassi

Objetivo é ressaltar a importância e restabelecer a mesa de negociações entre as partes para garantir a manutenção da Cassi e a melhoria de seus serviços   A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviou nesta quarta-feira (16) um ofício ao novo presidente da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), Clóvis de Castro Júnior, solicitando o agendamento de reunião, em formato eletrônico. “Ele acabou de tomar posse no cargo. Além de fazermos as devidas apresentações, vamos apresentar o cenário das relações entre as entidades representativas da categoria e dos usuários da Cassi. Também queremos transmitir nossas posições referentes aos planos de assistência à saúde dos colegas funcionários do Banco do Brasil”, explicou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. O ofício ressalta que “a Cassi é um patrimônio inestimável dos funcionários do Banco do Brasil e de seus dependentes” e que os trabalhadores têm “a certeza da necessidade da manutenção de suas atividades e da continuidade das melhorias de seus serviços, sempre em atenção aos cuidados da saúde dessa comunidade”. “Queremos destacar a importância dos canais de relacionamento entre as partes, que possibilitam a garantia dos debates de interesse dos funcionários, usuários e seus dependentes”, disse o coordenador da CEBB. “Esperamos que a reunião seja realizada assim que possível, para que possamos reestabelecer as mesas de negociações. Tão logo ela seja realizada, os funcionários e usuários serão comunicados”, concluiu.   Fonte: Contraf-CUT  

Caref do BB distribui segunda edição do seu boletim

Material traz reflexões sobre reestruturação e mudança de comando no banco e convoca funcionários para o debate sobre os riscos de se afastar os trabalhadores da gestão da Previ A Conselheira Representante dos Funcionários (Caref) no Conselho de Administração do Banco do Brasil, Débora Fonseca, distribuiu, nesta terça-feira (15), a edição de junho do seu boletim eletrônico. Nesta segunda edição, ela traz reflexões sobre a reestruturação e a mudança de comando do banco. “O objetivo desta edição é mostrar que a alegada reestruturação do banco é, na verdade, uma desestruturação promovida pelos governos liberais, que prejudica os funcionários e a sociedade”, explicou a Caref. “Portanto, se o atual presidente mantiver essa política, podemos dizer que seu discurso de valorização dos trabalhadores e do banco é uma falácia, ou, no mínimo, uma jogada de marketing”, completou. Além da desestruturação, Débora informa sobre sua participação, como Caref, do Comitê de Tecnologia, Estratégia e Inovação (Cotei), que, entre outras tarefas, assessora o Conselho de Administração em temas relacionados a tendências tecnológicas e novos modelos de negócios, projetos ou iniciativas de inovação. Ela também informa que, na próxima edição, tratará sobre os riscos envolvidos em afastar os funcionários da gestão da Previ. “Peço aos funcionários que acessem minhas redes sociais no Facebook, Instagram e Youtube e para dar suas contribuições ao debate”, convocou. Periodicidade Em princípio, o boletim será distribuído a cada três meses, mas podem haver edições extraordinárias quando necessário. “A intenção é usar as redes sociais para a comunicação mais rápida e interativa e o boletim é apenas um apoio, um chamado à reflexão e participação, que acontecerá pelas redes”, disse. A Caref do BB explicou ainda que o boletim terá sempre três tópicos. No primeiro (Pra começo de conversa), a ideia é apresentar algumas reflexões e respostas a questionamentos dos funcionários. O segundo (E nós com isso?), será sobre coisas que estão acontecendo no banco que podem interferir na vida pessoal e profissional dos trabalhadores e da sociedade como um todo. Por fim, o terceiro (Embrulha pra viagem) é um chamado para a reflexão dos funcionários e possível tema do “Pra começo de conversa” da edição seguinte. Interação Neste primeiro momento, o boletim será apenas eletrônico e a distribuição ocorrerá pelo WhatsApp e outras ferramentas e app de comunicação direta. O chamado para a interação nas redes é completado por meio dos links de acesso direto do boletim para os perfis da Caref. “Espero ter bastante trabalho para responder às interações dos funcionários”, concluiu a Caref do BB. Fonte: Contraf-CUT

Empregados denunciam uso da Caixa em campanhas eleitorais antecipadas de Bolsonaro e Guimarães

Presidente do banco viaja pelo país fazendo propaganda ilícita do atual presidente da República A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa denuncia o uso indiscriminado do banco e de seus recursos para as campanhas eleitorais antecipada do presidente da República, Jair Bolsonaro, e do presidente do banco, Pedro Guimarães, o que é ilícito. A desconfiança começou com o excesso de viagens de Guimarães pelo país. O assunto chegou a ser tema de diversas matérias na grande imprensa. Em quase trinta meses no cargo, o executivo já fez cerca de 100 viagens pelo país. “As agendas desses encontros são claras, aproximar-se dos empresários e políticos locais. Por ele ser tão próximo do presidente, em quase todos os casos, faz chamada de vídeo e promessas de investimentos nas regiões. Isso é uma nítida campanha eleitoral bancada com os recursos da Caixa. Não podemos permitir este absurdo. É capaz até do Pedro estar na chapa do atual presidente”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa e secretária da Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fabiana Uehara Proscholdt, ao se referir a recente declaração do ministro da Economia, Paulo Guedes, que levantou a possibilidade de o presidente da Caixa ser candidato a vice-presidente da República na chapa de Bolsonaro. “Sob o pretexto de conhecer a Caixa ou de inaugurações de unidades, Pedro Guimarães tem viajado praticamente todo final de semana para algum canto do país. Nessas viagens tem se aproveitado para propagandear o governo e, especialmente, os atos do presidente da República em evidente propaganda eleitoral antecipada. E o mais grave, custeada com recursos da Caixa, o que é irregular pois também são recursos públicos”, completou Edson Heemann, integrante da CEE/Caixa. Cachê sigiloso A desconfiança ganhou ainda mais força com a decisão do governo brasileiro de manter sob sigilo o cachê pago a Andraus Araújo de Lima, o Cuiabano Lima, locutor de rodeios e amigo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), contratado para protagonizar a campanha nacional da Caixa Econômica Federal sobre o Auxílio Emergencial, que está no ar desde o dia 15 de maio deste ano. O jornal Brasil de Fato solicitou à Caixa, via Lei de Acesso à Informação (LAI), o valor pago ao locutor de rodeios pela campanha e foi comunicado pela estatal que “o contrato de direito de uso de imagem prevê o caráter sigiloso do valor do cachê”. Na resposta, o banco diz que a decisão é respaldada “juridicamente em virtude do interesse estratégico relacionado à campanha publicitária realizada.” Ainda de acordo com a resposta, o valor do cachê deixará de ser sigiloso 90 dias após a contratação de Cuiabano Lima, mas a Caixa não informa a data exata do acordo. O documento é assinado por Rodrigo Ferreira Vicente, Superintende Nacional de Publicidade e Propaganda da estatal. Cuiabano Lima havia publicado em seu perfil no Instagram, alguns vídeos mostrando os bastidores da gravação da campanha. Porém, após a repercussão, o locutor apagou as imagens. Apuração do Congresso em Foco mostra que, em 2020, Cuiabano Lima recebeu R$ 36 mil para estrelar outra campanha da Caixa, dessa vez sobre a Mega Sena da Virada. Em seu perfil nas redes sociais, Cuiabano ostenta diversas fotos com Jair Bolsonaro, inclusive na posse do presidente, quando foi convidado para a celebração íntima no Palácio do Planalto, ao lado da família do mandatário. No Instagram, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, comenta fotos de Valéria Cristina Rodrigues Dacal, companheira do locutor de rodeios.   Fonte: Contraf-CUT

Sindicato apoia Chapa 1 nas eleições da Fundação Itaú-Unibanco

Bancários do Itaú têm até esta terça-feira (13) para votar   O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense apoia a “Chapa 1 – Fundação para todos, o futuro é nosso” nas eleições que vai definir os representantes dos participantes ativos, autopatrocinados, optantes pelo BPD e em fase de opção e dos participantes assistidos no Conselho Deliberativo, no Conselho Fiscal e nos Comitês de Planos. A eleição, por voto digital, se encerra nesta terça-feira, 13 de maio. A posse dos eleitos será  dia 2 de agosto. A ampliação da representação dos participantes nos Conselhos e criação dos Comitês de Gestão por grupos de plano é uma conquista dos funcionários do Itaú-Unibanco, depois de muita negociação e muitas lutas. Jair Alves, coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, garante que hoje, além da convicção, há a experiência desses 12 anos de trabalho para enfrentar os novos desafios e continuar acrescentando conquistas a nossos planos e benefícios. “Por isso, participamos de mais essa eleição com a Chapa 1 –Fundação para todos, o futuro é nosso e pedimos seu voto também para os nossos candidatos aos Comitês de Gestão dos planos.” Para Jair, o apoio da Contraf-CUT é fundamental para conferir mais força e autoridade aos representantes dos participantes na gestão do nosso fundo de pensão. “A parceria entre nossos representantes e as entidades sindicais é ainda uma garantia de que os dirigentes eleitos da Fundação Itaú-Unibanco e dos Comitês de Gestão dos planos atuarão em defesa dos interesses dos participantes e dos trabalhadores”. Ele lembra que a Contraf-CUT preparou um material de apoio, que está disponível para download na área de acesso restrito do site. O movimento sindical sempre teve a convicção de que podia melhorar a Fundação Itaú-Unibanco, aumentando a fiscalização, ampliando a representação dos participantes e conquistando melhorias contínuas nos planos. “É o nosso futuro que está em jogo, portanto temos que ficar atentos ao novo calendário e às regras do processo que será de maneira virtual. Como houve alteração na forma de votação, chamamos a atenção do participante, para que ele possa ter tempo hábil para cadastrar sua senha junto à Fundação Itaú Unibanco, caso ainda não tenha uma senha”, ressaltou a dirigente da Fetec-CUT/SP Erica Godoy, atual conselheira deliberativa da Fundação. Poderão votar os bancários ativos e assistidos, que sejam participantes da Fundação Itaú e estejam alocados em um plano. Cada eleitor poderá votar apenas uma vez, independentemente do número de benefícios que receba da Fundação.  Para a votação nos conselhos, o participante vota na chapa. Já para a eleição dos Comitês de Gestão de Planos, o voto é individual. A votação será virtual, somente pelo site: www.fundacaoitauunibanco.com.br, com o participante utilizando sua senha cadastrada junto à Fundação. A apuração será dia 13 de maio e a divulgação dos eleitos entre os dias 14 e 17 de maio. Em caso de dúvidas, ligue para os telefones da Fundação: Capitais e regiões metropolitanas 4002-1299; demais localidades 0800 770 2299; deficientes auditivos ou de fala 0800 770 2399. Chapa 1 – Fundação para todos, o futuro é nosso Confira, abaixo, a composição da Chapa 1. Para o Conselho Deliberativo: Carlos Damarindo (diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo) e Mauri Sérgio (efetivos); e Erica Godoy e Kelly Fernanda, como suplentes. Para o Conselho Fiscal: Onisio Paulo Machado e Liliane Oliveira (efetivos); e na suplência por Adriano Campos Rodrigues e Antonio Augusto B de Borges. Os candidatos aos Comitês de Gestão dos Planos da Chapa 1 são: Ativos: Marcelo Abraão (PAC 3); José Geraldo Martins (Prebeg); Maikon Azzi (Futuro Inteligente e Itaubank-Ativos); Marco Antonio Pereira (Itaubanco CD – Ativos); Denia Almeida (Itaulan, Franprev, outros) Assistidos: Maria Helena Francisco (Itaubanco CD); Roberto Alvez de Souza (Itaucard); Clarice Torquato (Futuro Inteligente); Carlos Gouveia, o Carlinhos (Pac). Para a votação nos conselhos, o participante vota na chapa. Já para a eleição dos Comitês de Gestão de Planos, o voto é individual. Os candidatos formam uma chapa ampla, com representantes de várias regiões do país. Veja as principais propostas da Chapa 1 Previdência para todos: queremos um fundo de pensão privado fechado para todos os funcionários que ainda não possuem um plano de previdência fechada. Para aproximadamente 21 mil participantes do plano Itaubanco CD, debater sobre a distribuição de saldo excedente em 2020 do fundo previdencial. Criar alternativas para os participantes do Franprev num modelo semelhante ao Itaubanco CD. Queremos que os participantes tenham direito a uma vaga na diretoria da Fundação. Queremos, no Futuro Inteligente, fazer revisão das condições atuais do plano, introduzindo o Benefício Mínimo e análise do valor da UP. Reabertura da migração do PAC para o Itaubanco CD. JMS – mais transparência. Fonte: Contraf-CUT, com edição do Sind. Bancários do Sul Fluminense

Covid-19: Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense não economiza esforços e luta pela inclusão da categoria no Plano de Imunização

Nesta última semana, a cidade e o estado do Rio de Janeiro, assim como vários municípios Brasil afora, endureceram as medidas restritivas de funcionamento do comércio, bares e restaurantes como forma de conter o avanço da pandemia da Covid-19. Na outra ponta deste procedimento, a maior parte dos decretos estabelecidos em nível estadual e municipal manteve apenas as denominadas atividades essenciais, como hospitais, coletas de lixo, fornecimento de água e energia elétrica e os bancos. Embora, os trabalhos desenvolvidos pelos bancários sejam reconhecidos como essenciais para fomentar a economia, inclusive com o pagamento do auxílio emergencial do Governo Federal durante a semana, incluindo os sábados, a categoria não foi incluída até o momento como prioridade no PNI (Plano Nacional de Imunização). Neste contexto, e com o agravamento crescente da crise sanitária do coronavírus, o Departamento Jurídico do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense apresentou requerimento junto ao MPT (Ministério Público do Trabalho) e o MPF (Ministério Público Federal) pleiteando esse direito, já que o próprio PNI admite a revisão dos grupos prioritários devido ao dinamismo da doença. Enquanto a decisão não é consumada, a Diretoria decidiu mover ação judicial visando autorização para compra de vacinas para os bancários do Sul Fluminense. – Os advogados já elaboraram a ação e a partir desta semana vamos buscar o desenrolar dos fatos judiciais. Não há mais como protelar essa medida de prevenção e manutenção da vida dos bancários. A exposição aos riscos é constante e por mais que se faça o uso das máscaras de proteção facial, do distanciamento social e do álcool o perigo é constante não apenas para os bancários, mas também para seus familiares – argumentam os diretores da entidade sindical.   Fonte: Sind. Bancários Sul Fluminense

Contraf cobra da CEF previsão da publicação do balanço e solicita antecipação da PLR

Entidade também reivindica clareza no processo de reestruturação da Vilop A Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviou dois ofícios a direção da Caixa Econômica Federal na noite desta segunda-feira (22). No primeiro documento, solicitou esclarecimentos sobre a previsão da publicação do balanço anual do banco público e a antecipação do pagamento da segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), como forma de valorizar o trabalho feito pelos empregados durante o ano de 2020. Para a coordenadora da coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), Fabiana Uehara Proscholdt, a crise sanitária provocada pela pandemia do novo coronavírus exigiu um esforço redobrado dos bancários para atender a população num momento tão difícil. “A CEF exerceu um papel social importantíssimo junto aos mais necessitados, inclusive com abertura das agências aos sábados para o pagamento do auxílio emergencial”, afirmou. No segundo ofício, a Contraf-CUT pediu esclarecimentos sobre a reestruturação da Vice Presidência de Logística e Operações (VILOP). “As atividades de várias áreas estão sendo migradas, inclusive empregados. Recebemos denúncias que isso tem impactado no andamento das atividades executadas nas áreas anteriores, gerando descontinuação, desordem e ausências”, explicou Fabiana. “Além disso, também tem gerado muita apreensão entre os empregados, pois não existe qualquer transparência no processo de realocação”, concluiu. Fonte: Contraf-CUT , com edição do Sind. Bancários do Sul Fluminense