Seminário de Integração Sindical Brasil-Itália debate desafios e perspectivas do movimento sindical

A frase “Bons ventos sopram a nosso favor!” marcou a abertura do Seminário de Integração Sindical Brasil-Itália, nesta terça-feira (15). O encontro foi uma parceria entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação das Trabalhadoras e Trabalhadores no Ramo Financeiro do Estado do Rio de Janeiro (Federa-RJ). O evento contou com a presença do vice-presidente da Contraf-CUT, Vinicius Assumpção, o presidente da Fisac/CGIL Firenze (Federação Italiana de Trabalhadores de Seguros e Cooperativas de Crédito, de Florença, filiada à CGIL, a Confederação Geral Italiana do Trabalho) e a presidente da Federa-RJ, Adriana Nalesso. Também participaram os presidentes e dirigentes dos sindicatos de Campos, Niterói, Petrópolis, Rio e Teresópolis. Adriana Nalesso, presidenta da Federa-RJ, falou sobre as mudanças, desafios e perspectivas do movimento sindical, principalmente na categoria bancária. Entre os destaques, segundo a presidenta, está preocupação com a inovação tecnológica e os dados que indicam um decrescente número de sindicalização. No ramo financeiro, por exemplo, de 1 milhão e 610 mil trabalhadores do setor, apenas 19% são sindicalizados. Adriana ressaltou que o movimento sindical bancário resiste e as conquistas avançam. A presidenta lembrou uma frase do presidente Lula, que serve de motivação: “Não importa onde você está, e sim aonde quer chegar”. O vice-presidente da Contraf-CUT avaliou que o encontro mostrou que “há muita coisa em comum no Brasil e na Itália, como o ataque aos direitos trabalhistas e a precarização das condições de trabalho”. “O intercâmbio foi fundamental e agora tentaremos criar uma pauta única, com pontos de interesse de toda a classe trabalhadora, como a regulamentação do sistema financeiro, não apenas no Brasil, mas no mundo todo”, disse. O dirigente ressaltou ainda que “o setor praticamente não apresenta nada de produtivo no sentido de gerar emprego e renda, pois o dinheiro fica apenas voltado para a especulação, e essa é uma questão que podemos tratar de forma unificada”. O italiano Yuri Domenici, presidente da Federação dos Trabalhadores do Crédito e Seguro de Florença, valorizou a oportunidade e afirmou também que eles vivem desafios parecidos com os da nossa realidade: terceirização, fechamento das agências e a tentativa de reconquistar os benefícios para todos os trabalhadores da categoria. Domenici disse que não existem bancos públicos no país e que o presidente de extrema-direita eleito acabou com o salário-mínimo. Por isso, no dia 7 de outubro será realizada uma grande manifestação na Itália, pela garantia de direitos dos trabalhadores. O italiano defendeu a resistência do movimento sindical à “especulação financeira, que tem aumentado a desigualdade econômica no mundo, causando fome e pobreza”. Para ele, é necessário “atuar para acabar com as apostas do jogo financeiro, e essa é uma batalha enorme que somente a união da classe trabalhadora pode ganhar”. *Fonte: Federa-RJ ne Contraf-CUT

Banco do Brasil vai criar 14 novas plataformas

A criação de novas plataformas de Centrais de Relacionamento (CRBBs) e de Centros de Apoio aos Negócios e Operações de Logística (CENOPs) foi confirmada pelo Banco do Brasil, nesta terça-feira (15). A informação foi apresentada durante reunião com a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB). Serão 14 novas unidades (12 CENOPs e 2 CRBBs), localizadas em médias e pequenas cidades. “A criação dessas plataformas vai gerar uma dinâmica de movimentação de cargos dentro da empresa. Então, conversamos com o banco sobre qual será o impacto disso e quais são as soluções para demandas que já vínhamos colocando há anos nas mesas de negociação, que são a alta quantidade de claros – termo para vagas não ocupadas – nos prefixos e a proteção dos funcionários que são caixas”, disse a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes. De acordo com informações do banco, a criação das 14 plataformas, até novembro, vai gerar cerca de 300 vagas de assistentes e atendentes, nas CENOPs e nos CRRBs, e outras 200 vagas para assessor III, nas unidades estratégicas em Brasília. Impactos no encarreiramento Segundo o BB, os funcionários que hoje exercem ou recebem a remuneração de caixa executivo e que forem do mesmo município onde serão criadas as plataformas, terão, no período de 30 dias, exclusividade para concorrer às vagas nos novos CENOPs e CRBBs. O banco declarou ainda que a movimentação não causará impacto na vida do trabalhador que não se candidatar ao certame interno, tampouco haverá transferências compulsórias para preenchimento das vagas. Além disso, anunciou que, ainda no mês de agosto, ocorrerá a abertura do Sistema Automático de Concorrência à Remoção (SACR) e o início da convocação das pessoas que passaram no último concurso, realizado em abril. Com o SACR, funcionários que querem mudar de prefixo, terão a oportunidade de se movimentar para outras cidades ou regiões do país. No prazo de 30 dias, os trabalhadores de três cargos – caixas executivos, assistentes e atendentes – terão prioridade para concorrer às vagas de assessor III nas unidades estratégicas em Brasília. O banco ressaltou que acontecerão ajustes pontuais nas dotações de escriturários das agências, pela impostação de concorrência do SACR. E, com o objetivo de priorizar a participação dos escriturários que ingressaram na empresa no último concurso, o BB irá flexibilizar o tempo de carência de 18 para 12 meses na função, bem como para as dependências que têm até 10% de vagas faltantes. Em resumo: Até novembro, 14 novas plataformas especializadas serão criadas: 12 CENOPs e 2 CRBBs. As plataformas serão implantadas em pequenas e médias cidades, de três regiões do país (Sudeste, Centro-Oeste e Norte). Funcionários que hoje exercem ou recebem a remuneração de caixa executivo e que forem do mesmo município terão, durante 30 dias, prioridade na concorrência das vagas nas novas CENOPs e CRBBs. Além disso, durante 30 dias, caixas executivos, assistentes e atendentes terão prioridade para concorrer às vagas de assessor III nas unidades estratégicas. Também foi anunciado que, ainda em agosto, ocorrerá a abertura do SACR, por meio do qual funcionários poderão se inscrever para vagas em outros prefixos. O banco também promete convocar pessoas que passaram no último concurso, realizado em abril. O movimento sindical vai acompanhar toda essa movimentação para que não haja prejuízo às funcionárias e aos funcionários.   *Fonte: Contraf-CUT

Frente Parlamentar Mista para Promoção da Saúde Mental será lançada nesta terça-feira (15)

Nesta terça-feira (15/08), às 15h, acontece o lançamento da Frente Parlamentar Mista para Promoção da Saúde Mental, uma iniciativa para promover o debate sobre saúde mental no Legislativo brasileiro. A solenidade será realizada no Salão Nobre da Câmara dos Deputados. A criação da Frente é um passo fundamental para intensificar e qualificar o debate sobre saúde mental no Congresso Nacional. Isto mostra que nosso Sindicato está à frente nessa discussão, quando lançou no dia 23 de novembro de 2022, em parceria com o Departamento de psicologia da UFF/VR, o projeto onde baseia-se no estudo do trabalho bancário e suas repercussões na saúde dos trabalhadores. A criação da frente parlamentar, nos possibilitará reivindicar direitos, relativos a saúde do trabalhador bancário e fazer propostas baseadas em nosso projeto.

Presidenta do BB afirma que banco poderá emprestar ainda mais com queda da Selic  

A presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, comemorou os resultados das carteiras de crédito do banco, no segundo trimestre deste ano, Tarciana destacou que os empréstimos vão avançar ainda mais conforme a Selic for caindo.  “A inflexão da taxa de juros cria um ambiente para que a gente empreste cada vez mais”, afirmou Tarciana. A carteira do BB teve expansão de 13,6% em um ano, para R$ 1,04 trilhão. As operações que mais cresceram foram as destinadas ao agronegócio, com alta de 22,7% no mesmo período. A Selic foi cortada em 0,5 ponto percentual na última semana, recuando a 13,25% ao ano. A presidenta do BB explicou que o avanço da carteira de crédito veio aliada à “gestão adequada de risco”. Em junho, a inadimplência da carteira do banco era de 2,73%, pelo critério de atrasos acima de 90 dias, ficando abaixo da média do sistema financeiro. Tarciana disse ainda que o governo vai destinar o valor recorde de R$ 240 bilhões à agropecuária no Plano Safra 2023/2024. De acordo com as declarações de Tarciana, entre as 4,2 milhões de pessoas que tomaram alguma linha de crédito no Banco do Brasil no primeiro semestre, 2,2 milhões foram mulheres. Inclusão e sustentabilidade Durante a apresentação dos resultados, Tarciana disse que o banco vem conciliando a atuação comercial à função social, que foi uma das principais promessas de sua gestão. O Banco do Brasil se comprometeu a oferecer, até 2030, 30 milhões em crédito para energias renováveis no país, além de 200 bilhões em crédito para agricultura sustentável, totalizando R$ 500 bilhões em carteira de negócios sustentáveis. Tarciana explicou que o BB vem apoiando clientes para projetos geradores de crédito de carbono, especialmente na modalidade desmatamento evitável. Ela informa que 500 mil hectares foram protegidos no primeiro semestre. Os avanços institucionais relativos à inclusão também mereceram destaque, na entrevista da presidenta. Segundo ela, metade do Conselho de Administração é composto por mulheres. Além disso, há dois membros negros e duas pessoas LGBTQIAPN+ (em um total de oito). Tarciana informou, em primeira mão, que o BB assumiu o compromisso de ser embaixador de três movimentos do Pacto Global, da ONU: Elas Lideram (2030), Raça é Prioridade e Salário Digno. Resultados De acordo com o balanço apresentado, o Banco do Brasil fechou o segundo trimestre deste ano com lucro líquido ajustado de R$ 8,785 bilhões. Este valor significa um aumento de 11,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Em relação ao primeiro trimestre deste ano, o resultado do banco subiu 2,8%. Entre janeiro e junho, o lucro do banco subiu 19,5% em relação a igual intervalo do ano passado, para R$ 17,335 bilhões. Segundo maior banco público do país em ativos, o BB tem sustentado resultados acima dos pares de capital privado diante de uma carteira de crédito mais protegida da inadimplência trazida pela alta dos juros e da inflação a partir do ano passado. A margem financeira do banco, que mede o resultado com operações que rendem juros, foi de R$ 22,887 bilhões, crescimento de 34,2% em um ano puxada pelas operações de tesouraria. A receita financeira com operações de crédito foi de R$ 33,614 bilhões, 28,3% maior que no mesmo intervalo de 2022, e 4,1% maior em três meses. *Fonte: CNN

Pesquisa feita pelo Dieese mostra nova redução no emprego bancário

Um estudo feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a partir dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), aponta que foram fechados mais de cinco mil postos de trabalho no primeiro semestre de 2023. Foram 4,6 mil vagas a menos de julho de 2022 a junho de 2023. A área bancária/financeira está entre as mais afetadas, com redução de 3.385 vagas no semestre e de 2.629 em 12 meses. Também foram afetadas a área administrativa (1.329 e 2.124) e o atendimento ao público (199 e 299). A tecnologia da informação (TI), embora tenha fechado 273 postos de janeiro a junho de 2023, no período de um ano, apresentou saldo positivo de 312 contratações. De acordo com o secretário de Assuntos Socioeconômicos da Contraf-CUT, Walcir Previtale, “os números mostram uma tendência já conhecida, que é um sinal de alerta para a categoria, pois a eliminação de postos de trabalho tem ocorrido de maneira generalizada, em todas as áreas”. Walcyr acrescenta que “os principais bancos caminham no sentido contrário da geração de emprego e renda, com políticas de fechamento de agências, terceirização e demissão de trabalhadores, ao mesmo tempo em que apresentam balanços bilionários, com alta lucratividade, drenando para os seus cofres boa parte da riqueza socialmente produzida”. “Essa situação é inadmissível e precisa ser mudada, afinal qual é o papel do sistema financeiro em nossa sociedade?”, questiona Walcyr. O resultado do primeiro semestre do ano também mostra que as posições de gerenciamento foram as mais afetadas. Consideradas apenas as ocupações gerentes de contas de pessoa física e jurídica, administrativo, de agência e de clientes especiais, foram eliminadas 3.072 vagas. No mesmo período, ocorreu, ainda, o fechamento de 542 postos de escriturário. Por outro lado, os maiores saldos positivos foram para caixa de banco (mais 858 vagas), programador de sistemas de informação (193) e técnico de manutenção de sistemas e instrumentos (167). Movimentação Em junho de 2023, último mês incluído no estudo do Dieese, o saldo negativo foi de 899 postos, resultado decorrente de 2.718 admissões contra 3.617 desligamentos. Os números revelam que, nesse mês, 57,8% dos desligamentos ocorreram por demissão sem justa causa, 35,9% por pedido do trabalhador e 2,9% por justa causa. No recorte geográfico, em apenas cinco estados observa-se saldo ligeiramente positivo. A redução de vagas se deu em 21 estados, com destaque para São Paulo (424 postos), Rio de Janeiro (167) e Minas Gerais (84). Idade e sexo O resultado negativo foi mais acentuado entre as mulheres, que representaram 45,9% das admissões e 50,4% dos desligamentos. Na questão das faixas etárias, é possível observar saldo positivo entre as faixas até 29 anos, com ampliação de 502 vagas, com movimento contrário entre as faixas etárias superiores, com fechamento de 1.401 vagas. Remuneração O salário mensal médio do bancário admitido em junho alcançou o valor de R$ 6.308,16, enquanto o do desligado era de R$ 7.496,81, ou seja, o admitido passou a ganhar 84,14% do desligado. “Esse é um mecanismo adotado pelos bancos, que usam a movimentação da massa de mão de obra para reduzir a folha salarial. Claro que os mais jovens têm que ter sua oportunidade no mercado de trabalho, mas isso não pode ser usado pelos bancos para afastar o contratado com mais experiência, da mesma forma a representação de gênero deve ser igualitária, e não estamos vendo isso”, critica Walcir. Ramo financeiro No ramo financeiro, excluída a categoria bancária, o saldo foi positivo em junho, com a abertura de 1.714 postos de trabalho. Em 12 meses, foram criadas 16,2 mil vagas, média de 1,3 mil por mês, com destaque para crédito cooperativo (mais 1.015 postos), planos de saúde (229) e administração de cartões de crédito (176). Emprego formal De acordo com o Novo Caged, o emprego com carteira assinada no Brasil apresentou expansão de 157.198 postos em junho, com 1.914.130 admissões e 1.756.932 desligamentos. Os saldos foram positivos em todos os Grandes Grupamentos de Atividades Econômicas: Serviços (76.420), Agropecuária (27.159), Construção (20.953), Comércio (20.554) e Indústria (12.117). Os resultados gerais, que incluem o emprego formal e informal, no trimestre móvel de abril a junho, mostram desocupação de 8% (8,6 milhões de desempregados). A subutilização da força de trabalho foi estimada em 17,8% (20,4 milhões de pessoas que queriam e precisavam trabalhar mais horas) e os desalentados (aqueles que não têm mais estímulo para procurar trabalho) chegaram a 3,6 milhões. Para conferir a pesquisa feita pelo Dieese clique em Pesquisa do Emprego Bancário de agosto de 2023. *Fonte: Contraf-CUT

Copa Contraf-CUT Fifa 23 chega à final neste sábado (19)

A Copa Contraf-CUT Fifa 23 terá sua grande final neste sábado (19). Este foi o primeiro torneio de videogame para os trabalhadores de todo o Brasil do ramo financeiro filiados aos sindicatos da base da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e seus dependentes. A disputa reunirá 32 vencedores das cinco federações que promoveram torneios estaduais e regionais. As equipes foram divididas em oito grupos de quatro times cada. Os dois primeiros de cada grupo se classificam para o mata-mata. A partir daí, serão dois confrontos, até chegar aos dois jogadores que farão a final. Carlos Damarindo, secretário de Cultura da Contraf-CUT, ressalta que o torneio fortalece os laços entre as federações de todo o pais. “A Copa Contraf-CUT FIFA 23 demonstrou sua capacidade de unir apaixonados pelo futebol de diferentes regiões e estados. Além das rivalidades saudáveis entre as equipes, o torneio também contribui para fortalecer os laços entre as federações e promover o esporte em todo o país”, afirmou. Os jogos da semifinal, final e disputa de terceiro e quarto serão transmitidos pelos canais no Facebook e no Youtube da Contraf-CUT. A organização é realizada pela equipe da SMU Games, que oferece todo suporte durante o campeonato e um painel preparado para os competidores postarem os resultados dos jogos e acompanharem a tabela de classificação. *Fonte: Contraf-CUT

Adriana Nalesso é eleita vice-presidenta da CUT-RJ em congresso estadual

O 17º Congresso Estadual da CUT terminou neste sábado (12). Durante dois dias foram realizados debates  e plenárias, cujas resoluções aprovadas serão levadas ao 14º Congresso Nacional da CUT, que será realizado de 19 a 22 de outubro, em São Paulo. A presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, foi eleita vice-presidente da CUT/RJ. O atual presidente, Sandro Cezar, do SintSaúde, foi reeleito para o cargo. “Eu tenho muito orgulho de participar da Central Única dos Trabalhadores, independente de estar na direção ou não, defender o que a CUT defende é uma motivação. Será um grande desafio, mas é um momento de oportunidade para a gente dialogar com a sociedade, com os trabalhadores e trabalhadoras”, afirmou Adriana. Durante o congresso também foram eleitos os delegados que vão representar o Estado do Rio de Janeiro no 14º Congresso Nacional. As resoluções tiradas no encontro estadual referem-se ao papel que a CUT precisa desempenhar no processo de organização da classe trabalhadora e de reconstrução do Brasil. Destaque também para os desafios do movimento sindical, como o seu fortalecimento, valorização das negociações coletivas, atualização da organização sindical, além da participação da CUT na defesa da democracia e na reconstrução do desenvolvimento econômico sustentável e no combate à desigualdade. Homenagem No segundo dia do evento, foi feita uma homenagem pelos 40 anos da CUT, que foi fundada em 28 de agosto de 1983. As diretoras da CUT/RJ, Keyla Machado e Duda Quiroga fizeram um retrospecto da história da entidade, marcada pela luta contra a ditadura, construção de grandes greves gerais e por lutas contra planos econômicos contrários aos trabalhadores.

Contraf-CUT e Federa-RJ realizam o Seminário Integração Sindical Brasil-Itália nesta terça-feira (15)

Nesta terça-feira (15) será realizado o seminário Integração Sindical Brasil-Itália, em parceria entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação das Trabalhadoras e Trabalhadores no Ramo Financeiro do Estado do Rio de Janeiro (Federa-RJ). O encontro contará com a participação do vice-presidente da Contraf-CUT, Vinícius Assumpção, da presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, e de Yuri Domenici, presidente da Fisac/CGIL Firenze (sigla em italiano para Federação Italiana de Trabalhadores de Seguros e Cooperativas de Crédito, de Florença). A entidade é filiada à CGIL, a Confederação Geral Italiana do Trabalho. “Um evento de intercâmbio como esse é fundamental para entendermos a realidade aqui no Brasil, porque nossa realidade não é descolada do resto do mundo. Há um processo global de transformação do uso da informação, das ferramentas de tecnologia no sistema financeiro, que, claro, também está sendo sentido em outros países, principalmente da Europa. Por isso, precisamos entender melhor a realidade deles, e eles a nossa”, afirmou Vinicius. Para Vinicius, “o seminário será uma ferramenta útil, para que os trabalhadores dos dois países enfrentem esse tipo de situação e encontrem as melhores formas de luta nesse cenário, para avançar tanto na garantia de seus direitos, como em novas conquistas”. O seminário Integração Sindical Brasil-Itália será na sede do Sindicato dos Bancários do Rio, que fica na Avenida Presidente Vargas, nº 502, 21º andar, das 14h às 17h. *Fonte: Contraf- CUT

Congresso Estadual dos Trabalhadores e Trabalhadoras da CUT debate sobre ‘Trabalho, Renda e Respeito’

Começou nesta quinta-feira (10) o 17⁰ CECUT-Rio – Congresso Estadual dos Trabalhadores e trabalhadoras da CUT, com o tema “Trabalho, Renda e Respeito”.   O encontro conta com a presença de diversas lideranças bancárias, como as presidentas da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, e da Federa-RJ, Adriana Nalesso. O congresso termina neste sábado (12). Durante a abertura do congresso foram apontados itens como o emprego digno, o respeito ao meio ambiente e a defesa da democracia como fundamentais na reconstrução do país. A presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, falou sobre o que considera ser o maior desafio no momento. “Esse painel retrata bem a realidade dos Trabalhadores. Com a reforma trabalhista, o Rio de Janeiro foi quem mais perdeu postos de trabalho. Temos que resgatar e ressignificar a palavra trabalhador. Esse é um grande desafio dos nosso tempos, trazer esses trabalhadores excluídos de novo para o mercado formal de trabalho”, ponderou Adriana.   *Fonte: Federa-RJ

Conglomerado BB renegocia R$ 4,4 bi em menos de um mês do Desenrola

Aproveitando a força do Programa Desenrola, nas primeiras semanas, o conglomerado BB ampliou o alcance para demais públicos inadimplentes, inclusive micro e pequenas empresas. Com isso, cerca de R$ 4,4 bilhões já foram renegociados pelo conglomerado BB, sendo que o Banco do Brasil já renegociou R$ 4,1 bilhões e a empresa Ativos S.A. já renegociou outros R$ 308 milhões. O programa começou em 17 de julho. Desde então, mais de 264 mil clientes do BB e 241 mil clientes da Ativos S.A. tiveram acesso a condições especiais para renegociação de suas dívidas, não só por meio do programa, mas também por condições especiais para outros públicos (pessoas físicas em geral e também micro e pequenas empresas). O programa é uma iniciativa do governo federal e conta com apoio da Febraban, do BB e de outras instituições financeiras e entidades de proteção ao crédito. Segundo a presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, a expertise digital do banco apoiou o sucesso nas renegociações. “Nossa atuação no Programa Desenrola foi guiada e orientada com a Inteligência Analítica para a seleção do público e propensão do cliente em operar com o BB. Sempre acreditamos no potencial do Desenrola e observamos com satisfação a adesão do mercado nesse esforço para que milhões de brasileiros passem a ter dignidade financeira”, ressaltou Tarciana. Dos 264 mil clientes do BB que renegociaram dívidas neste período, cerca de 85 mil fazem parte do público Faixa 2 do programa Desenrola, que renegociaram volume total de R$ 725 milhões. Outros mais de 160 mil clientes pessoas físicas em geral aproveitaram as condições especiais, ampliadas pelo BB decorrentes do programa Desenrola, e renegociaram R$ 2,5 bi. Por fim, cerca de 19 mil micro e pequenas empresas já renegociaram aproximadamente R$ 960 milhões. Através da Ativos S/A, empresa do Conglomerado Banco do Brasil que atua na aquisição e cobrança de operações de crédito inadimplidas, mais de 241 mil clientes já foram beneficiados com as condições especiais disponibilizadas pela empresa, como maior desconto nas operações e possibilidade de parcelamento em até 10 vezes sem juros. O BB oferta descontos de até 25% nas taxas de juros de renegociação, descontos de até 96% nas dívidas e prazo de até 120 meses para pagamento, para os públicos selecionados. Os clientes podem utilizar o App BB, o Internet Banking nos endereços www.bb.com.br/renegocie (pessoas físicas) ou www.bb.com.br/renegociepj (pessoas jurídicas), a Central de Relacionamento pelos números. 4004 0001 (Capitais) e 0800-729-0001 (demais regiões), o WhatsApp enviando uma #renegocie para o número 61 4004 0001 e também toda a rede de agências. *Fonte: Banco do Brasil