Banco do Brasil: Previ tem o melhor resultado em dez anos

Todos os planos da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) tiveram resultados positivos em 2023, segundo matéria publicada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, com base em informações de Associados Previ.   Destaque para o Plano 1, que alcançou o maior superávit dos últimos dez anos: R$ 14,5 bilhões no período de doze meses, com rentabilidade de 13,5% ao ano (a.a.). Em relação ao Previ Futuro, o plano terminou dezembro com rentabilidade acumulada de 16,1% a.a., quase o dobro da meta de referência de 8,5%. Todos os perfis – conservador, moderado, arrojado e agressivo – alcançaram rentabilidade superior aos planos equivalentes do sistema de previdência complementar, segundo informação da diretora de Planejamento, Paula Goto. João Fukunaga, presidente da Previ, divulgou nota oficial explicando que os resultados foram alcançados porque a entidade aproveitou as oportunidades de rentabilidade. “Apesar da grande volatilidade do mercado em 2023, nós conseguimos um desempenho excepcional, garantindo um superávit. Importante destacar que esse resultado positivo se mantém na faixa de equilíbrio dos planos, proporcionando maior segurança para a Previ e os seus associados”, disse Fukunaga. A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, ressaltou que esses resultados são a “garantia para um futuro digno e seguro aos trabalhadores” associados à entidade. “O Plano 1 tem quase 102 mil aposentados e pensionistas, enquanto o Previ Futuro tem mais de 80 mil participantes da ativa e quase 4 mil aposentados e pensionistas. Então, ter uma Previ segura é importante para esses milhares de funcionários, ex-funcionários e seus familiares”, afirmou a coordenadora. Ainda segundo a matéria, atualmente, a Previ é o maior fundo de pensão do país e também da América Latina. E o seu plano Previ Futuro é o quinto maior plano de benefícios do sistema de previdência complementar do país. *Fonte: Contraf-CUT

Homenagem às mulheres agita a sede campestre

O sábado (9) foi de muita alegria na sede campestre do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense. A comemoração pelo Dia Internacional da Mulher reuniu trabalhadoras e familiares numa grande confraternização. Enquanto as crianças se divertiam com as brincadeiras preparadas pelos recreadores, as bancárias puderam participar de palestras e bate-papos especialmente preparados para a ocasião. Os temas foram “Esgotamento mental na mulher multitarefas. Quais metas devo cumprir?”, com Juliana Ribeiro; e “Autoconhecimento, poder do auto Amor”, com Jane Lameira. Para alegrar ainda mais o encontro, a música ficou a cargo da cantora Lorena Costa.

Eleições na Cassi começam nesta sexta-feira (15)

De 15 a 25 de março, os associados da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) vão escolher novos integrantes para os cargos da Diretoria de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes, Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) apoia as chapas 6 e 33, que defendem a ampliação da representação dos trabalhadores dentro da Cassi. A Chapa 6 (Conselho Deliberativo) é composta por Alberto Alves Júnior (Diretoria de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes), Ana Beatriz Garbelini (titular), Maria das Graças C. Machado (titular), Alessandro Greco Garcia (suplente), e Pedro Carvalho Martins (suplente). Já a chapa 33 (Conselho Fiscal) é integrada por Pedro Paulo Campos Magno (titular), Sybelle Natalle Braga Chagas (titular), José Arimatea de Souza Passos (suplente), e Thiago Noleto de Pádua (suplente). Confira as principais propostas:

Financiários participam de consulta nacional para definir campanha

Financiárias e financiários, sindicalizados ou não, podem participar da campanha nacional da categoria para renovação da Convenção Coletiva de Trabalho, que já começou. A participação de todos é fundamental para que a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e demais entidades de representação sindical saibam qual a opinião de cada um sobre as prioridades para a campanha. “É importante que haja o maior número possível de respostas, para que os resultados reflitam a real necessidade da categoria″, disse o coordenador do Coletivo dos Financiários da Contraf-CUT, Jair Alves. Um sistema de votação eletrônica foi disponibilizado pela internet com o objetivo de facilitar a votação e estará disponível até 23 de março. Basta acessar o link https://consultafinanciarios.votabem.com.br/ A data base dos financiários é 1º de junho e a pauta será aprovada nas assembleias que serão realizadas entre 2 e 12 de abril. Depois de aprovada nas assembleias, a minuta será levada à Fenacrefi para o início das negociações da CCT dos financiários. A secretária de Organização do Ramo Financeiro e Política Sindical da Contraf-CUT, Magaly Fagundes, lembrou que a categoria precisa estar unida para manter os direitos já estabelecidos na CCT e mostrar força na busca por novas conquistas. “Além de responder à consulta, os trabalhadores devem ficar atentos para a convocação das assembleias em suas respectivas bases para aprovar a pauta de reivindicações”, afirmou Magaly. *Fonte: Contraf-CUT

Cartilha da Contraf-CUT mostra conquistas das mulheres na categoria bancária

“Avançamos Juntas” é o título da cartilha divulgada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, com informações sobre as principais conquistas obtidas nos últimos 20 anos. A publicação, que está disponível para download na área de acesso restrito do site, explica a importância da luta pela igualdade salarial e orienta sobre o programa “Basta! Não irão nos calar!”, de assessoria jurídica a mulheres em situação de violência. Além de ser uma ação pelas comemorações do Dia Internacional da Mulher, a cartilha foi pensada como parte das discussões para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. “Estamos em ano de renovação da CCT. Então, com esse material, buscamos lembrar nossas colegas e nossos colegas sobre as conquistas que obtivemos, por conta da unidade e organização sindical. Na cartilha, indicamos também que precisamos avançar ainda mais, especialmente na questão de igualdade salarial e de oportunidade entre os gêneros”, informou Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários. Para acessar a cartilha, basta clicar no link: https://contrafcut.com.br/publicacoes/avancamos-juntas/ Fonte: Contraf-CUT

Trabalhadoras pedem fim de violência contra as mulheres

O Dia Internacional da Mulher, celebrado na última sexta-feira (8), foi marcado por comemorações e manifestações em diversos pontos do país. Trabalhadoras do movimento sindical uniram-se a outros movimentos sociais feministas reivindicando o combate à violência de gênero, igualdade salarial, além de garantia de direitos e a defesa da democracia. Para a presidenta da Contraf-CUT e vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Juvandia Moreira, o tema das manifestações deste ano busca orientar o debate por direitos e contra a violência. “Se a democracia em um país está em risco, estão também em risco todos os direitos já conquistados e os órgãos, entidades e movimentos sociais necessários para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária”, afirmou Juvandia. Os dados são alarmantes. No ano passado, o Brasil teve novo recorde de feminicídios. De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram 1.463 vítimas em 2023. Já o levantamento Monitor de Feminicídios no Brasil (MFB) aponta que entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2023, ocorreram no Brasil 1.706 casos de feminicídio consumados e 988 tentativas. A secretária da Mulher da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fernanda Lopes, falou sobre este aumento de violência contra a mulher. “Só vamos conseguir mudar essa trajetória expondo a realidade, informando toda a população e exigindo do poder público o combate a esse crime, por meio dos instrumentos legais e fortalecimento dos canais de denúncias e acolhimento às mulheres em situação de violência”, ressaltou Fernanda. *Foto da Galeria da Contraf-CUT

Boletim do Dieese aponta que salário da mulher era 22,3% menor que dos homens em 2023

Apesar de avanços e conquistas das mulheres na sociedade, o preconceito e a desigualdade ainda são marcantes. É o que mostra o boletim especial do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado esta semana, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher. Segundo o documento, o salário médio das mulheres no último trimestre de 2023 foi 22,3% menor que o recebido pelos homens. Além disso, 39,9% das mulheres no país recebiam até um salário-mínimo. Em relação às mulheres negras, praticamente metade (49,4%) ganhavam até um salário-mínimo, enquanto entre os homens, 29,8% ganhavam até um salário-mínimo. O estudo aponta ainda que a diferença salarial entre homens e mulheres é ainda maior com o aumento do grau de escolaridade. Mulheres que terminavam o curso superior ganhavam em média 35,5% (R$ 4.701) do que os homens (R$ 7.283). De acordo com a secretária da Mulher da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fernanda Lopes, o cenário reflete o preconceito estrutural. “Essa questão, somada à dupla jornada (o dever imposto socialmente à mulher de conciliar trabalhos domésticos e do dia a dia remunerado fora de casa) explicam a razão de haver tamanha desigualdade entre homens e mulheres em cargos de liderança”, observou Fernanda. Entretanto, o crescimento da economia brasileira em 2023, segundo o boletim, trouxe melhora nos dados gerais de emprego e renda também para as mulheres. Do 4º trimestre de 2022 ao 4º trimestre de 2023, houve aumento de 358 mil mulheres e de 26 mil homens na força de trabalho. Para conferir o boletim do Dieese na íntegra, clique aqui.

Sindicato festeja Dia Internacional da Mulher neste sábado (9)

Para comemorar o Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 8 de março, o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense organizou uma programação especial e está convidando todas as suas associadas. A comemoração será neste sábado (9) na sede campestre, com recreadores para cuidar dos seus filhos enquanto você participa dos bate-papos, com temas importantes e atuais. O esposo também será bem-vindo. O almoço está garantido, com churrasco e bebidas a preço de custo na churrasqueira principal. Além disso, haverá música ao vivo com a cantora Lorena Costa. Confira a programação completa: 10h – Brinquedos com monitores 10h30 – Recreação com Tio Leandro 12h30 – Churrasco e bebidas a preço de custo na churrasqueira principal 10h – Bate-papo com Juliana Ribeiro Tema: Esgotamento mental na mulher multitarefas. Quais metas devo cumprir? 11h30 – Bate-papo com Jane Lameira Tema: Autoconhecimento, poder do auto Amor 12h30 – Música ao vivo com Lorena Costa A sede campestre fica na Estrada Governador Chagas Freitas, 3.780, Colônia Santo Antônio, em Barra Mansa.

Banco do Brasil tem lucro recorde de R$ 35,56 bi em 2023

O lucro líquido ajustado do Banco do Brasil bateu um novo recorde em 2023, chegando aos R$ 35,56 bilhões. Comparado com 2022, o crescimento foi de 11,4%. Só no quarto trimestre do ano passado, o lucro alcançou os R$ 9,4 bilhões, com um crescimento de 7,5% em relação ao trimestre anterior. Quanto ao retorno sobre patrimônio líquido (RSPL), o índice bateu 21,6%, um crescimento de 0,5 ponto percentual (p.p.) em relação a 2022 e um pouco superior aos 21,3% do RSPL registrados nos primeiros nove meses do ano. Segundo o BB, este índice é semelhante ao dos bancos privados. A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, ressaltou que é importante analisar o novo recorde no lucro do BB como “resultado da atuação intensa das funcionárias e funcionários da empresa pública”. O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) produziu um relatório sobre os recentes resultados do BB. O documento mostra que, no final de 2023, o banco contava com 86.220 funcionários – aumento de 267 postos de trabalho em 12 meses e 1.508 postos em três meses. Entretanto, o número de clientes cresceu 1,07 milhão, alcançando 82,98 milhões de consumidores de serviços bancários do BB, também no período de um ano. O relatório aponta ainda que, no mesmo período, o número de agências tradicionais permaneceu igual (total de 3.172), mas houve abertura de nove agências digitais e especializadas, totalizando 820 estruturas nesses perfis, em comparação a dezembro de 2022. Fernanda explicou que “esses dados mostram que houve um aumento expressivo de clientes que não foi acompanhado, com a mesma intensidade pela entrada de novos funcionários e funcionárias no BB”. Segundo Fernanda, o movimento sindical vai continuar atuando nas mesas de negociação pela ampliação do quadro “porque a sobrecarga abre portas para uma gestão por assédio que nós precisamos combater”. Sobre a carteira de crédito ampliada, o balanço do banco aponta um crescimento de 10,3% em 12 meses, totalizando R$ 1,109 trilhão em dezembro de 2023. Apresentaram crescimento, ainda, nos últimos 12 meses as seguintes carteiras: Agronegócio, +14,7% (R$ 355,30 bilhões), seguida pela carteira Pessoa Jurídica, +9,0% (R$ 390,79 bilhões) e carteira Pessoa Física, +8,1% (R$ 313,12 bilhões). A carteira destinada ao exterior aumentou 4,2%. Quanto à inadimplência (atrasos superiores a 90 dias), o BB afirmou que ficou em 2,92%, aumento de 0,41 p.p. em relação a dezembro de 2022. Mesmo assim, este índice está abaixo da inadimplência média do Sistema Financeiro Nacional (3,30%). Em relação às despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) – provisões para devedores duvidosos (PDD) -, o índice aumentou em 37,5%, somando R$ 32,65 bilhões em 2023. De acordo com o BB, o principal fator para o provisionamento adicional foi o segmento large corporate (grande empresa).

Estudo do Dieese mostra saldo negativo em emprego bancário

Dados divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), mostram que houve saldo negativo de empregos bancários em 11 dos 12 meses do ano passado. O único mês com saldo positivo foi outubro com 271 postos de trabalho. Segundo o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, os bancos admitiram 36.142 bancários, mas demitiram 42.457. Foram fechados 6.315 postos de trabalho durante o ano de 2023. Para o secretário de Assuntos Socioeconômicos da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Walcir Previtale, os dados são preocupantes.   “Isso traz prejuízo para a economia, que gira mais devagar, aos clientes, que têm menos bancários para atendê-los, e principalmente aos trabalhadores, que veem o número de contas e de clientes aumentar juntamente com a sobrecarga de trabalho e o consequente adoecimento”, afirmou. Entre as ocupações mais afetadas estão as de nível gerencial: das dez principais ocupações com maiores saldos negativos, cinco são do nível gerencial, com destaque para Gerente de Contas – Pessoa Física e Jurídica, que perdeu 2.954 postos de trabalho. O levantamento fez uma análise segmentada por regiões geográficas e mostra que, em 2023, houve abertura de vagas nas regiões Norte (+140 vagas) e Nordeste (+307vagas) e fechamento nas regiões Centro-Oeste (-100 vagas), Sul (-363 vagas) e Sudeste (-6.299 vagas). São Paulo (-4.220 vagas) e Rio de Janeiro (-1.156 vagas) lideram o ranking de postos eliminados. Houve maior abertura de vagas no Rio Grande do Sul (+289 vagas), Bahia (+84 vagas) e Sergipe (+78 vagas). Quanto a sexo, faixa etária, raça/cor (nomenclatura utilizada nas bases de dados do Ministério do Trabalho, cujo registro parte de autodeclaração do trabalhador) e remuneração, os dados mostram que a categoria é composta por 48% de mulheres. Em 2023, do total de contratados, 54,3% são homens. Esse percentual sobe quando se trata de tecnologia da informação, onde 75,7% dos contratados são homens. Em relação à faixa etária, o saldo positivo fica nas faixas etárias até 29 anos (+7.628 vagas) e negativo para faixas a partir de 30 anos (-13.943 vagas). Quanto à raça/cor, os dados apontam que, em 2023, o saldo para pessoas pretas e pardas foi positivo em 1.317 vagas, sendo 24% do saldo atribuído às mulheres. O estudo mostra ainda que o salário mensal médio de um bancário admitido em dezembro de 2023 foi de R$ 6.174,35, enquanto o do desligado foi de R$ 7.845,89. Isto significa que o salário médio do admitido correspondeu a 78,7% do desligado.