Funcionários do Banco Itaú realizam assembleia sobre Acordos Coletivos nesta quinta (15)

Os funcionários do Banco Itaú e demais plataformas da rede realizam, nesta quinta-feira (15), assembleia geral extraordinária específica. A convocação foi feita pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Sul Fluminense. A assembleia teve início às 8h e vai até as 20h, de forma virtual, através do bancarios.votabem.com.br. Na pauta constam os assuntos relativos aos Acordos Coletivos como a deliberação acerca da aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho para pagamento da Participação nos Lucros e/ou Resultados referentes aos exercícios de 2023 e 2024; o Acordo Coletivo de Trabalho para concessão de Bolsas Auxílio Educação e Acesso à Plataforma Digital de Treinamentos para o exercício de 2023 e 2024; e o Acordo Coletivo de Trabalho que regulamenta o Teletrabalho, o Sistema Alternativo Eletrônico de Controle de Jornada de Trabalho e o Termo de Quitação 2023 e 2024, a serem celebrados com as empresas do Conglomerado Itaú Unibanco acima nominadas.

GT de Saúde do Itaú se reúne com o banco e cobra cumprimento da cláusula 87 da Convenção Coletiva de Trabalho

O Grupo de Trabalho (GT) de Saúde do Itaú-Unibanco se reuniu com a direção do banco, na manhã desta quarta-feira (14). O objetivo foi iniciar o cumprimento da cláusula 87 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), negociada na Campanha Nacional de 2022, sobre metas, cujo texto prevê o debate sobre as formas de acompanhamento das metas estipuladas para cada trabalhador e suas cobranças. A reunião ocorreu de forma híbrida. Os dirigentes sindicais apresentaram os levantamentos dos sindicatos e relataram os problemas que os trabalhadores têm enfrentado nos últimos meses devido às cobranças excessivas de metas. A coordenadora do GT de Saúde, Luciana Duarte, disse que é fundamental mostrar ao banco “os preocupantes números de doenças psíquicas relacionadas ao trabalho, com destaque para os alarmantes casos de esgotamento profissional (burnout), que são consequência de cobrança absurda de metas e assédio moral”.  A falta de eficácia do canal da prevenção de conflito também foi alvo de críticas. Segundo os sindicalistas, os números apresentados sobre adoecimento dos empregados são assustadores. Eles pedem que sejam debatidas e encaminhadas soluções concretas para os problemas. Uma pauta de negociação com vários temas relacionados à saúde e condições de trabalho foi entregue ao banco. “Criamos um calendário para tratar dos temas que são urgentes diante do cenário de adoecimento extremo da categoria”, ressaltou Luciana. O banco se comprometeu a trazer, na próxima reunião, marcada para o dia 27, a resposta de todos os casos denunciados. CONVOCAÇÃO O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Sul Fluminense convoca todos os funcionários do Banco Itaú e demais plataformas da rede para assembleia geral extraordinária específica. A assembleia será realizada de forma virtual, nesta quinta-feira, 15 de junho, das 8h às 20h, através do bancarios.votabem.com.br. Na pauta constam os assuntos relativos aos Acordos Coletivos como a deliberação acerca da aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho para pagamento da Participação nos Lucros e/ou Resultados referentes aos exercícios de 2023 e 2024; o Acordo Coletivo de Trabalho para concessão de Bolsas Auxílio Educação e Acesso à Plataforma Digital de Treinamentos para o exercício de 2023 e 2024; e o Acordo Coletivo de Trabalho que regulamenta o Teletrabalho, o Sistema Alternativo Eletrônico de Controle de Jornada de Trabalho e o Termo de Quitação 2023 e 2024, a serem celebrados com as empresas do Conglomerado Itaú Unibanco acima nominadas.

Contraf-CUT debate impactos da inteligência artificial durante visita do chefe de departamento da UNI Finanças Global

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) recebeu a visita de Ângelo Di Cristo, chefe de departamento da UNI Finanças Global, que tem sede em Nyon, na Suíça, e do diretor da UNI Américas Finanças, Guillermo Maffeo. Na oportunidade, foram debatidos temas como os impactos da inteligência artificial e do processo de digitalização no mundo do trabalho; negociação coletiva; e transição justa com justiça social. Os mesmos temas serão debatidos na Conferência da UNI Finanças Global e no Congresso da UNI Global Union, que serão realizados, respectivamente, em 24 de agosto e de 27 a 30 de agosto, na Filadélfia (EUA). “São temas mais do que atuais, que estão ligados ao dia a dia da classe trabalhadora e o debate sobre eles é fundamental”, disse a secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT, Rita Berlofa, que também é presidenta da UNI Finanças Mundial. Também participaram dos debates a presidenta, Juvandia Moreira, o Secretário-Geral, Gustavo Tabatinga, e o diretor da Contraf-CUT, Ricardo Jacques, além de Ângelo Di Cristo, Guillermo Maffeo e Rita Berlofa. *Fonte: Contraf-CUT

Bradesco: bancários fazem novo tuitaço nesta quarta-feira (14)

Mesmo tendo alta lucratividade, o Bradesco mantém sua política de fechamento de agências, demissão de empregados e exigência do cumprimento de metas consideradas abusivas. Por isso, nesta quarta-feira (14), está sendo realizado novo tuitaço com a hashtag  #AVergonhaContinuaBradesco. O protesto é também contra a postura do banco de negar o acesso de clientes e usuários aos caixas presenciais para o atendimento.

Movimento sindical entrega documento com pauta de trabalhadores durante reunião com a ministra Tebet

Durante reunião com a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet,  representantes do movimento sindical no Conselhão (Conselho de Desenvolvimento Econômico Social e Sustentável) entregaram documento com propostas da classe trabalhadora ao Plano Plurianual (PPA) Participativo do governo federal. A reunião aconteceu na última segunda-feira (12), em São Paulo. A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira falou sobre o conteúdo do documento. “O documento contém pautas que nós sempre defendemos, como direito à seguridade social e aposentadoria digna, investimento no setor produtivo e em políticas públicas, pensando o futuro do país, com redução das desigualdades e correção das distorções causadas pela reforma trabalhistas que incentivam mais a pejotização e não a criação de emprego de qualidade”, explicou Juvandia. O PPA precisa chegar ao Congresso até o dia 31 de agosto. A partir de então, o legislativo terá até dezembro para aprovar o instrumento de gestão orçamentária que valerá de 2024 até 2027. “Estamos falando de um planejamento que vai orientar o orçamento brasileiro para os próximos quatro anos, para onde vão os R$ 5 trilhões de reais que são arrecadados pelo governo federal. Essa é a importância do PPA”, afirmou Simone Tebet. Segundo a ministra, a meta do governo é pela criação de empregos com carteira assinada. Ela destacou ainda a lei que garante o pagamento de salários iguais para homens e mulheres que exercem a mesma função, aprovada na Câmara e no Senado, como um dos avanços no caminho para melhorar o mercado de trabalho brasileiro. A discussão do PPA no terceiro mandato Lula trouxe a ampliação da participação popular na discussão do orçamento. O Executivo iniciou uma série de plenárias nas 27 capitais. Também foi criada uma plataforma digital do PPA Participativo, na qual qualquer pessoa pode acessar e votar em propostas já feitas ou fazer novas propostas, segundo a secretária nacional do Planejamento, Leany Lemosb. Para Juvandia, a iniciativa do governo federal de realizar plenárias com diversos setores, trabalhadores, estudantes, empresários e para pensar o emprego frente à digitalização e o desafio de crescer e criando emprego de qualidade não é apenas positiva, mas sim necessária. “As propostas que o movimento sindical entregou dialogam com o compromisso que o governo firmou com a classe trabalhadora ainda durante a campanha eleitoral. E entre essas propostas está o tema por igualdade de oportunidades, na qual a categoria bancária vem conquistando avanços desde os anos 2000, com a inclusão do debate nas mesas de negociação com os bancos”, ressaltou Juvandia. Clique aqui para acessar o site do PPA Participativo *Fonte: Contraf-CUT

COE do Mercantil se reúne para discutir programa próprio de PLR

A Comissão de Organização dos Empregados do Banco Mercantil do Brasil (COE/BMB) esteve reunida nesta segunda-feira (12). Na pauta, discussão e deliberações sobre a proposta de acordo próprio de PLR para 2023 e outros assuntos de interesse dos trabalhadores. Marco Aurélio Alves, funcionário do banco e coordenador da COE/BMB, falou sobre os temas da reunião. “Absurdamente, a meta de lucro anual, que era de R$ 250 milhões em 2022 passou para R$ 330 milhões em 2023, representando um aumento de 32%. Isso foge à realidade e, praticamente, impossibilita o atingimento da meta e recebimento de PLR pelos empregados. Não podemos aceitar mais essa arbitrariedade”, disse. A COE vai realizar pesquisa de clima entre os funcionários do Mercantil em todo o país, sobre a proposta de programa próprio. A próxima reunião da COE/BMB com a direção do Mercantil sobre o programa próprio de PLR 2023 ainda não data definida, mas deve ser realizada, preferencialmente, de forma híbrida e com a participação de representantes dos sindicatos, que possuam agências do Mercantil em suas respectivas bases territoriais. Fonte: Contraf-CUT

PIS/Cofins: plenário do STF vota a favor de que bancos paguem impostos sobre receitas

Por nove votos a um, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os bancos devem pagar PIS/Cofins sobre receitas financeiras. A medida evita uma perda de receitas de R$ 115 bilhões para o governo, segundo estimativa da Receita Federal.  Os processos sobre o tema tinham como parte o banco Santander e a Sita, uma corretora de câmbio e outros investimentos. Mas o Supremo deu status de repercussão geral. Dessa forma, o entendimento final deverá ser aplicado a todas as instituições financeiras do país, entre bancos, corretoras e seguradoras, entre outras.  Desde 2014, a legislação passou a deixar claro que a cobrança de PIS/Cofins sobre o faturamento dessas instituições também recai sobre as receitas financeiras, como juros e valorização cambial, por exemplo. Mas os bancos questionavam a incidência dessas contribuições federais entre os anos de 2009 e 2014, alegando que a lei sobre o assunto não era clara sobre o que constitui, de fato, o faturamento dessas empresas.  O montante de R$ 115 bilhões calculado pela Receita Federal é referente às contribuições dos últimos cinco anos, que agora o governo fica autorizado a cobrar das instituições financeiras. Valores anteriores a isso já tiveram sua cobrança prescrita.  A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) apresentou, no processo, a estimativa de R$ 12 bilhões em impacto sobre o caixa das instituições financeiras. O valor tem como base disputas judiciais já em curso, envolvendo 12 bancos: Bank of America, BNP Paribas, Bradesco, BTG Pactual, Daycoval, GMAC, Itaú-Unibanco, Mercantil do Brasil e Santander. Segundo a Febraban, alguns bancos podem se livrar da cobrança, por terem aderido a programas de recuperação fiscal. Entre eles estão o Banco do Brasil, o Citibank e a Caixa Econômica Federal. Com este resultado, devem ser retomadas 65 ações judiciais que estavam paralisadas à espera da tese de repercussão geral sobre o assunto.  Fonte: Agência Brasil

CEE faz visita institucional para reivindicar aumento de cursos e fortalecimento da Universidade Caixa

Membros da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal vão a Brasília, nesta terça-feira (13) para reivindicar a ampliação da oferta de cursos e programas de formação, além do fortalecimento da Universidade Corporativa Caixa. O pedido será feito durante visita institucional à Universidade. A coordenadora da CEE/Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, falou sobre a importância da visita e do fortalecimento da Universidade Caixa. “A Universidade Caixa deve não apenas disponibilizar os cursos, mas manter programas de formação que permitam que as pessoas estudem com calma, de preferência presencialmente, assimilem os conhecimentos e os utilize para seu desenvolvimento profissional e pessoal e para a melhoria do atendimento dos clientes e de toda a população brasileira, sobretudo das pessoas mais carentes, que dependem dos programas sociais do governo federal”, afirmou Fabiana. Os membros da CEE vão aproveitar a viagem para conhecer a nova estrutura da Vice-presidência de Pessoas da Caixa. “Queremos uma gestão de fato humanizada e a área de pessoas é a que lida com as questões relacionadas ao dia a dia de trabalho dos colegas. É urgente a revisão dos processos para diminuir o adoecimento, especialmente os decorrentes de assédio em razão das metas”, observou a coordenadora da CEE. Fabiana ressaltou que a CEE está cobrando todas as reivindicações tiradas durante o último Conecef (Congresso Nacional dos Empregados da Caixa). “As reivindicações já haviam sido encaminhadas no ano passado, mas foram menosprezadas pela antiga gestão. Temos que avançar, com as negociações”, completou. *Fonte: Contraf-CUT

Segurança bancária: Grupo de Trabalho bipartite é instaurado

Representantes do Comando Nacional dos Bancários e da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) deram continuidade à instalação do Grupo de Trabalho (GT) bipartite para avaliar os dados estatísticos e a possibilidade de acordo sobre a adoção de dispositivos de segurança bancária. A reunião ocorreu nesta segunda-feira (12). A constituição do GT está garantida na Convenção Coletiva do Trabalho (CCT) dos bancários, sendo uma conquista da Campanha Nacional dos Bancários 2022. “O tema é bastante sensível e temos que debater com toda sinceridade e responsabilidade que o mesmo requer”, disse o coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Elias Hennemann Jordão. Mantendo a mesma postura apresentada durante a Campanha Nacional, a Fenaban afirmou que houve redução no número de assaltos a agências e postos bancários de 2000 a 2021. A entidade propôs que a representação dos trabalhadores se juntem aos bancos e atuem contra as normas estaduais e municipais de segurança, que exigem aparatos de segurança além dos previstos na Lei 7.102/1983, que regulamenta a segurança bancária. “Os casos reduziram justamente por causa dos sistemas de segurança, não há porque mexer em time que está ganhando”, disse Adelmo Andrade, representante da Federação Empregados em Estabelecimentos Bancários da Bahia e Sergipe (Feeb/BA-SE). Para Elias, a proposta da Fenaban é totalmente inoportuna. “Dada a conjuntura, existe uma preocupação com a retomada da violência. Por isso, entendemos que, se abrirmos mão de aparatos de segurança e de vigilantes neste momento, estaremos colocando em risco a categoria e os clientes. Acreditamos que temos que avançar na questão da segurança e não retroceder”, disse. Elias lembrou ainda que a retirada de portas de segurança e de vigilantes das agências bancárias desrespeita legislações específicas de estados e municípios e que existem várias decisões judiciais que condenam os bancos a pagarem multas pelo descumprimento das leis. Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que, ainda que em números relativos às transações via agências tenham perdido espaço, 48% delas são com movimentação financeira e que isso demonstra a importância de haver sistemas de segurança e vigilantes em qualquer tipo de agência bancária. Os dirigentes sindicais também ressaltaram as agressões que os trabalhadores vêm sofrendo nos últimos meses.  “A sensação de insegurança não é só causada pelos assaltados, também acontecem inúmeros casos de ameaças e agressões físicas, mais uma comprovação da necessidade de vigilantes”, afirmou Nilton Damião Esperança, presidente da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Rio de Janeiro e do Espírito Santo (Fetraf RJ/ES). *Fonte: Contraf-CUT

CONVOCAÇÃO: Sindicato convoca funcionários do Itaú para assembleia virtual sobre Acordos Coletivos nesta quinta (15)

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Sul Fluminense convoca todos os funcionários do Banco Itaú e demais plataformas da rede para assembleia geral extraordinária específica. A assembleia será realizada de forma virtual, nesta quinta-feira, 15 de junho, das 8h às 20h, através do bancarios.votabem.com.br. Na pauta constam os assuntos relativos aos Acordos Coletivos como a deliberação acerca da aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho para pagamento da Participação nos Lucros e/ou Resultados referentes aos exercícios de 2023 e 2024; o Acordo Coletivo de Trabalho para concessão de Bolsas Auxílio Educação e Acesso à Plataforma Digital de Treinamentos para o exercício de 2023 e 2024; e o Acordo Coletivo de Trabalho que regulamenta o Teletrabalho, o Sistema Alternativo Eletrônico de Controle de Jornada de Trabalho e o Termo de Quitação 2023 e 2024, a serem celebrados com as empresas do Conglomerado Itaú Unibanco acima nominadas.