Caixa divulga balanço com lucro de R$ 4,5 bilhões no primeiro semestre

Balanço divulgado pela Caixa Econômica Federal, nesta quarta-feira (16), mostra que o banco registrou lucro líquido de R$ 2,6 bilhões no segundo trimestre de 2023. O lucro acumulado no primeiro semestre chegou a R$ 4,5 bilhões, apontando alta de 3,2% frente os seis primeiros meses do ano passado. De acordo com informações do banco, o lucro foi puxado por um aumento na margem financeira e nas receitas com prestação de serviço. Também houve alta expressiva na carteira de crédito. O resultado mostra que a Caixa teve um crescimento de 40,9% em seu lucro de um ano para o outro, comparando os números do segundo trimestre deste ano com os do mesmo período de 2022. Segundo a companhia, o principal destaque do balanço deste trimestre é o aumento de 16,7% na margem financeira. Esse é um indicador operacional que representa a diferença entre todas as receitas da empesa (geradas, principalmente, a partir da cobrança de juros sobre os clientes) e as despesas. A margem financeira da Caixa foi de R$ 14,9 bilhões no segundo trimestre. Além disso, a receita com prestação de serviços também cresceu e chegou a R$ 6,3 bilhões entre abril e junho, uma variação positiva de 2,9% em relação ao mesmo período do ano passado. A carteira de crédito do banco encerrou o segundo trimestre com um saldo de R$ 1,06 trilhão, alta de 14,4% em um ano. Essa carteira é a soma de todo o saldo devedor de empréstimos e financiamentos realizados pelo banco. Ainda segundo o balanço, a Caixa entregou R$ 132,5 bilhões em crédito no período, com destaque para os seguintes segmentos: agronegócio, com alta de 60,5%; crédito imobiliário, com alta de 15%; crédito para pessoa jurídica, com alta de 11,8%; crédito comercial para pessoa física, com alta de 9,6%; e saneamento e infraestrutura, com alta de 5,3%. *Fonte: G1

Saúde Caixa: representação dos empregados critica números apresentados pelo banco

Representantes dos empregados no Grupo de Trabalho Saúde Caixa, em reunião na última terça-feira (15), questionar o banco, mais uma vez, sobre a demanda dos empregados de remover a limitação de 6,5% da folha de pagamentos e proventos para custeio do Saúde Caixa. No encontro, que aconteceu em Brasília, a coordenadora da representação dos trabalhadores, Fabiana Uehara, ressaltou que a aplicação do teto vai inviabilizar a sustentabilidade do plano. “O banco tem divulgado uma revisão no estatuto. A gente quer saber qual parte do estatuto é analisada e esperamos que a retirada deste limitador esteja contemplada. Esta é uma demanda dos empregados e da representante dos trabalhadores no Conselho de Administração desde 2017. Se a Caixa não aprofundar o debate, entraremos num impasse”, disse Fabiana. A representação dos empregados continua crítica às divergências dos números apresentados pelo banco. Entre os pontos, destaque para a diferença de R$ 82 milhões nas contribuições dos usuários que não estão inseridas nas reservas do plano, conforme apresentação do relatório do banco. A Caixa buscou justificar os números e, diante das contestações dos representantes dos empregados, a empresa se comprometeu a enviar um documento justificando os números, inclusive a diferença no valor dos fundos de reservas desde a constituição do plano até 2022. O banco informou ainda que aquele seria o último encontro do grupo e que os assuntos debatidos seriam encaminhados à mesa permanente. A decisão foi imediatamente questionada pela representação dos trabalhadores. “O debate ainda está inconclusivo. Até o momento a Caixa não trouxe respostas suficientes, ainda não temos pleno acesso a dados que são base para construirmos em conjunto um modelo eficiente e custeio justo a todos os empregados”, avaliou Fabiana Proscholdt. A coordenadora ressaltou que “se os números solicitados desde o início das discussões no GT fossem apresentados, já teríamos avançado muito. Depois de tantas reuniões a gente não ter, de fato, uma resposta para dar aos usuários é muito frustrante.” O representante dos trabalhadores no GT, Leonardo Quadros destacou que a decisão fere o Acordo Coletivo, que prevê a manutenção do grupo para tratar do Saúde Caixa, sua sustentabilidade e qualidade. “A Caixa precisa fornecer acesso às bases primárias do plano, com dados certificados, para que a consultoria contratada pela representação dos empregados faça as avaliações necessárias a fim de aprofundarmos os debates do custeio do plano”, reforçou Quadros. Também representante dos empregados, Maria Lúcia Dejavitte, reforçou o posicionamento. “O sentimento que fica é que o GT não cumpriu seu objetivo e as reuniões são apenas informes e não uma discussão aprofundada dos apontamentos que fizemos aqui. Esse GT é visto como oportunidade de criar algo que é muito valioso para os empregados, especialmente os aposentados. Quando saímos de uma reunião sem uma notícia, desperta uma ansiedade muito grande neles”, afirmou. A Caixa, depois dos questionamentos, recuou e informou que vai dar continuidade ao GT. O calendário dos encontros ainda será definido. A representação dos empregados reforçou a necessidade de aprofundar o debate em diversos pontos, inclusive sobre prevenção de doenças e promoção da saúde – ações que reduziriam os custos do plano. “Isso vai refletir na melhoria da saúde ocupacional e da qualidade de vida dos empregados da ativa, aposentados e seus dependentes. Além de reduzir os custos, o plano deixará de tratar doenças e passará a tratar as pessoas”, ressaltou Fabiana. Empresa de auditoria A representação criticou novamente a mudança nos contratos de auditoria. Além da preocupação com a equipe de empregados da Cesad, que hoje realiza os serviços, os representantes criticam o escopo da contratação da nova empresa, que extrapola o papel de auditoria e tem atribuições como rotinas de credenciamento, por exemplo. “Isto demonstra um claro problema de gestão”, observou Fabiana Uehara.   *Fonte: Contraf-CUT e Fenae

Contraf-CUT e Fenae têm reunião com relator de projeto que libera abertura de bancos em finais de semana

Nesta segunda-feira (15), representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) se reuniram com o novo relator do  PL 1043/2019, que volta a tramitar. O projeto obriga os bancos a abrir as agências aos sábados, das 9h às 14h, e aos domingos, das 9h às 13h. O secretário de Relações do Trabalho da Contraf-CUT, Jeferson Meira, o Jefão, que é o responsável da Confederação pelo acompanhamento das pautas de interesse dos trabalhadores em tramitação no Congresso Nacional, falou sobre a reunião. “Trouxemos nossas preocupações e posicionamentos ao relator e mostramos porque defendemos o arquivamento deste projeto. Trata-se de um projeto pernicioso, que pode aumentar ainda mais a pressão por metas e o assédio sobre a categoria bancária, e, consequentemente, gerar ainda mais adoecimento de trabalhadores, que já sofre demais com as cobranças abusivas”, disse. Jefão lembrou que para a abertura em casos excepcionais, como feiras e eventos de negócios, ou situações emergenciais, são realizados acordos específicos para que bancários possam trabalhar em dias não úteis, sem que haja alteração na jornada de toda a categoria. O secretário explicou, ainda, que a jornada da categoria é reduzida para que haja tempo de relaxamento para os trabalhadores, que desempenham suas tarefas em constante pressão, seja devido à cobrança abusiva de metas pelos gestores, seja porque manipulam grandes quantidades de recursos financeiros, o que gera sensação de insegurança e medo de assaltos. “A categoria é a que tem maior índice de afastamentos para tratamento de saúde, sendo os transtornos mentais o mal de maior incidência”, disse Jefão. Segundo o autor da proposta, o horário de funcionamento das agências, hoje, se sobrepõe à jornada de trabalho da maioria da população, sendo necessária a abertura das agências nos finais de semana. O diretor de Administração e Finanças da Fenae, Marcos Saraiva, o Marcão, contesta a argumentação do autor do projeto e explica que a digitalização do setor bancário e o aumento das transações digitais é uma realidade que contempla a necessidade da população. E ressalta os prejuízos aos trabalhadores. “Se o objetivo é melhorar o atendimento à população, deveria aumentar as contratações, colocar mais bancários nas agências. Na nossa opinião, a intenção da proposta é atender o interesse do mercado financeiro e aumentar ainda mais o lucro dos bancos em detrimento da saúde dos trabalhadores”, enfatizou Marcão. Luta antiga Desde 2019, quando o autor do projeto, apresentou a proposta, o movimento sindical bancário vem lutando contra sua aprovação, o que levou à retirada de pauta diversas vezes. “Queremos mais do que a retirada de pauta, queremos o arquivamento definitivo”, disse Jefão. O dirigente da Contraf-CUT lembra, no entanto, que antes mesmo do PL 1043/2019, já houve diversas tentativas de aprovação de leis que autorizam a abertura dos bancos aos finais de semana. “A pauta já surgiu no Congresso de diversas formas, por projetos de lei ou por medidas provisórias. Até mesmo colocadas como ‘jabutis’ em propostas sem qualquer ligação com o tema. Seja por sua ilegalidade, seja pela pressão exercida pelos trabalhadores, conseguimos derrubá-las. Mas o assunto, vira e mexe volta à pauta. Com certeza existem interesses escusos nisto. Temos que nos manter mobilizados e continuar acompanhando este projeto e todos os outros que são interesse dos trabalhadores, para lutar contra aqueles que nos prejudicam e apoiar aqueles que nos trazem novas conquistas”, ressaltou Jefão. Fonte: Contraf-CUT e Fenae

Previc aprova nova resolução sobre fundos de pensão

A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) aprovou uma nova resolução para as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC). Segundo a Superintendência, a Resolução 23 representa a mais abrangente revisão das normas que regem as EFPC e consolida, após análises e revisões, um total de 40 normativos editados desde 2007. De acordo com a autarquia, o objetivo é rever excessos regulatórios, aumentar a segurança jurídica para os gestores de fundos de pensão e os servidores e auditores fiscais do órgão, simplificando o trabalho das EFPC. O comunicado da Previc afirma: “Os participantes e assistidos serão beneficiados pela melhoria das regras que possibilitarão um sistema mais resiliente, solvente e relevante para o país.” A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) informou que vai analisar todos os pontos da Resolução 23, que deve ser publicada no Diário Oficial da União ainda nesta semana. *Fonte: Fenae

Seminário de Integração Sindical Brasil-Itália debate desafios e perspectivas do movimento sindical

A frase “Bons ventos sopram a nosso favor!” marcou a abertura do Seminário de Integração Sindical Brasil-Itália, nesta terça-feira (15). O encontro foi uma parceria entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação das Trabalhadoras e Trabalhadores no Ramo Financeiro do Estado do Rio de Janeiro (Federa-RJ). O evento contou com a presença do vice-presidente da Contraf-CUT, Vinicius Assumpção, o presidente da Fisac/CGIL Firenze (Federação Italiana de Trabalhadores de Seguros e Cooperativas de Crédito, de Florença, filiada à CGIL, a Confederação Geral Italiana do Trabalho) e a presidente da Federa-RJ, Adriana Nalesso. Também participaram os presidentes e dirigentes dos sindicatos de Campos, Niterói, Petrópolis, Rio e Teresópolis. Adriana Nalesso, presidenta da Federa-RJ, falou sobre as mudanças, desafios e perspectivas do movimento sindical, principalmente na categoria bancária. Entre os destaques, segundo a presidenta, está preocupação com a inovação tecnológica e os dados que indicam um decrescente número de sindicalização. No ramo financeiro, por exemplo, de 1 milhão e 610 mil trabalhadores do setor, apenas 19% são sindicalizados. Adriana ressaltou que o movimento sindical bancário resiste e as conquistas avançam. A presidenta lembrou uma frase do presidente Lula, que serve de motivação: “Não importa onde você está, e sim aonde quer chegar”. O vice-presidente da Contraf-CUT avaliou que o encontro mostrou que “há muita coisa em comum no Brasil e na Itália, como o ataque aos direitos trabalhistas e a precarização das condições de trabalho”. “O intercâmbio foi fundamental e agora tentaremos criar uma pauta única, com pontos de interesse de toda a classe trabalhadora, como a regulamentação do sistema financeiro, não apenas no Brasil, mas no mundo todo”, disse. O dirigente ressaltou ainda que “o setor praticamente não apresenta nada de produtivo no sentido de gerar emprego e renda, pois o dinheiro fica apenas voltado para a especulação, e essa é uma questão que podemos tratar de forma unificada”. O italiano Yuri Domenici, presidente da Federação dos Trabalhadores do Crédito e Seguro de Florença, valorizou a oportunidade e afirmou também que eles vivem desafios parecidos com os da nossa realidade: terceirização, fechamento das agências e a tentativa de reconquistar os benefícios para todos os trabalhadores da categoria. Domenici disse que não existem bancos públicos no país e que o presidente de extrema-direita eleito acabou com o salário-mínimo. Por isso, no dia 7 de outubro será realizada uma grande manifestação na Itália, pela garantia de direitos dos trabalhadores. O italiano defendeu a resistência do movimento sindical à “especulação financeira, que tem aumentado a desigualdade econômica no mundo, causando fome e pobreza”. Para ele, é necessário “atuar para acabar com as apostas do jogo financeiro, e essa é uma batalha enorme que somente a união da classe trabalhadora pode ganhar”. *Fonte: Federa-RJ ne Contraf-CUT

Santander: funcionários têm até 22 de setembro para alterar ou aderir ao plano odontológico

O Santander decidiu alterar o prazo para alterações e novas adesões, por funcionários da ativa e afastados, ao plano odontológico (Interodonto). Agora, os trabalhadores têm até 22 de setembro. O anúncio foi feito nesta terça-feira (15). Os funcionários do Santander possuem três opções de plano odontológico: Básico (sem custo ao funcionário e seus dependentes); Intermediário 1 (R$ 16,59 por pessoa) e Intermediário 2 (R$ 31,75 por pessoa). Para fazer a adesão ou alteração no plano odontológico, os funcionários ativos devem acessar o Portal RH ou App Santander Pessoas. Já os afastados devem acessar o Portal RH Externo. Depois de feita a adesão ou alteração, a vigência do plano terá início em 1º de outubro, tanto para utilização dos serviços quanto para a cobrança da mensalidade do plano escolhido. Para a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, Wanessa de Queiroz, o banco precisa fazer uma ampla divulgação dessa importante medida. “A reabertura do período de novas adesões e alterações no plano odontológico é muito importante. Esta é uma conquista garantida aos funcionários brasileiros do Santander na ACT Santander vigente até 31 de agosto de 2024. É fundamental que o banco faça uma ampla divulgação para que todos os interessados possam fazer a adesão ou alteração no prazo estipulado.”   *Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil vai criar 14 novas plataformas

A criação de novas plataformas de Centrais de Relacionamento (CRBBs) e de Centros de Apoio aos Negócios e Operações de Logística (CENOPs) foi confirmada pelo Banco do Brasil, nesta terça-feira (15). A informação foi apresentada durante reunião com a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB). Serão 14 novas unidades (12 CENOPs e 2 CRBBs), localizadas em médias e pequenas cidades. “A criação dessas plataformas vai gerar uma dinâmica de movimentação de cargos dentro da empresa. Então, conversamos com o banco sobre qual será o impacto disso e quais são as soluções para demandas que já vínhamos colocando há anos nas mesas de negociação, que são a alta quantidade de claros – termo para vagas não ocupadas – nos prefixos e a proteção dos funcionários que são caixas”, disse a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes. De acordo com informações do banco, a criação das 14 plataformas, até novembro, vai gerar cerca de 300 vagas de assistentes e atendentes, nas CENOPs e nos CRRBs, e outras 200 vagas para assessor III, nas unidades estratégicas em Brasília. Impactos no encarreiramento Segundo o BB, os funcionários que hoje exercem ou recebem a remuneração de caixa executivo e que forem do mesmo município onde serão criadas as plataformas, terão, no período de 30 dias, exclusividade para concorrer às vagas nos novos CENOPs e CRBBs. O banco declarou ainda que a movimentação não causará impacto na vida do trabalhador que não se candidatar ao certame interno, tampouco haverá transferências compulsórias para preenchimento das vagas. Além disso, anunciou que, ainda no mês de agosto, ocorrerá a abertura do Sistema Automático de Concorrência à Remoção (SACR) e o início da convocação das pessoas que passaram no último concurso, realizado em abril. Com o SACR, funcionários que querem mudar de prefixo, terão a oportunidade de se movimentar para outras cidades ou regiões do país. No prazo de 30 dias, os trabalhadores de três cargos – caixas executivos, assistentes e atendentes – terão prioridade para concorrer às vagas de assessor III nas unidades estratégicas em Brasília. O banco ressaltou que acontecerão ajustes pontuais nas dotações de escriturários das agências, pela impostação de concorrência do SACR. E, com o objetivo de priorizar a participação dos escriturários que ingressaram na empresa no último concurso, o BB irá flexibilizar o tempo de carência de 18 para 12 meses na função, bem como para as dependências que têm até 10% de vagas faltantes. Em resumo: Até novembro, 14 novas plataformas especializadas serão criadas: 12 CENOPs e 2 CRBBs. As plataformas serão implantadas em pequenas e médias cidades, de três regiões do país (Sudeste, Centro-Oeste e Norte). Funcionários que hoje exercem ou recebem a remuneração de caixa executivo e que forem do mesmo município terão, durante 30 dias, prioridade na concorrência das vagas nas novas CENOPs e CRBBs. Além disso, durante 30 dias, caixas executivos, assistentes e atendentes terão prioridade para concorrer às vagas de assessor III nas unidades estratégicas. Também foi anunciado que, ainda em agosto, ocorrerá a abertura do SACR, por meio do qual funcionários poderão se inscrever para vagas em outros prefixos. O banco também promete convocar pessoas que passaram no último concurso, realizado em abril. O movimento sindical vai acompanhar toda essa movimentação para que não haja prejuízo às funcionárias e aos funcionários.   *Fonte: Contraf-CUT

Lucro da Caixa Seguridade chega a R$ 822, 6 milhões no segundo trimestre

O lucro líquido recorrente da Caixa Seguridade bateu o recorde de R$ 822,6 milhões no segundo trimestre. O valor significa uma alta de 20,8% em comparação com o mesmo período de 2022. De acordo com a companhia, este é o maior resultado em três meses da história do grupo. A holding apresentou um lucro líquido, no semestre, de R$ 1,663 bilhão, crescimento de 34,3% em comparação à primeira metade de 2022. Segundo a empresa, “a sequência de bons resultados reflete o desempenho comercial e o amadurecimento da estrutura de parcerias estratégicas e corretora própria implantadas” O retorno sobre patrimônio líquido (ROE) fechou o segundo trimestre em 55,4%, um aumento de 9,9 pontos percentuais em relação a igual período de 2022. As receitas operacionais cresceram 22,2% na comparação anual para R$ 1,085 bilhão frente ao segundo trimestre de 2022. No primeiro semestre de 2023, as receitas operacionais cresceram 36,6% em igual base para R$ 2,172 bilhões. As receitas de participações societárias corresponderam a 55,7% das receitas operacionais e cresceram 26,6% na relação entre o segundo trimestre de 2022. De acordo com a Caixa Seguridade, os destaques do período foram as investidas Caixa Residencial, Caixa Vida e Previdência e Caixa Consórcios. As receitas provenientes dos negócios de distribuição – que compreendem as receitas de corretagem, comissionamento e acesso à rede de distribuição e uso da marca – apresentaram crescimento de 17,1% na comparação com o segundo trimestre de 2022 a R$ 481 milhões. O índice de sinistralidade de seguros apresentou melhora de 1,9 ponto percentual no segundo trimestre ante igual período do ano passado e ficou em 20,6%. O segmento de seguros, que considera também os serviços de assistência, apresentou no segundo trimestre de 2023 crescimento de 5,6% em prêmios emitidos. A receita dessa linha atingiu R$ 2,248 bilhões no período. Na visão semestral, os prêmios emitidos cresceram 10,3% na base anual para R$ 4,465 bilhões. Conforme a Caixa Seguridade, foi o melhor resultado para um primeiro semestre na história da companhia no segmento de seguros. As contribuições dos planos de previdência e os prêmios emitidos de risco registraram o montante de R$ 6,5 bilhões no segundo trimestre de 2023. O valor equivale a uma redução de 24,5% em relação a igual período de 2022. As reservas do segmento de previdência registraram o montante de R$ 144,4 bilhões no final de junho de 2023, crescimento anual de 17,3%. O segmento de Consórcio registrou o volume de R$ 3,7 bilhões em cartas de crédito comercializadas no segundo trimestre de 2023, crescimento de 31,2% em relação ao mesmo período de 2022. O resultado financeiro líquido de tributos na visão consolidada, que considera o efeito de todas as participações na proporção devida à Caixa Seguridade, representou 29% do lucro líquido da Caixa Seguridade no período. Dessa forma, o desempenho do resultado financeiro com a elevação das receitas operacionais e melhora da sinistralidade contribuiu para a melhora de 5,6 pontos percentuais do Índice Combinado Ampliado do segundo trimestre de 2023 frente ao mesmo período de 2022. *Fonte Valor Investe

Frente Parlamentar Mista para Promoção da Saúde Mental será lançada nesta terça-feira (15)

Nesta terça-feira (15/08), às 15h, acontece o lançamento da Frente Parlamentar Mista para Promoção da Saúde Mental, uma iniciativa para promover o debate sobre saúde mental no Legislativo brasileiro. A solenidade será realizada no Salão Nobre da Câmara dos Deputados. A criação da Frente é um passo fundamental para intensificar e qualificar o debate sobre saúde mental no Congresso Nacional. Isto mostra que nosso Sindicato está à frente nessa discussão, quando lançou no dia 23 de novembro de 2022, em parceria com o Departamento de psicologia da UFF/VR, o projeto onde baseia-se no estudo do trabalho bancário e suas repercussões na saúde dos trabalhadores. A criação da frente parlamentar, nos possibilitará reivindicar direitos, relativos a saúde do trabalhador bancário e fazer propostas baseadas em nosso projeto.

Presidenta do BB afirma que banco poderá emprestar ainda mais com queda da Selic  

A presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, comemorou os resultados das carteiras de crédito do banco, no segundo trimestre deste ano, Tarciana destacou que os empréstimos vão avançar ainda mais conforme a Selic for caindo.  “A inflexão da taxa de juros cria um ambiente para que a gente empreste cada vez mais”, afirmou Tarciana. A carteira do BB teve expansão de 13,6% em um ano, para R$ 1,04 trilhão. As operações que mais cresceram foram as destinadas ao agronegócio, com alta de 22,7% no mesmo período. A Selic foi cortada em 0,5 ponto percentual na última semana, recuando a 13,25% ao ano. A presidenta do BB explicou que o avanço da carteira de crédito veio aliada à “gestão adequada de risco”. Em junho, a inadimplência da carteira do banco era de 2,73%, pelo critério de atrasos acima de 90 dias, ficando abaixo da média do sistema financeiro. Tarciana disse ainda que o governo vai destinar o valor recorde de R$ 240 bilhões à agropecuária no Plano Safra 2023/2024. De acordo com as declarações de Tarciana, entre as 4,2 milhões de pessoas que tomaram alguma linha de crédito no Banco do Brasil no primeiro semestre, 2,2 milhões foram mulheres. Inclusão e sustentabilidade Durante a apresentação dos resultados, Tarciana disse que o banco vem conciliando a atuação comercial à função social, que foi uma das principais promessas de sua gestão. O Banco do Brasil se comprometeu a oferecer, até 2030, 30 milhões em crédito para energias renováveis no país, além de 200 bilhões em crédito para agricultura sustentável, totalizando R$ 500 bilhões em carteira de negócios sustentáveis. Tarciana explicou que o BB vem apoiando clientes para projetos geradores de crédito de carbono, especialmente na modalidade desmatamento evitável. Ela informa que 500 mil hectares foram protegidos no primeiro semestre. Os avanços institucionais relativos à inclusão também mereceram destaque, na entrevista da presidenta. Segundo ela, metade do Conselho de Administração é composto por mulheres. Além disso, há dois membros negros e duas pessoas LGBTQIAPN+ (em um total de oito). Tarciana informou, em primeira mão, que o BB assumiu o compromisso de ser embaixador de três movimentos do Pacto Global, da ONU: Elas Lideram (2030), Raça é Prioridade e Salário Digno. Resultados De acordo com o balanço apresentado, o Banco do Brasil fechou o segundo trimestre deste ano com lucro líquido ajustado de R$ 8,785 bilhões. Este valor significa um aumento de 11,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Em relação ao primeiro trimestre deste ano, o resultado do banco subiu 2,8%. Entre janeiro e junho, o lucro do banco subiu 19,5% em relação a igual intervalo do ano passado, para R$ 17,335 bilhões. Segundo maior banco público do país em ativos, o BB tem sustentado resultados acima dos pares de capital privado diante de uma carteira de crédito mais protegida da inadimplência trazida pela alta dos juros e da inflação a partir do ano passado. A margem financeira do banco, que mede o resultado com operações que rendem juros, foi de R$ 22,887 bilhões, crescimento de 34,2% em um ano puxada pelas operações de tesouraria. A receita financeira com operações de crédito foi de R$ 33,614 bilhões, 28,3% maior que no mesmo intervalo de 2022, e 4,1% maior em três meses. *Fonte: CNN