32º Congresso Nacional dos funcionários do BB acontece dias 6 e 8 de agosto

Evento será no formato eletrônico, via videoconferência Zoom e retransmitido pelos canais da Contraf-CUT no Youtube e Facebook Sob o tema “Construindo Juntos o Futuro do Banco do Brasil”, acontecerá, nos dias 6 e 8 de agosto, o 32º Congresso Nacional dos funcionários do Banco do Brasil. O evento abrigará três mesas de debate para avaliar o “Retrato do Banco do Brasil nos últimos anos”; “O BB que queremos para o futuro do Brasil” e a “Diversidade para construir um banco realmente do Brasil”. Nesta última mesa, discussão abordará a diversidade como forma de resistência e democracia, mais inclusão para um banco com a cara do Brasil. Entre os participantes convidados para compor as mesas estão o fundador e reitor da Universidade Zumbi dos Palmares professor dr. José Vicente, a economista e técnica do Dieese Nadia Vieira de Souza e o professor universitário e político Jean Wyllys. Representando os funcionários do BB, também palestrarão Jean Moreira Rodrigues, ex-funcionário do BB; Débora Fonseca, Conselheira de Administração do BB eleita pelos funcionários; Isabela Lemos, funcionária aposentada do BB e Carlos Augusto Vidotto, ex-funcionário do BB e ex-dirigente do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região. Veja a programação completa no final deste texto. Graças a atuação dos bancos públicos, as crises econômicas não foram ainda piores no Brasil. Em 2008, por exemplo, enquanto os bancos privados reduziram a oferta de crédito no país, contribuindo para afundar a economia, os bancos públicos, como o BB, por orientação do então governo federal, atuaram aumentando a concentração de crédito. Mais recentemente, por conta da crise provocada pela pandemia da Covid, os bancos privados receberam R$ 1,3 trilhão do governo Bolsonaro, sob o argumento de serem protegidos e, assim, não haver a redução de crédito às empresas. Mas não foi o que aconteceu. Apenas os bancos públicos continuaram ofertando crédito. “Enquanto os bancos privados se concentram nas cidades e regiões mais ricas, os bancos públicos estão presentes em todo o país. Isso contribui para o acesso ao crédito imobiliário e para as pequenas e microempresas”, explica o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. “Apesar desses fatos, que comprovam a importância e o papel gerador e distribuidor de riquezas no país, o Banco do Brasil está sob ameaça do atual governo. A proposta do 32º Congresso, portanto, é reforçar a importância do BB e demais bancos públicos”, completa. Evento será no formato eletrônico, via videoconferência Zoom. Cada federação receberá um link, com login e senha próprios, para a inscrição de sua respectiva delegação ao 32º CNFBB. Este link será enviado por e-mail. Já o público em geral, poderá acompanhar o Congresso nos canais da Contraf-CUT no Facebook e YouTube. 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil Data: 06 e 08 de agosto de 2021 PROGRAMAÇÃO 06 de Agosto | Sexta-feira Abertura solene conjunta dos: 37º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa; 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil; 27º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Nordeste; 13º Congresso dos Funcionários do Banco da Amazônia e 1º Congresso Nacional dos Funcionários do BNDES Dia 08 de agosto | Domingo 09h às 10h – Aprovação do Regimento Interno do 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil e falas dos representantes das centrais/correntes 10h05 – Homenagem ao ex-presidente da FEEB SP/MS, Jeferson Rubens Boava, e a todos (as) os (as) trabalhadores (as) do Banco do Brasil vitimados pela Covid-19 10h15 às 11h45 – Eixo 1 – Diversidade para construir um banco realmente do Brasil Palestrantes: Jean Wyllys – Jornalista, professor universitário e político Isabela Lemos – Funcionária aposentada do BB Professor Dr. José Vicente – Fundador/reitor da Universidade Zumbi dos Palmares 12h às 13h – Intervalo para almoço 13h às 14h15 – Eixo 2 – Retrato do Banco do Brasil nos últimos anos Palestrantes: Jean Moreira Rodrigues – Ex-funcionário do BB Nadia Vieira de Souza – Economista e técnica do Dieese – Departamento Intersindical e Estatística e Estudos Socioeconômicos – BSB 14h30 às 15h45 – Eixo 3 – O BB que queremos para o futuro do Brasil Palestrantes: Carlos Augusto Vidotto – Ex-funcionário do BB e ex-dirigente do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região Debora Fonseca – Conselheira de Administração do Banco do Brasil eleita pelos funcionários 16h às 18h – Plenário Final Fonte: Contraf-CUT
Santander é condenado em R$ 50 milhões por demissões na pandemia e por condutas antissindicais

A decisão é considerada inédita na história da Justiça do Trabalho de São Paulo Em ação movida pela Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, o Santander foi condenado em R$ 50 milhões por demissões durante a pandemia; por ataques aos participantes dos planos Cabesp e Banesprev; e perseguição aos dirigentes sindicais. A decisão é considerada inédita na história da Justiça do Trabalho de São Paulo. Mesmo tendo obtido lucro de R$ 13,8 bilhões em 2020, o banco espanhol eliminou, no Brasil, 3.220 postos de trabalho no ano, mesmo tendo assumido compromisso com o movimento sindical de não demitir durante a pandemia. Diante das demissões e da recusa do Santander em abrir processo negocial coletivo visando evitar essas dispensas, e pela prática reiterada e condutas antissindicais, o Sindicato dos Bancários de São Paulo ingressou com ação na Justiça do Trabalho do estado de São Paulo para responsabilizar o banco. A sentença foi publicada nesta quarta-feira 28. “Um volume tão elevado de despedidas num momento de incertezas e medo, em que se fez necessário severo distanciamento para evitar a proliferação do vírus e quando os empregados não poderiam se reunir com o autor [Sindicato], revela (…), no mínimo, uma indisposição do empregador ao exercício da defesa de direitos das pessoas trabalhadoras através da atuação sindical”, escreveu na decisão o juiz Jeronimo Azambuja Franco Neto, da 60ª Vara do Trabalho de São Paulo. Na sentença, o magistrado ressaltou que o Santander declarou não possuir nenhum interesse em conciliação, mesmo após ter sido convidado para a primeira proposta conciliatória pela Justiça. “Nada mais notório que vivemos em um país de extrema desigualdade (7º lugar como mais desigual, segundo a PNUD) e de cínica violência (1º lugar em taxa de homicídios por armas de fogo, segundo a Pesquisa Global de Mortalidade por Armas de Fogo do Instituto de métricas e avaliação em saúde.” Prática antissindical A sentença também levou em consideração prática antissindical caracterizada pelo corte de 55% do salário de mais de 40 dirigentes sindicais bancários, cipeiros e trabalhadores em estabilidade provisória que ingressaram com ações judiciais de sétima e oitava horas. “Seguindo a análise da conduta antissindical do réu, constato que a prática discriminatória em relação aos dirigentes sindicais se mostra ainda mais nítida diante do descomissionamento simultâneo dessas pessoas empregadas do réu, em plena crise sanitária resultante da COVID-19, mesmo que, em relação a algumas dessas pessoas, ainda não tivesse havido sequer trânsito em julgado. É indubitável que o réu sabia que tal ato reduziria consideravelmente as verbas alimentares inerentes à subsistência digna dessas pessoas empregadas e dirigentes sindicais e, ainda assim, mesmo (…) tendo lucrado R$ 13,849 bilhões em 2020, (…), não se eximiu de praticar tal ato. Cabesp e Banesprev A ação foi movida também devido a mudanças unilaterais promovidas pelo Santander na Cabesp e no Banesprev que prejudicaram os participantes. O magistrado concluiu que houve proposta de reestruturação do Banesprev e Cabesp e descumprimento do termo de compromisso firmado entre as partes, “por não ter sido sequer convidado o autor [Sindicato] para participar do grupo de trabalho instituído pelo réu [Santander]. Está caracterizada, mais uma vez, a prática de ato caracterizador de conduta antissindical por parte do réu”. “Meros 1% do lucro durante crise sanitária e agravamento das condições sociais” A sentença enfatiza o lucro astronômico do Santander mesmo em meio a uma crise sanitária e social causada pela pandemia, que superou os 5 bilhões nos primeiros seis meses de 2020 e R$ 13 bilhões nos 12 meses encerrados em dezembro último. “Se, no cálculo indenizatório aplicarmos o módico percentual de 1% sobre o lucro líquido do primeiro semestre de 2020, chegamos ao valor de R$ 50 milhões. Tal valor, quando lido em termos absolutos parece superestimado, porém, é necessário ter em consideração o fato de que em num período de crise sanitária e aumento da miséria no Brasil a instituição bancária teve lucro recorde e o valor de R$ 50 milhões corresponde a meros 1% desse lucro líquido em apenas um semestre durante ano de crise sanitária e agravamento das condições sociais brasileiras”, escreveu o juiz Jeronimo Franco Neto. Para fundamentar sua sentença, o magistrado citou, ainda, a Declaração Universal segundo a qual, todos os seres humanos “devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade”. “Corolário disso, tal Declaração refere que ‘todo ser humano tem direito a receber dos tribunais nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei’ (art. 8º). Nesse sentido, é devida a indenização por danos morais coletivos a fim de dar concretude ao remédio efetivo em face da conduta antissindical do réu”, afirmou o juiz Jeronimo Franco Neto. A coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados do Santander e diretora executiva do Sindicato dos Bancários de São Paulo Lucimara ressalta o caráter histórico e inédito da sentença. “Que esta decisão sirva de exemplo não só para o Santander, mas para todos os bancos. E o sindicato espera que, com esta sentença, o Santander volte a negociar e a levar a sério o processo negocial com o movimento sindical. Que o banco traga propostas e soluções para os problemas dos trabalhadores, e que cumpra com os dispositivos legais e com as convenções internacionais que o obriguem a respeitar negociação coletiva, ao invés de simplesmente cumprir agenda.” O Santander pode recorrer da decisão “Com certeza é uma decisão paradigmática na Justiça do Trabalho. As provas produzidas nos autos não deixaram dúvidas a respeito das práticas ilegais do Santander contra os bancários, o movimento sindical e os participantes da Cabesp e Banesprev. Lembrando ainda da valorosa contribuição do Ministério Público do Trabalho com parecer favorável à condenação do banco”, disse o advogado Eduardo Antonio Bossolan, da Crivelli Advogados Associados, escritório que conduz o processo pelo Sindicato. Fonte: Seeb SP
Comando Nacional dos Bancários debate encontros por bancos e Conferência Nacional

Encontros nacionais por bancos acontecem entre os dias 3 e 8 de agosto O Comando Nacional dos Bancários se reuniu na manhã desta quarta-feira (28) para debater os encontros dos bancos públicos e privados e a 23ª Conferência Nacional dos Bancários. Com as datas definidas, foram debatidas as programações de cada um dos encontros. Também foram aprovados as artes e o slogan dos eventos. “A reunião é muito importante para todos os membros do Comando discutirem, sugerirem e definirem como serão os encontros e a Conferência Nacional, desde o slogan e a identidade visual, até o conteúdo dos debates”, explicou Juvandia Moreira, coordenadora da Comando Nacional dos Bancários e presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). “Apesar de não termos Campanha Nacional neste ano, os encontros são fundamentais para a categoria se preparar para diversos enfrentamentos que estão por vir”, completou. Na reunião, os participantes relataram como está a vacinação dos bancários pelo Brasil. Em muitos lugares, foi possível a inclusão da categoria na lista de prioridade. O Comando Nacional dos Bancários definiu ainda pela reivindicação do agendamento de uma reunião com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para negociar o retorno ao trabalho presencial. “Nós precisamos saber o que os bancos estão pensando e garantir que os bancários tenham toda a segurança para este retorno. Não vamos permitir que a saúde do trabalhador seja colocada em risco”, finalizou. Fonte: Contraf-CUT
É Hoje: Saúde Caixa será tema da 2ª edição das lives preparatórias para 37º Conecef

O encontro acontece nesta quarta-feira (28) e os convidados debaterão a importância do Saúde Caixa e as tentativas de retirada de direito dos trabalhadores de empresas públicas A segunda edição das lives preparatórias para o 37º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef), terá como tema o Saúde Caixa. O debate promovido pela Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) com apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf-CUT) e Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), acontece nesta quarta-feira (28), às 19h. A live será transmitida no Youtube e Facebook da Contraf-CUT e Youtube da Fenae. Mediada pela diretora de Políticas Sociais da Fenae, Rachel Weber e pelo diretor da Fenae e do Sindicato dos Bancários da Bahia, Emanoel Souza de Jesus, o debate abordará a importância do Saúde Caixa e sobre as constantes tentativas de retirada de direito dos trabalhadores de empresas públicas. Participarão do debate Leonardo Quadro, presidente da Apcef/SP, Fabiola Antezano, vice-presidenta da CNU – Plano eletricitários, Amanda Gomes Corsino, presidenta do SINTCT/DF – Plano dos Correios, Pauline de Oliveira, vice presidenta da AFBNDES, Rafael Crespo, diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e do Sindipetro Norte Fluminense e Alberto Alves Junior, consultor de Plano de Saúde por Autogestão. Debates para o 37º Conecef Este é o segundo encontro de uma série de debates que antecedem o 37º Conecef. De maneira virtual, o primeiro debate teve como tema Funcef e o próximo será sobre Condições de Trabalho. Serviço Live: “Saúde Caixa” Data: 28 de julho – quarta-feira Horário: 19h Local: Youtube e Facebook da Contraf-CUT e Youtube da Fenae Fonte: Contraf-CUT
Hoje tem tuitaço em defesa do Saúde Caixa. Participe!

Os empregados da Caixa organizam nesta quarta-feira, 28, um tuitaço em defesa do Saúde Caixa. A partir das 11h todo mundo deve postar as #SaúdeCaixaEuDefendo e #PedroGuimarãesCGPARNão nas suas redes sociais. “Os empregados, aposentados e demais beneficiários vão mostrar a força da sua mobilização para defender o Saúde Caixa e manter o plano solidário e sustentável para todos”, convocou Fabiana Uehara Proscholdt, secretária da Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/ Caixa). Nesta terça-feira (27), os trabalhadores vestiram roupas brancas em defesa da assistência médica e em memória aos bancários que morreram em decorrência da Covid-19. Fonte: Contraf-CUT
Empregados da Caixa intensificam mobilização em defesa do Saúde Caixa

Dia do Branco, tuitaço, live e Dia Nacional de Luta são algumas das ações que estão sendo preparadas Os empregados da Caixa de todo o Brasil têm uma semana de intensa mobilização. O principal objetivo é construir um modelo de custeio sustentável do Saúde Caixa. Com o mote “Saúde Caixa sim, CGPAR 23 não”, nesta terça-feira (27), os trabalhadores do banco público vão usar roupas brancas em defesa da assistência médica e em memória aos bancários que morreram em decorrência da Covid-19. Os sindicatos e federações também vão enviar correspondências aos senadores solicitando apoio ao Projeto de Decreto Legislativo – PDC 956/2018, que susta os efeitos da CGPAR 23. A resolução do governo federal estabelece prejuízos às formas de custeio das empresas estatais federais sobre benefícios de assistência à saúde aos empregados. Um tuitaço em defesa do Saúde Caixa está marcado para quarta-feira (28), a partir das 11, com a #SaúdeCaixaEuDefendo e #PedroGuimarãesCGPARNão. Além de uma live sobre a assistência médica e informativa e preparatória para o 37º Conecef (Congresso Nacional dos Empregados da Caixa) nos dias 6 e 7 de agosto. Na quinta-feira (29) é a vez do Dia Nacional de Mobilização em Defesa do Saúde Caixa, com a realização de reuniões nos locais de trabalho, atos políticos, manifestações virtuais e paralisações nos locais possíveis. “É a hora dos empregados se unirem para defender o Saúde Caixa e manter o plano solidário e sustentável para todos”, convocou Fabiana Uehara Proscholdt, secretária da Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/ Caixa).Os empregados da Caixa de todo o Brasil têm uma semana de intensa mobilização. O principal objetivo é construir um modelo de custeio sustentável do Saúde Caixa. Com o mote “Saúde Caixa sim, CGPAR 23 não”, nesta terça-feira (27), os trabalhadores do banco público vão usar roupas brancas em defesa da assistência médica e em memória aos bancários que morreram em decorrência da Covid-19. Os sindicatos e federações também vão enviar correspondências aos senadores solicitando apoio ao Projeto de Decreto Legislativo – PDC 956/2018, que susta os efeitos da CGPAR 23. A resolução do governo federal estabelece prejuízos às formas de custeio das empresas estatais federais sobre benefícios de assistência à saúde aos empregados. Um tuitaço em defesa do Saúde Caixa está marcado para quarta-feira (28), a partir das 11, com a #SaúdeCaixaEuDefendo e #PedroGuimarãesCGPARNão. Além de uma live sobre a assistência médica e informativa e preparatória para o 37º Conecef (Congresso Nacional dos Empregados da Caixa) nos dias 6 e 7 de agosto. Na quinta-feira (29) é a vez do Dia Nacional de Mobilização em Defesa do Saúde Caixa, com a realização de reuniões nos locais de trabalho, atos políticos, manifestações virtuais e paralisações nos locais possíveis. “É a hora dos empregados se unirem para defender o Saúde Caixa e manter o plano solidário e sustentável para todos”, convocou Fabiana Uehara Proscholdt, secretária da Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/ Caixa). Fonte: Contraf-CUT
Movimento Sindical: Bancários e Bancárias de Pinheiral recebem a vacina anti-covid

Os bancários, bancárias e profissionais terceirizados que atuam nas agências do município de Pinheiral, no Sul do Estado, foram imunizados contra a Covid-19 na última sexta-feira, dia 23 de julho. A vacinação ocorreu após a mobilização dos Sindicatos que representam a categoria em todo o país, entre eles, o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, junto ao Ministério da Saúde, que reconheceu neste mês, a essencialidade dos serviços no período da crise sanitária provocada pelo coronavírus, e as prefeituras locais. Na região, Pinheiral é a segunda cidade a vacinar os bancários. A primeira foi Vassouras. A expectativa da direção sindical é de que as demais cidades acompanhem a iniciativa e garantam a vacinação para toda a categoria, que desde o início da pandemia em março de 2020, não parou suas atividades. A contrário, teve a carga de trabalho aumentada e consequentemente, maior exposição ao risco de contrair a doença, em função do pagamento do auxílio emergencial. A garantia da imunização dos bancários ocorreu após uma forte campanha nas redes sociais e através de atos públicos. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) eo Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense enviaram ofícios aos presidentes e parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado pedindo a aprovação do PL 1011/2020, que incluiu a categoria bancária como prioridade na vacinação. Fonte: Sind. Bancários Sul Fluminense
Governo Bolsonaro quer retirar vales alimentação e refeição via decreto

O governo Bolsonaro apresentou no Fórum Nacional do Trabalho uma minuta de decreto que altera o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) e vai limitar radicalmente os benefícios dos vales refeição e alimentação. Pela proposta do governo, as empresas só poderão deduzir no Imposto de Renda gastos com vales concedidos apenas a trabalhadores que recebam até R$ 3.216,78. O decreto está sendo criticado por centrais sindicais. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) já se posicionou contra o decreto e a proposta de reforma tributária do governo que acaba com a isenção fiscal para os gastos das empresas com os vales alimentação e refeição. A ameaça aos vales também é criticada pelas empresas setores de bares e restaurantes e de cartões de benefícios. Caso esse ataque tenha sucesso, cerca de 20 milhões de trabalhadores que recebem vale-refeição e vale-alimentação podem ficar sem o benefício conquistado com muita luta. “Esse decreto afeta quase toda a categoria bancária. O governo que taxar os dois vales para aumentar sua arrecadação. É um decreto que pode acabar com benefícios nos próximos dias. Tudo isso é feito em um momento em que mais de 20 milhões de pessoas passam fome, milhares morrem por dia com a Covid-19 e a inflação de alimentos beira os 13% nos últimos 12 meses. Não podemos aceitar esse absurdo”, afirmou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira. Os cartões não são considerados benefícios obrigatórios por lei, como o 13.º salário, o vale-transporte ou o FGTS. Sem o incentivo, é possível que uma parte dos trabalhadores fique sem o vale-refeição ou o vale-alimentação. O impacto com o fim dos vales é amplo. As perdas podem afetar cerca de 20 milhões de trabalhadores que recebem vale-refeição e vale-alimentação. Mas o PAT beneficia cerca de 40 milhões de pessoas direta ou indiretamente. “O governo deveria incentivar a ampliação do pagamento de auxílio refeição ou alimentação pelas empresas e não restringir esse incentivo, como faz a minuta do Decreto. Bolsonaro e sua equipe de governo não param de atacar os trabalhadores e a população. Outro efeito nocivo é prejudicar o setor de bares e restaurantes, estabelecimentos vão perder ainda mais faturamento, o que pode agravar a situação do desemprego no país”, alerta a presidenta da Contraf-CUT. Fonte: Contraf-CUT
Eleições da Funcef começam quinta-feira (22)

A votação para os Conselhos Deliberativo e Fiscal será realizada de forma virtual; Contraf-CUT apoia Chapa 1 – A Funcef é dos Participantes As eleições da Funcef 2020-2021 para os Conselhos Deliberativo e Fiscal começam na próxima quinta-feira (22), às 11h. O pleito vai até 18h do dia 24. A votação será feita de maneira on-line no autoatendimento, no site ou aplicativo da Fundação. Nele já estão todas as informações sobre o processo. O acesso será por CPF e senha pessoal do eleitor. Caso o pleito eleitoral seja definido em primeiro turno, a posse poderá ocorrer até 13/08/2021. O segundo turno das eleições está previsto para ocorrer de 3 a 5 de agosto. Como recuperar senha do Autoatendimento O processo das eleições da Funcef é simples. Basta entrar no Autoatendimento, no site ou aplicativo da Fundação, inserir o CPF, data de nascimento e responder as perguntas solicitadas pelo site a partir do cadastro na Funcef. Caso não se lembre da senha de acesso, saiba, no próprio site da Fundação o passo a passo de como recuperá-la. Veja também o tutorial de como criar uma senha, caso esteja acessando o Autoatendimento pela primeira vez. Clique aqui para assistir o vídeo de como recuperar ou cadastra a senha no Autoatendimento. Para outras dúvidas, ligue para 0800 706 9000, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, exceto feriados. Quem pode votar? Estão aptos para votar os participantes ativos e os maiores de 18 anos com benefício vitalício, que tenham se inscrito até 31 de janeiro de 2020 em planos de benefícios administrados pela Funcef. Nas situações em que exista mais de um assistido, cujo benefício tenha tido o mesmo participante ou assistido por origem, será considerado eleitor o beneficiário mais idoso. Contraf-CUT apoia a Chapa 1 – A Funcef é dos Participantes A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) apoia a Chapa 1 – A Funcef é dos Participantes. “Diante da conjuntura atual e de um panorama político marcado por retiradas de direitos, retrocessos, enfraquecimento e ameaças constantes das empresas públicas, o terceiro maior fundo de pensão do país também se encontra ameaçado. Os últimos acontecimentos que envolveram a atual gestão da Fundação foram caracterizados pela tentativa de eximir a representatividade dos participantes, com impugnação de candidatos que representam os verdadeiros donos dos recursos, os participantes”, afirmou Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT. “Mais uma vez precisamos resistir a estes fortes ataques. E apoiamos a Chapa 1 – A Funcef é dos participantes, que além de ter colegas comprometidos, representa um projeto maior que passa pelo fortalecimento da própria fundação, de luta coletiva dos empregados da Caixa, do banco 100% público e dos direitos dos participantes e assistidos”, completou Fabiana Uehara Proscholdt, secretária da Cultura da Contraf-CUT e coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/ Caixa). A Chapa 1 defende os princípios da transparência e respeito, governança participativa e diversidade nos espaços deliberativos do Fundo de Pensão. Live apresenta Chapa 1 Em live de apresentação das propostas e candidatos para o Conselho Deliberativo e Fiscal da Funcef, realizada na última quinta-feira (15), a Chapa 1 – A Funcef é dos participantes destacou a importância de uma gestão com mais transparência e governança, que represente a voz dos participantes. Mediada por Rogério Vida, presidente da Agecef/BH e membro do Conselho Deliberativo da Fenag, os candidatos apresentaram propostas como o fim do equacionamento, quebra da paridade, contencioso, entre outras demandas. Ao responder o tema sobre o equacionamento, em relação às contribuições extraordinárias que os participantes vêm pagando, o candidato titular do Conselho Deliberativo, Nilson Moura, disse que é compromisso da Chapa 1 lutar pelo fim do equacionamento e para isso acontecer deve haver a união de importantes fatores, tais como a aplicação da Resolução 30 do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), resgatar a questão sobre cobrar da Caixa o contencioso e diversificar a política de investimentos, aumentando as chances de maximizar a rentabilidade dos ativos e reduzir os riscos. Nilson também afirmou, em sua apresentação, que uma das propostas da chapa é a construção de um canal de diálogo entre os participantes e os eleitos. “Seremos um canal de mão dupla, com amplo debate para resolver os problemas da Fundação”. Heitor Menegale, candidato titular do Conselho Fiscal, avaliou que com a colaboração dos participantes, certamente, a gestão pode atingir objetivos que são de extrema importância, sendo que um deles é o fim do equacionamento. “O que vemos hoje são respostas técnicas e diagnósticos sombrios, e não se dá margem para que mais de 130 mil participantes possam contribuir com sugestões para se chegar a uma solução a respeito dos obstáculos técnicos apresentados atualmente. Não é possível, que depois de tanto tempo das pessoas contribuindo esperando o dia de ter uma maior tranquilidade em certa fase de sua vida, e neste momento ela tenha insegurança e sofrimento”, disse Heitor, que também avaliou sobre a questão do contencioso, onde lembrou que num passado recente o último conselheiro eleito já deixou um voto para que se cobrasse da Caixa a questão do contencioso e isto está engavetado, mas a Chapa 1 tem o compromisso de resgatar este voto e esta discussão. Heitor também afirmou que os quatro candidatos da Chapa 1 não estarão sozinhos caso sejam eleitos e que entrarão com um ‘cavalo de troia’ na Funcef. “Não seremos apenas quatro pessoas nos conselhos deliberativo e fiscal, seremos mais de 130 mil participantes neste importante espaço de decisão da Fundação. Com todo cuidado técnico ouviremos todos os participantes, para atuar juntos em todas as questões que envolvem os conselhos”. Sobre a incorporação do REB ao Novo Plano, a candidata suplente do Conselho Deliberativo, Maria Gaia, disse que o REB atualmente tem cerca de 12 mil participantes (da ativa e aposentados) que estão tendo prejuízos, visto que não conseguem entrar para o Novo Plano apesar de, desde 2014, já ter sido aprovado em todas as instâncias da Caixa e Funcef a incorporação do REB ao Novo Plano e até hoje está engavetado.
Contraf-CUT lança site em defesa dos bancos públicos

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) laçou, na sexta-feira (16), o site Se é público, é para todos para aglutinar, em um mesmo lugar, textos, vídeos e materiais que se contrapõem aos ataques e tentativas de privatização e mostram a importância dos bancos públicos para o desenvolvimento econômico e social do país. A iniciativa faz parte da campanha realizada por entidades sindicais e associativas da categoria bancária de todo o país em defesa dos bancos públicos. “A intenção é que este seja um instrumento que sirva como base de apoio para a luta contra a privatização das empresas públicas de uma forma geral e dos bancos públicos especificamente”, afirmou o secretário de Comunicação da Contraf-CUT, Gerson Carlos Pereira, ao informar que as demais empresas públicas também terão espaço no site. “Buscaremos reunir, neste mesmo espaço, textos, vídeos, imagens e dados que mostram os motivos pelos quais as empresas públicas não podem ser privatizadas”, completou. Sindicato Solidário Gerson disse, ainda, que a ideia do site em defesa dos bancos públicos foi inspirada em outra experiência semelhante da Contraf-CUT, o site da campanha Sindicato Solidário. “Já há bastante tempo incentivamos o conceito de sindicato cidadão, que, além de fazer a luta corporativa em defesa dos direitos e em busca de novas conquistas para a categoria, também desenvolve ações em defesa dos direitos sociais, da democracia, enfim da cidadania”, recordou o diretor de Comunicação da Contraf-CUT. “E, em abril de 2020, quando a Covid-19 se alastrou pelo país, causando desemprego, fome e desespero, lançamos a campanha Sindicato Solidário, para incentivar as entidades sindicais e a categoria bancária como um todo a mostrar sua solidariedade às pessoas mais necessitadas. Criamos um site para divulgar e invectivar as ações de solidariedade e para permitir que quem fizesse doações pudesse indicar instituições para recebê-las. Foi um sucesso!”, completou. “Queremos repetir esse sucesso com as ações em defesa das empresas e bancos públicos, assim como das pessoas que neles trabalham”, concluiu. Fonte: Contraf-CUT