Fim da escala 6 x 1 poderá entrar em vigor ainda este ano

A aprovação da PEC do fim da escala 6 x 1 na Câmara dos Deputados foi considerada uma vitória histórica para o governo Lula e o movimento sindical. No primeiro turno foram registrados 472 votos favoráveis e 22 contrários. Já no segundo turno o placar ficou em 461 votos a favor e 19 contra. Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT e vice-presidenta da CUT, ressaltou que o fim da escala 6 x 1, com redução da jornada de 44h para 40h semanais e garantia de dois dias semanais de descanso remunerados sem redução salarial, é uma luta das centrais sindicais desde os anos 80. O texto agora segue para o Senado e, caso seja aprovado sem alterações, trabalhadoras e trabalhadores poderão passar para a nova jornada ainda neste ano. “Vitória da classe trabalhadora, das mulheres, as mais sobrecarregadas com a dupla jornada, vitória das crianças e dos adolescentes, que terão seus pais com mais tempo livre”, afirmou a dirigente sindical. De acordo com os movimentos sindicais, a redução da jornada também terá impactos na melhora do rendimento da população. “Segundo estudos do Dieese, cerca de metade dos trabalhadores serão beneficiados com o fim do regime 6×1, sendo 74% dos que trabalham hoje em regime CLT”, explicou o secretário de Relações do Trabalho da Contraf-CUT, Jeferson Meira (Jefão). Além de estabelecer a escala 5×2, com jornada de 40 horas semanais, sem redução salarial, o texto aprovado no plenário da Câmara estabelece o seguinte período de transição: *Fonte: Contraf-CUT *Foto: Alessandro Dantas/Agência Senado

Saúde Caixa: boletim mostra ações e denúncias

Lançado pelos representantes eleitos para o Conselho de Usuários do Saúde Caixa (CUSC), o boletim Movimento pela Saúde mostra um panorama das primeiras ações do novo mandato, denúncias sobre problemas enfrentados pelos usuários do plano e orientações importantes sobre atendimento e autorizações prévias. A publicação destaca as reivindicações apresentadas pelos representantes dos usuários para melhorar o Saúde Caixa. Entre elas, a ampliação da rede credenciada, redução de custos para os empregados, melhorias na comunicação com os usuários e aperfeiçoamento dos processos de autorização e reembolso. Também é destaque no boletim a a cobrança feita pelo Conselho para que a Caixa apresente relatórios administrativos do plano e realize uma reunião extraordinária para discutir falhas recorrentes de atendimento e problemas relatados pelos usuários. A retirada do teto de custeio de 6,5% da folha de pagamento da Caixa para o Saúde Caixa também é defendida na publicação. O tema é considerado fundamental para garantir a sustentabilidade do plano e ampliar a qualidade da assistência oferecida aos empregados e aposentados. Para ler o boletim completo Clique aqui *Fonte: Contraf-CUT