Financiários devem votar em assembleia de campanha salarial no dia 30/05. Saiba como.

Empregados FINANCIÁRIOS em estabelecimentos bancários e/ou financiários, sócios e não sócios, que atuam na base territorial do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense devem participar da assembleia virtual sobre campanha salarial no dia 30 de maio (segunda-feira). A votação acontecerá através do link bancarios.votabem.com.br durante o período de 10h às 18h do dia 30/05. Em pauta estão a autorização para a diretoria do Sindicato negociar e celebrar os instrumentos de Coletivos de Trabalho, como Acordos Coletivos e/ou Convenções Coletivas de Trabalho junto à Fenacrefi ou até mesmo instaurar o dissídio coletivo caso as negociações sejam frustradas. Os financiários também irão analisar e aprovar pauta de reivindicações da categoria entre outros assuntos como prevê o Edital de Convocação da categoria. Clique aqui para votar.
Edital de Convocação Assembleia Financiários em 30/05

EDITAL ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários d no CNPJ/MF sob o nº 28.683.506/000161 o Sul Fluminense , inscrito , Registro sindical nº 914.100.117.87833 por seu presidente abaixo assinado, convoca todos os empregados FINANCIÁRIOS em estabelecimentos bancários e/ou financiários, sócios e não sócios, na base territorial deste sindicato, que compreende os municípios de Barra Mansa, Volta Redonda, Rio Claro, Porto Real, Quatis, Mendes, Engenheiro Paulo de Frontin, Paracambi, Resende, Itatiaia, Pinheiral, Barra do Piraí, Vassouras, Piraí, Valença e Rio das Flores , para a assembleia geral extraordinária que se realizará de forma remota/virtual durante o período das 10:00 horas até às 18:00 horas do dia 30 de maio de 2022, na forma disposta no site www.bancariosulfluminense.com.br onde estarão disponíveis todas as informações necessárias para a deliberação acerca da seguinte pauta: 1. Autorizar a diretoria do Sindicato a negociar e celebrar Instrumentos Coletivos de Trabalho com a Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi) e, frustradas as negociações, defender dissídio coletivo se e/ou instaurar de trabalho, bem como delegar poderes para tanto; 2. Aprovar a Pauta de Reivindicações da categoria Financiária que inclui desconto a ser feito nos salários dos empregados em razão da contratação a ser realizada (contribuição negocial). Barra Mansa/RJ, 23 de maio de 2022 JÚLIO CÉSAR CARDOSO CUNHA PRESIDENTE
Financiários devem participar de consulta sobre prioridades da campanha salarial

A campanha dos financiários para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria já começou! E a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e demais entidades de representação sindical querem saber qual a opinião de cada um sobre as prioridades para a campanha. Financiárias e financiários, sindicalizados ou não, podem participar da Consulta para dizer o que querem da campanha nos aspectos sociais, de remuneração, de saúde e de condições de trabalho. “É importante que haja o maior número possível de respostas, para que os resultados reflitam a real necessidade da categoria. Entendemos que a regulamentação do teletrabalho seja uma das prioridades na campanha esse ano, além de temas relacionados às consequências da pandemia pelo covid-19″, disse o coordenador do Coletivo dos Financiários da Contraf-CUT, Jair Alves. Para facilitar a participação, foi disponibilizado um sistema de votação eletrônica pela internet, que estará disponível até o dia 27 de maio. Para responder, basta acessar o link https://lime.dieese.org.br/index.php/611273?lang=pt-BR. Minuta de reivindicações As respostas da consulta serão compiladas e se somarão aos pontos que foram debatidos e aprovados em encontro virtual do Coletivo de Financiários, realizado no dia 18 de maio, para dar encaminhamento ao início da Campanha Salarial dos Financiários. A pauta será aprovada nas assembleias a serem realizadas até o dia 30. A data base dos financiários é 1º de junho. “A categoria precisa estar unida para que a gente consiga manter os direitos já estabelecidos na CCT e mostrar força para buscarmos novas conquistas, como a regulamentação do teletrabalho”, afirmou o coordenador do coletivo dos financiários. Assembleias Nas assembleias, os empregados deverão autorizar a Contraf-CUT e demais sindicatos a negociarem a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) para o período de 1º de junho de 2022 a 31 de maio de 2024 e ainda a pauta de reinvindicações, a ser entregue junto à Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi). “Além de responder à consulta, os trabalhadores devem ficar atentos para a convocação das assembleias em suas respectivas bases para aprovar a pauta de reivindicações”, observou Jair. Logo após ser aprovada em assembleias a serem realizadas por sindicatos da categoria de todo o país, a minuta será entregue à Fenacrefi para que se dê início às negociações da CCT dos financiários.
Conferência Estadual dos bancários aprova propostas e delegações para encontro nacional

A 2ª Conferência das Bancárias e dos Bancários do Estado do Rio de Janeiro, realizada em Campos dos Goytacazes, nesta sexta e sábado (21), promovido pela Federação das Bancárias e dos Bancários do Ramo Financeiro no Estado do Rio de Janeiro, a Federa-RJ, aprovou as reivindicações e propostas e as delegações de cada sindicato que participarão da Conferência Nacional que acontecerá em São Paulo nos dias 10, 11 e 12 de junho. As votações aconteceram presencialmente e também de forma virtual através de uma plataforma de votação. O encontro também aconteceu de forma híbrida. Entre as propostas estão o a valorização maior do que nos anos anteriores dos vales refeição e alimentação; concessão aos pais da mesma estabilidade concedida às mães durante os primeiros meses de vida dos filhos; aumento para um salário mínimo do valor do auxílio creche e auxílio babá; ampliação de 15 para 30 dias da licença paternidade; divulgação dos canais de poio às mulheres vítimas de violência; aumento do valor para cobrir os gastos com o trabalho em home office; reconhecimento dos acidentes de trabalho e das doenças ocupacionais, ocorridos durante o home office, com a correspondente emissão da CAT. Durante todo o sábado, várias mesas debateram a conjuntura política e econômico atual do país e as dificuldades para as negociações com os bancos esse ano. A presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, participou virtualmente. No primeiro dia de encontro, a abertura da conferência contou com participações virtuais do presidente da CUT-Rio, Sandro Cézar, do vice-presidente da Contraf-CUT, Vinícius Assumpção, e dos pré-candidatos a deputados federais, Reimont Otoni e José Maria Rangel. Na mesa de abertura, além da presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, o presidente do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense e vice-presidente da Federa.RJ também participou dos inícios dos trabalhos, acompanhados dos representantes dos demais Sindicatos filiados à Federação como Rafanele, de Campos dos Goytacazes, José Ferreira, do Rio de Janeiro, Cláudio Melo, de Teresópolis, Jorge Antônio Porkinho, de Niterói e região, além da participação virtual de Marcos Alvarenga, de Petrópolis. Nos discursos todos frisaram que a Campanha Nacional dos Bancários desse ano vai ser difícil e a luta será grande em defesa dos direitos já conquistados e inclusão de novas cláusulas visando melhorias para a categoria. O vice-presidente da Contraf-CUT, Vinícius Assumpção, atacou a Reforma Trabalhista que retirou direitos abrindo caminho para a precarização dos empregos. A vice-presidenta do Sindicato de Campos dos Goytacazes, Cristina Barreto, fez um discurso lembrando tudo o que o atual presidente representa, inclusive sua falsa ligação com a religião. Adriana Nalesso encerrou o primeiro dia do encontro lembrando que é preciso transcender a luta corporativa para se transformar em uma luta de todos os trabalhadores e trabalhadoras com a participação da sociedade. Delegação dos Bancários do Sul Fluminense Presencial: Júlio Cesar, Claudio José Barbosa e Péricles Nonato Virtual: Miguel Pereira
1º de Maio – Dia do Trabalhador: homenagens e reflexões

Muitos ainda perguntam se é Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador. Entretanto, a afirmação é correta pelo Dia do Trabalhador que nasceu na luta pela jornada de oito horas, marcada em 1886 por uma greve geral nos Estados Unidos, onde o trabalho chegava a 17 horas por dia. No 1º de Maio, a classe trabalhadora se mobiliza para exigir seus direitos em todo o mundo. No Brasil, o movimento dos trabalhadores ganhou impulso no começo do século passado, com os imigrantes europeus, em especial italianos e espanhóis, que vieram trabalhar nas fábricas. Em 1917, com esse novo perfil da força de trabalho, aconteceu a primeira grande greve no país. Pressionado pelo operariado em franco crescimento, que cobrava garantias trabalhistas, em 1925, o então presidente Arthur Bernardes decretou feriado no Dia do Trabalhador. Getúlio Vargas transformou a data em uma festa que celebrava o Estado Novo como protetor dos trabalhadores. Para suavizar a pressão social que continuava a crescer, Getúlio investiu numa política paternalista, que controlou os sindicatos, mas também trouxe garantias. Ele instituiu o salário mínimo em 1940, mas sua medida mais importante foi a Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT, em 1943. Era a primeira vez que o trabalhador, de fato, conquistava proteção, com a legalização do turno de oito horas, férias, previdência e direitos específicos para a mulher e pessoas com monos de 18 anos, entre outros. As conquistas duraram até 1964, quando a ditadura militar passou a massacrar os movimentos populares. Centenas de sindicatos sofreram intervenção e milhares de seus líderes foram cassados e presos. E você ainda acha que todas as conquistas de salários, vales alimentação, licenças maternidade e paternidade, PLR e jornada de seis horas foram gentilmente dadas pelos bancos? ENGANA-SE quem pensa assim. Todas essas conquistas são frutos de lutas históricas do movimento sindical que transformou a categoria bancária em referência de organização no país. Este 1º de Maio é simbólico, no pós pandemia continuamos a conviver alto desemprego, inflação alta e demissões que não cessam. Mas é também o momento de mobilização, de gritar e exigir a manutenção dos direitos. Somos vencedores e resilientes, mas devemos ter a ciência do nosso papel e lado, o lado da classe trabalhadora que sustenta o país com o seu suor. O projeto do atual governo brasileiro é destruir os sindicatos. Por isso, o desafio deste Primeiro de Maio é mostrar que somos fortes. O mundo produtivo está diferente, cada vez mais mecanizado e digital. O que não muda é que eles continuam a tirar dos trabalhadores para concentrar a riqueza nas mãos dos mais ricos. Por isso, mobilização e unidade tornaram-se palavra de ordem, para a classe trabalhadora reconquistar o protagonismo político e reconduzir o Brasil para o futuro que a gente quer. Não espere perder seus direitos para acordar. Siga as orientações do Sindicato e participe das mobilizações. Feliz Dia do Trabalhador! Homenagens O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense preparou uma série de atividades para homenagear os bancários e bancárias pelo Dia do Trabalhador. As atrações acontecem na Sede Campestre da entidade, em Barra Mansa, com atrações para crianças, oficina de maquiagem para as mulheres e festival de futebol. O evento será de 10h às 17h para bancários sindicalizados. A sede campestre fica Estrada Governador Chagas Freitas – 3.780 – Colônia Santo Antônio – Barra Mansa.
Sindicato quer saber as prioridades da categoria para a Campanha Nacional

O Sindicato quer quais são as principais demandas da categoria para a Campanha Nacional. Todas as bancárias e bancários, mesmo que não sejam filiados, podem participar da consulta e apontar quais devem ser, em sua opinião, as prioridades da campanha nos aspectos de remuneração, sociais, de saúde e condições de trabalho. Para facilitar a participação, foi disponibilizado um sistema de votação eletrônica pela internet, que estará disponível até o dia 3 de junho. Para responder, basta acessar o link https://consultacn2022-bancarios.votabem.com.br/. “Quanto maior o número de respostas obtivermos, mais próximo chegaremos do real desejo da categoria. Por isso, é importante que os sindicatos se empenhem na divulgação e coleta de respostas”, disse a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira. Minuta de reivindicações As respostas da consulta serão compiladas e se somarão às resoluções das conferências estaduais e regionais, além daquelas definidas nos encontros nacionais específicos dos trabalhadores de bancos públicos e de bancos privados, para serem debatidas na Conferência Nacional dos Bancários, que será realizada nos dias 10 a 12 de junho e terá como principal tarefa a definição da pauta de reivindicações da categoria. Logo após ser aprovada em assembleias a serem realizadas por sindicatos de bancários de todo o país, a minuta será entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para dar início à Campanha Nacional. O objetivo é negociar a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria e os Acordos Coletivos de Trabalho (ACTs) específicos dos bancos públicos, uma vez que a vigência dos mesmos se encerra no dia 31 de agosto. A data-base da categoria é 1º de setembro.
Expectativa da inflação para data base dos bancários deve ultrapassar 10%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) bateu recorde no mês de março, quando teve alta de 1,71%, acima do registrado no mês anterior (1%). Essa foi a maior variação para um mês de março desde 1994, no período que antecedeu a implementação do real. O INPC é calculado mensalmente pelo IBGE para medir a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços consumidos pelas famílias com rendimento médio mensal de 1 a 5 salários mínimos. É este o índice usado no reajuste dos salários e demais verbas dos bancários, negociado entre representantes dos trabalhadores (Comando Nacional dos Bancários) e dos bancos (Fenaban), nas campanhas da categoria. Com os preços subindo cada vez mais, a expectativa é que o INPC, neste ano, ultrapasse 10% na data base da categoria, que é 1º de setembro. Entre setembro de 2021 e março de 2022 (sete meses), a inflação para data-base acumula alta de 7,54%. Utilizando as projeções do Banco Central, o INPC acumulado em 12 meses está estimado em 9,77%. Porém, como esclarece o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), as estimativas do BC têm se mostrado subestimadas. Além disso, destaca ainda o Dieese, incertezas relacionadas às questões geopolíticas internacionais, às eleições de outubro e à pandemia, podem piorar o cenário. No ano, o INPC acumula alta de 3,42%. E nos últimos 12 meses, de 11,73%. Em março de 2021, a taxa foi de 0,86%. Os principais impactos em março vieram dos transportes (3,02%) e de alimentação e bebidas (2,42%). Os dois grupos, juntos, contribuíram com cerca de 72% do índice do mês. No caso dos transportes, a alta foi puxada, principalmente, pelo aumento nos preços dos combustíveis (6,70%), com destaque para gasolina (6,95%), que teve o maior impacto individual (0,44 p.p.) no indicador geral.
6º Congresso chega ao fim e aprova plano de lutas e elege nova diretoria da Contraf-CUT

Delegados e delegadas de todo país elegeram a nova direção da Contraf-Cut neste domingo (03/04), último dia do 6º Congresso da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, na manhã deste domingo (3). Os representantes de sindicatos e federações filiados também aprovaram alterações estatutárias e definiram as diretrizes para o plano de lutas da próxima gestão. O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense participou de todo o congresso com delegados escolhidos pela categoria. “Nestes três dias de congresso, debatemos temas importantes, que podem nos ajudar a reconstruir o Brasil que a gente quer. Nosso plano de lutas para a próxima gestão reflete estes debates, que nos levam a reafirmar o tema deste nosso congresso”, disse a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira. Comitês de luta Uma das ações aprovadas foi a criação de comitês de organização e luta de bancários em todo o Brasil, com brigadistas que ajudem a difundir as informações para as bases e as propostas de interesses dos trabalhadores, como a defesa dos bancos públicos e a defesa do sistema financeiro com funções de desenvolvimento econômico e social do país. Eles também serão responsáveis por reverberar as lutas específicas da categoria, como o aumento real, o combate às metas abusivas, o fortalecimento da mesa única de negociações e a regulação do teletrabalho, entre outros. “Para colocar este plano de lutas teremos que manter a unidade das correntes políticas que compõem nossa confederação e, mais do que isso, fortalecer toda a organização sindical do nosso ramo e também das demais categorias. A classe trabalhadora precisa estar unida para conseguir eleger representantes para todas as esferas de poder nacional, estaduais e municipais que tenham compromisso com a classe trabalhadora”, ressaltou a presidenta da Contraf-CUT. “A mudança de rumo passa pelas eleições estaduais e nacional deste ano, mas segue com as eleições municipais daqui a dois anos. Nossa luta tem que ser constante e efetiva, ano após ano”, completou, ao garantir que os comitês que serão criados não serão desfeitos após a campanha nacional das categorias bancária e financiária deste ano, e nem após a campanha eleitoral. Campanha Nacional Juvandia lembrou que neste ano serão realizadas mesas de negociações para a renovação das Convenções Coletivas de Trabalho (CCTs), tanto dos bancários quanto dos financiários. As CCTs em vigência perdem a validade neste ano, uma vez que nas últimas negociações, ocorridas em 2020, elas foram aprovadas com validade de dois anos. “Mais uma vez teremos duras batalhas nas negociações com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) e com a Fenacrefi (Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento), mais uma vez teremos que lutar pela manutenção dos nossos direitos e para avançar em novas conquistas, principalmente com relação ao aumento real e uma boa PLR (Participação nos Lucros e Resultados). Contamos com a contribuição de cada bancária e cada bancário nesta mobilização e luta para pressionar os bancos e as financeiras a atender nossas reivindicações”, afirmou. Moções A plenária do 6º Congresso da Contraf-CUT também aprovou três moções: Uma em defesa dos bancos públicos, uma em defesa da Petrobras e uma pela paz mundial. Nova diretoria As delegadas e delegados também elegeram a nova diretoria da Contraf-CUT, que assume a gestão da entidade pelos próximos quatro anos. Clique aqui e veja a composição da nova diretoria.