
Trabalhadoras e trabalhadores do Santander ficaram frustrados com a decisão do banco de exigir a compensação das horas não trabalhadas nos dias dos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.
“A ganância do Santander mais uma vez fala mais alto. Enquanto os demais grandes bancos compreenderam a importância de permitir que seus funcionários acompanhassem os jogos da Seleção Brasileira sem prejuízo, o Santander preferiu impor a compensação das horas”, observa a coordenadora da COE, Ana Marta Lima.
De acordo com a coordenadora, é uma postura que ignora um momento de integração e descontração vivido por todo o país e que gera indignação entre os trabalhadores.
“Em vez de reconhecer o empenho de quem sustenta seus lucros bilionários, o banco escolhe penalizar os funcionários e reforçar uma política permanente de desvalorização”, lamenta Ana Marta.
Para a Contraf-CUT, a decisão do Santander destoa do espírito de valorização dos bancários e reforça a necessidade de ampliar o diálogo com o banco sobre temas relacionados às condições de trabalho e ao reconhecimento dos empregados.
*Fonte: Contraf-CUT


