Campanha salarial: negociação sobre teletrabalho foi adiada

A pedido da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), a reunião para a negociação sobre cláusulas sociais – teletrabalho, que aconteceria nesta sexta-feira (22), foi adiada para a próxima terça-feira (26), a partir das 14h. Acompanhe os sites e redes sociais da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), das federações e sindicatos da categoria bancária para manter-se informado e mobilizado.
Mercantil do Brasil vai pagar PLR nesta sexta-feira (18)

O Banco Mercantil do Brasil atendeu à solicitação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), federações e sindicatos e vai antecipar o pagamento da segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) para esta sexta-feira (18). De acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária, o pagamento poderia ser realizado até o dia 1º de março. Fonte: Contraf-CUT
Banco Mercantil do Brasil garante que não haverá demissões em massa

Questionamento foi feito pela COE, após anúncio de alterações de agências em postos de atendimentos Depois de questionamento da Comissão de Organização dos Empregados (COE/BMB), o Banco Mercantil do Brasil garante que não haverá demissões em massa por causa da transformação de agências em Postos de Atendimento. Funcionários, clientes e usuários do Banco Mercantil do Brasil foram surpreendidos, na última sexta-feira (10), com cartazes afixados nas unidades bancárias, com o anúncio de transformação de agências em Postos de Atendimento Avançado. As mudanças vão valer a partir do dia 14 de março de 2022. As unidades atingidas pelas transformações serão Juiz de Fora e Divinópolis, em Minas Gerais, e Araras, Limeira, Campinas e Bragança, em São Paulo. “Os trabalhadores e os sindicatos estão alertas e mobilizados para cobrar da direção do Mercantil do Brasil que mantenha a sua palavra de que a transformação de agências em PAAs não acarretará em demissões em massa de pais e mães de família, o que, consequentemente, poderia impactar negativamente o atendimento aos milhares de clientes e usuários, que diariamente necessitam de ajuda dos funcionários nas transações bancárias nas agências”, garantiu Marco Aurélio Alves, coordenador Nacional da Comissão de Organização dos Empregados do Banco (COEBMB). A COE/BMB também denunciou à direção do banco que os funcionários das agências do Mercantil do Brasil estão sendo obrigados a cobrir horário de almoço dos vigilantes e a controlar acesso de porta giratória, desviando totalmente sua função bancária, o que é proibido por lei. A Comissão aguarda pronunciamento oficial do banco sobre a regularização e volta dos vigilantes para cobrir a demanda nesse horário. Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região
Precarização da segurança coloca em risco integridade de bancários

Na terça-feira, 1º de fevereiro, um bancário da agência central do Banco do Brasil da cidade de Uberaba (MG) foi agredido a golpes de capacete. Antes de partir para cima do trabalhador bancário, o autor do crime tentou quebrar equipamentos da agência, motivado pela demora no atendimento e queda do sistema. “Casos de violência como este estão se tornando recorrentes em agências bancárias de todo o país. A queda no nível de segurança nos bancos tem acontecido porque, já há algum tempo, de forma irresponsável, os bancos estão tomando a iniciativa unilateral de reduzir os gastos neste setor, alegando altos custos, por exemplo, na manutenção de portas giratórias e de vigilantes, mesmo constatado que os bancos continuam obtendo alta lucratividade”, destacou o coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Elias Hennemann Jordão. Ele reiterou que o movimento sindical tem feito alertas constantes à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), nas mesas de negociações, contra o enxugamento de gastos na segurança de unidades e agências. “A vida vem em primeiro lugar. Não existe justificativa plausível para reduzir custos com a manutenção de portas de segurança e de vigilantes”, completou. Mudança do perfil Transformação de agências em unidades de negócios, sem portas giratórias; manutenção de equipamentos obsoletos e redução no número de funcionários, são alguns dos fatores apontados pela Contraf-CUT como responsáveis pelo aumento da insegurança no ambiente de trabalho dos bancários. “A transformação de agências nas chamadas ‘unidades de negócios’, em especial, sem atendimento de caixa, portas de segurança e vigilantes, é um movimento acelerado por vários bancos nos últimos dois anos”, explicou Elias. “Os bancos alegam que, nas unidades de negócios, não existe a necessidade de estrutura de segurança, porque não há a circulação de dinheiro. Mas existem caixas eletrônicos e os funcionários continuam tendo que manipular valores para atender clientes que passam nesses locais. Inclusive, além das agressões que ocorrem nas áreas dos caixas eletrônicos das agências comuns, temos recebido relatos de agressões cometidas contra os funcionários de unidades de negócios”, pontuou. Tempo de espera O coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, completa que os registros de filas enormes nos atendimentos refletem também a administração do desmonte nos bancos públicos. “A contratação de mais pessoas está na nossa pauta de reivindicações para evitar acontecimentos como estes de Uberaba. Com menos funcionários, as agências ficam sobrecarregadas, demoram mais para realizar todos os atendimentos e isso causa estresse nas duas pontas, entre os funcionários e clientes. Recebemos imagens de filas tão extensas que ultrapassam a área de frente das agências”, acrescentou. Fonte: Contraf-CUT