Sindicato inscreve para Intensivão de CPA-10 e CPA-20 até 18 de outubro

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense inscreve até o dia 18 de outubro para o curso preparatório da prova de certificação de CPA-10 e CPA-20 da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima). As aulas serão ministradas nos dias 21 e 22, 28 e 29 de outubro na sede do Sindicato, na Rua Rio Branco, 107, Centro de Barra Mansa. O Intensivão CPA-10 e CPA-20 este ano está com a matéria atualizada e com mais dias de aula. O valor do investimento para o CPA-10 é de R$ 400 (sindicalizados) e R$500 (não sindicalizados). Para o CPA-20 o investimento fica em R$500 (sindicalizados) e R$ 700 (não sindicalizados). Os interessados em participar do intensivão podem obter informações através dos telefones (24) 98139-6194 (Louise) ou (24) 98100-0018 (Talma).

Sede campestre garante lazer dos associados nos finais de semana

Aberta aos associados nos finais de semana, a sede campestre do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense tem proporcionado horas de lazer, além de ajudar a enfrentar o forte calor com refrescantes banhos de piscina. O local oferece toda infraestrutura necessária para o lazer dos bancários e sua família, com campo de futebol, bar, churrasqueira e uma bela piscina. Lembrando que para entrar é preciso apresentar a carteira de associado com um documento válido de identidade. A sede campestre ficará aberta em todos os finais de semana até depois do verão.

Pesquisa do Dieese mostra que o setor bancário perdeu 634 postos de trabalho em julho

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou a Pesquisa do Emprego Bancário (PEB), com base nos dados do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), mostrando que o setor bancário teve uma baixa de 634 postos de trabalho em julho. Outra informação importante da pesquisa foi sobre a constatação de que o setor bancário está perdendo espaço no ramo financeiro. Segundo dados do Dieese, foram abertos 1.866 postos de trabalho em julho no ramo financeiro, sendo que nos últimos 12 meses, foram criados 15,8 mil postos de trabalho, uma média de 1,3 mil postos/mês. Entre as atividades do ramo financeiro com maior saldo positivo em julho estão o crédito cooperativo (+1.038 postos); as atividades de intermediários em transações de títulos, valores mobiliários e mercadorias (+575 postos) e planos de saúde (+250 postos). Desde setembro de 2022 não há registro de aumento de postos de trabalho no setor bancário. De janeiro a julho de 2023, 61,09% dos postos de trabalho reduzidos (3.494) ocorreram em estabelecimentos com até 50 empregados e 22% (1.258) em locais com mais de mil trabalhadores. Walcir Previtale, secretário de Assuntos Socioeconômicos da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), disse que os bancos vem reduzindo o emprego em todo o país. “Por isso, iniciamos a campanha #BancoParaTodos, contra as demissões e o fechamento de agências bancárias e pela garantia da obrigação da oferta de serviços bancários para toda a população”, ressaltou Previtale. De acordo com levantamento do Banco Central, 42% dos municípios brasileiros não têm agência bancária, o que obriga os clientes a percorrerem longas distâncias quando precisam de atendimento presencial.

Após aprovar programa próprio, trabalhadores do Mercantil recebem a PLR

Quem trabalha no Banco Mercantil do Brasil S/A e no Banco Mercantil de Investimentos S/A já está com a sua PLR (Participação nos Lucros e/ou Resultados) na conta. O pagamento foi efetuado, nesta quarta-feira (20), após aprovação pelos empregados de um programa próprio, durante assembleia virtual, ocorrida na véspera (terça, 19). A medida será aplicada em âmbito nacional, contemplando trabalhadores que atuem nos bancos em qualquer cidade do Brasil.

Protestos contra juros altos, nesta quarta (20), serão nas ruas e nas redes com tuitaço a partir das 11h

Trabalhadoras e trabalhadores de todo o país protestam, nesta quarta-feira (20), contra os juros altos, que assolam a economia brasileira. A pressão é para que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduza a Selic, taxa básica de juros, que atualmente está em 13,25%. Nas cidades onde o Banco Central tem sede, os protestos serão em frente ao prédio do BC. Nas outras, as manifestações acontecerão nas ruas de grande circulação. Para as redes sociais está marcado um tuitaço, das 11h às 12h, com a hashtag #JurosBaixosJá. A orientação é para que todas as postagens marquem @BancoCentralBR. Segundo o movimento sindical, a redução da Selic vai melhorar a economia brasileira. “Nossa campanha é por emprego e renda, porque a Selic elevadíssima reflete nas taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras no crédito, o que prejudica o investimento produtivo e atrapalha a economia”, explica Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT e vice-presidenta da CUT.

Desenrola Brasil: bancos renegociam R$ 13,2 bi desde o início do programa

Desde o início do Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas Pessoais, o Desenrola Brasil, os bancos brasileiros renegociaram 1,9 milhão de contratos de dívidas, chegando a R$13,2 bilhões. A informação foi divulgada, nesta segunda-feira (18), pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), acrescentando que esse valor refere-se à Faixa 2 do programa, que contempla negociações com bancos para quem tem renda de até R$ 20 mil. De acordo com a Febraban, cerca de 6 milhões de clientes, com dívidas bancárias de até R$ 100, puderam limpar seus nomes. A adesão ao programa vai até 31 de dezembro. Até lá, segundo o Ministério da Fazenda, 70 milhões de pessoas poderão ser beneficiadas.

Juros altos: trabalhadores protestam contra Selic nas ruas e redes sociais

A campanha contra os juros altos praticados pelo Banco Central (BC) continua. Apesar da última queda, a Selic (taxa básica de juros da economia brasileira) ainda se encontra em 12,75%, patamar considerado muito elevado. Nesta quarta-feira (20), quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC deverá anunciar um novo índice, trabalhadores de todo o país vão protestar nas ruas e nas redes sociais. Nas cidades onde o BC tem sede, os protestos serão em frente ao seu prédio. Nas demais, os trabalhadores vão ocupar ruas de grande circulação. Já nas redes sociais, o tuitaço está marcado para acontecer das 11h às 12h, com a hashtag #JurosBaixosJá, marcando o @BancoCentralBR nas postagens. Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramos Financeiro (Contraf-CUT), uma das entidades responsáveis pela articulação das manifestações, lembra a importância de reduzir a Selic. “Por que uma Selic menor é tão importante para a economia brasileira e principalmente para os trabalhadores? Porque estimula o investimento produtivo e a geração de emprego e renda. Os juros definidos pelo Banco Central são repassados para os clientes de todo o sistema financeiro. Então, com a Selic alta, fica mais alto o custo do crédito para as pessoas e para as empresas, significa pagar mais caro pela casa própria, pelo carro. Logo, o inverso também acontece: a Selic mais baixa dinamiza a economia e melhora a vida da população e do setor produtivo, com mais recurso para gastar e investir”, explica Juvandia, que também é vice-presidenta da CUT. A expectativa do mercado, na próxima reunião, é de um novo corte de 0,50% e que, continuando a tendência de corte, a Selic alcance 11,75% no final do ano.

Sindicalização está abaixo dos 10% segundo pesquisa do IBGE

Estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que o Brasil chegou ao menor percentual de trabalhadores sindicalizados. A informação está na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) – Características Adicionais do Mercado de Trabalho 2022, divulgada nesta sexta-feira (15). Segundo o documento, em 2022, das 99,6 milhões de pessoas ocupadas no país, 9,2%, ou 9,1 milhões de pessoas, eram associadas a sindicatos. Esse é o menor contingente da série iniciada em 2012, quando havia 14,4 milhões de trabalhadores sindicalizados, correspondendo a 16,1%. Em 2019, essa taxa era de 11%, 10,5 milhões de sindicalizados. As regiões Nordeste (10,8%) e Sul (11%) permaneceram com os valores mais altos, enquanto a Norte (7,7%) e a Centro-Oeste (7,6%), os menores O percentual de homens sindicalizados, de 2012 a 2019, superava o de mulheres sindicalizadas. No entanto, essa diferença diminui ao longo dos anos e, em 2022, a sindicalização entre as mulheres (9,3%) era superior a dos homens (9,1%). Segundo a pesquisa, todas as grandes regiões tiveram redução na taxa de sindicalização em 2022. Em relação a 2012, a maior queda foi no Sul (9,2 pontos percentuais) e em relação a 2019, no Sudeste (2,4 p.p.). Taxa recua em todas as atividades A taxa de sindicalização recuou em todos os grupamentos de atividades, tanto em relação a 2019 como a 2012. A maior queda foi em transporte, armazenagem e correios: de 20,7% em 2012 para 11,8% em 2019 e 8,2% em 2022. A exceção ficou por conta dos serviços domésticos. Em 2022, o grupamento de atividade da agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura alcançou a maior taxa de sindicalização (16,5%). Essa atividade tem participação importante dos sindicatos de trabalhadores rurais, muitos de pequeno porte da agricultura familiar, principalmente, nas regiões Nordeste e Sul. Também com importante cobertura sindical, a administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (15,8%) seguiram em queda em 2022. O mesmo movimento foi demonstrado pela indústria geral, que até 2015 exibia taxa de sindicalização próxima a 20%, baixando a estimativa para 11,5% em 2022. Carteira assinada Empregados com carteira assinada no setor privado e os empregados no setor público, que tinham as maiores taxas de sindicalização (respectivamente, 11% e 19,9%), registraram as principais perdas: de 2,9 p.p. e 2,2 p.p, respectivamente, frente a 2019 e de 9,9 p.p. e 8,1 p.p. ante 2012. Ainda segundo a pesquisa, em 2022, dos 9,1 milhões de trabalhadores sindicalizados, 70,7% (6,5 milhões) tinham, pelo menos, o ensino médio completo e 35,3% (3,2 milhões) tinham ensino superior completo. A menor taxa de sindicalização era a dos ocupados com ensino fundamental completo ou com médio incompleto, 6,3%, e a maior era dos ocupados com ensino superior completo, de 14,5%. No mesmo período, a população ocupada atingiu seu maior efetivo: 99,6 milhões de pessoas, com alta de 4,9% frente a 2019 (95 milhões) e de 11% ante 2012 (89,7 milhões). De acordo com o IBGE, “percebe-se, então, que a expansão da população ocupada nos últimos anos não se converteu em aumento da cobertura sindical no país. Esse resultado pode estar relacionado a diversos elementos, como a forma de inserção do trabalhador na ocupação, as modalidades contratuais mais flexíveis introduzidas pela Lei 13.467, de 13.07.2017, conhecida como reforma trabalhista, e o uso crescente de contratos temporários no setor público etc”. CNPJ Entre os 30,2 milhões de empregadores e trabalhadores por conta própria no país, 10,3 milhões (ou 34,2%) estavam em empreendimentos registrados no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), uma alta em relação a 2019 (29,3%). A maioria das pessoas ocupadas nos dois grupos (10,3 milhões) era formada por homens, 63,6% (6,6 milhões), sendo que esse percentual já atingiu 68,1% em 2012, diminuindo nos anos seguintes. Em comparação a 2019, a cobertura no CNPJ cresceu entre os trabalhadores por conta própria (de 20,2% para 26,3%) e ficou praticamente estável (de 80,5% para 80,9%) entre os empregadores. Segundo o IBGE, “os empregadores e os trabalhadores por conta própria estavam principalmente concentrados nas atividades do comércio e serviços, com estimativas de 22,4% e 41,3%, respectivamente. Essas duas atividades também apresentavam as maiores taxas de coberturas no CNPJ, de 49% e 39,6%, respectivamente. Importante destacar a indústria geral, que respondia por somente 8,8% da ocupação de empregadores e de conta própria, porém registrava a terceira maior taxa de cobertura no CNPJ, de 32,2%. Com valores menores estavam a agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (10,1%) e a construção (19,3%)”. Do total de empregadores ou conta própria no trabalho principal, 5,3% (1,6 milhão de pessoas) eram associados à cooperativa de trabalho ou produção, o que mostra a baixa adesão dos trabalhadores a esse tipo de arranjo produtivo no Brasil. A maior proporção ocorreu em 2012 (6,3%) e, desde 2015, vinha baixando até chegar ao menor valor em 2019 (5,1%). A Região Sul (9,1%) tem o maior percentual, seguida pela Região Norte (5,5%); Nordeste (4,6%), Sudeste (4,5%) e Centro-Oeste (3,8%).   *Fonte: Agência Brasil e G1 *Foto: Rovena Rosa – Agência Brasil

Bancários alertam para adoecimento da categoria no Dia Nacional de Luta

O Dia Nacional de Luta “A Vida Acima do Lucro” reuniu sindicatos dos bancários de todo o país, na última terça-feira (12). A ação integra a campanha permanente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), “Menos Metas, Mais Saúde”. A iniciativa visa chamar a atenção para a importância da saúde mental e física dos trabalhadores, principalmente aqueles que atuam sob pressão, como o financeiro. Dirigentes da base da Federa-RJ também participaram da ação, indo às ruas para chamar atenção para o Dia Nacional de Luta por Menos Metas e Mais Saúde. Sul Fluminense Durante toda a terça-feira(12), representantes do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense percorreram agências de diversas cidades da região,  participando das manifestações da campanha Setembro Amarelo. Com faixas e cartazes, eles visitaram agências de Resende, Barra do Piraí, Paracambi e Volta Redonda para chamar a atenção para a campanha da categoria. O Sindicato informou que o trabalho de conscientização vai continuar durante todo o mês de setembro com visitas às agências e reuniões sobre a Campanha “Menos Metas, Mais Saúde”. Conscientização O mês de setembro é dedicado à prevenção ao suicídio, com o Setembro Amarelo e os sindicatos de bancários aproveitaram para  destacar os desafios enfrentados pelos trabalhadores do setor, em relação à sua saúde mental e emocional. O secretário de Saúde da Contraf-CUT, Mauro Salles ressaltou que o  Setembro Amarelo nas ruas evidenciou a força do movimento sindical organizado e mostrou que este debate precisa ser permanente. “Nossa categoria está triste, com muitos colegas tomando remédio, adoecidos, sem, muitas vezes, saberem os motivos de seus sofrimentos. A sociedade não tem a devida noção do drama cotidiano enfrentado pela categoria, dos modelos de gestão, verdadeiros mecanismos de adoecimento, que driblam a legislação. São modelos perversos, que têm produzido sofrimento, adoecimento e tragédias atrás da busca por lucro”, afirmou Salles. O Dia Nacional de Luta contou com diversas atividades, incluindo manifestações presenciais e online. No ambiente virtual, a hashtag #AVidaAcimaDoLucro rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados do dia, no Twitter, demonstrando a importância do tema e a solidariedade de milhares de pessoas em todo o país. Informativo A Contraf-CUT) percorreu agências bancárias de todo o país, distribuindo um informativo preparado especialmente para a ação. A publicação aborda a questão do adoecimento psíquico dos trabalhadores do ramo financeiro e atualiza como a campanha “Menos Metas, Mais Saúde” tem trabalhado para promover mudanças positivas. Vale lembrar que, de acordo com a Consulta Nacional realizada entre os trabalhadores do ramo financeiro, mais de 40% deles usam medicamentos controlados. A Consulta apontou ainda que a cobrança excessiva por metas resulta em preocupação constante, cansaço, desmotivação e crises de ansiedade e pânico, afetando a saúde e o bem-estar dos trabalhadores. A campanha “Menos Metas, Mais Saúde” busca uma abordagem mais equilibrada para a avaliação do desempenho dos trabalhadores bancários, dando prioridade à sua saúde e bem-estar, em vez de metas excessivamente rigorosas. Mauro Salles afirmou que a Contraf-CUT e os sindicatos bancários continuam comprometidos em lutar por um ambiente de trabalho onde a vida esteja sempre acima dos lucros. “O Dia Nacional de Luta ‘A Vida Acima do Lucro’ é um lembrete poderoso de que a saúde e o bem-estar dos trabalhadores devem estar no centro de todas as discussões e práticas no ambiente de trabalho. É uma chamada à ação para garantir que todos possam desempenhar seus papéis com dignidade, respeito e equilíbrio, independentemente da profissão que escolheram”, ressaltou Salles. *Fonte: Com informações da Contraf-CUT

Sindicato percorre agências bancárias para conscientizar categoria e população sobre gestão abusiva dos bancos

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense percorreu agências de diversas cidades da região nesta terça-feira (12), Dia Nacional de Luta, abrindo as manifestações da campanha Setembro Amarelo. O objetivo do movimento é conscientizar bancárias e bancários sobre o seu ambiente de trabalho, frequentemente marcado por altas demandas, excesso de metas, jornadas prolongadas, competição e falta de reconhecimento. Além disso, visa denunciar à sociedade a gestão abusiva dos bancos. O Sindicato levou faixas e cartazes às agências das cidades de Resende, Barra do Piraí, Paracambi e Volta Redonda chamando a atenção da população para a campanha da categoria. De acordo com informações do Sindicato, o trabalho de conscientização vai continuar durante todo o mês de setembro com visitas às agências e reuniões sobre a Campanha “Menos Metas, Mais Saúde”.