38º Conecef e 33º CNFBB acontecem na próxima semana

Bancários e bancárias da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil se reúnem de quarta-feira (8) a sexta-feira (10) para debaterem sobre as questões que afetam seu dia a dia de trabalho e definirem suas pautas específicas de reivindicações, que serão negociadas com os respectivos bancos durante a Campanha Nacional da categoria. O encontro será realizado de forma híbrida, com participação no local, em São Paulo, e de forma remota, por uma plataforma eletrônica de videoconferência e de votação. No 38º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef), os debates girarão em torno de quatro eixos distintos: 1. Defesa dos bancos e empresas públicas; Defesa da Caixa 100% Pública; 2. Saúde e condições de trabalho, incluindo o plano de saúde dos empregados (Saúde Caixa); e Fundo de Previdência dos empregados (Funcef); 3. Manutenção dos direitos atuais e conquistas de novos; Mais contratações; 4. Organização sindical e defesa da democracia. “São quatro eixos de discussões que englobam não apenas as questões que estão no dia a dia dos empregados, vão além e entram em temas que estão na ordem do dia de toda a sociedade”, disse a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt. “Já é cultural no movimento sindical bancário debater e apresentar soluções para as pautas da categoria e também para pautas sociais. Trata-se de nosso perfil de sindicato cidadão”, completou. No 33° Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB), além de tratar de melhores condições de trabalho e mais dignidade para funcionários do Banco do Brasil, os temas tratarão sobre a importância do banco público para o desenvolvimento regional e para o incentivo à agricultura familiar como forma de combate à fome e redução dos custos dos alimentos, além do papel específico do Banco do Brasil na construção do Brasil que a gente quer. No último dia do encontro ainda serão debatidos temas ligados à desigualdade de gênero e de raça no trabalho, inclusive de remuneração, além do acesso ao trabalho e à renda pela juventude. “É impressionante o que este governo vem fazendo com os funcionários e com o Banco do Brasil de forma específica e com todos os bancos e demais empresas públicas de forma geral. Demonizam os funcionários e promovem uma verdadeira desestruturação das empresas para poder vendê-las a troco de bananas, sem dar o devido valor e importância ao que elas representam para o país”, disse o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. “Sem os bancos públicos praticamente não haveria investimentos na agricultura, na habitação, em infraestrutura, no desenvolvimento regional. O país estaria em uma situação ainda pior que eles conseguiram deixar”, completou. Encontros de banco privados Os funcionários do Bradesco, Itaú e Santander também realizam seus encontros nacionais na próxima semana. Além de debaterem questões gerais, que envolvem toda a categoria, também debaterão pautas específicas para contribuírem com a elaboração da minuta de reivindicações dos bancários, que será entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), após a definição da Conferência Nacional dos Bancários, que será realizada de 10 a 12 de junho, e a aprovação pelas assembleias que serão realizadas pelos sindicatos de bancários de todo o país. Cuidados com a covid-19 Todas as delegadas e todos os delegados que forem participar presencialmente deverão apresentar comprovação de vacinação contra a covid-19 (passaporte vacinal) no ato do credenciamento. Também deverão apresentar o comprovante de teste negativo, do tipo antígeno, contra a covid-19, realizado em até 3 (três) dias antes do credenciamento.

Caixa continua sendo usada em campanha eleitoral antecipada

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, está sendo acusado de usar a instituição para fazer campanha eleitoral antecipada para o atual presidente da República. As denúncias têm como base o vídeo “Caixa: mudança histórica de postura garante investimentos a quem mais necessita”, postado do canal pessoal no Youtube do presidente da República. No vídeo, há um depoimento do presidente da Caixa. Na visão da coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) do banco, Fabiana Uehara Proscholdt, trata-se de campanha eleitoral antecipada. “Não é a primeira vez que Pedro Guimarães usa a Caixa para fazer campanha eleitoral para o atual mandatário da Presidência da República. No ano passado, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) reconheceu que, já naquela ocasião, havia evidências de uso pessoal da Caixa para esta prática. Agora, mais uma vez, ele faz uso da imagem do banco com a mesma finalidade. Esperamos que o Mistério Público Eleitoral tome as providências que já tinham que ter sido tomadas”, disse Fabiana. Mas, para a coordenadora da CEE/Caixa, apesar de discordar do uso inapropriado da imagem do banco, o vídeo é providencial. “Mostra exatamente o desprezo que ele e este governo têm pela coisa pública, pelo banco público” disse.  “Querer se gabar de que este governo está vendendo a Caixa e que antes isso não existia é, no mínimo, falta de bom senso. Vender a Caixa não é um bom negócio. Só este governo privatista, sem compromisso com o país e com o povo brasileiro, acredita que se desfazer da Caixa e demais empresas públicas seja um bom negócio”, completou, lembrando que, em diversos países, está havendo uma onda de reestatização dos serviços públicos que haviam sido privatizados.

Pesquisa revela que quase 80% são contra fim do monopólio na operação de penhor

No total de pessoas que participaram da enquete realizada Câmara dos Deputados sobre o Projeto de Lei 4.188/2021, 79% discordam da proposição: 78% são totalmente contrários ao PL e 1% discorda na maior parte. O projeto, apresentado pelo governo federal, acaba com o monopólio da Caixa Econômica Federal na operação do penhor civil. Para a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), se o PL aprovado, será um dos maiores retrocessos na concessão de empréstimo a juro baixo para quem precisa de dinheiro rápido e sem burocracia. Regime de Urgência Para acelerar a votação do Projeto de Lei -que estabelece o chamado “Marco das Garantias” na concessão de crédito- a Câmara aprovou, no dia 17, que o projeto tramite em regime de urgência. Dessa forma, a proposição seguiu direto para o Plenário, sem a necessidade de passar pelas comissões temáticas da Casa. “Se aprovado, o PL representará não só prejuízos à população, com a volta das casas privadas de penhor — também conhecidas como “prego”, que cobravam juros muito superiores para a concessão de empréstimos — como também significará mais uma ação do governo de enfraquecimento do papel social da Caixa”, ressaltou o presidente da Fenae, Sergio Takemoto. O monopólio do banco público nesta operação de crédito existe desde 1934, com uma das menores taxas e a possibilidade de recuperação do bem penhorado e avaliado de forma justa. A exclusividade da Caixa neste serviço foi estabelecida há 88 anos pelo Decreto 24.427. Menores taxas “É uma das operações mais baratas, voltada a pessoas que passam por dificuldades financeiras, estão ‘negativas’ e não têm outras garantias a apresentar e, por isso, decidem penhorar bens que não querem se desfazer deles”, explicou o presidente da Fenae. “São objetos de alto valor afetivo, herdadas de antepassados, desde joias a relógios e canetas, por exemplo. Com a quitação do empréstimo a juros mais baixos, as peças retornam aos herdeiros”, acrescentou. Takemoto ressaltou que, ao oferecer menores taxas para a concessão deste tipo de empréstimo facilitado a quem mais necessita e sem extorsão, o penhor é uma operação que se alinha ao papel social da Caixa. “O monopólio do banco público nesta operação, aliás, ocorreu por conta de abusos cometidos pelas casas de penhor. Se recorrermos aos fatos históricos, lembraremos que pessoas escravizadas compravam a carta de alforria por meio de empréstimos de penhor junto à Caixa, o banco do povo brasileiro”, observou Sergio Takemoto. Para o dirigente da Fenae, a volta dos “pregos” estimulará os empréstimos predatórios, praticados, por exemplo, por agiotas: cobrança de juros altos a quem está endividado e sem acesso a garantias para outros tipos de crédito. No entendimento da Fenae, será mais um combustível para a exploração de quem mais necessita, em um país cujo poder de compra e oportunidades de vida vêm minguando dia após dia. “Esta é mais uma manobra do governo para favorecer a iniciativa privada em detrimento dos interesses da população brasileira”, criticou Takemoto. “Ao passar o penhor para empresas privadas, os lucros delas serão ampliados às custas de taxas de juros maiores. Perdem os brasileiros, perde a Caixa”, completou. Avaliação semelhante foi publicada na enquete realizada pela Câmara dos Deputados. “A iniciativa de tirar o Penhor da Caixa não tem em nada benefícios à sociedade brasileira, muito ao contrário. Quem na iniciativa privada assume prejuízo em operações de crédito rápido e fácil ao povo? Só aumentaria as taxas e tarifas (…)”, registrou um participante. Pressa Esta não foi a primeira vez que a Câmara tentou acelerar a votação do PL 4.188. No início do mês, o Projeto de Lei só não entrou em regime de urgência graças ao empenho da deputada [e ex-bancária da Caixa] Erika Kokay (PT-DF). A parlamentar conseguiu que o projeto fosse retirado de pauta para que a quebra do monopólio da Caixa no penhor civil seja excluída da matéria. Na ocasião, Kokay reforçou que o projeto enfraquece a atuação social do banco público, além de destacar a capacidade técnica dos avaliadores de penhor da Caixa Econômica Federal: “altamente gabaritados” para assegurar preço justo pelas peças penhoradas, ausência de burocracia e juros menores nos empréstimos. Além de contar com o apoio de Erika Kokay, a Fenae atua junto a outros parlamentares para que o fim da exclusividade da Caixa neste tipo de operação seja suprimido do Projeto de Lei 4.188. É o caso dos deputados João Maia (PL-RN), relator do PL no Plenário; e de Luizão Goulart (Solidariedade-PR), relator do projeto na Comissão de Educação da Câmara. Fonte: Fenae, com edições da Contraf-CUT

Após trapalhada, Caixa quer devolução de bônus pago

A Caixa Econômica Federal, após trapalhada, quer que os empregados devolvam parte dos recursos recebidos em relação ao Ciclo 2021 do programa de Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) e no mecanismo de “curva forçada”. Até mesmo um sistema para “negociar a devolução” foi criado. “A gestão Pedro Guimarães não tem as mínimas condições de administrar um banco com tamanha importância como a Caixa. Normalmente, empregados que recebem bônus ficam contentes, mas esta gestão conseguiu deixar desgostosos até estes empregados”, observou a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt. O pagamento desse bônus causou polêmica ao pagar valores com enormes disparidades a empregados de uma mesma unidade. Com isso, o banco foi obrigado a promover alterações no Ciclo 2021 do programa de Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) e no mecanismo de “curva forçada”. Após receber o erro, agora a instituição quer que os funcionários devolvam parte dos valores que receberam. O banco chegou a criar um sistema para que os próprios gerentes indiquem a quantidade de parcelas para a devolução dos recursos. PLR x Bônus – O bônus Caixa é uma política instituída unilateralmente pela Caixa, sem qualquer discussão com as entidades sindicais, que têm cobrado que o banco debata o bônus com os empregados para que sejam definidos, em conjunto, os critérios para o pagamento. “Queremos que o bônus Caixa seja pago para todos os empregados, independente da função, sem prejuízo para quem já recebeu”, explicou o presidente da Associação do Pessoal da Caixa do Estado de São Paulo (Apcef/SP), Leonardo Quadros, ao observar que hoje o Bônus Caixa é pago somente para um segmento. O movimento sindical defende o fortalecimento da PLR. “Ao invés de pagar este bônus, defendemos o pagamento de uma PLR (Participação nos Lucros e/ou Resultados) forte e para todos. A PLR é uma política legal, reconhecida por lei, com critérios objetivos e definidos em mesa de negociação. A política de bônus é unilateral”, acredita representante da Federação dos Bancários da CUT do Estado de São Paulo (Fetec-CUT/SP), na CEE, Jorge Luiz Furlan. “O banco usa como forma de pressionar pelo cumprimento de metas abusivas e ainda define quem vai recebê-lo a seu bel prazer. Pudemos ver o resultado desta subjetividade nesta trapalhada feita pela gestão Pedro Guimarães”, concluiu Furlan.

Mobilização dos empregados faz Caixa mudar GDP

Depois de pagar o bônus Caixa com enormes disparidades até mesmo entre empregados de uma mesma unidade, o banco foi pressionado pelas entidades de representação e associativa dos trabalhadores e foi “obrigada” a promover alterações no Ciclo 2021 do programa de Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) e no mecanismo de “curva forçada”. “Esta gestão ineficiente do Pedro Guimarães não consegue fazer certo nem os absurdos que se propõe a fazer. Quiseram introduzir um sistema de bonificação aos empregados para enfraquecer o movimento sindical e a luta pela PLR (Participação nos Lucros e/ou Resultados), mas conseguiram deixar descontentes até os empregados que estavam recebendo o bônus”, avaliou a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt. “Estamos sempre atentos em tudo o que afeta o dia a dia de trabalho e a vida dos empregados. Nossa pressão sobre o banco e a mobilização dos empregados foi fundamental para que o banco promovesse alterações para reduzir a disparidade de valores de bônus e mudanças no mecanismo de curva forçada”, afirmou o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa, Sergio Takemoto. Destruição da política de pessoas – Para a coordenadora da CEE, o mecanismo de “curva forçada”, introduzido pela administração Pedro Guimarães no programa Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) oprime e desqualifica o trabalho realizado pelos empregados. “Ao invés GDP, deveria se chamar DPP, de ‘destruição da política de pessoas’! Já tínhamos críticas à GDP por ela utilizar instrumentos subjetivos de avaliação, o que permite que gestores a utilizem como forma de assédio e pressão pelo cumprimento de metas abusivas pelos empregados. Mas, a gestão Pedro Guimarães conseguiu piorar ainda mais o que já era ruim”, afirmou Fabiana. O mecanismo de “curva forçada”, introduzido no programa de Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) da Caixa Econômica Federal em 2021, tinha classificado 65% do quadro de razoável para ruim no Ciclo da GDP 2021. “É um mecanismo retrógrado, que foi abandonado pela iniciativa privada nos anos 1980, por não conseguir melhorar o desempenho dos trabalhadores e ser utilizado apenas para reduzir remuneração e justificar demissões. Mas, a Caixa, mesmo sabendo disso, resolveu implantá-lo. Deu no que deu”, observou a coordenadora da CEE. Após inserir o mecanismo na GDP e ser cobrada a dar explicações, a Caixa, em reunião com a representação dos empregados, reconheceu que a “curva forçada” visa mudar a cultura dos empregados da Caixa, estabelecer valores empresariais de mercado e forçar a competição pela venda de produtos. O Regulamento do Ciclo 2021 da GDP limitava a 5% o número de empregados, de todos os grupos, que poderiam ser avaliados com desempenho “excelente” e 30% com “excelente” e “superior”. “Além de limitar a quantidade de empregados que podem ser classificados como excelente, também define que 5% será mantido como ‘insatisfatório’. Tudo isso, independente do resultado que os mesmos tenham tido. Assim, ela é utilizada apenas como ferramenta de assédio”, criticou a coordenadora da CEE. Competição x Colaboração – Para a representante dos empregados no Conselho de Administração (CA) da Caixa, Rita Serrano, o conceito da GDP não é adequado. “Ele incentiva a competição entre as pessoas, instiga o individualismo e acaba com a relação de solidariedade e com a produção pelo prazer e pelo bem comum”, avaliou. “Existem outros modelos mais adequados para a gestão de desempenho do pessoal”, completou a representante dos empregados no CA da Caixa. Rita observa que a GDP define o pagamento do bônus Caixa, que é um pagamento para os gestores, “mas há questionamento, inclusive, se os critérios para avaliação e pagamento do bônus foram aplicados de maneira correta, conforme as premissas definidas pelo próprio banco”, disse. Muitos empregados estão reclamando das enormes disparidades nas avaliações e que na segunda-feira (2) à tarde a Caixa bloqueou o acesso à avaliação. Para a coordenadora da CEE, a GDP ataca as relações e direitos trabalhistas e expõe os empregados a uma disputa insana. “Os empregados já têm valores empresariais, atuam no mercado. Nem por isso precisam ser massacrados”, criticou. “Reflete a maneira como foi implementado, sem negociação com as entidades de representação dos trabalhadores, com critérios obscuros. Por isso sempre fomos contra a GDP. Agora, com a inserção da ‘curva forçada’ na GDP, somos ainda mais contra e insistimos para que tal mecanismo seja abandonado pelo banco”, completou.

Eleições Funcef: vitória é dos participantes

Com a participação dos bancários, os candidatos à Diretoria de Benefícios e à Diretoria de Administração e Controladoria da Fundação dos Economiários Federais (Funcef), apoiados pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e pelo Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense foram eleitos no segundo turno das eleições da entidade, ocorrido entre 29 de abril e 2 maio. Jair Pedro Ferreira foi eleito para a Diretoria de Benefícios com 52,6%, e Rogério Vida foi eleito para Diretoria de Administração e Controladoria com 53,91% dos votos válidos. Além das duas diretorias, o movimento “Juntos – A Funcef é dos Participantes” elegeu Selim Antônio de Salles Oliveira (titular) e Helaine Coutinho Cardoso (suplente) do Conselho Deliberativo. A eleição para a definição do Conselho Fiscal da Fundação dos Economiários Federais (Funcef) foi definida em primeiro turno, com a vitória de Sâmio Cássio (titular) e Tamara Siqueira (suplente), eleitos com 54,29% dos votos, também apoiados pela Contraf-CUT e o Sindicato. “Infelizmente o Antônio Messias não foi eleito para a segunda vaga do Conselho Deliberativo, mas temos que comemorar a eleição de hoje e também a eleição do Conselho Fiscal, eleito em primeiro turno”, avaliou a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt. “Foi uma importante conquista obtida na eleição dos candidatos do movimento ‘Juntos – A Funcef é dos Participantes’, que foram apoiados pelo movimento sindical e associativo. Mostramos que apesar dos ataques e fake news, fizemos uma campanha limpa e de propostas”, avaliou a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt. “Nossa fundação volta cada dia mais a ser dos participantes! Vamos construir juntos uma Funcef forte, com gestão transparente e participativa, e com muitos bons frutos para todos nós”, completou. Veja abaixo o relatório da votação.

Vote agora! Eleições da FUNCEF último dia

O segundo turno do processo de votação das eleições da Fundação dos Economiários Federais (Funcef) começou na sexta-feira (29), às 11h, e segue até hoje (segunda-feira, 2/5), às 18h. Os participantes vão escolher dois conselheiros deliberativos e dois diretores – um para a Diretoria de Benefícios e outro para a Diretoria de Administração e Controladoria. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a maioria das entidades de representação e associativas dos empregados apoiam e indicam o voto nas candidatas e candidatos que integram o grupo “Juntos – A Funcef é dos Participantes”. É preciso votar! Conheça nossos candidatos Conselho Deliberativo (2 vagas)Antônio Messias Rios Bastos (titular) e Wagner Ferreira (suplente)Selim Antônio de Salles Oliveira (titular) e Helaine Coutinho Cardoso (suplente) Diretorias de Administração e ControladoriaRogério Vida Diretoria de BenefíciosJair Pedro Ferreira Conheça o histórico e propostas dos candidatos do Movimento: www.afuncefedosparticipantes.com.br Como votar As eleições são realizadas de maneira on-line, por meio do autoatendimento no site ou aplicativo da Funcef, com acesso por CPF e senha pessoal do eleitor.Localize e clique na opção “votar” A votação terá a seguinte ordem – dois candidatos ao Conselho Deliberativo, um candidato para a Diretoria de Administração e Controladoria e outro para a Diretoria de Benefício. Quem utilizar smartphone na hora do voto deve rolar a tela para fazer as escolhas dos candidatos. Depois de selecionar os candidatos para todos os cargos, confira as escolhas antes de confirmar. Caso queira realizar alguma mudança, lembre-se que é preciso voltar à primeira opção e escolher novamente os candidatos para cada cargo.Ao clicar em “confirmar”, o sistema registrará o voto e emitirá um comprovante. Não lembra ou não cadastrou sua senha? É fácil resolver! Entre no site da Funcef e clique em autoatendimento.Depois, clique em “esqueci minha senha” ou em “primeiro acesso”, no canto inferior esquerdo da tela. Insira o seu CPF e data de nascimento. Depois, é só seguir os passos. Se ainda tiver dificuldade, leia o passo a passo de como recuperar a senha aqui. Para cadastrar a senha, confira o passo a passo aqui. Baixe o aplicativo da Funcef! para Apple/iPhone (iOS) ou pelo Android. É mais fácil e rápido para votar. Para demais dúvidas sobre as eleições, entre em contato com a Funcef pelo 0800 706 9000 ou por e-mail pelo Fale Conosco. Fonte: Contraf-CUT, com informações da Fenae

Eleições da Funcef: Não caia em fake news

O processo eleitoral da Fundação dos Economiários Federais (Funcef) entra na fase final. A votação do segundo turno para a escolha das diretorias de Benefícios e de Administração e Controladoria, assim como do Conselho Deliberativo, começa na sexta-feira (29/4) e segue até segunda-feira (2/5). Neste momento, os participantes dos fundos com direito a voto precisam ficar atentos. “A Funcef é o terceiro maior plano de previdência privada fechado do país. Tem gente que quer controlar os recursos do fundo com interesses escusos, diferentes dos empregados da Caixa que participam do fundo. Este tipo de pessoa está disposta a tudo, até mesmo ser processada por inventar mentiras sobre os concorrentes, para tentar sair vencedora do pleito”, afirmou em tom de alerta a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal, Fabiana Uehara Proscholdt. Fake news Para a diretora executiva da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e funcionária da Caixa, Eliana Brasil, “em um tempo em que discutimos tanto o papel maléfico das notícias falsas (fake news) sobre o cotidiano das pessoas, principalmente em processos eleitorais, temos que ficar atentos às acusações espalhadas por meio das redes sociais e até por panfletos, muitas vezes apócrifos”, disse. “Precisamos ficar atentos e analisar o histórico dos candidatos para ver quem sempre esteve do lado dos empregados. O que está em jogo é a solidez, a rentabilidade e o futuro do nosso plano de previdência. Não podemos basear nossa decisão em acusações infundadas que possam surgir neste processo final de eleição da Funcef”, completou. A Contraf-CUT e a maioria das entidades de representação e associativas dos empregados apoiam as candidatas e candidatos que integram o grupo “Juntos – A Funcef é dos Participantes”. Conheça nossos candidatos DiretoriasRogério Vida – diretor de Administração e ControladoriaJair Pedro Ferreira – diretor de Benefícios Conselho Deliberativo (2 vagas)Antônio Messias Rios Bastos – titularWagner Ferreira – suplenteSelim Antônio de Salles Oliveira – titularHelaine Coutinho Cardoso – suplente

Eleições da FUNCEF: segundo começa dia 29/4

As eleições da Funcef para a Diretoria de Administração e Controladoria, Diretoria de Benefícios e Conselho Deliberativo serão decididas em segundo turno. Na primeira fase, apenas o Conselho Fiscal foi definido com a vitória de Sâmio Cássio (titular) e Tamara Siqueira ( suplente), eleitos com 54,29% dos votos. A votação para o segundo turno será entre os dias 29 de abril e 2 de maio. Jair Pedro Ferreira foi o mais votado para a Diretoria de Benefícios, com 45,78% dos votos, mas não atingiu votos suficientes para vencer em primeiro turno. Para a Diretoria de Administração e Controladoria, Rogério Vida também foi mais votado entre os demais, com 44,02%. Jair Pedro ressalta a importância do voto para fortalecer o direito de escolha de representantes dos participantes nos órgãos estatutários da Fundação. “Estamos em um momento de grande ameaça à gestão dos fundos e da representatividade dos participantes na Fundação. A votação do primeiro turno foi muito baixa – pouco mais de 30% dos eleitores fizeram suas escolhas. Este é um direito conquistado com muita luta, do qual não podemos abrir mão. A votação de todos é fundamental para manter e fortalecer esta conquista”, explica o candidato. O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal, reforça o apoio aos candidatos do movimento Juntos- A Funcef é dos participantes. “A  votação nos candidatos que apoiamos mostra a força das entidades representativas. Seguimos fortes para o segundo turno para construírmos uma Funcef democrática, transparente e representativa”, destacou.  “É um momento desafiador de fortes ameaças e de descaso às vozes da vontade coletiva. Por isso, as entidades representativas têm o papel fundamental de fortalecer o diálogo com os ativos e aposentados da Caixa para fazer frente a essas ameaças. Uma forma de mobilização é eleger representantes que tenham compromisso com os trabalhadores”, ressaltou Takemoto. Conheça os candidatos do movimento Juntos – A Funcef é dos participantes que seguem para o segundo turno e têm apoio da Fenae: Conselho Deliberativo (2 vagas) Antônio Messias Rios Bastos – titular Wagner Ferreira – suplente Selim Antônio de Salles Oliveira – titular Helaine Coutinho Cardoso – suplente Diretorias Rogério Vida – Diretor de Administração e Controladoria Jair Pedro Ferreira – Diretor de Benefícios

Começa a votação nas eleições da Funcef; não deixe de votar!

Começou nesta sexta-feira (22) e segue até às 18h de segunda-feira (25) o primeiro turno do processo de votação das eleições da Fundação dos Economiários Federais (Funcef). Os participantes vão escolher dois conselheiros deliberativos, um conselheiro fiscal e dois diretores – um para a Diretoria de Benefícios e outro para a Diretoria de Administração e Controladoria. O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, seguindo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a maioria das entidades de representação e associativas dos empregados, apoia e indica o voto nas candidatas e candidatos que integram o grupo “Juntos – A Funcef é dos Participantes”. Os candidatos que contam com o apoio são Jair Pedro Ferreira, candidato a Diretor de Benefícios; Rogério Vida, candidato a Diretor de Administração e Controladoria; candidatos à conselheiros deliberativos titulares Antônio Messias Rios Bastos e Selim Antônio de Salles Oliveira e seus suplentes Wagner Ferreira e Helaine Coutinho Cardoso, respectivamente; e candidatos à conselheiros fiscais Sâmio Cássio de Carvalho Melo (titular) e Tamara Siqueira dos Santos (suplente). A eleição é fundamental para evitar ataques ao fundo. “Estamos em um momento de crescente ameaça à gestão do Fundo, dos recursos dos participantes e do direito de elegermos nossos representantes; portanto, a votação de todos é fundamental”, observou o presidente da Federação Nacional da Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sergio Takemoto, lembrando que o Governo Federal, controlador do banco, pretende transferir para o mercado financeiro a administração dos recursos dos participantes. VEJA COMO VOTAR: “É fundamental elegermos representantes que tenham compromisso com a realização de uma gestão responsável, transparente e efetivamente participativa. Os candidatos do movimento ‘Juntos – A Funcef é dos Participantes’ preenchem estes requisitos e têm histórico de luta em defesa dos direitos dos empregados e de toda a classe trabalhadora. Com a eleição destes candidatos vamos voltar a ter uma Funcef forte”, disse a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa Econômica Federal, Fabiana Uehara Proscholdt. A diretora executiva da Contraf-CUT e funcionária da Caixa, Eliana Brasil, destaca ainda que os candidatos do movimento “Juntos – a Funcef é dos participantes” conhecem profundamente o fundo de pensão e têm uma proposta de gestão participativa, transparente e democrática. “São pessoas que estão no dia a dia da luta em defesa dos interesses dos empregados e desempenharão este mesmo papel na defesa dos participantes do fundo de pensão”, disse.