Caixa: movimento sindical cobra mais divulgação de canais contra violência doméstica

Em reunião por videoconferência, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa e a direção a direção do banco debateram as políticas de combate à violência contra mulheres, casos de assédio no ambiente de trabalho e outras demandas da categoria.

O encontro ocorreu nesta terça-feira (31) depois que a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) cobrou que a Caixa apresentasse dados sobre o canal de atendimento às empregadas vítimas de violência doméstica, conforme previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários.

Sobre o Acolhe, canal voltado ao atendimento de empregadas em situação de violência doméstica e familiar na Caixa, o banco informou que foram registrados, em 2025, 102 acionamentos. Destes, 25 resultaram na adesão à jornada de acolhimento e 12 levaram à aplicação de medidas protetivas.

O movimento sindical cobrou ainda informações sobre o Diálogo Seguro, canal destinado ao acolhimento e orientação de trabalhadores em casos de assédio moral, assédio sexual ou discriminação no ambiente de trabalho.

Apesar de reconhecerem a importância dos canais apresentados, os representantes dos empregados reforçaram a necessidade de ampliar a divulgação entre os trabalhadores.

*Fonte: Contraf-CUT

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