
O lucro líquido recorrente do Bradesco no primeiro semestre deste ano foi de R$ 13,861 bilhões, uma alta de 16,2% em relação ao mesmo período de 2025.
A comparação entre o segundo e o primeiro trimestre deste ano mostra um crescimento de 3,5%.
Já o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) alcançou 16% no semestre, aumento de 1,4 ponto percentual em 12 meses.
Entre os três maiores bancos privados do país (Bradesco, Itaú e Santander), o banco apresentou o maior índice de crescimento – 16,2%. De acordo com o balanço da instituição, este é o décimo trimestre consecutivo de aumento do lucro.
Mesmo com os dados positivos, o Bradesco continua reduzindo seu quadro de pessoal e sua rede de atendimento.
O banco encerrou o primeiro semestre com 79.699 funcionários, dos quais 67.954 são bancários, após eliminar 2.448 postos de trabalho em 12 meses. No segundo trimestre, o saldo foi negativo em 868 empregos bancários.
Apesar de ter fechado 324 agências em todo o país, neste período, o banco registrou crescimento de 300 mil pessoas em sua base de clientes nos últimos 12 meses, sendo 100 mil no segundo trimestre, alcançando 110,4 milhões de clientes, segundo dados do Banco Central.
Para a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco, Erica de Oliveira, o desempenho financeiro do banco demonstra que há plenas
condições de atender às reivindicações apresentadas pelos trabalhadores.
*Foto: Contraf-CUT


