Dia d@s Bancári@s será comemorado com inovações e benefícios à categoria

O Dia d@s Bancári@s, celebrado em 28 de agosto, pelo segundo ano consecutivo será comemorado com o distanciamento social, medida recomendada pelas autoridades sanitárias a fim de conter a Covid-19 e suas variantes. Neste cenário, o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense preparou uma série de inovações e benefícios voltados à categoria. A primeira novidade é o lançamento de nossa nova logomarca; a segunda é um site mais moderno e atrativo, com funcionalidades desenvolvidas visando facilitar o processo de informação, bem como agilizar a prestação de diversos serviços a categoria, destacou o presidente, parabenizando a categoria pela data. Outra novidade é a migração dos nossos convênios para um clube de vantagens denominado Bancariosul Vantagens, que além dos nossos atuais conveniados, vai agregar mais de 17,5 mil endereços e mais de 1,4 mil parcerias com milhares de descontos exclusivos em restaurantes, farmácias, bares, hotéis, eletrodomésticos, aparelhos eletrônicos, carros e muito mais. “Tudo isso sem qualquer custo adicional para os nossos associados”. Para participar basta acessar o site bancariosulfluminense.com.br e acessar a aba BANCARIOSUL VANTAGENS e se cadastrar. – Parabéns aos bancários e bancárias. É o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense se atualizando pra estar sempre ao seu lado.

POR FORA BOA VIOLA… Itaú: funcionários afirmam que realidade no banco é muito diferente da publicidade

    Desde que o Itaú lançou o projeto “Itaú 2030” e o novo programa de remuneração Gera, a vida dos trabalhados tornou-se um inferno. O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região não para de receber denúncias e reclamações. Além do programa Gera não possuir regras claras, como falta de transparência nos critérios para remuneração, um dos maiores problemas é o acúmulo de funções e sobrecarga de trabalho dos Agentes de Negócios Caixa. “As metas estão surreais. Tá puxado demais. Eles estão nos fazendo de escravos. Está cada dia mais difícil sobreviver nesse lugar”, denuncia uma trabalhadora. “Estou vivendo sufocada. Tenho uma filha de dois anos. Não durmo, não consigo comer. Meu corpo dói inteiro. E não posso me afastar, isso pioraria minha situação”, desabafa outra colega. “Acúmulo de funções… Um abuso, e recebendo menos”, afirma outro. Em diversas ocasiões o Sindicato cobrou do banco a suspensão das metas durante a pandemia por estarem prejudicando os trabalhadores. “Já sou atendente, vendedor, telemarketing e agora caixa”, desabafa um funcionário. “Depois das mudanças, colocaram a gente para aprender (já tive diferença de caixa), temos apenas um caixa na agência e eu [como] agente de negócios, [sendo] que estou aprendendo agora. Tem uma pessoa pra ensinar e atender, além das metas de vendas. Se eu ficar 100% aprendendo no caixa, impacta no Trilhas e, automaticamente, impacta na remuneração. Temos que trocar o pneu com o carro andando”, relata outro Agente de Negócios. “O Itaú não está dando treinamento suficiente para que os Agentes de Negócios Caixa desenvolvam a função com qualidade. Já cobramos do banco esclarecimentos, tanto com relação ao treinamento bem como a remuneração dos Agentes de Negócios”, afirma o dirigente sindical e bancário do Itaú Sérgio Francisco. Para piorar, Itaú promove demissões As demissões também não param, tanto nas agências, como nos departamentos. A reforma da Previdência aprovada em 2019 aumentou o tempo de contribuição para poder se aposentar. Os bancários que antes poderiam estar na estabilidade pré-aposentadoria, com as novas regras, precisam trabalhar por mais anos. Mas muitos estão sendo demitidos ou “colocados à disposição”. “É muito triste isso, após 32 anos de banco, próximo à aposentadoria, ser colocado à disposição, além de demitir por baixa performance, agora estão descartando os mais velhos”, relata um trabalhador. O Sindicato reforça a necessidade de o banco desenvolver um centro de realocação para que os trabalhadores tenham a oportunidade de continuar no banco. “É desumano trabalhadores que se dedicaram a vida toda para o banco, contribuindo com a lucratividade, sendo descartados como um sapato velho”, protesta Sergio Francisco. Trabalhadores que adoeceram escanteados Outro problema grave no banco envolve trabalhadores com algum tipo problema de saúde. O Sindicato recebeu vários relatos apontando descaso do banco com esses empregados, que, em muitos casos, ficaram doentes por causa da rotina massacrante no banco: o trabalhador se afasta para se tratar e, no retorno ao trabalho, é isolado, fica sem função, sem participação em reuniões, até que são desligados por baixa performance, como é prática do banco na maioria dos desligamentos. “As publicidades do Itaú passam a imagem de que o banco é uma empresa ‘legal’ para se trabalhar, onde se pode ser ‘quem você é’, mas os depoimentos que recebemos diariamente comprovam que a realidade é muito diferente da do comercial. Os trabalhadores estão sendo massacrados e ficando doentes por causa das metas abusivas, e sendo descartados como nada, depois de anos de dedicação à instituição. Tudo em nome de uma lucratividade obscena que atingiu R$ 18,9 bilhões em 2020, em meio a um cenário de crise sanitária e social. Cobramos do banco responsabilidade social e respeito com a saúde e a vida dos trabalhadores.” Fonte: SP Bancários

Banco do Brasil sempre financiando e apoiando os entes públicos

Resoluções aprovadas pelos delegados 32º Congresso Nacional funcionários do Banco do Brasil enaltece um dos papéis do banco As delegadas e os delegados do 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado no dia 8 de agosto, aprovaram o plano de atuação em defesa do banco e de seus direitos. Entre os pontos está o incentivo à atuação do banco como agente de financiamento e apoio a entes públicos. “Dotado de um corpo funcional altamente qualificado, o Banco Brasil tem um enorme potencial para estabelecer parcerias com o setor público em todo o país, oferecendo serviços financeiros, orientação de gestão e contratação para governos estaduais e municipais e empresas públicas”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. “O BB também pode montar operações de crédito para obras e serviços públicos em áreas como saneamento, mobilidade urbana, habitação, saúde e parcerias público-privadas”, completou. Fonte: Contraf-CUT

Empregados e Caixa debatem sobre teletrabalho e banco de horas nesta terça (24)

Desde 2020 a representação dos trabalhadores cobra negociações sobre o tema; banco apresentou minuta de acordo somente em junho após novas cobranças A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal se reúne com o banco nesta terça-feira (24) para tentar finalizar a proposta de acordo sobre teletrabalho e banco de horas. Desde o ano passado a pauta faz parte das negociações e é reforçada em todas as reuniões, como a realizada em março de 2021. A Caixa só foi apresentar uma minuta para o debate no final de junho, após nova cobrança. “Desde o ano passado temos cobrado regramento sobre a questão do teletrabalho e a Caixa fez a proposição de minuta também de banco de horas. Ainda restam impasses a serem resolvidos, como a questão da ajuda de custo; prazo para compensação das horas de quem tem horas negativas; pagamento de horas-extras para quem teve que trabalhar a mais; disponibilização de equipamentos; acesso da representação dos trabalhadores aos empregados que não estão no trabalho presencial entre outros itens”, informou a coordenadora da CEE, Fabiana Uehara Proscholdt, que também é secretária de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). “Esperamos sair da reunião desta terça-feira com avanços”, completou. A reunião com o banco começa às 9h30. Acompanhe o site e as redes sociais da Contraf-CUT para mais informações sobre a reunião. Fonte: Contraf-CUT

A pedido da Contraf-CUT, Justiça decreta reestabelecimento da função de caixa em todo o Brasil

Diferenças salariais, inclusive as retroativas, devem ser pagas em até 30 dias para as bases de Maranhão e Bauru Uma Ação Civil Pública ajuizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) garante o reestabelecimento da função de caixas para todos os funcionários do Banco do Brasil no país. A decisão foi reafirmada na tarde desta segunda-feira (24) em audiência de instrução deste processo. O banco queria produzir prova testemunhal, mas o Juiz foi categórico ao afirmar que só aceitará provas documentais. No encontro, foi tratado o descumprimento da decisão liminar do início do ano em algumas bases, como Bauru e Maranhão. “O BB não cumpriu por esses sindicatos não serem filiados nem à Contraf-CUT, nem à Contec, mas a decisão é para o Brasil inteiro. Isso foi esclarecido hoje. O banco tem que cumprir até o dia 1 de setembro e pagar os retroativos em até 30 dias, a partir desta segunda”, explicou a advogada da Contraf-CUT, Renata Cabral, do escritório Crivelli Advogados. Agora, o processo avança para o julgamento, ainda sem data marcada. “É uma vitória da classe trabalhadora, por isso temos de comemorar. A Contraf-CUT defende os direitos de toda a classe trabalhadora, principalmente, de toda a categoria bancária”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. BB intransigente O Juiz se colocou à disposição para uma possibilidade de acordo. “A Contraf-CUT representa os funcionários e está sempre disposta a negociar, desde que os direitos dos trabalhadores sejam garantidos. Mas, o banco não trouxe nenhuma sinalização de acordo”, lamentou Fukunaga. Histórico Em fevereiro, a Contraf-CUT entrou com uma Ação Civil Pública pedindo à Justiça do Trabalho que o Banco do Brasil fosse impedido de extinguir a função e a gratificação dos caixas executivos, previsto no Plano de Reestruturação divulgado em janeiro. O juiz da 6ª Vara do Trabalho de Brasília deferiu a tutela de urgência requerida pela Contraf-CUT, decisão em plena vigência. No Plano de Reestruturação, a administração do BB determinava que todos os caixas executivos migrassem de suas funções, voltando à função de escriturários. Quando necessário, poderiam atuar como caixas, recebendo a gratificação apenas pelos dias trabalhados nessa função. “O banco, mais uma vez, usa a tática de individualizar uma discussão que é coletiva, que é nacional e técnica, ao querer propor trazer testemunhas para dizer o quanto o banco é generoso ao ofertar vaga, que há um processo seletivo que permite ascensão e que as pessoas sejam realocadas, mesmo nós sabendo que, no fundo, o banco cortou a gratificação de caixa”, observou o coordenador da CEBB. “Se olharmos mais ainda, é terrível essa proposta do banco de Reestruturação, uma vez que atinge boa parte dos caixas que estavam em home office. Então, a partir do momento em que a Reestruturação foi imposta, os funcionários estão sem a gratificação de caixa, porque eles não abrem o caixa e não tem perspectiva de promoção. O banco quer esconder essa crueldade e dizer que é supergeneroso, mas nós sabemos que a Reestruturação não teve nada disso”, completa o coordenador da CEBB. Na decisão em favor da Contraf-CUT, o magistrado Antonio Umberto de Souza Junior destacou que o Banco do Brasil tem o direito de definir o número de empregados em cada função, mas não de “promover tamanha insegurança jurídica e financeira, deixando de ter o caixa interino qualquer noção do que efetivamente receberá pelo mês trabalhado, dependendo do fluxo de clientes e dos humores ou bom senso de seu superior hierárquico”, explicou. Ainda segundo o juiz, a tutela para suspender a alteração nos contratos de trabalho dos caixas, parte da Reestruturação, foi conferida porque existe Instrução Normativa do banco e norma coletiva, se referindo ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2020/2022, conquistado com a mobilização sindical e que garante uma série de proteções aos funcionários do BB. O magistrado ponderou ainda que as soluções para ganhos de eficiência, argumento principal da direção do BB no Plano de Reestruturação, não podem simplesmente menosprezar os aspectos humanos e humanitários, menos ainda os direitos fundamentais sociais como são os direitos trabalhistas. Fonte: Contraf-CUT

Caixa lucra às custas de prejuízo dos participantes da Funcef

Mudança no regulamento do REG/REPLAN, devido à CGPAR 25, contribuiu com o aumento do lucro da Caixa em cerca de R$ 1 bi em 2020, mas gerou prejuízo aos participantes do plano de previdência dos empregados A alteração do regulamento do plano REG/REPLAN Não Saldado da Fundação dos Economiários Federais (Funcef), para atender às determinações da resolução 25 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), criou um efeito contábil que aumentou o lucro da Caixa Econômica Federal em cerca R$ 1 bilhão em 2020. Mas, a mudança gerou prejuízos aos empregados participantes do plano. “Trata-se de uma reversão das provisões atuariais do plano, que foi reconhecida como resultado de serviço passado e registrado no balanço, criando um efeito contábil que aumentou o lucro do banco”, explicou a secretária de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fabiana Uehara Proscholdt, que é coordenadora da Comissão Executiva (CEE) da Caixa. “Traduzindo, às custas de direitos dos participantes previstos em regulamento do REG/REPLAN, a administração de Pedro Guimarães divulgou um lucro do banco de quase R$ 1 bilhão a mais”, completou. Eventos não recorrentes No balanço, este lucro é registrado como “evento não recorrente”. Ou seja, não foi resultado da operação do banco. “Para dizer que o banco está tendo melhor desempenho em sua gestão, este artifício tem sido comum na gestão Pedro Guimarães. Mas, a verdade é que se tratam de artifícios que mostram o resultado contábil e esconde a perda de ativos que garantiria o resultado permanente. No futuro, o banco não terá este patrimônio à sua disposição”, explicou a economista Vivian Machado, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Quando se alterou o estatuto do banco, incluindo um teto para o custeio do Saúde Caixa em 6,5% da folha de pagamentos, também houve um efeito contábil que aumentou o resultado do banco em R$ 5,2 bilhões. Em 2020, na reforma estatutária, a administração de Pedro Guimarães manteve este limitador. O mesmo ocorreu com a venda de ações do IRB, Petrobras, Banco Pan, carteiras de títulos e, recentemente, com o IPO da Seguridade. “O que nos parece é que a gestão Pedro Guimarães utiliza estes artifícios contábeis para ‘aumentar’ o luro do banco e permitir a devolução dos chamados IHCDs (Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida) ao Tesouro Nacional. Ou seja, rifam ativos e investimentos da empresa e atacam direitos dos empregados para atender aos anseios privatistas do ministro da Economia, Paulo Guedes, que é quem controla a política econômica do governo Bolsonaro”, criticou a dirigente da Contraf-CUT. “Com isso, descapitalizam a Caixa e tiram dela o poder de financiar a construção da casa própria, o esporte, a cultura, enfim, de atender às necessidades da população e do país”, concluiu. Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil financia obras de infraestrutura por todo o país

Delegados do 32º CNFBB pedem o reforço da concessão de créditos para o setor Em parceria principalmente com o BNDES e com a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil já participou e ofereceu soluções de financiamento para projetos importantes espalhados pelo país que demandam crédito de longo prazo. Para os delegados do 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado no dia 8 de agosto, o Banco deve reforçar a concessão de crédito para obras de infraestrutura. “Além de ajudar no desenvolvimento os Brasil, essas grandes são geradoras de empregos”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. De acordo com o Fukunaga, o banco tem de aproveitar sua experiência na montagem de solução para os mais diferentes empreendimentos. “O BB pode influir positivamente para inovar e melhorar o padrão de contratação de obras e concessões.” Fonte: Contraf-CUT

A ameaça é o trabalho bancário aos sábados e domingos

Categoria vai pressionar senadores e deputados para evitar retrocesso na jornada de trabalho A categoria bancária sofre ameaça de duas propostas do governo Bolsonaro e seus apoiadores. Uma é o Projeto de Lei (PL) 1043, que permite ampliar a jornada da categoria para sábados e domingos, e outro é a MP 1045, que reduz o pagamento de horas extras. A MP 1045 já foi aprovada na Câmara dos Deputados e agora será votada no Senado. O texto prevê que categorias com jornadas especiais, menores que oito horas – como é o caso dos bancários –, podem ter a jornada estendida para oito horas mediante acordo individual ou acordo coletivo. O adicional pelas horas extras (sétima e oitava horas) passa a ser de 20%. Hoje, a legislação determina que a hora extra seja paga com adicional de 50% (segunda a sábado) e 100% (domingos ou feriados). Entre as inúmeras maldades, a proposta vai diminuir os salários, estimular as empresas a trocar até 40% dos seus quadros de trabalhadores para pagar menos, acabar com o 13º salário e retirar o direito às férias remuneradas. Sábados e domingos A segunda ameaça vem do PL 1043/19, do deputado federal David Soares (DEM-SP), que autoriza o trabalho bancário aos sábados e domingos. O projeto foi devolvido esta semana ao relator, deputado federal Fábio Ramalho (MDB-MG). Ramalho tinha rejeitado incialmente o projeto, mas mudou de ideia e decidiu aprovar. Agora o PL 1043 foi devolvido ao relator, para eventuais ajustes. “A categoria sofre o risco de perder importantes direitos com esses dois ataques. Esse PL 1043 acaba com uma conquista histórica da categoria e permite o trabalho aos sábados e domingos. Já a MP é inconstitucional por reduzir o valor das horas extras. Se a hora suplementar ficar mais barata é evidente que a categoria terá perda salarial. E isso pode acontecer em um momento em que a inflação cresce a cada dia, por obra desse governo que atua contra o trabalhador”, criticou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira. Pressão Para Juvandia, a pressão sobre deputados e senadores é a melhor forma de barras os dois ataques do governo Bolsonaro e seus apoiadores. “Toda a categoria, inclusive as entidades sindicais bancárias, devem fazer pressão sobre os senadores e os deputados a partir de agora. Somente assim é que poderemos impedir mais esse ataque aos nossos direitos. Sem pressão, vamos regredir”, alerta a presidenta da Contraf-CUT. A Contraf-CUT já vem combatendo esses ataques à categoria bancária desde quando foram apresentados no Congresso Nacional. “Através da luta das entidades sindicais temos conseguido barrar várias situações que prejudicam a classe trabalhadora”, disse o secretário de Relações do Trabalho, Jeferson Meira, o Jefão, que faz o acompanhamento dos projetos e medidas provisórias que tramitam no Senado e na Câmara dos Deputados. Fonte: Contraf-CUT

Financiar o setor produtivo também é papel do Banco do Brasil

Essa é uma das resoluções aprovadas pelas delegadas e pelos delegados do 32º CNFBB As resoluções aprovadas pelas delegadas e pelos delegados do 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado no dia 8 de agosto, também aborda o financiamento para o setor produtivo. Para os trabalhadores do banco é necessário que essa prestação de serviço seja feita, especialmente, para pequenas, médias e microempresas, como explica o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. “As grandes empresas têm acesso a diversos mecanismos para o financiamento de suas operações e de sua expansão e normalmente têm capacidade de negociar taxas de juros menores. Já as pequenas, médias e microempresas têm muita dificuldade de acesso ao crédito e a serviços financeiros e pagam taxas mais caras. Muitas, inclusive, encontram-se endividadas em função da conjuntura econômica. Esta situação afeta profundamente o mercado de trabalho, pois são elas que geram a maioria dos empregos.” O segmento de pequenas, médias e micro empresas geram 54% dos empregos no país. De acordo com Fukunaga, o banco pode dar liquidez e adotar linhas de crédito em condições adequadas para as pequenas, médias e microempresas. “Isso seria cumprir o papel de um banco público, com responsabilidade social e que é fundamental para a retomada e a sustentação da economia”, completou. Fonte: Contraf-CUT

Caixa é autorizada a contratar novos empregados

Medida reflete reivindicação do movimento sindical, mas é insuficiente para atender demanda Uma portaria do Ministério da Economia, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (19), autoriza a Caixa Econômica Federal a aumentar seu quadro de pessoal até o limite de 87.544 empregados. Com isso, a Caixa poderá contratar cerca de 3.300 novos empregados. “É uma importante conquista que vínhamos reivindicando nas negociações com o banco e nas audiências públicas que realizamos”, afirmou a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, que também é secretária de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). “Mas, não resolve o problema dos empregados, que estão sobrecarregados e adoecendo por causa do excesso de trabalho. Tampouco é suficiente para garantir o atendimento digno que a população merece”, completou. Um levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostra que, em cinco anos (de 2015 a 2020), houve uma redução de 14.866 postos de trabalho na Caixa. “O quadro de pessoal vem sofrendo uma grande redução ao longo dos anos, ao mesmo tempo que há o aumento do número de clientes. Isso gera sobrecarga de trabalho e adoecimento dos empregados e prejudica o atendimento aos clientes e usuários. Por isso, entendemos que a atual medida é bem vinda, mas insuficiente. É preciso que haja um número maior de contratações”, reivindicou o presidente da Federação Nacional das Associações de Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto. Luta dos concursados A dirigente da Contraf-CUT também observou que a portaria não define que as novas contratações sejam de empregados concursados. “O artigo segundo da portaria diz que, dentro do limite estipulado, também podem ser incluídos pessoas contratadas em cargos comissionados e em caráter temporário. E, além disso, o artigo terceiro, diz que compete à empresa gerenciar o seu quadro de pessoal, incluindo contratações e desligamentos. Isso deixa aberta a possibilidade de contratações que não levem em conta a contratação de funcionários concursados em caráter efetivo. Isso desvirtua completamente nossa reivindicação. Por isso, vamos lutar para que sejam contratados os concursados que estão esperando na fila de contratações”, ressaltou Fabiana. Fonte: Contraf-CUT