Confira os horários de atendimento bancário neste fim de ano

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) divulgou na última semana o de funcionamento dos bancos nos feriados de Natal e ano novo. dia 24, sexta-feira, véspera de Natal, No dia 24/12 (sexta-feira), as agências bancárias abrem para atendimento ao público em horário especial: Nos estados com horário igual ao de Brasília, o expediente ao público será das 9h às 11h. Já nos estados com diferença de 1 hora em relação à Brasília, o horário será das 8h às 10h na hora local e das 9h às 11h no horário de Brasília. Nos estados com diferença de 2 horas em relação à Brasília, o horário será das 8h às 10h na hora local e das 10h às 12h no horário de Brasília. O dia 30 de dezembro, quinta-feira, será o último dia útil do ano para atendimento ao público, com expediente normal para a realização de todas as operações bancárias solicitadas pelos clientes. Dia 31 de dezembro (sexta-feira), as instituições financeiras não abrem para atendimento. As operações bancárias poderão ser realizadas através dos caixas eletrônicos, mobile e open banking. Os bancos não funcionarão nos dias de Natal (25/12) e Confraternização Universal (01/01). Os carnês e contas de consumo (como água, energia, telefone, etc.) vencidos no feriado poderão ser pagos sem acréscimo no dia útil seguinte. Normalmente, os tributos já estão com as datas ajustadas ao calendário de feriados, sejam federais, estaduais ou municipais. Os clientes também podem agendar os pagamentos das contas de consumo ou pagá-las (as que têm código de barras) nos próprios caixas automáticos. Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser agendados ou pagos por meio do DDA (Débito Direto Autorizado). Fonte: Febraban, com edição do Sind. Bancários do Sul Fluminense

Trabalhadores querem mais segurança nos bancos

Transformação de agências em unidades de negócios, sem portas de segurança, nem vigilantes, será o principal ponto na pauta da reunião de negociações que será realizada na segunda-feira (20) O Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) se reúne com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) na próxima segunda-feira (20) para negociar a segurança nas chamadas “unidades de negócios”, que são agências bancárias sem atendimento de caixa. “Precisamos debater com os bancos sobre a transformação de agências bancárias em ‘unidades de negócio’, sem portas para detecção de metais e nem vigilantes, em contrariedade ao que determina os normativos de segurança bancária”, explicou o coordenador do coletivo, Elias Jordão. Segundo Elias, os bancos alegam não haver riscos para seus funcionários e clientes por não haver circulação de numerários nas “unidades de negócios”. “Sabemos que isso não é verdade. Muitas unidades de negócios possuem caixas eletrônicos e, consequentemente, há circulação de dinheiro. E, apesar de os bancos negarem, existem denúncias de que os valores são manipulados pelos bancários e levantamos dados que apontam, inclusive, o aumento de mortes nos ataques a bancos”, ressaltou. Elias disse ainda haver relatos de agressões contra funcionários cometidas por clientes que não entendem se tratar de um novo modelo unidade bancária e queriam ser atendidos como se ali fosse uma agência normal. “Casos como o deste relato também colocam em risco funcionários e clientes”, observou. Prévia da negociação Antes da negociação com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), o Coletivo Nacional de Segurança Bancária se reúne para que sejam compartilhadas as informações e o tema seja debatido previamente antes da negociação. Fonte: Contraf-CUT

Contraf-CUT notifica Caixa e MPT sobre assédio no banco

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) encaminhou nesta quinta-feira (16) um ofício à Caixa Econômica Federal notificando-a do descumprimento da cláusula que impede o ranking de empregados e do assédio moral praticado contra os presentes, que foram obrigados a fazerem flexões de braço durante um evento nacional do banco, realizado de 14 a 15 de dezembro, em Atibaia, São Paulo. “Vimos, através deste, apresentar nossos protestos e denunciar a prática de assédio moral coletivo no evento ‘Nação Caixa 2021’, em Atibaia – SP, em que reuniu empregados, empresários lotéricos e correspondentes Caixa”. O ofício observa que a seleção dos empregados participantes levou em conta critérios proibidos pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária. “De acordo com a própria Caixa, a escolha dos(as) empregados(as) para participação no evento considerou ‘critério meritocráticos’, supostamente reconhecendo trabalhadores que se destacaram em 2021. Tal prática é uma forma de ranking, que é proibida na Convenção Coletiva do Trabalho”, diz o ofício. “Durante o ‘Nação Caixa’ foram realizadas práticas que expuseram os empregados a situações constrangedoras, que se transformaram em vexame nacional e até internacional quando vídeos que comprovam a prática ‘viralizaram’ pelas redes sociais e foram noticiados por diversos veículos de imprensa escrita e televisiva”, observou a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt. “E pior é que parte deste constrangimento se deve à prática do presidente do banco (Pedro Guimarães), configurando também o assédio moral”, explicou Fabiana, que também é secretária de Cultura da Contraf-CUT. Além da CCT No ofício, a Contraf-CUT informa ainda que a seleção para participação e as práticas efetuadas no “Nação Caixa” descumprem não apenas o que está acordado na CCT da categoria, mas também a Convenção nº 190 da OIT e princípios da Constituição Federal do Brasil. Além do ofício enviado ao banco, a Contraf-CUT e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) também notificaram o Ministério Público do Trabalho (MPT), que já notificou o banco e recomendou que tal prática não seja mais realizada. “O pedido para que a prática não seja mais realizada é o começo, mas essas irregularidades devem ser punidas, para que os erros não fiquem impunes”, observou a coordenadora da CEE. “Essa gestão do Pedro Guimarães é vergonhosa e mancha a história da Caixa”, completou, ao observar que o pedido para que a prática não seja mais cometida já é um indício de que existem irregularidades. Viralizou Além de ter ganhado vulto ao se espalhar pelas redes sociais, o constrangimento, pelo qual passaram empregados e empresários, foi amplamente divulgado pelos veículos de comunicação da imprensa escrita e de TV.

BB oferece desconto de até 95% na dívida dos ruralistas

O Banco do Brasil está oferecendo desconto de 95% na dívida de ruralistas que liquidarem à vista seus débitos vencidos. Além disso, disponibiliza desconto nas taxas de juros e prazo de até 100 meses para renegociação a prazo das dívidas vencidas. “Nos perguntamos até que ponto esse enorme desconto na dívida dos ruralistas não coloca em risco a gestão e o equilíbrio financeiro do próprio BB”, ponderou a coordenadora do Grupo de Trabalho de Defesa dos Bancos Públicos e secretária de Juventude da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fernanda Lopes. “O agronegócio é um setor consolidado no Brasil que, em meio à pandemia, continuou crescendo. Então, não entendemos por que promover uma negociação que, na prática, anistia 95% da dívida dos ruralistas”, arrematou. Recente artigo publicado no portal da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com base em cálculos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, apontou que o PIB do agronegócio alcançou recorde no ano de 2020 e teve alta de 5,35% no primeiro trimestre de 2021. Enquanto isso, o ‘Mapa da inadimplência e renegociação de dívidas do Brasil’, publicado agora em dezembro pelo Serasa, aponta que 75% das famílias têm dívidas, sendo que três em cada dez inadimplentes estão desempregados. A maior parte do crédito agrícola do BB é direcionada aos grandes produtores. Para a safra 2021/2022, o banco anunciou R$ 135 bilhões em créditos. Desse montante, R$ 87 bilhões para o agronegócio, também chamado de “Agricultura Empresarial”. O restante, R$ 34 bilhões, para a Agricultura Familiar e o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). Essa divisão desigual, em favor dos grandes proprietários do agronegócio, repete anos anteriores. Na safra 2020/2021, por exemplo, o BB havia disponibilizado R$ 10,3 bilhões para o crédito agroindustrial e R$ 92,7 bilhões para o crédito rural. Desse total, R$ 64,6 bilhões financiaram a Agricultura Empresarial, R$ 14,4 bilhões os médios produtores e R$ 13,7 bilhões a Agricultura Familiar. Lobby junto ao governo O ‘mutirão de negociação de dívidas’ para os ruralistas no BB começou no dia 6 de dezembro e tinha a previsão de terminar nesta sexta-feira, dia 17 de dezembro. Entretanto, o banco anunciou prorrogação até o dia 30 de dezembro. Historicamente, a inadimplência entre os pequenos agricultores é menor. Isso porque há uma necessidade inerente desse grupo de pagar em dia suas dívidas para garantir e manter o crédito junto ao banco e cumprir com o ciclo de compra de sementes e ferramentas para cada nova safra. Além disso, a carteira dos pequenos agricultores apresenta risco bem menor para o banco, por ser pulverizada em milhares de contratos. Logo, o mutirão de renegociação de dívidas do BB dá muito mais vantagens aos grandes que ficam inadimplentes devido ao poderoso lobby junto ao governo. “Não estamos desconsiderando a importância da produção agrícola para o país. Cerca de 80% dos alimentos que chegam às nossas mesas são produzidos pelos pequenos agricultores. O que estamos questionando é o financiamento do modelo predador do agronegócio, que causa desmatamento, alto consumo de água potável e conflitos no campo, por conta da grilagem e concentração de terras nas mãos de poucos produtores”, destacou Fernanda Lopes. Um dos principais apoios de Bolsonaro no Planalto é o setor ruralista. Inclusive a Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) ou “bancada ruralista”, no Congresso, articula em parceira com lideranças do governo a aprovação de propostas que incluem os Projetos de Lei (PL) 2633/2020 e 2159/2021, apelidados pelos movimentos sociais respectivamente como “PL da Grilagem” e “PL da Boiada”. O PL 2633/2020 estimula a grilagem e o desmatamento ao ampliar a possibilidade de regularização fundiária das terras da União por autodeclaração. Já o PL 2159/2021 flexibiliza as regras de licenciamento ambiental, colocando em risco o meio ambiente e as populações tradicionais indígenas e ribeirinhas. Fonte: Contraf-CUT

Teletrabalho, banco de horas e controle de jornada em debate na Caixa

Negociações estão travadas devido a imposições do banco A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal quer voltar a debater sobre o teletrabalho pós-pandemia e o controle da jornada dos empregados que realizam seu trabalho em home office. As negociações sobre os temas estão paradas desde 7 de outubro, quando ocorreu a última reunião de negociação sobre o tema. “As negociações estão travadas porque o banco não concorda em realizar o controle da jornada para quem realiza seu trabalho em home office e quer vincular o acordo sobre teletrabalho após a pandemia com a aceitação do debate sobre banco de horas”, resumiu a coordenadora da CEE/Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, que também é secretária de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). Negociações Na última reunião houve sinalização positiva do banco para avançar em alguns pontos propostos pelos representantes dos empregados, como a redução do prazo de compensação das horas-extras e o aumento do valor da ajuda de custo. Houve progresso também na discussão sobre o acesso dos sindicatos aos empregados em trabalho remoto. Mas, permanecem os impasses sobre o controle da jornada no trabalho remoto. O banco quer estabelecer que o controle seja facultativo, mediante negociação entre o gestor e o empregado. Para Fabiana, este ponto é inegociável. “Para nós é extremamente importante e o acordo não avançará se não houver controle de jornada para todos os empregados que estão em teletrabalho ou home office”, disse ao lembrar que são diversas as situações em que a Caixa abusa da jornada de trabalho para quem não tem registro de ponto. “E o registro deve refletir o modelo de trabalho presencial, assim como é feito no Banco do Brasil e em outros bancos. A Caixa é o único banco que adota teletrabalho sem controle de jornada”, completou a dirigente da Contraf-CUT. Rogério Campanate, integrante da CEE e presidente da Associação de Gestores da Caixa (Agecef) do Rio de Janeiro, acrescentou que o registro facultativo não dá garantias ao trabalhador. “Enquanto a gente não encontrar uma forma de garantir ao empregado que a opção é realmente dele, vamos nos manter contrários ao registro de ponto facultativo”, ressaltou. Teletrabalho “É importante que os empregados entendam que o que queremos negociar é o teletrabalho após a pandemia, não o acordo de teletrabalho que está em vigência em virtude da pandemia de Covid-19”, alertou o presidente da Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal do Estado de São Paulo (Apcef-SP), Leonardo Quadros. Leonardo lembrou que a Caixa se desfez de muitos prédios onde funcionavam unidades administrativas do banco e de agências e que quando houver a possibilidade de retorno ao presencial, muitos empregados não terão estação de trabalho para ocupar. “O banco quer manter estas pessoas na modalidade remota, mas não pode se aproveitar desta situação, aplicando o que está previsto pelo RH 226 e lucrando com a extrapolação de jornada e a transferência de custos da empresa para os empregados”, disse. O RH 226 é um normativo interno do banco que trata das modalidades de trabalho na Caixa. “É dever do banco garantir que o empregado tenha um local de trabalho. Esse ônus não pode ser transferido para os trabalhadores. Infelizmente, com esta direção, precisamos lutar muito para garantir estas condições e todos os direitos da CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) aos empregados que estejam em home office”, concluiu Leonardo. A coordenadora da CEE/Caixa acrescentou ainda que estes temas são de extremo interesse dos empregados e que é importante que todos participem dos debates junto aos seus sindicatos e outras entidades associativas e de representação dos trabalhadores. Fonte: Contraf-CUT

Nova denúncia de uso pessoal e político da Caixa atinge presidente do banco

O uso pessoal e político-eleitoral da Caixa Econômica Federal pelo presidente do banco, Pedro Guimarães, foi, mais uma vez, denunciado pela imprensa. Uma reportagem da Agência O Globo, publicada no site da revista Exame, chama a atenção para a proposta de uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para criar um programa de microcrédito para pequenos empreendedores, micro e pequenas empresas, mesmo que tenham nome negativado. Segundo a reportagem, o objetivo é “ampliar a popularidade do presidente Jair Bolsonaro no caminho à reeleição em 2022” e o uso de recursos do FGTS está sendo estudado devido a pouca margem no Orçamento da União. “Realmente é preciso criar linhas de crédito para os pequenos empreendedores, pequenas e microempresas. Ainda mais neste momento de crise. Estas empresas são as que mais criam empregos e isso é uma forma de girar a economia”, disse a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt. Tributar os super-ricos Mas, para Fabiana, existem problemas na proposta que, segundo a reportagem, está em estudo. “Eles querem cobrir um santo, mas vão descobrir o outro. Ou seja, para criar a linha de crédito aos pequenos empresários, eles querem tirar recursos que, por lei, são destinados para a construção da casa própria, saneamento e infraestrutura urbana, que também geram muitos empregos. Ao invés de jogar recurso de um segmento para outro, deviam taxar os super-ricos, mudando a lógica de tributação sobre o consumo e passando a taxar sobre a renda, sobre a riqueza. Assim seria possível aumentar a arrecadação sem onerar os mais pobres e haveria dinheiro para financiar as pequenas empresas”, explicou a coordenadora da CEE, que também é secretária de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). A Contraf-CUT é uma das entidades que encabeçam a campanha “Tributar os Super-Ricos”, que apresentou ao Congresso Nacional oito propostas para se aumentar a arrecadação tributária isentando a população de menor renda e cobrando mais impostos de apenas 0,3% da população mais rica, os super-ricos. Campanha política Para Fabiana, no entanto, o mais grave é o uso dos recursos do FGTS, que pertencem aos trabalhadores, para uso pessoal e político-eleitoral. “O Pedro Guimarães precisa parar com isso. Não é a primeira, nem a segunda vez que ele usa a Caixa e os recursos que ela administra para se autopromover e para buscar tirar Bolsonaro do buraco eleitoral no qual ele se enfiou. Se ele não para, é preciso que alguém o pare!”, disse indignada a representante dos empregados. Segundo a Agência O Globo, os estudos do governo preveem a utilização de R$ 13 bilhões do FGTS como garantia para empréstimos a 20 milhões de pequenos empreendedores, micro e pequenas empresas, mesmo que tenham nome sujo no SPC e Serasa. Cada pessoa, segundo o estudo, poderá tomar empréstimos de apenas R$ 500 a R$ 15 mil. Fonte: Contraf-CUT

Sindicatos conquistam reintegração de funcionários do Bradesco e do Santander

Danielle Christine Braga, Fabiano Reis Fita e Rodolpho Lourenço, bancária do Santander S/A e bancários do Bradesco, respectivamente, em agências de Volta Redonda, Duque de Caxias e Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, têm o que comemorar nas festas de final de ano, porque não fazem mais parte da estatística de desempregados no país. Os três trabalhadores tiveram suas demissões revertidas graças à atuação do movimento sindical, que buscou a Justiça para que os bancos cumprissem o compromisso firmado de não haver demissão durante o período de pandemia da Covid-19. Fabiano é da base do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, Danielle pelo Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense e Rodolpho Lourenço pelo Sindicato dos Bancários de Campos dos Goytacazes e Região. Logo quando foram desligados, os três procuraram atendimento dos departamentos Jurídico e de Saúde de seus respectivos sindicatos. A Justiça concedeu um Mandado de Segurança que determinou a reintegração de Fabiano Reis Fita no dia 8 de dezembro, na agência Centro do Bradesco em Duque de Caxias. No dia seguinte, 9 de dezembro, foi a vez da Danielle Christine Braga ser reintegrada ao quadro de funcionários do Banco Santander S/A na agência Volta Redonda. O Juiz da 1ª Vara do Trabalho de Volta Redonda, que avaliou o caso da bancária admitida em 2005 e demitida pelo Bradesco em janeiro de 2021, determinou ainda o pagamento de todas as verbas salariais não creditadas durante o período em Danielle esteve afastada. E, mais recentemente, em 16 de dezembro, dia em que ocorreu também o Dia Nacional de Luta dos trabalhadores do Bradesco, em todo o país contra demissões, cobrança de metas abusivas e a retirada das portas giratórias de segurança em diversas unidades do banco, ocorreu o cancelamento da demissão de Rodolpho Lourenço na agência 0065, no calçadão do centro financeiro da cidade de Campos dos Goytacazes. Importância dos sindicatos Rodolpho estava com 14 anos de carreira no Bradesco quando foi desligado. “Não esperava a demissão. Foi um baque pra mim, que já estava em tratamento de depressão”, contou o bancário, que é casado com uma professora e tem dois filhos. A Justiça determinou o cancelamento da demissão, depois de quase dois meses, por Rodolpho ser portador de doença ocupacional que afetou os dois ombros. “Hoje a sensação é de felicidade, de tranquilidade, e o apoio do sindicato foi fundamental para que eu pudesse retornar ao banco”, comemorou. Esses três casos reafirmam a importância de bancárias e bancários sindicalizarem-se. “O sindicato atua em várias frentes, com o Departamento Jurídico e de Saúde. Especificamente nos casos de demissões, o bancário associado deve nos informar seu desligamento acessando o nosso site, na aba ‘Serviços/Departamento Jurídico’ e preenchendo o formulário. Nem todos os bancos fazem homologação na entidade, inviabilizando a ciência do desligamento e, consequentemente, a nossa ação imediata. Estas precauções permitem que a entidade verifique a regularidade do desligamento, o correto pagamento dos direitos e subsidie a luta em defesa da manutenção dos empregos na categoria”, observou o presidente do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, Júlio Cunha. Fonte: Contraf-CUT

Sindicatos conquistam reintegração de funcionários do Bradesco e do Santander

Danielle Christine Braga, Fabiano Reis Fita e Rodolpho Lourenço, bancária do Santander S/A e bancários do Bradesco, respectivamente, em agências de Volta Redonda, Duque de Caxias e Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, têm o que comemorar nas festas de final de ano, porque não fazem mais parte da estatística de desempregados no país. Os três trabalhadores tiveram suas demissões revertidas graças à atuação do movimento sindical, que buscou a Justiça para que os bancos cumprissem o compromisso firmado de não haver demissão durante o período de pandemia da Covid-19. Fabiano é da base do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, Danielle pelo Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense e Rodolpho Lourenço pelo Sindicato dos Bancários de Campos dos Goytacazes e Região. Logo quando foram desligados, os três procuraram atendimento dos departamentos Jurídico e de Saúde de seus respectivos sindicatos. A Justiça concedeu um Mandado de Segurança que determinou a reintegração de Fabiano Reis Fita no dia 8 de dezembro, na agência Centro do Bradesco em Duque de Caxias. No dia seguinte, 9 de dezembro, foi a vez da Danielle Christine Braga ser reintegrada ao quadro de funcionários do Banco Santander S/A na agência Volta Redonda. O Juiz da 1ª Vara do Trabalho de Volta Redonda, que avaliou o caso da bancária admitida em 2005 e demitida pelo Bradesco em janeiro de 2021, determinou ainda o pagamento de todas as verbas salariais não creditadas durante o período em Danielle esteve afastada. E, mais recentemente, em 16 de dezembro, dia em que ocorreu também o Dia Nacional de Luta dos trabalhadores do Bradesco, em todo o país contra demissões, cobrança de metas abusivas e a retirada das portas giratórias de segurança em diversas unidades do banco, ocorreu o cancelamento da demissão de Rodolpho Lourenço na agência 0065, no calçadão do centro financeiro da cidade de Campos dos Goytacazes. Importância dos sindicatos Rodolpho estava com 14 anos de carreira no Bradesco quando foi desligado. “Não esperava a demissão. Foi um baque pra mim, que já estava em tratamento de depressão”, contou o bancário, que é casado com uma professora e tem dois filhos. A Justiça determinou o cancelamento da demissão, depois de quase dois meses, por Rodolpho ser portador de doença ocupacional que afetou os dois ombros. “Hoje a sensação é de felicidade, de tranquilidade, e o apoio do sindicato foi fundamental para que eu pudesse retornar ao banco”, comemorou. Esses três casos reafirmam a importância de bancárias e bancários sindicalizarem-se. “O sindicato atua em várias frentes, com o Departamento Jurídico e de Saúde. Especificamente nos casos de demissões, o bancário associado deve nos informar seu desligamento acessando o nosso site, na aba ‘Serviços/Departamento Jurídico’ e preenchendo o formulário. Nem todos os bancos fazem homologação na entidade, inviabilizando a ciência do desligamento e, consequentemente, a nossa ação imediata. Estas precauções permitem que a entidade verifique a regularidade do desligamento, o correto pagamento dos direitos e subsidie a luta em defesa da manutenção dos empregos na categoria”, observou o presidente do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, Júlio Cunha. Fonte: Contraf-CUT

Bancários protestam contra demissões no Itaú

Bancários e suas entidades de representação sindical de todo o Brasil e da Colômbia realizaram nesta quarta-feira (15) um Dia de Luta para protestar contra processo de reestruturação no banco Itaú, que gera demissões e terceirizações de trabalhadores. O fechamento de agências e o assédio moral também motivaram as manifestações realizadas nas agências e unidades administrativas do banco. “Não há justificativa para que um banco que lucrou quase R$ 20 bilhões nos nove primeiros meses de 2021, com crescimento de 50% em relação ao ano anterior, fechar agências e demitir funcionários. Ainda mais neste momento de crise sanitária e econômica que o país atravessa”, criticou o coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, Jair Alves. “E este lucro astronômico é resultado também da pressão pelo cumprimento de metas inatingíveis pelos funcionários, o que acaba levando-os ao adoecimento físico e mental”, completou Jair ao lembrar que a categoria bancária está entre as que mais sofrem com as lesões por esforços repetitivos, Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (LER/Dort) e transtornos mentais. Terceirização O banco também iniciou um processo de terceirizações de serviços, que retira postos bancários e realoca os trabalhadores em outras categorias que têm menos direitos e pisos salariais menores do que os da categoria bancária. O mesmo processo vem ocorrendo no banco Santander, que também já foi alvo de protestos. “Com isso, o banco, que já ganha muito, mostra toda sua ganância e o total desprezo que tem pelos funcionários, que contribuem para seus lucros e o constante crescimento de sua rentabilidade”, disse o coordenador da COE/Itaú. As atividades ocorreram em todo o Brasil, como a realizada na Central de Atendimento do Itaú, em São Paulo, onde trabalham os cerca de 600 funcionários que serão atingidos pela terceirização do “30 horas” anunciada pelo banco, e também na Colômbia, onde os sindicatos ligados à Unión Nacional de Empleados Bancarios (Uneb), à Asociación Colombiana de Empleados Bancarios (Aceb) e à Asociación Democrática de Empleados Del Sector Bancario (Adeban) realizaram um Dia Nacional de Protesto contra a demissão em massa de trabalhadores disfarçada de “aposentadoria voluntária”. Nas redes Os protestos também atingiram as redes sociais, com um tuitaço com a hashtag #QueVergonhaItaú, que foi utilizado para ampliar a audiência das denúncias contra o banco. Fonte: Contraf-CUT

É hoje, às 19 horas, o Sorteio de Prêmios do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense

Acontece neste terça-feira, 14 de dezembro, às 19 horas, o Sorteio de Prêmios do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense pra os associados da entidade sindical. O evento, realizado pelo segundo ano consecutivo em função da pandemia, marca um ano de intensos trabalhos em favor da categoria. O sorteio terá transmissão ao vivo pelo Facebook do Sindicato.