Caixa deve apresentar nova proposta para o Saúde Caixa nesta sexta-feira (28)

A Caixa Econômica Federal informou à Comissão Executiva dos Empregados (CEE), nesta quinta-feira (27), que vai apresentar uma nova proposta para o Saúde Caixa na reunião de negociação prevista para esta sexta-feira (28). A representação dos empregados ressaltou, mais uma vez, que a solução necessita ampliar a participação financeira do banco no Saúde Caixa e não pode simplesmente transferir aos usuários o aumento das despesas do plano.  A CEE já recusou duas propostas do banco por considerar que aumentavam o peso do plano sobre a renda dos beneficiários, sem solucionar o problema central: a limitação da participação financeira da Caixa. A reivindicação é a retirada do teto estatutário de 6,5% e o restabelecimento efetivo da proporção de custeio de 70% pela Caixa e 30% pelos beneficiários. Devido aos resultados divulgados pela Caixa na última quinta-feira (27), a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) passou a preocupar os empregados. A CEE ressalta que a redução do resultado na comparação semestral não pode ter impacto excessivo sobre a PLR. A representação do banco explicou que possíveis ajustes serão debatidos com a representação dos empregados. Ainda durante o encontro, a CEE cobrou respostas para reivindicações relacionadas à carreira. Entre elas estão a construção de um novo Plano de Cargos e Salários (PCS), a revisão do Plano de Funções Gratificadas (PFG) e mudanças nos Processos Seletivos Internos (PSIs), com critérios mais objetivos e transparentes. Também foram debatidas questões sobre o Super Caixa, atendimento presencial e digital, além de assuntos relativos a PCDs e TEA. *Fonte: Contraf-CUT 

Banco do Brasil: trabalhadores esperam por avanços nas cláusulas financeiras

A nona rodada de negociações entre a Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e a direção do banco ocorreu na noite desta quinta-feira (27). A expectativa do funcionalismo por propostas para as cláusulas financeiras da pauta de reivindicações específica do Banco do Brasil foi um dos destaques do encontro. “Já estamos na nona rodada de negociação e seguimos aguardando uma proposta concreta do banco para as cláusulas financeiras. O funcionalismo tem expectativas e reivindicações importantes, e é fundamental que o Banco do Brasil apresente respostas para essas demandas”, observou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes. Sobre a realização de um novo concurso, a direção do banco reconheceu a necessidade de profissionais em algumas localidades. Porém, o banco argumentou que primeiro será feito um realinhamento da rede, para depois avaliar a possibilidade de novo concurso. Houve avanço na questão do afastamento para casamento. Atualmente, o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) prevê oito dias de afastamento. O benefício, de acordo com o banco, será estendido a quem registrar união estável. Os representantes do banco também apresentaram informações sobre as novas certificações da Anbima, CPA, C-Pro R e C-Pro I. O Banco do Brasil continuará ressarcindo os custos das certificações para todas as funcionárias e funcionários que realizarem o processo. Os custos das atualizações das certificações também serão arcados pelo banco. Também será concedida ausência abonada de até cinco dias para a realização das provas. O Programa de Desenvolvimento de Orientação Profissional também esteve na pauta do encontro. O banco informou que o programa terá continuidade e assumiu o compromisso de garantir a requalificação profissional das funcionárias e dos funcionários sempre que houver alteração de função por iniciativa do banco, nos moldes do programa implementado anteriormente para os caixas. A próxima reunião acontecerá após o fechamento das negociações entre Comando Nacional dos Bancários e Fenaban. *Fonte: Contraf-CUT

Campanha: negociações avançam, mas categoria quer aumento real

As negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) avançaram nesta quinta-feira (27). Pela primeira vez, a Fenaban apresentou uma proposta de reajuste sem arrocho nos salários e demais verbas. Entretanto, sem aumento real. A proposta da Fenaban avançou para a reposição total da inflação (100% do INPC, estimado em torno de 4%, para o período de 12 meses encerrado em 31 de agosto). Porém, o índice não seria aplicado nos vales alimentação (VA) e refeição (VR). Neste caso, o reajuste seria pelo IPCA, da seguinte forma: – VA: reajuste conforme inflação para “alimentação em domicílio”, medida pelo IPCA, com estimativa de 2,99% para a data-base da categoria. Com esse reajuste, a perda real no VA seria de 1,1% em relação ao INPC. – VR: Reajuste salarial conforme a inflação da “refeição fora do domicílio”, medida pelo IPCA, com estimativa de 4,39% para a data-base da categoria. As negociações também avançaram em relação à PLR, com uma nova proposta da Fenaban de correção pelo INPC, nos tetos e nas parcelas fixas da PLR. “Mas é insuficiente para as nossas reivindicações: queremos a valorização da PLR, com melhoria na parcela adicional, de modo que os bancos distribuam um percentual maior dos seus resultados para toda a categoria”, ressaltou Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional dos Bancários. Nesta sexta-feira (28), o Comando e a Fenaban voltam a negociar. A categoria espera que os bancos apresentem uma nova proposta de reajuste. *Fonte: Contraf-CUT