Sindicato leva conscientização aos bancários de Barra do Piraí

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense percorreu as agências de Barra do Piraí, nesta quinta-feira (30), dando prosseguimento ao trabalho de conscientização da categoria. Durante as visitas, o presidente Júlio Cunha e diretores do sindicato conversaram com bancários e bancárias sobre a importância da participação e apoio da categoria para o fortalecimento das negociações da Campanha Nacional dos Bancários 2026. As reuniões de negociação estão sendo realizadas entre o Comando Nacional e a Federação Nacional do Bancos (Fenaban), em São Paulo, desde o início de julho. Nesta quinta-feira (30), a rodada de negociações será sobre cláusulas econômicas, com debates sobre aumento real e melhores condições de trabalho. A categoria reivindica ajustes acima da inflação para os salários, na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), nos tíquetes alimentação e refeição, além de outras verbas remuneratórias.  

Comando Nacional e Fenaban se reúnem para discutir cláusulas econômicas

O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos terão mais uma rodada de negociações, nesta quinta-feira (30), pela Campanha Nacional Unificada. A pauta terá temas relacionados às cláusulas econômicas. A categoria reivindica aumento real e melhores condições de trabalho, ajustes acima da inflação para os salários, na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), nos tíquetes alimentação e refeição, além de outras verbas remuneratórias. De acordo com dados do Dieese, apesar do alto índice de fechamento de agências e redução de vagas de trabalho, o setor bancário segue como o mais lucrativo e com o maior acúmulo de patrimônio líquido no país.  Em 2025, os cinco maiores bancos tiveram lucro de  R$ 124 bilhões. Só no primeiro trimestre deste ano, os lucros chegaram a R$ 29,8 bilhões. “Em relação ao patrimônio líquido, em 2025, o setor bancário registrou o montante de R$ 1,2 trilhão, valor 25 vezes maior do que a soma dos dois setores mais rentáveis do país, após os bancos, que são eletroeletrônica e mecânica que, juntos, apresentaram patrimônio líquido de R$ 48 bilhões”, ressaltou Gustavo Cavarzan, economista e técnico do Dieese. *Fonte: Contraf-CUT