Empregados da Caixa se mobilizam em defesa do Saúde Caixa nesta terça-feira (9)

Nesta terça-feira (9) será realizado o Dia Nacional de Luta “Saúde Caixa Sem Teto”, com atividades nas unidades do banco, reuniões com trabalhadores antes do expediente e manifestações nas portas das agências e unidades administrativas da Caixa. O objetivo da mobilização é ampliar o debate sobre o futuro do Saúde Caixa e pressionar a empresa a discutir o fim do teto de 6,5% da folha salarial imposto pelo estatuto da Caixa para os gastos com a saúde de seus empregados. A mobilização foi convocada pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), que assessora a Contraf-CUT e o Comando Nacional dos Bancários nas negociações com o banco. Será distribuído um boletim com explicações sobre como o teto prejudica o Saúde Caixa e mostrando os principais impactos como o aumento das mensalidades, dificuldades para manter a qualidade da assistência, ameaças aos direitos dos aposentados e restrições ao benefício pós-emprego para trabalhadores admitidos a partir de setembro de 2018. *Fonte: Contraf-CUT
Sindicato participa da 2ª Marcha Nacional de Trabalhadores e Trabalhadoras LGBTQIA+

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense participou, nesta sexta-feira (5), da 2ª Marcha Nacional de Trabalhadores e Trabalhadoras LGBTQIA+, realizada pela CUT em São Paulo. O evento, que é um ato político, cultural e de luta pelos direitos trabalhistas, reuniu mais de uma centena de pessoas no centro histórico paulista para defender trabalho digno, democracia e o combate a todas as formas de discriminação. As principais pautas defendidas durante a marcha foram o fim da escala 6×1, a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, o combate à LGBTQIA+fobia nos ambientes de trabalho e a defesa do trabalho decente para todas as pessoas. A Marcha fez parte da programação do 7º Encontro Nacional do Coletivo LGBTQIA+ da CUT, cujo encerramento ocorreu no sábado (6). Durante os três dias do encontro, dirigentes sindicais e militantes de todo o país debateram organização sindical, mercado de trabalho, combate à discriminação e estratégias para ampliar a participação da população LGBTQIA+ nas estruturas sindicais. O fortalecimento dos sindicatos como espaços permanentes de acolhimento, proteção e organização política da população LGBTQIA+ também integrou a pauta do evento, que reafirmou a defesa da democracia, da liberdade de manifestação e do direito à ocupação dos espaços públicos. O evento também reforçou a defesa dos direitos civis e sociais da população LGBTQIA+, combatendo iniciativas que tentam restringir sua visibilidade e participação política. *Fonte: CUT