Sindicato visita agências do Itaú no Dia Nacional de Luta contra fechamentos e demissões

Denunciar os impactos da reestruturação promovida pelo Itaú sobre trabalhadores e a população foi o foco principal das ações realizadas, nesta terça-feira (17) em diversas cidades do país. O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense esteve em diversas agências de sua base para se solidarizar com os bancários e bancárias e participar do Dia Nacional de Luta contra o fechamento de agências e as demissões no Itaú. Apesar de registrar lucros bilionários, o Itaú segue fechando agências e promovendo cortes na estrutura e no quadro de pessoal. Exemplo disso é agência Pinheiral, cujas informações dão conta de que será fechada em breve, deixando a cidade sem um importante serviço, além de prejudicar seus funcionários. Segundo dados da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), em 2025 o Itaú fechou 241 agências da base da entidade, impactando milhares de trabalhadores. Vale lembrar que o fechamento de agências agrava a precarização do atendimento em todo o país, com filas extensas, demora no atendimento e dificuldade para resolver demandas básicas.

Sindicato participa do Dia Nacional de Luta contra demissões no Bradesco

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense visitou as agências do Bradesco da região, conscientizando as bancárias e os bancários sobre a realidade em que vivem atualmente no banco. A ação faz parte do Dia Nacional de Luta contra as demissões e segue o calendário aprovado no último Encontro Nacional. A equipe do sindicato distribuiu panfletos, colou cartazes e faixas sobre o tema da ação, além de conversar com os trabalhadores. A ação serviu para denunciar o fechamento de postos de trabalho que o banco vem promovendo, além de reforçar a insatisfação da categoria com os cortes, que impactam diretamente os trabalhadores e prejudica o atendimento ao público. Segundo o movimento sindical, o banco passa por um processo de reestruturação e já apresenta sinais de recuperação em seus resultados. Na avaliação dos sindicalistas, o banco pode aproveitar a experiência dos funcionários, promovendo realocação, qualificação e aproveitamento em novas áreas, sem a necessidade de desligamentos.