Sindicato participa do Dia Nacional de Luta em Defesa das Mulheres

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense participou, nesta quinta-feira (12), do Dia Nacional de Luta em Defesa das Mulheres, com atividades realizadas por quatro grupos nas agências da base do sindicato. O objetivo da ação foi destacar a denúncia de crimes cometidos contra a vida das mulheres em todo o país, além de dar visibilidade às conquistas da categoria na prevenção à violência contra a mulher bancária. As equipes do sindicato conversaram com as bancárias sobre a violência, orientando também como e onde buscar ajuda. Durante a ação, foi distribuído um folheto com os principais canais à disposição com telefone, link e QRCode. São medidas de apoio conquistadas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT 2024/2026). Entre as medidas estão: – Realocação para outra dependência, com garantia de sigilo de informações sobre a transferência; – Linha de crédito/financiamento especial, à empregada vítima de violência doméstica e familiar; – Alternância de horários de entrada e saída do expediente para que o agressor não tenha conhecimento sobre sua rotina; – Alteração do regime de trabalho para presencial ou teletrabalho. O folheto mostra ainda as diversas formas de violência e o seu ciclo de evolução. Para ajudar a identificar se a mulher está sofrendo violência, o informativo apresenta um quadro com diversas situações para que sejam marcadas as vivenciadas.

Itaú: COE se reúne com banco para debater temas importantes como renovação da CCV

A renovação do acordo da Comissão de Conciliação Voluntária (CCV), o reajuste do plano de saúde, o fechamento de agências e problemas relacionados ao programa de metas GERA foram alguns dos temas tratados, nesta quarta-feira (11), pela Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú. A reunião aconteceu na sede do banco, em São Paulo, e os representantes da COE solicitaram que o banco retome a homologação das rescisões nos sindicatos. Lembrado que o acordo da CCV vence em abril, os representantes dos trabalhadores pediram a inclusão da manutenção do plano de saúde para trabalhadores que possuem doenças graves e estejam em tratamento, além da preservação das condições da taxa de crédito imobiliário para empregados desligados, como se ainda estivessem na ativa. O reajuste do plano de saúde também mereceu destaque. Os novos índices de aumento foram apresentados pelo Itaú, que alegou crescimento da sinistralidade. Segundo o Itaú, o reajuste será de 9,8% para a Fundação Itaú e de 10,37% para os beneficiários da Unimed. Os índices foram considerados abusivos pelos representantes dos empregados, que criticaram também a cobrança sem limite de coparticipação no plano dos trabalhadores da ativa. Os dirigentes sindicais cobraram, ainda, a correção do valor de reembolso, que está defasado há anos. A COE solicitou ainda que o banco apresente os números reais dos gastos com o plano de saúde, para que seja possível compreender os motivos do reajuste nas mensalidades, e reivindicou a realização de uma mesa específica para discutir o tema.O banco apresentou dados sobre o processo de fechamento de agências. Segundo o Itaú, 250 unidades foram encerradas em 2025 e outras 188 deverão ser fechadas até maio de 2026. A COE apontou falta e critérios claros para os fechamentos, alertando para o impacto social da medida, principalmente em cidades que estão ficando sem atendimento bancário presencial. O banco afirmou que está passando por um processo de reestruturação e mudança no modelo de atendimento e que estudos estão sendo realizados para definir novos formatos de relacionamento com os clientes. Os representantes do banco ressaltaram que os próprios clientes têm participado de pesquisas sobre o tipo de atendimento desejado e que haverá a criação de um segmento específico voltado para aposentados. O Itaú também informou que 75% dos trabalhadores impactados pelo fechamento de unidades foram realocados em 2025. *Fonte: Contraf-CUT