Sindicato garante na Justiça Estadual restabelecimento de benefício a bancária do Bradesco

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense conquistou mais uma importante vitória em defesa da categoria. Nossa equipe jurídica obteve, na Justiça Estadual, decisão que determinou o restabelecimento imediato do benefício por incapacidade de uma bancária do Bradesco, que havia sido indevidamente cortado pelo INSS. A trabalhadora vinha recebendo benefício na espécie acidentária desde 2024, em razão de transtorno de ansiedade generalizada (CID F41.1) e síndrome de Burnout (CID Z73.0), doenças comprovadamente decorrentes do ambiente de trabalho bancário, marcado por forte pressão, metas abusivas e condições hostis. Na última perícia médica realizada pelo INSS, em 02 de setembro de 2025, o benefício foi indevidamente cessado, sob a alegação de que a bancária teria recuperado sua capacidade laboral — decisão absurda diante dos diversos laudos médicos que comprovam sua real incapacidade. Diante dessa injustiça, o setor jurídico do Sindicato ajuizou ação de reestabelecimento do benefício na Justiça Estadual, no dia 08 de setembro de 2025, com pedido de tutela de urgência. A Justiça acolheu o pedido no mesmo dia, determinando que o INSS restabeleça o benefício em até 5 dias úteis, pelo período inicial de 180 dias, prorrogáveis conforme necessidade médica. Essa decisão reafirma a importância da atuação firme do Sindicato em defesa da saúde e da dignidade dos bancários. Cada conquista individual é também uma vitória coletiva da categoria, mostrando que a luta organizada dá resultados concretos. Se você teve seu benefício negado ou cortado, não fique sozinho(a). Procure imediatamente o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense. Estamos ao seu lado, prontos para defender seus direitos!

Itaú demite cerca de mil trabalhadores em São Paulo

Matéria publicada pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, na noite desta segunda-feira (8), informa que o Banco Itaú demitiu cerca de mil bancários e bancárias. Os trabalhadores atuavam em regime híbrido ou integralmente remoto no Centro Tecnológico (CT), CEIC e Faria Lima. De acordo com o banco, os trabalhadores estavam sendo monitorados há mais de seis meses, sendo detectada “baixa aderência ao home office”. Entretanto, o sindicato ressalta que não houve advertência prévia aos trabalhadores nem qualquer diálogo com o sindicato, caracterizando desrespeito aos bancários e à relação com o movimento sindical. Segundo o texto publicado, o sindicato já entrou em contato com o banco pedindo explicações e que essas vagas sejam repostas porque os trabalhadores já estão sobrecarregados. Vale lembrar que no último semestre, o lucro do Itaú foi superior a R$ 22,6 bilhões, com alta rentabilidade, o que consolida o banco como o maior do país em ativos. Porém, apesar desse resultado, o banco continua fechando postos de trabalho. Em 12 meses, foram cortados 518 postos de trabalho, reduzindo o quadro de pessoal da holding a 85.775 empregados. Pedido negado A coordenação da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú se reuniu, na manhã desta terça-feira (9), com o banco para pedir a revisão das mais de 1.000 demissões. O banco aceitou apenas avaliar as demissões de pessoas adoecidas. *Fonte: Bancários de São Paulo