Copa: Caixa abonará horas não trabalhadas durante jogos do Brasil

Empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal terão abonadas as horas não trabalhadas durante os jogos do Brasil, nesta segunda fase da Copa. O comunicado foi feito através de ofício pela Diretoria Executiva de Pessoas do banco estatal, e assinado pela titular da pasta, Adriana Ferreira. De acordo com o texto, há recomendações para que sejam feitos ajustes nos horários dos jogos mediante acordo entre gestores e empregados. Além disso, o documento destaca que o abono das horas não trabalhadas (abono 53) poderá ser utilizado, sendo limitado ao período liberado para o acompanhamento da partida. Em caso de dúvidas, o trabalhador deve procurar o Atendimento Pessoas Caixa, Categoria Jornada de Trabalho. *Fonte: Bancários do Rio

COE Itaú antecipa entrega de reivindicações ao banco

No próximo dia 1º de julho, haverá uma reunião entre a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú e a direção do banco para entrega da pauta específica de reivindicações dos funcionários. A reunião foi antecipada devido à realização da primeira rodada de negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que ocorrerá no dia 2 de julho. A pauta reúne as principais demandas dos bancários e bancárias do banco para a Campanha Nacional dos Bancários 2026. A questão da saúde é uma das principais preocupações da categoria. O aumento dos casos de adoecimento entre os funcionários é consequência da pressão por metas, do assédio moral e da insegurança provocada pelo fechamento de agências. Mudanças Os representantes dos trabalhadores também querem discutir com a direção do Itaú sobre as mudanças anunciadas pelo banco no regime de trabalho híbrido. No último dia 23 de junho, o Itaú enviou comunicado ao movimento sindical, informando que passará a exigir quatro dias presenciais por semana para superintendentes, a partir de janeiro de 2027, e três dias presenciais por semana para os demais cargos, a partir do primeiro trimestre de 2028. *Fonte: Contraf-CUT

Minuta com reivindicações específicas é entregue à Caixa

Nesta quarta-feira (24), a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), federações e sindicatos entregaram à Caixa a minuta de reivindicações específicas das empregadas e empregados para a Campanha Nacional dos Bancários 2026. A minuta reúne as propostas aprovadas no 41º Congresso Nacional das Empregadas e dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef). O documento servirá de base para a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho Aditivo da Caixa para o período de 1º de setembro de 2026 a 31 de agosto de 2028. O texto complementa a pauta nacional da categoria bancária, aprovada na 28ª Conferência Nacional dos Bancários. Além disso, reafirma a defesa dos direitos já conquistados no ACT vigente e apresenta novas reivindicações voltadas à realidade das unidades, áreas-meio, rede de atendimento, centralizadoras, matriz e demais espaços de trabalho da Caixa. Saúde Caixa O Saúde Caixa está entre os principais pontos da minuta específica, com a reivindicação de garantia do plano para todos, inclusive na aposentadoria, também para os empregados admitidos a partir de 1º de setembro de 2018. Também estão sendo cobrados o fim do teto estatutário de 6,5% da folha de pagamento para o custeio do plano e a garantia do modelo de financiamento 70/30, com 70% das despesas custeadas pela Caixa e 30% pelos beneficiários. Há ainda a proposta de reajuste zero das mensalidades, contribuições e demais cobranças durante a vigência do ACT, além de medidas para assegurar atendimento adequado onde não houver rede credenciada suficiente. Outra reivindicação é que benefícios como a Escola Inclusiva, voltada a filhos com deficiência e/ou neurodivergentes, sejam custeados diretamente pela Caixa, com recursos próprios da empresa, e deixem de compor as despesas do Saúde Caixa. Valorização O documento preparado durante o 41º Conecef também cobra valorização profissional, revisão dos planos de funções e cargos, correção de distorções nas carreiras, transparência nos processos seletivos internos e criação de critérios objetivos para progressão, promoção e acesso às funções. Além disso, a minuta reivindica mais contratações, recomposição das unidades, abertura de novos concursos e respeito à estrutura de atendimento presencial da Caixa. A remuneração variável está incluída na minuta. As entidades reivindicam a revisão integral do programa Super Caixa, com retorno ao princípio “vendeu, recebeu”, garantia de critérios claros, objetivos, transparentes e previamente divulgados, além de tratamento isonômico entre rede, centralizadoras e matriz. Para acompanhar as negociações da mesa específica da Caixa, clique aqui. *Fonte: Contraf-CUT

Trabalhadores do BB entregam reivindicações ao banco

A minuta de reivindicações dos funcionários e funcionárias do Banco do Brasil foi entregue à direção do banco, nesta quarta-feira (24). O documento contém as principais demandas aprovadas durante o 36º Congresso Nacional dos Funcionários e das Funcionárias do Banco do Brasil (CNFBB). O encontro reuniu cerca de 280 delegadas e delegados de todo o país e as reivindicações estão organizadas em quatro grandes temas: condições de trabalho, previdência, remuneração e saúde. Uma das prioridades aprovadas é a ampliação do quadro de funcionários através de novos concursos públicos. O objetivo é fortalecer o papel público do Banco do Brasil, melhorar o atendimento à população e reduzir a sobrecarga de trabalho enfrentada pelos trabalhadores nas unidades em todo o país. Os representantes dos trabalhadores defendem a preservação da estrutura de atendimento bancário nas agências e a garantia de caixas em todas as unidades. A categoria acredita que o banco não pode abrir mão de sua função social nem transformar suas agências em espaços voltados exclusivamente para a comercialização de produtos e serviços financeiros. A entrega do documento deu início ao processo de negociação entre a representação dos trabalhadores e a direção do Banco do Brasil para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e a discussão das principais demandas específicas do funcionalismo. Para acompanhar as negociações da mesa específica do Banco do Brasil, clique aqui. *Fonte: Contraf-CUT

Minuta de reivindicações é entregue à Fenaban

A entrega da minuta de reivindicações pelo Comando Nacional dos Bancários à Fenaban, nesta quarta-feira (24), marcou oficialmente o início da Campanha Nacional Unificada para a reposição da inflação, reajustes salariais e outros direitos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). A primeira mesa de negociação está marcada para o dia 2 de julho. A assinatura renovada da CCT deve acontecer até a véspera da data-base da categoria, em 1º de setembro. Lucratividade dos bancos Vale ressaltar que o lucro líquido do Sistema Financeiro Nacional (SFN), de 2020 a 2025, teve crescimento de 114%, com destaque para os bancos digitais, que registraram salto de 2.137% no lucro, seguido pelas cooperativas com 180% de aumento. Os bancos privados e públicos também mantiveram tendência de alta, com crescimento de 114% e 46%, respectivamente, durante o mesmo período. Mesmo assim, com lucros bilionários, os bancos continuam fechando agências e reduzindo postos de trabalho. “A luta da categoria bancária por valorização salarial e profissional é uma luta de distribuição dos lucros multibilionários do setor. Os cinco maiores bancos do país lucraram R$ 145 bilhões em 2025, e neste ano, só os três maiores bancos privados – Bradesco, Itaú e Santander – já obtiveram lucro de R$ 35 bilhões no primeiro trimestre, resultado 16% maior que do mesmo período do ano passado”, ressaltou Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional dos Bancários e presidenta da Contraf-CUT. Segundo a dirigente, entre 2024 e 2025, foram fechados 14 mil postos de trabalho e mais de 1.300 agências foram encerradas pelos cinco maiores bancos. Juvandia explicou que a Consulta Nacional mostrou a preocupação da categoria com a saúde mental e combate ao assédio moral e outras formas de violência no ambiente de trabalho. Nas cláusulas sociais, a manutenção de direitos aparece como a principal prioridade, citada por 65% dos respondentes. Emprego foi indicado por 45%; plano de saúde, por 39%; combate ao assédio moral, por 35%; igualdade de oportunidades, por 24%; previdência complementar, por 19%; e impacto das inovações tecnológicas, por 17%. Consulta Nacional O resultado da consulta revelou, ainda, que 40% dos bancários usaram medicamentos controlados, como antidepressivos, ansiolíticos ou estimulantes, nos últimos 12 meses. Além disso, 72,6% afirmaram que o ambiente de trabalho no banco em que atuam traz impactos negativos para a saúde mental dos trabalhadores e trabalhadoras. Apenas 14,3% disseram que não há impactos negativos e 12,6% responderam que não sabem. A assinatura de um pré-acordo para garantir a ultratividade da Convenção Coletiva de Trabalho também foi defendida pelo Comando Nacional. A medida é considerada fundamental para dar segurança aos trabalhadores durante a negociação. A ultratividade assegura a manutenção de todas as cláusulas e conquistas da categoria até a celebração de um novo acordo, preservando direitos e garantindo equilíbrio nas negociações. O lançamento digital da Campanha Nacional Unificada da Categoria ocorreu também nesta quarta-feira (24), O tema deste ano é “Bancárias e bancários feitos de esperança, movidos pela luta”. Saiba mais Para acompanhar as negociações da mesa específica da Caixa, clique aqui. E, para a mesa específica do Banco do Brasil, acesse aqui.   *Fonte: Contraf-CUT

Minuta de reivindicações para a Campanha Nacional Unificada é aprovada pela categoria

A minuta de reivindicações da Campanha Nacional Unificada 2026 para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários foi aprovada em assembleias realizadas em todo o país entre segunda (22) e terça-feira (23). O documento será entregue, nesta quarta-feira (24), pelo Comando Nacional dos Bancários à Fenaban, em São Paulo. A minuta foi construída a partir dos debates da 28ª Conferência Nacional dos Bancários, que foi alimentada com as demandas vindas de conferências regionais e estaduais. Outra importante contribuição foi a Consulta Nacional, que este ano contou com a participação recorde de 54.952 respondentes. Confira os principais eixos da pauta que será entregue à Fenaban: – 5% de aumento real no salário e nas demais verbas, como PLR, VA e VR;– Fim das metas abusivas;– Manutenção do formato atual da PLR (percentual do salário mais parcela fixa e adicional);– Manutenção dos direitos conquistados;– Manutenção da mesa única, da CCT para toda a categoria e dos direitos já conquistados;– Defesa do emprego bancário;– Defesa dos bancos públicos;– Distribuição melhor dos ganhos da tecnologia, com o fim do monitoramento excessivo no teletrabalho, preservando a privacidade do bancário. *Fonte: Contraf-CUT

BB atende ao movimento sindical e abona horas referentes aos jogos do Brasil na Copa

Após solicitação do movimento sindical, o Banco do Brasil informou que os funcionários não vão precisar compensar as horas não trabalhadas durante os jogos da Seleção Brasileira. A orientação da Fenaban é que, quando as partidas da Seleção Brasileira tiverem início às 14h, as agências deverão funcionar das 9h às 12h. Nos jogos com início às 16h, o atendimento ao público será realizado das 10h às 14h. Nas partidas marcadas para as 17h, as unidades abrirão às 10h e encerrarão o expediente às 15h. No caso dos empregados que atuam em agências e postos de atendimento, a recomendação é que sejam dispensados do trabalho com pelo menos uma hora de antecedência em relação ao início dos jogos. *Fonte: Contraf-CUT

Sindicato convoca para assembleia dia 23 de junho

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense está convocando todos os empregados em estabelecimentos bancários dos bancos públicos e privados, de sua base territorial, sejam sócios ou não, para a assembleia geral extraordinária que será realizada, nesta terça-feira, 23 de junho de 2026. A assembleia terá plenária presencial das 18h às 19h no auditório do Sindicato, na Rua Rio Branco, 107 – sala 301, no Centro de Barra Mansa. Das 19h às 23h59 haverá votação pela plataforma https://bancarios.votabem.com.br/. Pauta: 1 – Autorizar a diretoria do Sindicato a negociar e celebrar Convenção Coletiva de Trabalho, Convenção Coletiva sobre Participação dos Empregados nos Lucros e/ou Resultados dos Bancos, Convenção Coletiva de Trabalho de Autorregulação Sindical Nacional do Setor Bancário, Convenção Coletiva de Trabalho sobre Cooperativas e Acordos Coletivos de Trabalho aditivos à CCT e, frustradas as negociações, defender-se e/ou instaurar dissídio coletivo de trabalho, bem como delegar poderes para tanto; 2 – Deliberar sobre aprovação da minuta de pré-acordo de negociação e minuta da Pauta de Reivindicações da categoria bancária, data-base 1º de setembro, definidas na 28ª Conferência Nacional dos Bancários que inclui desconto a ser feito nos salários dos empregados em razão da contratação a ser realizada (contribuição negocial).

Santander: minuta de reivindicações é entregue ao banco

A minuta de reivindicações construída coletivamente durante o Encontro Nacional dos Trabalhadores do Santander foi entregue ao banco, na manhã desta segunda-feira (22). A entrega foi realizada por funcionárias e funcionários do banco na sede da instituição em São Paulo e marca o início da fase de negociações e mobilizações em torno das pautas prioritárias dos trabalhadores do Santander na Campanha Nacional dos Bancários 2026.. A pauta contém prioridades como a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), a valorização das remunerações e a melhoria das condições de trabalho. As reivindicações incluem, ainda, medidas para combater o fechamento de agências e a redução dos postos de trabalho, além de ações voltadas à diminuição da sobrecarga enfrentada pelos trabalhadores. “Temos grande expectativa para a Campanha Nacional dos Bancários 2026. A minuta construída coletivamente pelos delegados e delegadas reflete as necessidades dos trabalhadores do Santander e será a base das negociações e das mobilizações para garantir avanços e preservar direitos”, afirmou Ana Marta Lima, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander. *Fonte: Contraf-CUT